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Ecografias 3D e 4D

Muitos laboratórios fazem agora ecografias especiais que revelam o seu bebé em três dimensões ou a movimentar-se num filme ou vídeo. Estas ecografias das 26-32 semanas podem ser muito caras e são feitas mais por curiosidade do que por razoes médicas. A qualidade das imagens em geral é fantástica e os pais por vezes conseguem detectar parecenças genéticas entre eles próprios e o seu bebé. Contudo, a ecografia é muito demorada, o que significa que o bebé está exposto aos ultra-sons mais tempo do que o normal. Além disso, se o bebé estiver na posição errada, pode ser difícil obter uma imagem clara. A posição da placenta, a quantidade de líquido amniótico e o tamanho da mãe também podem afectar a qualidade das imagens obtidas. Ler Mais...

Poderei fazer um vídeo ou fotografar o parto. Preciso de tratar isso com antecedência?

Alguns hospitais permitem que você filme ou fotografe o nascimento do seu bebé, se for o que ambos desejam. Contudo, antes de fazer isso, deverá informar-se sobre se as parteiras ou os médicos que estiverem a assistir ao parto não põem objeções, pois alguns profissionais não gostam de ser filmados por razões legais. Enquanto que alguns casais valorizam muito ter um registo visual de um dos momentos mais especiais das suas vidas, outros casais preferem começar a filmar e a fotografar o seu bebé depois do parto. É importante ter em conta o impacto que poderá ter na sua companheira ser filmada e fotografada num momento tão íntimo e vulnerável, e ela nunca deverá sentir-se forçada a ser filmada. Também será bom pensar se filmar o acontecimento não irá afetar a sua participação no parto. Se estiver concentrado em filmar ou fotografar, não estará tão envolvido no parto como poderia e poderá não dar à sua companheira todo o apoio de que ela necessite. Quando planear como registar o parto do seu bebé, tenha em mente que deve esclarecer o assunto com a sua companheira antes do trabalho de parto, e com a parteira e o médico depois de o trabalho de parto ter começado. Isto é importante para se assegurar de que os desejos de todos serão respeitados, neste assunto. Ler Mais...

O bebé e a televisão

Não se pode dizer que a televisão, à semelhança de outros meios de comunicação, seja «boa» ou «má». Tal depende dos caminhos que são levados e que parte da condição humana prevalece nesse apontar de direções. Há que ter algum cuidado em não emitir juízos de valor rápidos e definitivos porque, em saúde das crianças, é raro haver «verdades absolutas». No caso concreto da televisão, tudo depende da utilização que se lhe dá, e do partido que se tira dela, bem como não menos importante - das atividades que se deixam de fazer por se estar a ver. Mas fazer da televisão, como certas pessoas fazem, um bode expiatório que explica todos os «males do mundo», reflete ignorância, obscurantismo, facilitismo e hipocrisia, e é também uma excelente maneira de os adultos se demitirem do seu verdadeiro papel pedagógico e de esconderem as suas verdadeiras ineficiências, incapacidades e cobardias. No fundo, o que deve estar em causa, e que deve pautar a nossa análise do problema, é a dignidade da pessoa e a forma de civilização que desejamos, baseada no respeito por nós próprios e pelos outros. A televisão está omnipresente, há quem tenha uma, e há quem tenha mesmo mais do que uma. Pequenas, grandes. Com os «irmãos» vídeo e leitor de DVD. Écran plano, chato, quadrado ou redondo, plasmáticos ou tradicionais. Ao contrário de uma torneira, que só abrimos quando precisamos de lavar as mãos ou de a usar para outro fim qualquer, a televisão está, em muitos lares portugueses, permanentemente aberta. Ou seja, chegou a um estádio em que é ela que domina e controla o ser humano e não o contrário. Sendo um instrumento de um extraordinário impacte, faz parte da vida das crianças