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Maridos, Mulheres

Falemos de um assunto também importante. Os pais são também maridos, as mães são também mulheres. O nascimento de um bebé, por muito que solicite a nossa atenção e consuma o nosso tempo, não pode canalizar integralmente todas as atenções dos pais. Muitos casais, após o nascimento de um filho, deixam de ter vida própria, vida de casal, deixam de sair, de ir ao cinema, de ir jantar fora... parece que deixam de ter prazer em estar juntos, em namorar. Isto é errado e pode ter consequências nocivas, quer em relação à vida do próprio casal, quer em relação ao bebé. Claro está que é necessário ter apoios, ter onde os deixar, organizar e simplificar suficientemente a vida para poder ter essas veleidades. Mas, se se quiser, arranjam-se sempre uns momentos, nem que sejam breves, para o casal estar a sós. O bebé passa a ser o elemento perturbador do que. até então, era uma vida pacata de marido e mulher. Especialmente quando se trata do primeiro filho, podendo durar algum tempo. Preferencialmente antes do bebé nascer ou, pelo menos, logo que passe o frenesim do regresso a casa, das inúmeras visitas, das opiniões das avós que às vezes gostariam de pôr e dispor da vida do casal, mais do que apoiar e ajudar, logo que estejam recuperadas as noites mal dormidas e os primeiros dias de «caos» e desorganização, pensem cinco minutos neste problema. Mais vale prevenir que remediar. Onde viviam duas pessoas um marido e uma mulher passaram a viver cinco: esses dois, mais um filho, um pai e uma mãe... É fundamental encorajar as pessoas a serem elas próprias e a não abdicarem da sua personalidade, dos seus desejos, das suas ambições pessoais e profissionais, dos seus gostos e preferências, e não, como antigamente, moldá-las segundo modelos convencionais e esquemas para as quais não eram - homens e mulheres ouvidos nem achados. E também a não prescindirem dos seus espaços próprios, afetivos, físicos, de tempo, de trabalho e de lazer, evitando a invasão destes «pequenos jardins» e o engolir avassalador da individualidade, seja pela pessoa com quem se vive, seja por estes pequenos seres chamados crianças, autênticos buracos negros cósmicos que tudo absorvem, se puderem. Ler Mais...

Os avós «de empréstimo»…com muito préstimo

Com a reconstituição das famílias separadas, entraram em cena novos actores: os avós, não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, e também os tios e primos, mulheres ou companheiras do pai e maridos ou companheiros da mãe (para não escrever a palavra «madrasta» ou «padrasto», que ainda nos faz lembrar a Cinderela ou os Desastres de Sofia). É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro grupo de pertença, a chegada de estranhos com as mesmas competências e aparentemente sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. É natural as crianças gostarem dos avós emprestados, avós que não o são no sentido genético e biológico mas sê-lo-ão, seguramente, no sentido psicossocial. É natural também ou não sejam os ciúmes e o receio de sermos diminuídos grandes motores de fatos históricos, que muitas avós «verdadeiras» vejam com alguma suspeita estes novos avós ««de aviário», promovidos sem tarimba, adoptados pelas crianças sem a chancela dos adultos mais velhos. Ler Mais...

Os «empresta-avós»

Com a reconstrução de famílias separadas, entraram em cena novos atores: os avós não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, tios e primos, mulheres do pai e maridos da mãe. É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro «grupo de pertença», a chegada de «estranhos» com as mesmas competências que nós e, aparentemente, sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. Há que desdramatizar a situação. As crianças têm sentimentos de sobra para lidar com todos estes avós e para gerir o tempo e o espaço, afetivo e outro, que devem a cada um deles. Na melhor das hipóteses, em caso de divórcio dos pais, se ambos voltarem a casar, a criança poderá ter quatro avós naturais mais quatro «de empréstimo», oito bisavós naturais mais oito de empréstimo – só aqui já estão vinte e quatro - e se calhar ainda algum trisavô daqueles que resistem às «intempéries do tempo». Não vale a pena fazer uma tempestade num copo de água e o bom relacionamento é fundamental, a bem da criança. Não vale também a pena - pelo contrário, é contraproducente e quase sádico -, desfazer a imagem dos outros, criticando-os, humilhando-os, reduzindo a sua importância. O poder e o amor podem e devem ser partilhados, sobretudo no caso das crianças e jovens, que têm ainda uma enorme capacidade para receber e dar...e que não hesitarão em escolher segundo os seus próprios parâmetros, estando-se «nas tintas» (desculpem os puristas da língua) para as escolhas que os adultos pretendem fazer por eles. Dois quartos, duas famílias, irmãos daqui e dali, dois Natais, férias variadas, realidades diferentes, mimo em dobro...às vezes deveres redobrados e contratempos acrescidos, enfim, o resultado é na maior parte dos casos muito satisfatório, principalmente se não nos virmos todos como inimigos, adversários ou em concorrência permanente. Ler Mais...

Saúde «Paterno-lnfantil»?

