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O ruído

Muitas entidades e cientistas têm manifestado grande apreensão pelos níveis de ruído a que as crianças europeias estão sujeitas. Há vários contextos em que uma criança pode estar exposta ao ruído: • ambiental, especialmente em meio urbano (tráfego, residencial); • em casa e na escola; • durante as deslocações; • durante as actividades de lazer (designadamente feito pelos brinquedos). Ler Mais...

Tenho 18 anos e eu e o meu bebé vivemos com a minha mãe e o meu pai. Como me posso tornar mais independente?

Para isso precisa de se sentar e falar calmamente com os seus pais. Poderá ajudar organizar as suas ideias numa lista pois este pode ser um assunto muito emotivo. Pense na sua vida com o seu bebé, se quer continuar a estudar ou se quer trabalhar e como pode conseguir isso. Há o apoio financeiro do Abono de Família e vários apoios governamentais desde acolhimento a programas de inserção. Pergunte ao seu médico de família quais os subsídios do governo. Recomeçar a estudar pode ser visto de uma forma positiva pelos seus pais e ajudará a melhorar as suas perspetivas futuras do seu bebé. Talvez possa usar isso como moeda de troca para tentar negociar uma noite por semana com os seus pais a fazerem de babysitter e você ter uma vida social independente -poderá ter de ser um acordo rígido ou eles poderão preferir mais flexibilidade. O pai do bebé também está envolvido nas vossas vidas? Em caso afirmativo, será que ele ou a família dele poderão passar mais tempo com o vosso filho para que você possa ter algumas horas por semana para poder continuar com as suas atividades? Procurar grupos de apoio e cursos para pais pode ser uma boa forma de se encontrar com outras mães e de evoluir a sua vida social e será bom para o seu bebé estar com outros bebés. Mais uma vez, peça ao seu médico de família informações sobre grupos locais. Ler Mais...

Estou com 36 semanas e reparei que me sinto mais confortável e a respirar com mais facilidade. Porquê?

Parece que o seu bebé desceu para a pélvis. A cabeça do bebé encaixa quando a parte mais larga da cabeça desce para a pélvis. Isso significa que, quando a parteira apalpa o seu abdómen, menos de metade da cabeça pode ser sentida abdominalmente. O encaixe é em geral registado nas suas notas pré-natais em quintos, indo de 1/5 a 5/5. Assim, se a parteira tiver escrito “palpável 1/5”, a cabeça do seu bebé está profundamente encaixada na pélvis pois isso significa que 4/5 do seu bebé está descido para a pélvis. A altura e o significado do encaixe dependem de factores. As mulheres que esperam o seu primeiro bebé têm tenncia a ter músculos abdominais mais firmes, o que facilita a descida do bebé para a pélvis durante as últimas 4 semanas de gravidez. Parece que foi isso que o seu bebé fez e é por isso que você de repente sente que pode respirar um pouco mais facilmente pois os seus pulmões e caixa torácica não estão tão comprimidos. Um segundo ou terceiro bebé podem não se encaixar até ao início do trabalho de parto pois os músculos abdominais têm tenncia a estar mais flácidos. Ler Mais...

O género

Há muita confusão entre sexo e género, sexualidade, orientação sexual, meninos e meninas, pilinhas e pipis, e – principalmente muitos mitos, tabus e receios. O que é natural, não apenas pela dinâmica social que, quase sempre, não acompanha com a mesma velocidade os conhecimentos científicos, mas também porque as questões da sexualidade pertencem ao foro mais íntimo do ser humano. E abertura e disponibilidade para pensar e conversar sobre certos assuntos não deverá ser confundida com ausência de limites e promiscuidade nas esferas privadas das várias pessoas, sejam crianças ou adultos. As experiências de «total cumplicidade» entre pais e filhos demonstraram conduzir a maus resultados. Há partes do corpo que são mais «nossas» do que outras, e há comporta- mentos que podem ser sentidos como traumáticos, mesmo pelas crianças pequeninas. O desafio está em informar e lidar com o corpo e com a sexualidade e seus vários componentes de uma forma equilibrada, não invasiva e com um profundo respeito pelos sentimentos e pela intimidade. Ler Mais...

O que fazer?