desde que nascem. E elas entendem-se bem com o seu modo de funcionamento, veja-se a facilidade com que descobrem como mudar de canal, pôr o som no máximo ou accionar o leitor de DVD. A televisão fará parte da vida da criança, como tanta outra coisa. A questão está em ensinar os vossos filhos, desde bebés, a domar a televisão e a serem consumidores criteriosos e exigentes, e também a diversificarem a sua vida de modo a que o visionamento televisivo seja apenas uma de muitas actividades que farão. Tendo gosto em estar com outras pessoas e não se irritarem por outras pessoas estarem na sala e perturbarem o visionamento dos programas. Uma coisa é certa: a televisão é nociva aos bebés antes do ano de idade. Não pelos conteúdos dos programas, mas pelos seus ritmos e pela hiperestimulação que provoca. Não esqueçamos que cada imagem televisiva é um conjunto de centenas ou mesmo milhares de pontos luminosos que se substituem e faíscam. Um bebé pequeno não consegue seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Assim, o que vê são feixes de estímulos sem sentido, pelo menos na sua maioria, que lhe vão ocupar o cérebro e vão dificultar o trabalho de triagem cerebral que se faz durante o sono. Por outro lado, a televisão é altamente aborrecedora e, se não houver um constante «picar» do espectador, torna-se quase suporífera. É por isso que as chamadas «cenas mortas» são cortadas, exigindo-se sempre ação. Os permanentes cortes de luz e de som, numa cadeia disrítmica, são altamente ansiogénicos para um bebé, que não consegue seguir a trama do filme. Sabendo nós que os bebés «medem» a sua segurança através do ritmo, da rotina, da tranquilidade, qualquer presença disrítmica é fator de ansiedade e de stresse, dificultando o sono e aumentando o choro. O melhor será que só depois do primeiro ano de vida um bebé veja televisão, devendo começar por programas muito simples, curtos (nunca mais de 10 minutos seguidos), com imagens bem definidas, com as cores primárias, e que tenha elementos que já reconhece na sua casa ou no seu ambiente. Caso contrário a televisão faz mais mal que bem, e o seu uso torna-se errado desde o início. Ler Mais...

A introdução dos sólidos… ou «diversificação alimentar»

Após cerca de quatro meses de alimentação apenas com leite – materno e/ou substituto comercial - chega a altura, tão esperada pelos pais e pela família, de o bebé começar a comer outros alimentos que não o leite. Chama-se a isso a diversificação alimentar. Os objetivos da diversificação colocam-se a vários níveis: • Nutricionais, para proporcionar ao bebé os nutrientes e energia que precisa para crescer e ter a sua atividade física e intelectual (cada vez mais intensa com o passar das semanas). A energia e os nutrientes para se desenvolver integralmente, dado que se está a tornar cada vez mais «complexo», não podem ser apenas veiculados pelo leite, até porque exigiria quantidades demasiado grandes, que o estômago do bebé não comportaria. Os alimentos «novos» conseguem levar muita energia em quantidades relativamente pequenas. O leite continua, todavia, a ser um elemento fundamental da alimentação, designadamente como veículo de cálcio e de proteínas; de desenvolvimento, para aquisição de diversas competências motoras, de coordenação e atenção. Os vários reflexos do bebé e as suas capacidades engolir, não se engasgar, mastigar, etc, são evolutivas e em circuito com a própria alimentação: os alimentos estimulam a função, e a função contribui para aceitar os diferentes alimentos; • Sensoriais, através dos diversos estímulos gustativos, olfativos e visuais que chegam dos vários alimentos. E quando se fala de sabores e cheiros, não é apenas o que o bebé sente, mas também o que os pais acham. Por outro lado, há condicionantes genéticos, culturais e sociais que têm que ter o seu lugar, nas escolhas que se fazem, as quais muitas vezes nada