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Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, conseqncia de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

O tamanho da cabeça…

O tamanho da cabeça depende, em parte, do crescimento do cérebro. Em parte, ou seja, há cabeças de tamanhos grandes e pequenos que têm a ver com uma herança familiar, há cabeças com formatos «esquisitos», algumas mais arredondadas, outras mais em forma de «bola de râguebi», mas dentro de parâmetros normais, o crescimento da cabeça é necessário para que o cérebro, que está dentro dela, bem como as demais estruturas, também aumentam regularmente. E, claro, o tamanho da cabeça deve ser sempre relativizado ao tamanho do corpo: um bebé grande terá maiores probabilidades de ter uma cabeça grande, enquanto num bebé pequeno será o contrário. Como o cérebro cresce e se desenvolve muito precocemente, a medição do perímetro cefálico (o maior diâmetro do crânio possível de obter numa determinada idade) é essencial para entender como este crescimento se está a fazer. A medição do perímetro cefálico no primeiro ano de vida é essencial para a vigilância do crescimento cerebral. As causas mais comuns de uma «cabeça pequena» sâo: - criança de tamanho pequeno - padrão normal familiar - atraso mental (incluindo doenças connitas) - craniossinostose (encerramento precoce dos ossos do crânio com cérebro normal) As causas mais comuns de uma «cabeça grande» são: - criança grande - padrão normal familiar - cérebro grande (megalencefalia normal) - líquido dentro da cabeça (hidrocefalia ou derrame subdural) - sólidos dentro da cabeça (tumores) As causas patológicas são francamente minoritárias, e expressam-se geralmente por sinais e sintomas de doença. Quando a cabeça cresce, de forma patológica, abaixo do que devia, dizemos estar na presença de uma microcefalia. São muitas as causas que podem estar por detrás deste facto, umas correspondendo a situações mais graves, outras menos, mas geralmente situações em que, por alguma razão «doença genética, infecção, atuação de um tóxico, etc.» o cérebro não se está a desenvolver com a velocidade que deveria. Um aspecto importante do crescimento diz respeito às alterações das proporções dos diversos segmentos do corpo. A cabeça tem, na inncia, uma dimensão proporcionalmente superior, comparativamente com a idade adulta. Isto deve-se ao facto de o cérebro ser um dos órgãos de crescimento mais rápido. Depois dos 4-5 anos, os membros crescem mais rapidamente que a cabeça e o tronco: se se proceder à medição dos segmentos superior e inferior do corpo, tendo como ponto médio a sínfise pública (o osso, ao meio, abaixo da barriga), a relação é de 1,7 ao nascer, 1,0 aos 10 anos, 0,9 nos adolescentes do sexo masculino e 0,8 nos adultos. Ler Mais...

Amigos

O Verão e as férias são, por excelência, uma óptima altura de conviver com amigos. Os mais pequenos têm geralmente facilidade em fazer amigos e é vê-los, em dois ou três dias, a arranjarem novas amizades e a quererem trazê-las para casa. Quando é o caso de famílias que vão, anos a fio, para o mesmo local, muitas vezes essas amizades só se retomam nessa altura, com certos rituais muito próprios e que as identificam. É saudável quebrar com a rotina (e isso inclui muitas vezes os amigos que se tem ao longo de todo o ano) e entrar num grupo novo. Ler Mais...

