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Aspetos clínicos

O período de incubação do vírus da hepatite B é de cerca de 2-3 meses. Na sua fase aguda, os sinais e sintomas da hepatite B são muito semelhantes aos descritos para a hepatite A, com algumas variações: os sintomas gerais são mais intensos e frequentes e a icterícia mais prolongada. O diagnóstico é feito da mesma maneira: as análises confirmam as suspeitas clínicas. Por vezes há envolvimento de outros órgãos, como as articulações. Ler Mais...

Hepatite A

A hepatite A é uma doença causada por um vírus, pertencente a um grupo de vírus chamado enterovírus, ou seja, vírus que se eliminam predominantemente nas fezes. De facto, o vírus aparece nas fezes desde os primeiros dias da doença até cerca de 15 dias após o início dos sintomas. O período mais infecioso corresponde aos dias imediatamente antes do aparecimento dos sinais e sintomas, ou seja, quando ainda não se suspeita de nada ou quando, pelo menos, os sintomas ainda são muito incaracterísticos. A maior parte dos casos ocorre esporadicamente, passando de pessoa para pessoa. A hepatite A transmite-se fundamentalmente pelas fezes e contaminação oral. Quando aparecem surtos epidémicos, a origem está geralmente na água ou em alimentos contaminados, como pode acontecer em creches e jardins-de-infância. Ao contrário da hepatite B, o vírus da hepatite A permanece no sangue durante muito pouco tempo, pelo que a transmissão através de transfusões praticamente não existe. O mesmo se diz em relação à transmissão sexual. O vírus da hepatite A não se transmite pela saliva, pela urina ou durante o parto. Até há uns anos, quase todas as pessoas, ao entrarem na idade adulta, tinham anticorpos contra o vírus da hepatite A, o que significava que já tinham tido contacto com o vírus embora, na maior parte dos casos, esse contacto não se traduzisse verdadeiramente por doença, ou apenas produzisse alguns sinais e sintomas inespecíficos - que se confundiram com gripes, constipações ou indisposições - é natural que os leitores não se lembrem de alguma vez ter tido hepatite, pelo menos com todos os sinais e sintomas típicos. Ler Mais...

Tosse convulsa (ou situações semelhantes)

A tosse convulsa é causada por uma bactéria. Dado que as crianças se vacinam, é agora muito rara. No entanto, outras bactérias aparentadas, não abrangidas pela vacinação, ou vírus, como o adenovírus, e outros organismos como o Mycoplasma ou clamídia, podem causar sintomas clinicamente indistinguíveis. O que caracteriza a tosse convulsa é a tosse, por acessos, com um guincho no final, e podendo levar ao vómito ou mesmo ao desmaio por falta de ar. Depois de um período sugestivo de uma infeção das vias respiratórias altas, começa a fase paroxística, seguindo-se uma fase de convalescença, cada uma com cerca de duas semanas de duração. A gravidade é diretamente proporcional à idade, especialmente antes dos 2 anos. Perante estes sintomas, é essencial consultar o médico e estar preparado para, se for o caso, assegurar uma convalescença prolongada, sem pressas. O tratamento faz-se com antibiótico e medidas dirigidas aos sintomas, bem como o máximo conforto e promoção de «bons ares». Ler Mais...

Papeira

A papeira, ou parotidite epidérmica, tornou-se relativamente rara desde que as crianças são vacinadas com a vacina VASPR. O que acontece na papeira é uma inflamação das glândulas parótidas, que ficam de cada lado da mandíbula, e são responsáveis pela produção de saliva. O agente é um vírus, e os sintomas começam com mal-estar, febre baixa e, cerca de dois dias depois, dor ao mastigar ou engolir (especialmente sumos), dor perto do ouvida dor de cabeça, arrepios, dificuldade a engolir e inchaço (uni ou bilateral) junto ao chamado ângulo da mandíbula, com desaparecimento da saliência óssea. Por vezes, a papeira só dá sintomas escassos. As complicações da papeira são raras. A mais temida é a meningite, que surge com alguma frequência e que pode variar muito em sintomatologia, desde simples dores de cabeça e mal-estar a uma verdadeira meningite com todos os sintomas. Esta meningite viral é benigna e não deixa sequelas. Algumas crianças têm de ser internadas sobretudo quando o estado geral está diminuído ou têm dificuldade em se alimentar, ou evidentemente na fase em que ainda não há a certeza de ser esta meningite ou outra. Outra complicação da papeira é a pancreatite: o pâncreas é um dos órgãos «tocados» pelo vírus da papeira e por isso é que surgem sintomas de náuseas, repulsa pelos alimentos, falta de apetite, intolerância às gorduras, etc. Por vezes o pâncreas é afetado de maneira mais intensa, e a criança queixa-se de dores de barriga, vomita e não quer comer. Nestes casos é aconselhável consultar o médico de imediato. Outras glândulas pelas quais o vírus da papeira tem uma predileção especial são os ovários e os testículos, especialmente estes. Na criança, dado que estas glândulas não estão ainda muito desenvolvidas, geralmente a sua inflamação (ooforite e orquite, respetivamente) não dá sintomas muito especiais. Nos adultos, contudo, podem dar dores e daí o terror que a maior parte dos homens tem à ideia de poder ter papeira. Julga-se, no entanto, que a orquite da papeira não dá esterilidade, pelo menos na larga maioria dos casos. No que respeita às parótidas, podem existir outros vírus que causam inchaço muito semelhante ao vírus da papeira, mas são menos frequentes. Outras doenças podem dar sintomas semelhantes, com entupimento da saída da saliva, por exemplo, e inchaço da glândula. A papeira é porém geralmente bem identificável porque existem mais casos na escola ou no círculo de amigos. A história de contacto é essencial. A papeira dá imunidade para a vida, mas apenas para o tipo de vírus implicado. Ler Mais...

Rubéola

A rubéola é uma doença infeciosa, causada por um vírus, e não provoca doença grave nas crianças - aparecem manchas, gânglios no pescoço, região da nuca e virilhas, e febre baixa, durante 3 a 4 dias. Na maioria dos casos nem estes sintomas surgem. O problema da rubéola tem a ver com a infeção de uma grávida, dado que o vírus causa malformações no feto, sobretudo se a rubéola for contraída no primeiro trimestre: lesões do coração, ouvidos, olhos e sistema nervoso. A vacinação, realizada na vacina VASPR aos 15 meses e 5 anos, é muito importante. Há muitos outros vírus que podem simular os sintomas da rubéola: não são necessários nenhuns exames para distinguir, mas há que considerar que, para a criança, não se tratará de rubéola e portanto ela deve ser na mesma vacinada. Para as grávidas que possam ter tido contacto, a situação deverá ser tida como rubéola, para que se veja se a grávida está já ou não defendida. Ler Mais...

As «vacinas» de todos os dias

Todos os dias as crianças são sujeitas a contactos com vírus e bactérias. Vale a pena relembrar que, das cerca de mil e seiscentas bactérias identificadas, apenas cerca de duzentas causam doença no ser humano. As outras todas, ou são neutras ou são mesmo nossas grandes colaboradoras. A algumas delas, inclusivamente, devemos alguns dos processos que mantêm a vida. Digamos que a criança se «vacina» todos os dias, muito especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microrganismos. As vacinas que são administradas, seja no Programa Nacional de Vacinação, seja as que não fazem parte dele, mas são recomendadas, funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele (proteínas, fragmentos da bactéria, micróbios semelhantes mas inofensivos, o próprio vírus atenuado, produtos de engenharia genética, etc.), de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença. Ter a parte «boa» sem ter a «má»! Ler Mais...
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