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Não existem dúvidas de que a medicina alternativa está a tornar-se cada vez mais popular. Em Portugal, os dados permitem saber que cerca de um em cada seis portugueses revela ter já utilizado as terapêuticas alternativas, nas duas semanas anteriores ao inquérito. No entanto, apesar da crescente procura da «medicina alternativa» em Portugal, há um vazio legislativo sobre esta matéria, o que permite o exercício da «medicina» por pessoas não qualificadas para tal.

Por outro lado, os profissionais formados por Faculdades de Medicina Tradicional Chinesa ou de Osteopatia, por exemplo, de reconhecimento internacional, ficam ao mesmo nível dos charlatães, o que leva a que seja difícil distinguir o trigo do joio.

As crianças podem ser grandes beneficiárias da «medicina alternativa», nas suas diversas variantes – aliás, a insistência que se faz, só para dar um exemplo, na massagem do bebé, é um reconhecimento de que certo tipo de atuações têm um reflexo direto sobre os estados de saúde e de bem-estar das crianças.

As chamadas «medicinas alternativas» passam por vários campos: a fitoterapia (utilização de plantas medicinais), a homeopatia (uso de substâncias vegetais, animais e minerais que estimulam a criança e provocam sintomas, mas controlados, evitando a doença natural – um pouco como as vacinas), a acupunctura, a quiroprática (manipulação, sobretudo ao nível da coluna, e procura de posturas corretas) e a osteopatia.

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