têm de científico, mas sim de empírico ou até de moda; • Educativos, para que aprenda regras e aceite esperas, aprenda a ter calma e a respeitar os outros. É sabido que os pais têm este medo atávico de que «as crianças comam mal», e estas, por seu lado, percebem muito bem o ponto fraco e organizam-se para o explorar até às últimas consequências. «Será possível? Oh, senhor doutor, olhe que ele só tem quatro mezinhos...» Pois é, mas na realidade, os bebés deste mundo carregam, no seu corpo inocente, genes com milhões de anos de experiência, designadamente de luta pela sobrevivência, de estratégias para levar a água ao moinho, de desejo de liderar e de impor a sua vontade. A relação pais-filhos é um jogo, geralmente agradável de jogar e com partes muito divertidas e estimulantes. Mas é também, constantemente, desde o primeiro dia, um jogo de forças em que, sabendo a desproporção de tamanho e de capacidades, o «adversário» vai usar outros truques - persuasão, birras, desgaste -, utilizando até à exaustão os trunfos de que dispõe: sorrisos, caretas, meiguice, fragilidade... mas também choro, berros, esperneios. Eles são autênticos catedráticos da birra e sabem bem disso, aliás, nascem mais do que ensinados. Os pais tremem ao pensar que o filho possa estar doente. Eles bem sabem que se chorarem convulsivamente e fizerem «aquela» cara de sofrimento os pais vão a correr para o médico. Eles bem sabem que se não comerem têm a família toda à sua volta, são o centro das discussões e das atenções, são o «facto político» que vai ocupar as manchetes do «telejornal da casa». Que mais pode uma pessoa de quatro meses querer? Ganhar a batalha da comida é uma grande vitória para o bebé. E ainda por cima, para complicar mais as coisas, há médicos que fazem da alimentação um «bicho-de-sete-cabeças»: faça isto, não faça aquilo, isso sim, isso não, ai Jesus, que deu aquilo ou aqueloutro aos seis meses e não aos seis e meio como eu tinha dito, não ponha carne, ponha a carne e tire-a, deixe-a ficar, corte o ovo, dê só a clara, dê só a gema, dê o ovo inteiro, comece por um quarto de ovo, ovo nunca, o que é que está a fazer?, esmague a banana, tire o fio da banana coza a maçã, rale a maçã, dê 56 gramas de peixe mais duas bolachas Maria e O Pantagruel ao pé destas «receitas» parece um simples manual de bolso. E todo ou quase todo este esforço sem quaisquer razões científicas, pelo menos na maioria que são mais e saudáveis. Com todo este aconselhamento, os pais ainda se sentem mais culpabiliza «Será que estamos a fazer bem? Será que estamos a ser pais competentes, bons, cientes, eficazes, perfeitos? Será que o Luisinho não nos virá um dia dizer que más notas, falhou um golo ou levou tampa da namorada porque o alimentámos mal?»... e os «Luises» deste mundo, tendo murtas vezes no médico o melhor aliado para as suas diabruras, sentem-se autênticos reis e senhores. E com razão, acrescente-se. Portanto: • As horas das refeições devem ser um momento de calma e de tranquilidade familiar. Já basta o stresse do dia-a-dia. Será bom criarmos à volta da mesa um momento de concórdia e de paz, em que futuramente os elementos da casa possam dialogar, conversar e escutarem-se uns aos outros. As refeições não devem prolongar-se demasiado. Devem evitar-se os rituais, como as grandes cantorias, «teatros», histórias intermináveis. Palhaços é no circo. Os pais não devem gritar, suplicar, chorar ou cair nas «chantagens» da criança. E se têm dúvidas, peçam a um amigo para vos filmar em vídeo e revejam-se algumas semanas depois - é humilhante, não é? As refeições não devem causar stresse na criança ou nos pais. O stresse da criança transmite-se aos pais e o destes à criança, num círculo vicioso. Alguém tem que manter a calma e, por maioria de razão, esse alguém terão que ser os adultos. Enquanto a criança chorar mas for comendo deve-se continuar. Estar de boca aberta