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Quinta doença – Que sintomas?

Os sintomas aparecem cerca de uma a duas semanas depois do contágio e, essencialmente, são cansaço e febre ligeira que desaparece rapidamente. Depois destes sintomas (inespecíficos e que na maioria dos casos passam despercebidos), aparecem as manchas (exantema), geralmente ao nível das bochechas, dando o aspecto tradicionalmente descrito como «cara em bofetada» (nesta altura já sem febre). O exantema pode estender-se ao resto do corpo e murtas vezes vai e vem. Às vezes as manchas ficam mais claras na parte central. Por vezes podem causar comichão. Ler Mais...

Se eu estiver a ter problemas, o hospital ajudar-me-á a cuidar do meu bebé?

Enquanto estiver no hospital terá parteiras e enfermeiros de apoio à unidade materna para a ajudar. Têm muitas informações e conselhos para dar, por isso não receie fazer perguntas sobre qualquer coisa que a esteja a preocupar, como perguntas específicas sobre o seu bebé, ou qualquer aspeto dos cuidados do bebé. Contudo, não se esqueça de que as unidades maternas são muito movimentadas e isso, aliado ao facto de que atualmente há pouco pessoal de enfermagem, significa de que terá de ser paciente e preparar-se para, por vezes, esperar um pouco antes de alguém estar livre para a ajudar. Antes de ir para casa, também lhe darão números de contactos, caso precise de ajuda ou conselhos entre os seus exames pós-natais. Logo que esteja em casa, a sua parteira e o pediatra estarão à disposição para a aconselhar e apoiar. Poderão ainda dar-lhe detalhes sobre grupos locais de mães e bebés e de clínicas onde possa ir sem marcação de consulta, oferecendo, todos eles, apoio e informações para as novas mães e as suas famílias, e dão-lhe a oportunidade de se encontrar com outras mães. Ler Mais...

Gaivotas

Há as que voam e há as outras, as de pedais, também existentes na maioria das praias  concessionadas. É um excelente exercício, não é caro e não é perigoso. Força nesses músculos! As crianças adoram - não se esqueçam do colete -, mas os pais é que terão de dar ao pedal. Vale a pena pelo gozo que elas têm e o que significa para elas ver a praia de longe. Uma aventura de que não se esquecem. Ler Mais...

Socorro! Os meus seios estão como bolas de praia enormes. Irão ficar assim se eu continuar a amamentar?

Entre três a seis dias depois do parto, os seus seios preparam-se para aumentar a produção de leite e podem estar moles, latejantes, com caroços e desconfortavelmente cheios. Isso é devido ao fluxo de sangue e de linfa para aumentar os seios e a uma maior produção de leite. É normal, mas se o leite não for retirado eficazmente em cada mamada, os seios podem inchar ou ficar congestionados. Este deverá ser um problema temporário, desde que o seu bebé agarre bem no peito e se alimente quando quiser e durante todo o tempo que quiser. Algumas mães acham que ajuda massajar o seio durante a amamentação para ajudar o fluxo do leite. Usar um soutien de apoio e alternar toalhas quentes com frias pode aliviar o desconforto. Ler Mais...

Desafios ao Programa Nacional de Vacinação

Os desafios que, neste momento, se deparam ao PNV são vários: • Aumento das taxas de vacinação até atingir o ideal de 100%, o que, dadas as nossas taxas elevadas e a concentração de não-vacinados em grupos socioeconómicos desfavorecidos e com caraterísticas de acessibilidade especiais, requer abordagens e estratégias inovadoras, empenhamento redobrado em ação concertada com as comunidades, e as forças vivas da sociedade. • A diminuição dos casos em que as crianças não são vacinadas por falsas contra-indicações, como estarem constipadas, a tomar antibióticos, ser Verão, terem asma ou outra doença crónica, terem alergia ao ovo, etc. • A diminuição das chamadas «oportunidades perdidas de vacinação», ou seja, tentar articular a vacinação com outras ações e cuidados prestados às crianças (e adultos, como por exemplo as grávidas) nos centros de saúde, hospitais, etc...a vida das pessoas (transportes, empregos, custos económicos, perda de tempo) não permite idas e vindas repetidas aos locais onde se faz a vacinação. • A abordagem de casos especiais, como por exemplo os cidadãos HIV positivos, portadores de imunodeficiências ou de outras situações graves. • Estudo dos efeitos indesejáveis e reações secundárias das vacinas. • Estudo dos casos de doença que entretanto surgem, com uma definição epidemiológica exaustiva, a fim de se compreenderem esses (cada vez mais raros) casos de doenças, supostamente passíveis de controlo (como o sarampo, a parotidite, etc). • A consagração de novas vacinas e de novas associações vacinais, de que se destacam a vacina antimeningite C, a universalização da vacina anti-hepatite B, a revisão da vacinação antituberculosa (BCG) e seu controlo, a introdução da vacina antipertussis acelular, a introdução da vacina antimeningite C e antivaricela, os casos em que se justifica a vacinação antigripe, antipneumococos e anti-hepatite A, etc. A vida do dia-a-dia é cada vez mais difícil para os pais - se uma vacinação for recusada sem para isso existirem bases científicas ou verdadeiros motivos (como é o caso da larguíssima maioria de vezes em que isso acontece), muitos dos pais não poderão regressar ao centro de saúde num prazo curto e a criança ficará por vacinar... mas as doenças não esperam e os microorganismos só agradecem essa falta de atenção. Vacinas do 1.° ano de vida (e ainda outras vacinas que são recomendáveis, mas que deverão ser conversadas entre os pais e o médico assistente, como a vacina antipneumocócica e a vacina antivaricela) até aos 2 meses antituberculose (BCG) e anti-hepatite B aos 2 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 3 meses antimeningite C aos 4 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite, haemophilus influenzae tipo b) antipneumocócica aos 5 meses antimeningite C aos 6 meses Pentavalente (tétano, tosse convulsa, difteria, poliomielite,haemophilus influenzae tipo b) anti-hepatite B antipneumocócica aos 7 meses antimeningite C *Também pode ser feita, em alternativa, aos 3, 5 e 7 meses, com a vacina antimeningite C. Ler Mais...

Edema

Chama-se edema a acumulação de líquidos nos tecidos moles, ou seja, abaixo da pele, sobre os ossos. O edema na criança é muito mais raro do que nos adultos e quando ocorre corresponde, na maioria dos casos, a situações benignas. Mais raramente, contudo, o edema pode exigir uma atitude urgente do ponto de vista diagnóstico e terapêutico. O edema na criança pode ser causado por seis mecanismos, dos quais podem estar comprometidos vários: aumento da pressão hidrostática por falência da bomba cardíaca ou um impedimento à circulação normal do sangue; diminuição das proteínas do sangue, como em certas doenças renais ou hepáticas; aumento da permeabilidade dos vasos, como nas alergias; perturbações na drenagem lintica; ou alterações da água e do sódio que ocorrem nas doenças renais ou no tratamento prolongado com corticoides. Os edemas localizados são apenas reações dos tecidos a inflamação ou trauma. E sempre importante, quando os pais recorrem aodico, saber caracterizar o edema quanto ao local envolvido ou preferencialmente envolvido, se o edema «vai e vem» (por exemplo ao longo do dia) ou não tem variações temporais, se a região está avermelhada ou dolorosa, se a criança está a fazer algum tratamento, e se tem comichão. Ler Mais...
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