Autoestime, autoconceito, autoimagem

Como é que uma criança combate o medo de ser descartável e por isso abandonada? É sentindo-se útil, realizada, necessária, única e insubstituível. É isso a autoestima. Como é que uma criança aprende a identificar-se como ser autónomo e não mesclado com os outros? Desenvolvendo os seus talentos e apreciando-os numa comparação com os outros, admirando-se a si própria. É o autoconceito. Como é que uma criança lida com o facto de os outros também serem, também terem uma cara (a sua identidade), um corpo, uma mente? Vendo-se a si própria, física e intelectualmente, e desenhando-se como se de uma representação se tratasse. É autoimagem. Se qualquer uma destas estiver «em baixa», a criança sofre, sente-se diminuída, inútil, desenquadrada, feia - angustia-se e deprime-se. Se estiver demasiado «em alta» sentir-se-á formidável, superior, omnipotente, a mais bela, a melhor - torna-se arrogante e narcísica. É por isso que a educação, o exemplo e todo o enquadramento familiar e ambiental podem ajudar a produzir pessoas equilibradas ou puxadas para algum destes extremos. Conhecemos exemplos de tudo, na «vida real». O desejo que muitos pais têm em criar filhos resilientes e que possam enfrentar os escolhos da vida, associado a desejarem ver confirmado «quão bons pais são em produzirem tais filhos», se não obedecer a uma estratégia equilibrada, leva a que algumas crianças cresçam distanciadas da realidade, havendo sempre atenuantes para as suas ações incorretas e um exagero no louvor em coisas banais. Poderá parecer contraditório com o que escrevo ao longo deste livro, mas fazer uma criança sentir-se única e insubstituível não é fazê-la sentir que é a melhor do mundo e que nada tem a corrigir. Se uma criança cresce com tais diretivas, prolonga a sua omnipotência natural para além dos 2 anos, não aprendendo a respeitar os outros («quais outros?» - quase que dirá) nem a pensar que, em tudo o que faça. Será necessário e gostoso um processo de aperfeiçoamento. Além disso, mesmo achando-se «o rei do mundo», a sua estrutura será de enorme fragilidade, podendo ruir à mínima contrariedade, o que a fará defender-se ignorando as suas fraquezas e achando que é tão boa que o mundo nem sequer a merece. Dique tudo o que tem. faz ou contacta é o melhor, fazendo dos outros «pobres de espírito» sem acesso ao que só ela consegue. Sem conhecer a frustração e o sentimento de falhar não se desenvolvem fatores protetores nem empatia. É difícil ser equilibrado e objetivo quando se trata dos nossos filhos - diria mesmo que somos juízes em causa própria. Mas teremos de nos esforçar para que saibamos avaliar corretamente os seus atos e dar a devida resposta. Eles agradecem. A autoestima não é um fio connuo, mas o equilíbrio entre duas vertentes: a subvalorização e a supervalorização. O que é importante é que nenhuma destas componentes se desvie muito, para um lado e para o outro. E que nunca possamos pensar, quando olhamos para o espelho: «Sou o melhor!», nem «Sou o pior!» Para esta avaliação contam o sentimento de segurança e de confiança, o autoconhecimento, o sentimento de pertença a um grupo e o de competência. Ler Mais...

Engravidei usando um dador – o que acontece se o meu filho quiser encontrar o seu pai biológico?

A participação em processos de PMA é sigilosa e o assento de nascimento não pode conter indicação de que a criança nasceu da aplicação de técnicas de PMA. Segundo a Lei portuguesa (Lei n ° 32/2006 de 26 de Julho, artigo 15°) “as pessoas nascidas em conseqncia de processos de Procriação Medicamente Assistida (PMA) com recurso a dádiva de gâmetas ou embriões podem, junto dos competentes serviços de saúde obter as informações de natureza genética que lhes digam respeito, excluindo a identificação do dador” Diz ainda o mesmo artigo 15º as pessoas podem obter informação sobre eventual existência de impedimento legal a projectado casamento mantendo-se a confidencialidade do dador, excepto se este expressamente o permitir. Ler Mais...

Flúor

O flúor é um dos agentes mais importantes na redução da cárie, em conjunto com uma boa higiene oral e dieta equilibrada, porque promove a remineralização dos dentes e está presente na água, alimentos, além dos produtos dentários (pasta de dentes, bochechos, ele) Quanto maior o risco de cárie, maiores os benefícios do flúor. O flúor da pasta de dentes, que é portanto de aplicação tópica, é essencial para uma redução das cáries. Em alguns casos, que serão avaliados pelo médico dentista, podem ser necessários bochechos em casa ou aplicações de flúor no consultório. É preciso cuidado com o excesso de flúor ingerido pois este pode causar fluorose. A necessidade de flúor sistémico depende da fluoretaçáo da água da região - em Portugal são muito raros os locais onde a água de consumo tem flúor em quantidades acima do zero (em Porto Santo, por exemplo). Cada centro de saúde está habilitado, por análises efetuadas no Instituto Ricardo Jorge, a saber qual o teor de flúor da água da canalização local. O flúor em suplementação oral é cada vez mais questionado. Embora ainda não seja um assunto totalmente pacífico, as tenncias são crescentes no sentido de não dar suplementos, desde que a criança escove os dentes adequadamente e faça visitas regulares ao dentista. Por esta razão, podem encontrar-se médicos que sugerem suplemento de flúor, outros não, ou o mesmo que receitou para o irmão mais velho agora diz não valer a pena. A Ciência descobre coisas novas todos os dias e o que era bom antes pode já não se justificar agora e, porventura, vir a ser «reabilitado» mais tarde. Ler Mais...
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