até ajuda a pôr lá os alimentos... Pensem positivamente! Se por acaso for mesmo impossível continuar a alimentá-la e acharem que estão já a exagerar, suspendam essa refeição, mas sem mostrar angústia ou raiva. Parou, está parado. De qualquer forma, não se deve logo dar um biberão ou uma papa porque senão o bebé vai ver que «chorar compensa». Quanto muito, se realmente o vosso filho não comeu nada, antecipa-se um bocadinho a refeição seguinte. Para que tudo corra bem, há que usar uma receita que tenha aproximadamente: • 200 Gramas de bom senso • 200 Gramas de calma • Conselhos do médico ou de alguém experiente - um naco pequeno • Ausência de qualquer pitada de ansiedade • 100 Gramas de divertimento • Alegria q.b. • Flexibilidade - um pacotinho • Determinação - nas mesmas quantidades que o ingrediente anterior • Afeto - q.b. A princípio foi a fase da negociação: «Vá lá, Luisinho, come lá, não sejas maroto» - gemia a mãe, com a lágrima ao canto do olho. Infelizmente, o bom do Luís fazia ouvidos de mercador e chorava, cuspia, engasgava-se, tossia... «Talvez se tirares o nabo e puseres o alho francês» - aconselhou a colega do escritório. «Se calhar está com alguma virose» alvitrou outra. «Já o levou ao pediatra?» - perguntou a vizinha. Enfim, segundo a «opinião pública», o caso do Luís não era para brincadeiras, tordos azares eu estava num Congresso e a consulta ficou marcada para daí a dez dias». Desespero. Os pais do Luís tentaram então uma segunda estratégia: a «grande festo». Chegada a hora da refeição, a mãe do Luís sentava-o ao colo, tensa, fazendo um esforço inaudito para não chorar mas com as lágrimas sorrateiras a escorrerem-lhe pela cara enquanto esboçava um sorriso, cada vez que o garoto olhava para ela. O pai corria de um lado para o outro a trazer brinquedos, e instalava a bonecada toda em cima da mesa perante o olhar um pouco surpreso do próprio bebé. O puré de legumes, no meio da mesa, era definitivamente o alvo de todo aquele aparato. «É desta.» O pai, radiante, pegava num ou noutro boneco e fazia voz de falsete: «Quem é que vai comer a sopinha toda?» Decorridos uns bons vinte minutos de preparação psicológica, a primeira colher de puré avançava para a boca do Luís que abria a boca mas não para comer. Faltavam ainda cinco dias para a consulta e a cena repetia-se todos os dias. Ah! Diga sede passagem que o rapaz bebia os biberões todos e até nem comia muito mal a papa que os pais, para evitar mais cenas, punham dentro do biberão. O pai do Luís descobriu dotes de cantor e, já a duração da refeição do puré de legumes ia nos seus 35 a 40 minutos, começava a desbobinar o repertório. O Luís ria, ria, ria, e quando vinha a colher abanava a cabeça, gritava e cuspia. Aliás tinha aprendido uma coisa muito gira: a empurrar o prato do puré até ele cair e esparramar aquilo tudo no chão. A história do Luís até meteu uma ida ao «banco» do hospital em desespero de causa e o consequente vexame de saber que o miúdo estava são como um Pêro. Para resumir, o Luís foi visto por mim e constatei que não tinha nada em termos de doenças. Conselho O vosso bebé está na altura de começar a querer fazer «provas de força ver até onde «estica a corda». É natural. De qualquer maneira, tomem eu atenção o seguinte: sabe-se atualmente que os hábitos alimentares (bons ou maus) que o bebé adquira no primeiro ano de vida vão manter-se durante muito tempo. Se o ensinarem (ou permitirem que aprenda) a ser um monumento de malcriação e de caprichos, se tiverem medo das suas ameaças, então terão que penar por muitos e bons anos. Vocês, o resto da família os amigos, nós, pacatos cidadãos honestos contribuintes que vos encontraremos em restaurantes e lugares públicos onde pretendíamos ter um pouco de paz ou de divertimento e, não menos importante, a própria criança que também se sentirá, mais tarde ou mais cedo, profundamente infeliz Ler Mais...