O bebé vai crescendo e. sobretudo depois do primeiro ano de vida, o pai passa a ocupar um espaço cada vez maior nas relações com a criança. É bom que se sinta competente e capaz de tal tarefa. É bom que a mãe também saiba isso. O envolvimento do pai com a criança é influenciado por diversos fatores interpessoais, sociais, culturais e econômicos. Uma influência importante é a relação conjugal. Uma elevada satisfação nas relações conjugais estimula os pais para um maior envolvimento nos cuidados aos filhos. Se, pelo contrário, sobrevêm sentimentos de competição, ciúme ou inveja, como o que acontece com tantos pais. que ficam ciumentos quando as mães amamentam, a vontade de se relacionar com os filhos decresce. Aliás, de modo geral, a mãe surge como figura moduladora e reguladora da intervenção do pai. Assim, curiosamente, quando as mães sentem que tiveram uma relação pobre com o próprio pai, tendem a estimular nos maridos uma relação mais forte com a criança. Com os pais é o contrário: a noção de um grande envolvimento dos seus próprios pais leva a um maior envolvimento da sua parte. Os padrões que regiam os pais de há duas ou três gerações e há tantas e tantas antes destas - não são certamente os de agora, assim como a própria relação entre os cônjuges terá mudado radicalmente. Pensemos nos nossos avós e nos nossos próprios pais e vejamos as diferenças. São contudo os filhos os maiores beneficiários destas mudanças, pois passaram a ter a família completa quando muitos deles tinham antes uma mãe e «um senhor que estava lá em casa», para não dizer que estava completamente ausente. Esse senhor é agora uma pessoa participante, que brinca, que apoia, que ajuda, que conversa, em quem os filhos podem confiar - e que desempenha um papel único e insubstituível. Aproveitemos esta situação ao máximo e estejamos felizes porque, finalmente, podemos ser pais na plena acepção da palavra. É uma viragem histórica inolvidável porque não foi apenas a mulher que se libertou do seu desígnio histórico. O homem também. Ler Mais...

Quais são os benefícios de extrair leite?

Extrair leite materno (espremer leite dos seus seios) permite que o seu bebé receba todos os benefícios da amamentação se você não puder estar com ele em cada mamada. As mães extraem o leite por muitas razões. Algumas gostam de dar aos seus bebés o leite materno num biberão se estão fora quando é hora de o alimentar, enquanto outras que regressaram ao trabalho, extraem para que possam continuar a amamentar os seus bebés. As mães de bebés prematuros que estão a ser tratados numa unidade de cuidados especiais para bebés podem extrair leite para alimentar os seus bebés. Ler Mais...

Depois do primeiro ano

O bebé vai crescendo e, sobretudo depois do primeiro ano de vida, o pai passa a ocupar um espaço cada vez maior nas relações com a criança. É bom que se sinta competente e capaz de tal tarefa. É bom que a mãe também saiba isso e não crie dificuldades ou obstáculos, com medo de «perder» o seu bebé e o protagonismo. O envolvimento do pai com a criança é influenciado por diversos fatores interpessoais, sociais, culturais e económicos. Uma das maiores influências é a relação conjugal: uma elevada satisfação nas relações conjugais estimula os pais para um maior envolvimento nos cuidados aos filhos. De modo geral, a mãe surge como figura modeladora e regula- dora da intervenção do pai. Assim, curiosamente, quando as mães sentem que tiveram uma relação pobre com o próprio pai, tendem a estimular nos maridos uma relação mais forte com a criança. Com os pais é o contrário: a noção de um grande envolvimento dos seus próprios pais leva a um maior envolvimento da sua parte. Vale a pena referir aqui algumas das conclusões do excelente trabalho de Leonor Falé Balancho, sobre o papel do pai, e a complementaridade pai/mãe, para bem da saúde física e mental da criança:
  • os ombros do pai são para levar às cavalitas; os da mãe são para apoiar a cabeça, chorar na tristeza ou receber miminhos;
  • o amor que o pai dá oferece à criança o equipamento necessário para se virar para o exterior, sair de casa e construir a sua vida;
  • o pai é tão bom a vestir a criança como a mãe, mas tenderá mais a vesti-la para o Verão em pleno Inverno. No entanto, será mais divertido do que a mãe enquanto a veste...;
  • a mãe nota mais que o atacador está desapertado ou que a febre vem aí; o pai nota se o menino já sabe dar um chuto na bola ou a menina já aprendeu a andar de bicicleta; a mãe é uma especialista nas rotinas do quotidiano, o pai gosta de atiçar a transgressão;
  • o pai coloca questões, incentiva a encontrar respostas, e assim estimula a autonomia e criatividade dos filhos;
  • o pai brinca energicamente, assim instiga à aprendizagem do autocontrolo e da autoconfiança e prepara para as montanhas russas emocionais que a vida trará;
  • o pai comunica de forma mais breve, diretiva e direta, com uma linguagem complexa que estimula ao desenvolvimento das competências linguísticas;
  • o pai protege toda a família, a mãe protege individualmente;
  • papéis de pai e de mãe não são por isso totalmente intermutáveis: ainda que ambos sejam capazes de fazer o mesmo, fazem-no de formas completamente diferentes;
  • a igualdade entre mulher e homem não faz sentido na forma de educar os filhos, fazendo sim sentido aproveitar as diferenciações e promover a complementaridade;
  • a presença do pai é tão importante como a da mãe para um bom desenvolvimento e um saudável equilíbrio psicológico do filho.
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