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Receio que o meu marido não volte a achar-me atraente. Estou a ser paranóica?

A imagem pode ser um grande problema para uma mulher grávida e muitas preocupam-se por não serem atraentes para os seus companheiros nas últimas fases da gravidez. Esta preocupação é em geral infundada e tem mais a ver com os seus próprios sentimentos sobre o aumento de tamanho. Guardar as ansiedades para si pode fazê-las parecer maiores do que realmente são, portanto fale com o seu marido sobre os seus problemas e explique-lhe como se sente. De pode estar longe de saber o que você sente. Como não é o seu marido que carrega o bebé, ele pode não entender totalmente as exigências físicas da gravidez. Informá-lo acerca das alterações pelas quais o seu corpo está a passar pode ajudá-lo a entender o processo da gravidez e a estar mais bem preparado para lhe dar apoio quando você mais precisar. Na verdade, alguns homens até acham as suas companheiras mais atraentes durante a gravidez, mas você não saberá isso a menos que falem um com o outro sobre a mudança da sua silhueta. Se estiver preocupada em aumentar muito de peso na gravidez, faça por ter uma alimentação saudável e equilibrada e faça algum exercício leve diariamente. Mesmo que seja uma pequena caminhada ou natação, ajudá-la-á a manter-se tonificada e flexível, o que ajudará à sua confiança assim como a preparar-se para o parto. Ler Mais...

A mãe

As mães são mães. Sempre. E é quem nos ocorre quando algo não está bem, quando nos apercebemos do perigo. As mães geraram-nos e cuidaram de nós, deram-nos mimo e afeto - e é para dentro da barriga delas que queremos regressar, sempre que nos sentimos tristes, desconfortáveis ou em risco, doentes ou com medo. Se estiver frio, deitamo-nos enroscados. Se alguém nos ameaçar, encolhemo-nos. Em situações de graves carências alimentares ou afetivas, voltamos à forma de girino. A posição fetal poderá não passar de uma ilusão de segurança, mas tão forte que funciona na nossa mente, pelo menos o suficiente para nos esquecermos do resto, do que nos ameaça. As mães são calor, são fortes e são segurança. Estudos recentes revelam que os mamíferos precisam de ver a mãe, nos primeiros anos de vida, como farol de securização. Mal nascem deveriam ser postos a mamar, abraçados pela mãe. E só é pena que as leis e o Estado não compreendam o que a Ciência mostra, ao analisar os comportamentos humanos, designadamente das nossas crias. Após os 9 meses de idade há uma nítida sensação de que os filhos «fogem por entre os dedos» das mães. O surto de desenvolvimento que começa nessa idade, e que se prolonga pelo menos até ao ano e meio, faz-se no sentido da autonomia, embora com o correspondente contrapeso da regressão. No primeiro componente é o pai o principal motor, no segundo a mãe. O instinto maternal, que não desapareceu só porque os estilos de vida mudaram, quanto muito «amansou-se», leva a que as mulheres sejam «programadas» para terem muitos filhos, mesmo que não os tenham ou decidam não os ter. Mas há que diferenciar o que é genético e antropológico, do que é social. O que é emocional do que é racional. Ao longo de centenas de milhares de anos, quando a criança começava a crescer, no sentido dessa explosão autonómica, devidamente puxado pelo pai, a mãe já estaria à espera de outro bebé ou pelo menos a programá-lo para breve, e assim seria até ter uma dezena de filhos e ver totalmente preenchido o seu sentimento de maternidade sendo então ao desejo de ser avó. Isto não acontece hoje, pelas múltiplas razoes conhecidas, o que leva a que as avós muitas vezes vejam nos netos os filhos que já não tiveram, e as mães sintam que este crescimento dos filhos e a sua «fuga» dói. E dói muito. E às vezes a vontade de os manter pequeninos é grande - como provam todas as crianças com mais de 1 ano que mamam durante a noite ou quando fazem uma birra. Estes lutos são difíceis, como qualquer luto. Sofre-se. Mas não se lhes pode fugir, se se quer atingir a tranquilidade. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Brincar

Quando é que um bebé começa a brincar? A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. Como posso brincar com o meu bebé? Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. Que brinquedos devo comprar? Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. Os brinquedos mais caros são os melhores? Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? O meu bebé deve ver televisão? A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

«És “muita” bom…»