Sugestões de brinquedos

É sempre muito difícil sugerir brinquedos, porque eles dependem da criança, da fase em que está nas suas competências do desenvolvimento, interesse particular por certas áreas, agrado dos pais e tantos outros fatores. Uma coisa é certa: os brinquedos têm de divertir, mas têm de ser simples, procurando entusiasmar a criatividade, abstracção, faz-de-conta, representação da vida real atual e futura, e permitir a exploração continuada, estimulante e segura. Ficam aqui algumas sugestões genéricas, para ajudar o Leitor, mas convém recordar que podem os pais entusiasmar-se com um brinquedo, pensando que o filho vai gostar muito, e ele não lhe prestar grande atenção Por outro lado, até aos 3 anos, é normal que saltitem de brinquedo em brinquedo, conhecendo-o por partes, o que desmotiva muitas vezes os pais - mas há brinquedos aos quais voltam repetidamente. Não olhemos para os brinquedos com olhos de adulto, ou com o sentimento de que «a criança deve», mas sim como uma oportunidade para se desenvolver e crescer. Um ano De acordo com a fase de desenvolvimento em que está - exercitação da manipulação fina e marcha, e coordenação motora, os brinquedos para montar (várias formas, cores vivas, vários tamanhos que encaixam uns dentro dos outros, rodelas de enfiar, cubos com formas para introduzir, etc.) são bastante bem aceites. Empurrar ou, um pouco mais tarde, puxar, são também actividades naturais - os brinquedos com fios de puxar e que fazem barulhos e mexem (patinhos, etc.), são adequados, porque também estimulam a causa/consequência. A partir do ano e meio já há um maior conhecimento das cores, mesmo sem saber nomeá-las. e o conhecimento de que um objeto se pode esconder (dentro de caixas, por exemplo). Os dedos têm uma capacidade crescente de agarrar, e convém dar brinquedos que possam estimular essa competência, mas sempre salvaguardando a dimensão das peças - tudo o que for menor do que uma moeda de 2€ não deve estar ao alcance da criança. Sugere-se: brinquedos de montar, bichos de plástico de cores vivas (cuidado com a qualidade, por causa das tintas e do plástico, que irá à boca todas as vezes que lhe pegar), carrinhos e camiões, chaves coloridas que fazem barulho. Quando domina o andar, a criança começa a querer exercitar as pernas de outra maneira, e então pensa em trepar, dar pontapés na bola, dançar, balouçar-se. Os dedos, para o final do segundo ano de vida, já têm uma enorme facilidade em, por exemplo, agarrar numa caneta e fazer riscos - cuidado com as tintas, porque a boca será o destino das canetas, e com bicos de lápis, e também devem estabelecer logo regras para que o uso das canetas ou lápis se faça num local predestinado, para não pintar as paredes e móveis (telas muito mais apetecíveis). No final do segundo ano, desenvolve-se a experimentação: que acontecerá se eu deixar cair isto? - é melhor que o faça com um objeto de plástico (colorido para ser atraente) do que com os bibelots ou com a loiça. Na cozinha, destinem um armário para guardar os plásticos, e é apenas ali que o vosso filho pode mexer - habituar-se-á a brincar com eles sem ir aos outros armários. A participação das crianças na vida dos pais e da família é intensa -arranjem brinquedos que simulem os objectos de uso diário,para a criança não procurar os reais, bem mais perigosos e valiosos. Sugere-se: cubos de empilhar (o gozo estará em fazê-los cair...), jogos de relacionamento de formas, um «ginásio» onde a criança possa subir, trepar, equilibrar-se e praticar as suas competências motoras, mas sempre sabendo que é só aí que o pode fazer (é caro e necessita de espaço), bolas que possam ser agarradas, moles (evitar as muito pequenas ou que tenham recheio, como espuma, por exemplo, porque pode rebentar), para ensinar o movimento de rolar e andar para trás e para a frente; carros onde se possa sentar e andar com movimentos de pés (sem pedais e, de preferência, sem excessos electrónicos ou motor); bonecos de plástico representando a sala, cozinha ou a casa de banho (inicia o processo de fantasia e