Resultados para: "yakut e bom para leucemia"

Você está a ver grávida , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa yakut e bom para leucemia. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Informação a mais?

Alguns profissionais referem que os pais têm informação a mais. Confesso que não sei o que isso é. Sei que há informação cientificamente correta e outra incorreta. Que factos são factos, e portanto objetivos, e que opiniões são opiniões, e portanto subjetivas. E que a descodificação da informação, mesmo correta, pode ser errada, criando conhecimento incorreto e levando a atitudes inapropriadas. O receio de ver um filho doente é normal e só revela amor e saúde mental. No entanto, há fatores que deturpam um pouco a leitura da realidade, fazendo parecer comum o que é raro, ou grave o que é inofensivo. As conversas com amigos, por exemplo, podem fazer realçar um qualquer caso que, contado com pormenor, deixa marca e passa a fazer lei. Não é assim que melhor se faz a aprendizagem clínica - à custa de casos e de doentes? As notícias veiculadas nos media são também geradoras de ansiedade, porque os casos são repetidos tantas vezes que parece que todos os dias houve um novo caso. Sabemos que a doença é o primeiro passo para a morte - e essa sequência está gravada nas nossas cabeças. Por outro lado, a maioria das doenças tem sintomas comuns. Uma doença cardíaca está associada a um sopro, e é muito comum encontrar um sopro normal numa criança de 3 anos. Um espirro pode ser interpretado como «a asma vem aí», ou o não querer comer como «um vizinho teve leucemia e começou assim». Lemos sinais e sintomas, e imaginamo-los. A meningite é uma doença que, tipicamente, põe os pais em pânico, levando a exigir medidas que não se justificam, mas que os tranquilizam, como fechar infantários e jardins-de-infância. Ou a empregada que tem um filho que anda na escola com um menino que está com varicela. Aquilo que se pede, apenas, é que haja uma voz de bom senso, e que tentemos fazer uma breve pausa para pensar lucidamente. Mas, na dúvida, é preferível que os pais levem a criança ao médico do que fiquem com alguma incerteza angustiante - é aí que o contacto com amigos e colegas pode ajudar (desde que se escolham as pessoas previamente, atendendo à sua maneira de reagir - se são pessimistas ou otimistas, calmas ou emotivas, se sentem que o papel delas é tranquilizar e ajudar ou, pelo contrário, se gostam de «fazer filmepara se evidenciarem, dramatizando tudo). Ler Mais...

Mononucleose

A mononucleose infeciosa é uma doença causada por um vírus, chamado «vírus de Epstein-Barr», segundo o nome dos investigadores que o descobriram. Trata-se de uma doença transmissível, mas está longe de ser muito infeciosa, ou seja, ao contrário da gripe ou das constipações vulgares, é necessário um contacto relativamente íntimo para passar de uma pessoa para a outra. É por isso que durante muito tempo foi chamada «doença do beijo», por se pensar que só um contacto tão íntimo poderia estar na base do contágio. Hoje já se sabe que o vírus pode passar de uma pessoa para a outra através da respiração. É uma doença relativamente comum, embora muitas crianças a tenham sem se dar por isso. A mononucleose infeciosa começa por uma vulgar dor de garganta (faringo-amigdalite), havendo geralmente uma tumefação marcada dos gânglios do pescoço. Aparecem também febre e quebra do estado geral, com falta de apetite, cansaço, fadiga e dores de cabeça. Ao contrário das anginas vulgares, os sintomas não melhoram ao fim de alguns dias e os gânglios podem manter-se aumentados de volume durante algumas semanas, o que geralmente gera alguma ansiedade. Por vezes podem aparecer manchas na pele, do género das da rubéola (exantema), que aumentam com o uso de determinados antibióticos. A mononucleose, ao contrário das anginas vulgares, acompanha-se de aumento do volume do baço, um elemento de diagnóstico muito importante. Em algumas crianças pode aparecer inchaço das pálpebras. Sempre que surgem estes sintomas e sinais é aconselhável a criança ser observada por um médico. No entanto, e mesmo que o grau de suspeita seja grande, o diagnóstico necessita geralmente de confirmação laboratorial. Por este motivo é necessário fazer análises ao sangue, até para diferencias das situações malignas. Não há qualquer terapêutica específica. O tratamento é sintomático, ou seja, usam-se apenas medicamentos para a febre, dores de cabeça e pouco mais; repouso, não fazer esforços violentos e comer só o que apetecer. Os antibióticos não estão indicados porque, por um lado, não são eficazes contra os vírus; por outro, alguns - nomeadamente a amoxicilina -, podem causar ou agravar o exantema. O tempo de duração é muito variável. Por vezes os sintomas são tão ligeiros e a evolução tão rápida que nem se dá pela doença. Noutros casos, no entanto, os sintomas podem ser muito intensos e prolongarem-se por algumas semanas. Daí suspeitar-se, nesses casos, de outras doenças, como a infeção por HIV ou leucemias. Na fase aguda a criança sente-se geralmente tão mal que é ela própria que procura repouso. Depois, à medida que a situação melhora já pode aumentar a sua atividade, embora se deva ter um certo cuidado para não exagerar (sabemos como são as crianças, se tiverem outras a puxar por elas). A prática de atividades desportivas não é recomendável nas primeiras semanas. O cansaço com a prática de atividades desportivas pode durar, em alguns casos, algumas semanas. A frequência do infantário ou jardim-de-infância deve ser retomada apenas depois de a criança estar completamente bem e ter feito uma boa convalescença. O aparecimento de gânglios, aumento do baço, febre e quebra do estado geral pode levar a suspeitar de doenças malignas – como as leucemias, linfomas ou infeção HIV. O exame clínico faz geralmente a distinção, mas o que finalmente sossega os pais (e muitas vezes o próprio médico) é o resultado das análises de sangue. Fique no entanto claro que a mononucleose não evolui para leucemia. Ler Mais...

