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Braçadeiras

Indispensáveis. Todas as crianças deveriam andar com braçadeiras, mesmo as que «já sabem nadar». A escolha é vossa, claro, mas esperemos que optem pela segurança dos vossos filhos. Comprem sempre umas que tenham a marca «CE». Sempre são mais fiáveis, e nos barcos, as braçadeiras não substituem o colete salva-vidas. Outro pormenor é enfiar as braçadeiras vazias, e só depois, já no braço da criança, enchê-las até apertar bem. Porque se elas entram já cheias, sairão também, e com maior facilidade, quando «oleadas» pela água. Ler Mais...

Terapia da fala

Muitas pessoas ainda acham que a intervenção dos terapeutas da fala só se justifica para corrigir defeitos de pronunciação ou de dicção. Nada de mais errado. Terapia da fala é algo de mais vasto - uma verdadeira terapia da comunicação, que passa pela articulação das palavras, mas também pela expressão, pela linguagem vista de um modo global, e da identificação e correcção de perturbações auditivas, visuais, cognitivas, musculares, respiratórias, deglutição e voz. Muitas coisas, portanto, que se articulam e relacionam. A chamada terapia da fala, ou terapia fala e da linguagem, inclui diversas vertentes • fala (articulação, entoação, ritmo, sonoridade) • linguagem (fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, pragmática); • linguagem recetiva e expressiva (escrita e leitura); • comunicação não verbal (expressão facial e mímica). E ainda problemas de deglutição e respiratórios condicionados pelos primeiros. Ler Mais...

A minha barriga é descida portanto deve ser um rapaz?

Isso não é provável! Diz-se que se a barriga é baixa vai ter um rapaz, e se é alta, então vai ter uma menina. A verdade é que a forma da sua barriga provavelmente é determinada pelo músculo e tonicidade uterinos assim como pela posição do seu bebé. Há imensos mitos menina - menino: se tiver as mãos macias vai ter uma rapariga, se tiver as mãos ásperas será um rapaz; se o futuro pai andar nervoso é uma menina, se andar relaxado é um rapaz; se a mãe pegar na chávena de café com as duas mãos é uma menina se pegar pela asa é um rapaz; se tiver o umbigo muito sensível é uma menina, se tiver os pés frios é rapaz... a lista não tem fim! Ler Mais...

Onde é que o meu bebé irá dormir quando estivermos no hospital?

Em geral, as mães e os bebés ficam juntos 24 horas por dia. Só será separada do seu bebé se houver uma razão médica para isso, por exemplo, se o seu bebé precisar de cuidados especiais, e você será devidamente informada antes de concordar com isso. Em geral o seu bebé dormirá num berço preso à sua cama ou junto a ela. Isto é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela UNICEF que têm um programa chamado The Baby Friendly Initiative. Esta iniciativa trabalha com sistemas de saúde para assegurar cuidados de alta qualidade para mães e bebés, e muitas unidades maternas guiam-se pelos seus conselhos. Ler Mais...

O bebé e a televisão

Não se pode dizer que a televisão, à semelhança de outros meios de comunicação, seja «boa» ou «má». Tal depende dos caminhos que são levados e que parte da condição humana prevalece nesse apontar de direções. Há que ter algum cuidado em não emitir juízos de valor rápidos e definitivos porque, em saúde das crianças, é raro haver «verdades absolutas». No caso concreto da televisão, tudo depende da utilização que se lhe dá, e do partido que se tira dela, bem como não menos importante - das atividades que se deixam de fazer por se estar a ver. Mas fazer da televisão, como certas pessoas fazem, um bode expiatório que explica todos os «males do mundo», reflete ignorância, obscurantismo, facilitismo e hipocrisia, e é também uma excelente maneira de os adultos se demitirem do seu verdadeiro papel pedagógico e de esconderem as suas verdadeiras ineficiências, incapacidades e cobardias. No fundo, o que deve estar em causa, e que deve pautar a nossa análise do problema, é a dignidade da pessoa e a forma de civilização que desejamos, baseada no respeito por nós próprios e pelos outros. A televisão está omnipresente, há quem tenha uma, e há quem tenha mesmo mais do que uma. Pequenas, grandes. Com os «irmãos» vídeo e leitor de DVD. Écran plano, chato, quadrado ou redondo, plasmáticos ou tradicionais. Ao contrário de uma torneira, que só abrimos quando precisamos de lavar as mãos ou de a usar para outro fim qualquer, a televisão está, em muitos lares portugueses, permanentemente aberta. Ou seja, chegou a um estádio em que é ela que domina e controla o ser humano e não o contrário. Sendo um instrumento de um extraordinário impacte, faz parte da vida das crianças desde que nascem. E elas entendem-se bem com o seu modo de funcionamento, veja-se a facilidade com que descobrem como mudar de canal, pôr o som no máximo ou accionar o leitor de DVD. A televisão fará parte da vida da criança, como tanta outra coisa. A questão está em ensinar os vossos filhos, desde bebés, a domar a televisão e a serem consumidores criteriosos e exigentes, e também a diversificarem a sua vida de modo a que o visionamento televisivo seja apenas uma de muitas actividades que farão. Tendo gosto em estar com outras pessoas e não se irritarem por outras pessoas estarem na sala e perturbarem o visionamento dos programas. Uma coisa é certa: a televisão é nociva aos bebés antes do ano de idade. Não pelos conteúdos dos programas, mas pelos seus ritmos e pela hiperestimulação que provoca. Não esqueçamos que cada imagem televisiva é um conjunto de centenas ou mesmo milhares de pontos luminosos que se substituem e faíscam. Um bebé pequeno não consegue seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Assim, o que vê são feixes de estímulos sem sentido, pelo menos na sua maioria, que lhe vão ocupar o cérebro e vão dificultar o trabalho de triagem cerebral que se faz durante o sono. Por outro lado, a televisão é altamente aborrecedora e, se não houver um constante «picar» do espectador, torna-se quase suporífera. É por isso que as chamadas «cenas mortas» são cortadas, exigindo-se sempre ação. Os permanentes cortes de luz e de som, numa cadeia disrítmica, são altamente ansiogénicos para um bebé, que não consegue seguir a trama do filme. Sabendo nós que os bebés «medem» a sua segurança através do ritmo, da rotina, da tranquilidade, qualquer presença disrítmica é fator de ansiedade e de stresse, dificultando o sono e aumentando o choro. O melhor será que só depois do primeiro ano de vida um bebé veja televisão, devendo começar por programas muito simples, curtos (nunca mais de 10 minutos seguidos), com imagens bem definidas, com as cores primárias, e que tenha elementos que já reconhece na sua casa ou no seu ambiente. Caso contrário a televisão faz mais mal que bem, e o seu uso torna-se errado desde o início. Ler Mais...

Bebo álcool em demasia. Isso não fará mal desde que eu pare quando engravidar?

Seria muito melhor para a sua saúde e para a saúde do bebé se parasse de beber em demasia antes de conceber. Os efeitos do álcool num bebé em desenvolvimento ou num feto são influenciados não só pela quantidade de álcool ingerida como também pela frequência com que bebe, sendo a bebida em demasia considerada particularmente prejudicial na gravidez. Beber em demasia e o alcoolismo têm mostrado afectar a saúde e o desenvolvimento do bebé, portanto se julga que bebe mais do que o que devia, pense como poderá reduzir antes de conceber. As políticas governamentais aconselham, hoje em dia, uma total abstinência de álcool mas aceitam que uma bebida ocasional durante a gravidez não irá, em princípio, afectar o feto. Ler Mais...
Video nene saido pela vajina | Para Pais.