faz-de-conta que simula a realidade); e livros de imagens simples (os pais deverão contar uma história associada às imagens e a criança acabará por interiorizá-la, ensinando depois a arrumar o livro prateleira própria, em prateleira própria para começar a estimar a sua «biblioteca»). Dois anos Coincidindo com o fim da omnipotência e o início da necessidade dos outros, com linguagem muito vasta (mesmo que não expressa), a criança começa a gostar de brincar com outros. No entanto, como estão constantemente a ser advertidas que «não devem» fazer isto ou aquilo, algumas crianças precisam sempre da confirmação do adulto para as brincadeiras, embora desejem fazer tudo sozinhas. É uma ambiguidade que tem de ser muito bem gerida. A necessidade de mexer em tudo faz parte da aprendizagem Há também um desenvolvimento grande de competências motoras, com grande senti- do de coordenação, como andar de triciclo ou chutar uma bola. O bebé desta idade já sabe manusear maçanetas, botões, interruptores e tudo o que os seus dedinhos alcançam. É o período em que levam os pais quase à loucura, seja pelo constante perigo de acidentes, seja quando descobrem um comando de televisão ou os botões do leitor de CD's. Brinquedos em que puxar ou carregar num botão desencadeia algo - uma melodia, o aparecimento de um boneco, o som de um animal - são altamente apreciados. As crianças desta idade continuam a gostar de blocos lógicos, com formas de cores diversas, os blocos de madeira ou plástico para construção, bonecos e brinquedos que sugiram cenas da vida real, mas não demasiadamente estruturados nem simbolizados porque as crianças não lhes atribuem significado. Além disso, a estruturação deve preferencialmente ser feita a partir da sua criatividade. Outros brinquedos muito cotados nesta idade - mas que também dão cabo da cabeça dos pais - são as flautas, tambores, buzinas e instrumentos de música em geral. Pianolas mais ou menos sofisticadas, xilofones... tudo o que emita sons e que possa ser tocado, numa relação causa-efeito. Nesta idade, outros brinquedos possíveis são os puzzles, muito simples e facilmente identificáveis, e os livros ilustrados, bem como as histórias gravadas, também simples (e que, atenção!, não substituem as histórias contadas pelos pais ou outros adultos. Ou ainda os comboios interligados, por exemplo de madeira, sem sofisticações, os carrinhos e, claro, papéis e canetas e lápis. No entanto, apesar da enormíssima expansão de informação, memória e conhecimentos, a capacidade de abstracção e reconhecimento de símbolos ainda é muito limitada. Pelo contrário, a energia é imensa - física e cerebral: jogos que permitam veicular essa energia são importantes, e também deixar as crianças fazer barulho quando brincam, mesmo que seja o «vrum-vrum» de um carro. Os brinquedos de pedalar e andar ou puxar são muito requeridos, tal e qual as bolas. No final do terceiro ano de vida. o faz-de-conta, a fantasia e a imitação sofrem um enorme impulso, bem como a criatividade e a arte. Tudo o que sejam brinquedos que estimulem estas áreas, embora nunca devam ser demasiadamente -completos- (porque vai castrar a imaginação e a improvisação, perdendo a graça em pouco tempo), são bem-vindos, e não precisam de ser caros. Apenas seguros. Três anos É a altura da total perda da omnipotência e de refúgio na reafirmação dos «pequenos poderes» caseiros. O vocabulário é extenso, bem como a constante necessidade de «ir além das coisas» - «como?», «quando?» E o inesgotável «porquê?» A lateralidade define-se. Os brinquedos para esta idade têm de ser mais ousados e estimulantes. Quem já começa a saber vestir-se, lavar os dentes ou comer com talheres também merece brinquedos a esse nível. O desenho e a pintura surgem como muito importantes, para expressar ideias e conceitos que ainda não encontram a linguagem simbólica adequada, assim como a plasticina, moldagem, escultura com diversos materiais e colagens (nem todos muito fáceis em casa). É bom a partir desta idade, ter uma secretária equipada com todo o material de escritório, para que se