Se no ano passado uma criança de 3 anos conseguia tocar no botão do elevador do 3.° andar e este ano já consegue chegar ao botão do 4.°, os pais aplaudem-no, mas para a criança representa mais do que uma boa exibição: representa o «Eu já consigo!», e também «Se é assim, onde é que isto vai acabar? Será que um dia vou tocar no botão do infinito? Será que, em breve, serei igual ao Super-homem ou ao Homem-aranha?» Transportando este pensamento para outras situações, o receio que à partida a limitaria e faria retroceder, é vencido pela necessidade e gozo de enfrentar o desafio. Está lá escrito, nas entrelinhas e no ar, «Mostra que és capaz. Vamos lá ver se tu és capaz!» As vezes são os outros que estimulam e provocam: «És um mariquinhas se não saltares ou se não fizeres. Tens miúfa.» Mas mais do que os outros, é o próprio corpo que pede. E se passamos a vida a elogiá-los porque estão «muita bons», como é que lhes podemos dizer que, afinal, estão na mesma? Complicado. Não é? Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

Televisão e violência ou violência e televisão

De quando em quando assiste-se a debates inflamados sobre este tema. E pessoas geralmente tidas como tolerantes surgem, neste particular aspecto, com uma intolerância quase fundamentalista. É inegável que a TV pode ser uma montra de violência, quer do ponto de vista ético, quer estético, sobretudo quando a utilização da violência é gratuita, auto justificada, ou quando serve como argumento de primeira-mão (utilizada pelos «bons» em vez do diálogo ou de vias pacíficas) e branqueada e legitimada. As investigações em «laboratório»» mostram que assistir a um filme violento na TV leva as crianças a serem mais agressivas com os bonecos e nas suas brincadeiras. Há que ressalvar, no entanto, que estes estudos não são extrapoláveis para as condições reais, ignorando-se também se esses efeitos se mantêm a longo prazo. Por outro lado, inúmeras situações do dia-a-dia não televisivo (em casa, na escola, na sociedade) têm igualmente uma carga violenta, se bem que por vezes não tão evidente como então separar o peso específico de cada uma destas causas? Será então a TV uma ameaça? Ou será apenas o bode expiatório de todos os males? Será a culpada ou a vítima? Provavelmente, o consumo de TV, quando manifestamente exagerado, será afinal e apenas o espelho trágico de algumas angústias e partes más da condição humana, que existe em toda a gente - crianças, adultos, famílias e toda a sociedade, e do isolamento em que vivem muitas pessoas de várias idades. A associação do fenómeno da «TV babysitter» com a «TV violência» é uma realidade: mais de 80% dos programas são vistos pelas crianças sem supervisão. Este facto é negativo, tanto mais que três quartos dos programas do prime-time têm violência, seja nos próprios programas, seja nos trailers e «promos» de outros programas. Mas, mesmo tendo presenciado numerosos actos violentos no ecrã, quantos terá a criança presenciado na vida real e qual a influência de cada um destes atos na formação da sua personalidade? Uma bofetada do pai, intempestiva, não justificada, vale quantos tiros numa série policial? Ouvir os pais discutirem e agredirem-se verbalmente equivale a quantos rebentamentos de carros armadilhados no Iraque? Ser injustamente castigado pelo educador será o mesmo, em termos de carga violenta, que assistir a um documentário realista sobre o holocausto? Por outro lado, quando falamos de violência na TV podemos estar a referir-nos a muita coisa, não apenas o que surge nas imagens, mas também a banda sonora, linguagem, ritmo, ambiente global, argumento, psicologia das personagens, cenas de brutalidade, crueldade ou medo, subversão, etc., ou seja, falamos de aspetos da forma e do conteúdo. E que dizer da violência real passada nos telejornais, ou da ficcional mais pura como a dos desenhos animados? As crianças gostam, de colher as suas ideias em alguns locais, temperando-as de- pois com as suas fantasias. Ao verem um enforcamento com todos os pormenores acessórios e no contexto que foi, a ideia de ver o que aconteceria, «Como é aquilo?», »Deve ser porreiro dar um salto assim, mas eu depois consigo agarrar-me à corda.», etc, e ainda por cima com material facilmente encontrável (uma corda), pode gerar acção. O hiato de segurança entre estes pensamentos e o comportamento deveriam estar almofadados pela personalidade, valores éticos, clara margem de segurança entre a fantasia e o ato, etc, etc, mas muitas crianças, por diversos fatores, têm essa margem muito ténue e facilmente passam para o «lado de lá» desde que a sugestão valha a pena, convencidos de que dominam tudo e que a qualquer altura mandarão «parar o filme». A imitação dos outros é um valor acrescentado para as crianças - e não será bom tentarem imitar um Fernando Pessoa, uma Maria João Pires, um Obikwelu ou um Simão Sabrosa, e também o senhor que vende os cromos do Noddy, a educadora, a personagem de um livro que se leu, a vizinha do 7° direito, o chefe do pai ou a miúda da turma que tem mais saída... o pai e a mãe? Os comportamentos de imitação podem, assim, ser sinal de que se ama aquela pessoa e que ela representa um modelo, ou uma exploração para descoberta da face oculta desse gesto. Ler Mais...
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