Eu sei que a minha mãe se preocupa, mas ela quer ir comigo para todo o lado – como lhe posso dizer para se afastar?

Aproveite o momento certo, talvez durante um café, e tente explicar à sua mãe, com sensibilidade, que quer e precisa de fazer algumas coisas sozinha. Faça-lhe saber que, embora aprecie o apoio dela, também precisa do seu espaço e de tempo para reflectir e para criar laços com o seu bebé, mesmo durante a gravidez. Se se afirmar agora sobre os seus sentimentos, isso também a ajudará a conseguir certos limites depois do parto. Embora a sua mãe possa primeiro ficar contrariada e possivelmente excluída, com o tempo, o mais provável é que venha a compreender o seu ponto de vista, pergunte-lhe como é que a própria mãe reagiu quando ela estava grávida de si. Pode muito bem descobrir que ela também foi demasiado protectora. Ler Mais...

Que probabilidades temos de os nossos gémeos serem idênticos?

Uma em oitenta gravidezes é de gémeos e um terço dos gémeos são idênticos. Embora haja factores que tornem mais provável ter gémeos não idênticos, tal como um historial de gémeos na família ou ter mais de 35 anos, ter gémeos idênticos não é hereditário e não há outros factores que o possam tornar provável. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

Ler Mais...

Princípios educativos

Para uma criança de 3 anos, como o André, há muita coisa que não tem lógica, mesmo que para os adultos faça todo o sentido, pois ainda não tem uma visão sistémica e organizada do mundo, além de estar numa fase de só olhar para os seus interesses. As explicações dos adultos carecem de sentido. E daí os apelos do André: «Mas porquê?» Se os pais perdessem menos tempo a vociferar e tentassem - de preferência fora da crise -, explicar-lhe porque é que se devem arrumar os brinquedos e outras coisas, talvez o André começasse a entender que a sua visão das coisas não é a única, e que há coisas que para nós podem não fazer muito sentido, mas que para o ecossistema onde vivemos, trabalhamos ou brincamos têm lógica e são necessárias. Reparem; para o André, arrumar os brinquedos é uma mera perda de tempo, e dupla, já que no dia seguinte terá o trabalho de os tirar novamente do saco ou da gaveta onde estão. O facto de ficarem espalhados no chão, encherem-se dee «darem um ar desarrumado», não é uma preocupação para ele. Portanto, ou se arranjam argumentos compreensíveis, como os brinquedos poderem-se partir se alguém entrar no quarto, ou não se misturarem jogos que depois não dá para fazer nenhum e outras razões parecidas (até pode ser um novo jogo, o jogo do «arruma»), ou terão sempre birras e berros, que especialmente ao fim da tarde não contribuem muito para a paz e sossego que se deseja. Há muitas técnicas que os pais usam: vejam, destas, quais as que acham que usam mais na gestão dos conflitos com os vossos filhos: • Repreender • Castigar • Fazer longos sermões • Ameaçar • Chantagear • Prometer • Suplicar • Culpabilizar • Ridicularizar • Chamar nomes • Gritar e berrar • Ordenar • Exigir • Comparar com os outros e dizer que os outros é que são bons Espero que nenhuma, porque devo dizer que nenhuma destas estratégias resulta a longo prazo. O que importa é desenvolver o sentido ético e o conceito de «moralmente errado» e de que atacar alguém também é atacar-me a mim. E isto a empatia, a solidariedade e o sentimento de destino comum. Há que criar nos filhos esses sentimentos, mas não é numa fase de extremo «umbiguismo» - como a que ocorre entre o 1 e os 3-4 anos - que as coisas acontecem de um dia para o outro. Nem eles são tão altruístas que façam tudo pelos outros sem pensarem que podem (e devem!) ter algumas vantagens também para eles. A vivência comum baseia-se na negociação e no rearranjo dos vários interesses. É isso que há que explicar, exercitar e treinar, bem como a ideia de que os pais, por estarem cá há mais tempo e por serem adultos e pais, têm uma visão de mais ângulos, o que lhes permite ver outras coisas. Tal e qual a existência de várias câmaras de TV num campo de futebol, que permite ver se o penalti foi ou não foi penalti, ou se a bola saiu ou se não saiu. E essa linguagem já lhes é acessível. Ler Mais...
Yakut e bom para leucemia | Para Pais.