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Rouquidão

Muitas crianças apresentam rouquidão (também chamada disfonia), seja no contexto de uma doença, seja por esforçarem as cordas vocais quando gritam. A maior causa de rouquidão crónica, nas crianças desta idade, são o espessamento e a formação de pólipos das cordas vocais. A função destas é vibrarem quando emitimos som. Se apenas se respirar, as cordas não mexem, para o ar passar. Se se falar, as cordas encostam-se e vibram. Se a vibração for muito intensa, as cordas inflamam-se e, com o tempo, podem formar pequenos calos ou pólipos. Quando existem pólipos, as cordas não se conseguem encostar uma à outra, deixando passar o ar quando se fala, o que produz a rouquidão. Para a compensar, a criança exerce mais força nos músculos das cordas vocais, esforçando-as mais. O ambiente dos infantários e jardins-de-infância convida a gritar, neste grupo etário, numa tentativa de sobrepor a sua voz à dos outros. Não sabendo produzir volume de som com o ar pulmonar (como fazem os cantores), é à custa de se esganiçarem que as crianças tentam produzir som, esforçando as cordas. O ambiente de casa ou dos espaços fechados, ou a brincadeira nos parques, também promove este comportamento. Como referi, as infeções, ao inflamarem as cordas vocais, podem ser causa de rouquidão. Há que ensinar as crianças a falar alto sem gritarem, a estabelecerem regras de quem fala primeiro, e a limitar os berros e gritos. Aerossóis e beber líquidos (hidratar), tomar anti-inflamatórios e não beber leite ou derivados ou chocolate, ajudam a controlar a inflamação das cordas. Mas poupar a voz numa altura de rouquidão é o mais importante. Comer uma maçã antes de esforçar a voz, ajuda à vibração correta e macia das cordas. Se a situação se mantiver, a criança deverá ser observada pelo médico-assistente e eventualmente por um otorrino ou terapeuta da fala. Ler Mais...

Os órgãos genitais e as costas

A observação dos genitais da criança é um passo obrigatório. Nos rapazes, há que ver se os testículos já se encontram nas bolsas, o que pode vir a acontecer apenas até ao final do primeiro ano de vida, sem que isso represente doença. A pilinha está geralmente apertada, nos recém-nascidos, e esta fimose fisiológica deve ser vigiada mas não se deve manipular com força, nem puxar para lá do que se sente como resistência, porque pode criar fissuras e ainda apertar mais. Algumas crianças têm uma má colocação da saída da uretra, diagnosticada no primeiro exame, e que se chama hipospadia ou epispádia, conforme a localização do «buraquinho». Do mesmo modo, é frequente haver acumulação de líquido nas bolsas escrotais, sem qualquer problema para o bebé, no que se designa por hidrocele - apagando a luz exterior e pondo um foco de luz no escroto vê-se bem o líquido, que fica iluminado de cor-de-laranja, como um «balão». none wp-image-140" alt="zxcxvzxzc" src="http://parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/zxcxvzxzc-300x114.jpg" width="346" height="131" /> Nas raparigas, há que ver se os órgãos genitais são normais - os pequenos lábios podem estar, frequentemente, colados. Em alguns bebés do sexo feminino pode haver uma pequena saída de muco ou de sangue vaginal, que não representa doença, mas sim um efeito das hormonas maternas que estão em circulação. O exame do ânus pode mostrar fístulas (que por vezes sangram). As costas têm que ser sempre bem examinadas, para ver a coluna e eventuais defeitos, a existência possível de fossetas ou fístulas na região sagrada (um pouco acima do ânus), pesquisar alguns reflexos, etc. Devem observar-se igualmente os braços e as pernas para ver a existência de deformidades, incluindo nas mãos e pés (número de dedos, posicionamento e alinhamento, unhas, pregas palmares). A pesquisa dos reflexos plantares é também útil. Ler Mais...

Tenho medo de evacuar durante o trabalho de parto. Como me sentirei?

Não é a única - muitas mulheres ficam nervosas com a ideia de poderem evacuar enquanto estão em trabalho de parto. Pode não ser o que quer ouvir, mas de facto um grande número de mulheres evacua, em geral durante a segunda fase do trabalho de parto: a fase de fazer força. Isso é absolutamente natural e acontece quando a cabeça do bebé desce a vagina e empurra o recto, onde se encontram as fezes. As fezes são então forçadas a sair pelo ânus e isso fica completamente fora de controlo. Não é provável que sinta que está a evacuar nesta fase - as sensações esmagadoras do parto serão mais poderosas! As parteiras e os médicos já estão muito habituados a que as mulheres evacuem e simplesmente limparão sem pensar mais no assunto. Serão também colocados à volta panos esterilizados fáceis de retirar. Ler Mais...

Fiquei com hemorroidas no fim da gravidez – agora que o bebé nasceu desaparecerão?

As hemorroidas são veias inchadas dentro ou à volta do ânus. São muito comuns na gravidez e depois do parto devido ao peso e à pressão da cabeça do bebé. Muitas mulheres descobrem que as hemorroidas desaparecem um mês depois de dar à luz, embora uma pequena minoria de mulheres não seja tão afortunada e precise de discutir opções de tratamento com o médico. Entretanto, se achar que as hemorroidas são muito desconfortáveis ou causam irritação, há algumas coisas que pode tentar. Aplicar um penso frio na zona pode acalmar (pode fazer o seu próprio penso congelando uma toalha molhada dobrada); o seu médico ou farmacêutico poderão indicar-lhe um creme para aliviar o desconforto. Também deverá evitar a prisão de ventre pois o esforço de ir à casa de banho piora as hemorroidas, portanto beba muita água e coma muita fruta e legumes frescos assim como cereais integrais. Ler Mais...

Quando aparece a cabeça? Devo continuar a fazer força durante essa fase do trabalho de parto?

Essa fase refere-se à expulsão, em que a cabeça do bebé começa a sair pela vagina. A sua parteira dir-lhe-á para não fazer força no início desta fase para que a cabeça do bebé possa ser expelida de forma lenta e controlada, o que pode ajudar a evitar rasgões graves na sua vagina e no períneo (o músculo e o tecido que envolvem a parte exterior da sua vagina e do ânus). Embora parar de fazer força possa ser difícil, pode tentar um arfar ou respirar lento e curto para ajudar a conseguir isso. Embora muitas mulheres se preocupem com a possibilidade de rasgões durante o parto dos seus bebés, pode sossegá-la recordar-lhe que as parteiras têm muita experiência e prática em guiar as mulheres e em ajudá-las a evitar rasgões sempre que possível. Ler Mais...

Cortes de episiotomia

Uma episiotomia é uma incisão, ou corte, feito com uma tesoura na zona chamada períneo, que é o espaço de tecido entre a vagina e o ânus. Esta zona alonga e fica mais fina durante o parto para permitir que a cabeça do bebé passe com facilidade. Uma episiotomia é feita só numa situação de emergência. Um exemplo disso é a necessidade de o bebé nascer rapidamente, ou por vezes durante um parto assistido, por exemplo com fórceps (ver ao lado), para evitar um rasgar descontrolado. Antes de o processo se iniciar, será injetada uma anestesia local no músculo, para reduzir o desconforto da dor durante a operação. O corte precisa depois de levar pontos e isso, em geral, é feito pelo obstetra que acompanhou o parto. Embora as episiotomias costumassem ser feitas por rotina há 10 ou 15 anos, agora só são feitas quando é realmente necessário. Deverá ser informada da razão por que ela é recomendada e terá de dar o seu consentimento verbal antes de se efetuar o processo. Ler Mais...
Vibracao no anus | Para Pais.