habitue a trabalhar e se fixe menos nos ecrãs. A criança desta idade corre, salta e trepa com grande à-vontade. sentindo-se muito à vontade em tudo o que lembre os equipamentos variados do parque infantil. Ao dar-se conta - porque está no jardim-de-infância, ou vai ao parque, ou tem irmãos e primos - que existem mais meninos no mundo e que brincar com eles até vale a pena, começam os jogos estruturados, seja os de faz-de-conta e teatro, de reprodução da vida real ou com regras. As histórias têm de ser mais complexas, estando completamente ao seu alcance os Três Porquinhos, o Capuchinho Vermelho, o Gato das Botas ou qualquer desses contos infantis ou fábulas - a seguir ao conhecimento da história surge a fase de experimentação, e é preciso proporcionar materiais simples, mas que permitam disfarçar-se e levar à cena esses enredos. Os puzzles continuam a ser jogos adequados, para estimular a concentração e a relação olho-mão, compreensão global, análise e síntese, e capacidade de resolver problemas. Outros brinquedos para esta idade são as bonecas, carrinhos, animais selvagens ou domésticos, cozinhas, construção (já mais elaborados e com peças mais pequenas). É também a idade dos livros - para pintar ou para ler, de preferência com histórias engraçadas e situações inesperadas, em que os heróis não sejam sempre meninos-de-coro, mas com uma clara divisão entre bons e maus, e uma certa moral final. Quatro e cinco anos O que caracteriza esta idade é o desejo de jogos colectivos, de aprendizagem cognitiva e de grande coordenação entre movimentos grossos e finos. A criança entusiasma-se com a sua própria capacidade e êxito, e expande natividade e imaginação. Começa a descodificação das letras, números e outras for- de simbologia, também uma idade de grande atividade e destreza física, e a vontade de imitar a realidade é uma constante. Devem estimular-se momentos de conjunto e momentos de jogo a sós, como mencionei no capítulo da Escola. Sugerem-se, por exemplo, jogos de equipa, com regras simples, mas precisas (mesmo deixando algum espaço para os jogadores inventarem, mas por consenso, novas regras), trabalhos manuais, carrinhos e pistas, triciclos e bicicleta, jogos de construção e teatro, marionetes, livros de histórias, instrumentos musicais, e jogos de representação (já em miniatura ou em tamanho real da vida do dia-a-dia). Os jogos dedeo e consolas começam a ser motivo de inquietação dos pais - pessoal- mente creio que são de limitar ao mínimo. Nesta idade há coisas mais interessantes do que atividades monolíticas e competitivas no sentido depreciativo da palavra. Ler Mais...

Quanto tempo durará a primeira fase do trabalho de parto?

A primeira fase do trabalho de parto dura até o colo do útero estar completamente dilatado. As mulheres têm tendência a começar a contar o tempo do trabalho de parto desde as primeiras contrações, mas as parteiras e outros profissionais de saúde só começam a contar quando este está confirmado, quando as contrações se tornam regulares, a cerca de cada três ou quatro minutos, e duram cerca de 45 segundos a um minuto e o colo do útero tem cerca de três centímetros de dilatação. Devido à diferença com que os trabalhos de parto são cronometrados, você pode ouvir falar de trabalhos de parto que duraram 50 horas e de outros que duraram duas. Em média, os trabalhos de parto das mães pela primeira vez duram cerca de 12-14 horas. Se continuar depois desse tempo, o médico poderá querer investigar porque é que o trabalho de parto não está a progredir. Logo que o trabalho de parto esteja confirmado, os profissionais de saúde geralmente esperam que o colo do útero dilate a uma média de meio centímetro por hora. Contudo, há enormes variantes nesta média e um trabalho de parto pode assim progredir normalmente com uma proporção de dilatação mais lenta ou mais rápida. A sua parteira mantê-la-á informada sobre os acontecimentos durante o trabalho de parto e não tenha medo de perguntar como é que as coisas estão a progredir. Ler Mais...
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