Caso não se encontre nenhuma doença, o que acontece em mais de 95% dos casos, há que pensar numa saída para a situação. Várias hipóteses podem ser aconselháveis, geralmente de forma integrada; Motivação e aconselhamento O objetivo é ajudar a criança a responsabilizar-se perante a sua própria enurese. Por esta razão, a criança deve participar ativamente na discussão do problema, nomeadamente na consulta médica. Os pais devem deixá-la falar à vontade, sem a interromper, e dar-lhe tempo para expressar os seus sentimentos. A criança também terá de entender as propostas para a resolução do problema e concordar com as medidas a tomar (recorda-se que estamos a falar de crianças com pelo menos 4 anos). É importante desmistificar as causas e os receios quanto ao futuro (nomeadamente, nos rapazes, a ansiedade que podem ter em relação a eventuais problemas sexuais), remover sentimentos de culpa e mostrar à criança que a enurese é uma situação frequente e que atinge muitas outras crianças. Os pais devem ficar cientes de que a enurese não é uma situação intencional por parte da criança, pelo contrário, que a incomoda muito e que há um vínculo genético forte, pelo que, provavelmente, a «culpa» - se é que houvesse alguma - também teria de ser partilhada pelos pais. No entanto, o mais importante é adotar uma atitude positiva. Recompensar os dias «secos» e NÃO castigar os "molhados»... Uma boa iniciativa é recompensar os dias «secos» e, por outro lado. não castigar os dias «molhados». Pode ser motivador a elaboração de um calendário em que a própria criança. Regista os dias «secos» e «molhados», pintando-os com as cores de que menos e mais gosta respetivamente. A visualização da evolução semanal pode ser muito motivadora. Por outro lado, e por muito que custe (sobretudo às mães, já que a lavagem da roupa acaba por geralmente lhes dizer mais diretamente respeito), deve-se evitar o uso de fraldas ou calças de plástico após os 3-4 anos, pelo que isso tem de humilhante para a criança. Qualquer uso de fraldas deve ser negociado com a criança e ter o assentimento dela, sobretudo vincando as vantagens para ela e não para os pais ou para a gestão da casa. A colocação de um plástico protetor entre o lençol e o colchão pode ajudar a diminuir os inconvenientes do que, muitas vezes, é uma verdadeira «inundação», embora algumas crianças durmam pior e até possam ter medo dos barulhos que o plástico faz quando se mexem na cama. Exercícios da bexiga Com estes exercícios pretende-se aumentar a capacidade da bexiga. A criança dever tentar fazer um intervalo de tempo cada vez maior entre a vontade de urinar e o ato de urinar, propriamente dito, começando por um a dois minutos e estendendo o mais possível esse período. Tem igualmente interesse ensinar a criança a controlar o jato urinário aprendendo a interrompê-lo, inicialmente a meio e depois a qualquer altura da micção. Estes exercícios podem ajudar à cura, sobretudo se forem associados à motivação e ao aconselhamento. Outras medidas Existem outras medidas complementares que podem contribuir para o êxito desta abordagem: • Redução da ingestão de líquidos a partir do fim da tarde, especialmente colas e refrigerantes que, por terem muito açúcar, fazem a criança urinar mais; • Habituar a criança a urinar antes de ir dormir. A motivação e o aconselhamento não são infalíveis, mas ajudam a melhorar a situação na maioria dos casos. Mesmo quando se opta por outro tipo de tratamento, este não deve ser esquecido. Uso de alarmes Os alarmes estão cada vez divulgados. O alarme é colocado no pijama e tem duas partes que não estão em contacto. Se a criança urinar, a urina estabelece então o contato entre essas duas partes e o alarme toca O seu êxito no tratamento da enurese baseia-se na criação de um reflexo condicionado que associa a sensação de bexiga cheia ao som do alarme. Nos primeiros dias a criança acorda quando já urinou e o alarme toca por se estabelecer o contacto elétrico entre as suas duas partes através da urina. Daí a um tempo a criança já acorda antes do alarme tocar, quando sente a bexiga distendida porque no subconsciente sabe que depois da sensação de bexiga distendida vem a micção e o toque do alarme. As noites «secas» aparecem por volta do 2 o mês e as curas passados 3-4 meses. No entanto, no grupo etário de que falamos neste livro, os alarmes não estão de forma geral recomendados, devendo ser deixados para depois dos 7, 8 anos. Medicamentos Em alguns casos, o médico pode receitar um medicamento. Existem, desde há alguns anos, preparados à base de hormona antidiurética (desmopressina), que ajuda a diminuir o caudal urinário à noite. Não têm efeitos secundários e podem ser administrativos por nebulizador nasal ou em comprimidos. No entanto, também advogo esse uso apenas depois dos 5 anos de idade, embora possa variar de caso para caso. Nos medicamentos que se usavam antigamente (imipramina - ainda receitado por alguns) a margem de segurança entre a dose de tratamento e a dose tóxica é relativamente pequena, pelo que estão a ser abandonados. No entanto, caso o médico-assistente ainda prescreva, os pais (ou a criança) não devem nunca aumentar espontaneamente a dose porque isso pode pôr em perigo a criança. Ler Mais...

Alimentar a biberão parece tão complicado. Há conselhos a lembrar?

Sim, deve alimentar a biberão com segurança. É importante seguir estes conselhos. Assegure-se sempre de que usa um biberão, uma tampa e uma tetina esterilizados para cada aleitamento. O ideal é fazer um aleitamento de cada vez e deitar fora o leite que sobrou. Use água tépida fervida que foi deixada a arrefecer antes de preparar um biberão. Deite a água no biberão antes do leite. Não encha demasiado a colher de medida, em vez disso deve nivelá-la com uma faca. Aqueça o leite - não no micro-ondas mas numa taça com água quente - e verifique a temperatura antes de o dar ao bebé. Evite trocar as colheres de medida de diferentes marcas de leite, pois marcas diferentes podem ter medidas diferentes. Ler Mais...
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