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Usar o «olhómetro»

Nas primeiras semanas de vida há uma tendência para os pais quererem pesar o bebé com uma frequência muito grande. Alguns profissionais de saúde também estimulam a isso. Pessoalmente considero errado, num bebé normal e saudável, este tipo de procedimento porque se torna facilmente num fator de ansiedade. Um bebé que aumente, em média 200 gramas por semana, pode ver o seu peso alterado conforme mamou ou não, fez ou não cocó ou xixi, com as calibragens de diferentes balanças, roupa, etc. Há três maneiras de confirmar que o bebé está a aumentar de peso bem: - ver se faz intervalos adequados entre mamadas; - ver se está bem: se está calmo e sossegado quando dorme, se boceja, se se espreguiça ou se está realmente «furioso» quando tem fome; - ver se os refegos das pernas e coxas, a barriga, o queixo e as bochechas estão a «inchar».

«Se tudo isto está a acontecer, então quer dizer que o bebé está a aumentar bem de peso.»

Claro que se um bebé está a emagrecer, se há qualquer sintoma ou se nasceu com um baixo peso ou qualquer doença, o esquema de pesagem poderá ser outro, adequado à situação. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Prevenção da tuberculose

Fundamentalmente, a prevenção da tuberculose assenta em vários pontos:
  • melhoria das condições sócio-económicas e nutricionais;
  • bem-estar psicológico e relacional;
  • deteção das pessoas infetadas e isolamento até começarem tratamento e deixarem de ser bacilíferas (duas semanas de tratamento);
  • rastreio das crianças que contactam regularmente com uma dessas pessoas (a tuberculose é uma doença «lenta», pelo que há que ver se o contacto não foi há uns meses);
  • tratamento adequado dos infetados (e atualmente, está a aumentar o número de bactérias resistentes a vários dos agentes tuberculostáticos que se usam nos esquemas terapêuticos, o que constitui um problema muito grave);
  • vacina BCG que, apesar de não ser extremamente eficaz, ainda confere um bom grau de proteção e também evita os casos de maior gravidade, mesmo que a infeção se dê. Em Portugal, tendo em conta as nossas taxas de infeção, continua a ser conveniente vacinar à nascença com o BCG, embora muitos outros países já tenham abandonado a vacinação por rotina.
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Circuncisão

Há vários argumentos para se fazer a circuncisão - médicos, culturais e religiosos (como no judaísmo, ao oitavo dia depois do nascimento, ou no islamismo, mais perto dos 5 anos). Um aspeto fundamental é que, se se fizer, deverá sê-lo num meio hospitalar, com todos os cuidados de assepsia, porque o maior risco são as infeções. Depois do ano de idade, a circuncisão pode justificar-se, nos casos em que o aperto não evolui passados os 3,4 anos de idade, ou em que ocorrem infeções frequentes ou dificuldade em urinar. Mesmo quando se usam anestesias, são métodos muito rápidos e que não têm nada a ver com as anestesias das grandes operações cirúrgicas. Depois da circuncisão a ponta do pénis pode ficar amarelada, durante uns dias. O importante é combater a infeção e seguir as instruções que o médico que operou recomendar. Geralmente, após sete a dez dias a cicatrização é completa. Os problemas que podem surgir da circuncisão são vários, e se aparecerem deverão contatar o médico: dificuldade em urinar, hemorragia persistente, infeção no pénis que aumenta em três ou cinco dias. Ler Mais...

Mitos sobre o abuso sexual Parte II

9. ° Mito Quando uma criança é vitimada conta logo aos pais ou a alguém... Facto Não. Muitas vezes, a dor, o sofrimento, a humilhação e a vergonha são tais que a criança não se sente com coragem de contar a ninguém. Mais: sendo o abuso cometido, na esmagadora maioria dos casos, por pessoas da confiança da criança, incluindo os próprios pais, ela tem medo de contar por recear não acreditarem nela ou exercerem represálias que ainda a vitimizam mais. E quando contam não é por palavras expressas, mas por comportamentos muito crípticos e enviesados. Além disso, a culpabilização é tal que têm medo que os adultos se zanguem pelo mal que fizeram a este ou àquele. 10.º Mito Algumas crianças, mesmo com 4 ou 5 anos, são sedutoras e provocantes. Facto E se forem? Crianças não são adultos. E mesmo que tenham comportamentos sedutores, estão numa fase de descoberta do corpo e da sexualidade ou numa fase de Édipo manifesto, e têm esses comportamentos como manifestação de auto-estima e não para serem agredidas de uma forma bárbara. 11.º Mito Se quisessem podiam evitar as situações, até porque ninguém lhes bateu ou ameaçou... Facto O abuso passa sempre por uma fase de ameaça («Se contares a alguém, fico muito zangado!»). Por outro lado, mesmo que a criança dê a sua anuência ou vá atrás de promessas e de presentes, isso não altera uma vírgula ao assunto: as vítimas nunca são cúmplices ou culpadas. 12.° Mito Os pais ou familiares denunciam sempre a situação... Facto Infelizmente não. Gera-se um pacto de silêncio ao redor da questão, porque todos os elementos envolvidos, incluindo as mães e irmãos, e até a própria criança pensam no que têm a ganhar e a perder com a denúncia da situação e, frequentemente, a teia de dependências (afetivas, económicas, sociais, relacionais) é tal que preferem reajustar o modo de funcionamento familiar e, assim, tentar ultrapassar o problema sem ter de evidenciar - ainda por cima com consequências não totalmente controláveis - a sua intimidade e a podridão de parte das suas relações interpessoais. No entanto, esta «bomba-relógio» acaba por rebentar, mais cedo ou mais tarde. 13.° Mito O agressor é um doente mental que não tem consciência do que faz... Facto Mentira. Tem. E muita. Não é um doente mental, é uma pessoa que procura situações em que, estrategicamente, sabe que a criança está vulnerável e que as hipóteses de sucesso, no seu ponto de vista, são maiores. 14.° Mito Há sempre violência física, e portanto podem ver-se as marcas... Facto Mentira. Nem sempre há, porque a vítima pode estar tolhida pelo medo, incrédula pelo facto de ser um familiar próximo, carente de afeto e justificar o caso como se tratasse de uma forma de mimo, ser comprada por presentes e promessas, ser ameaçada, ser culpabilizada. Muitas vezes não chega a haver violência física, porque para uma criança desta idade, o toque de uma pessoa de quem gosta é sentido como mimo. 15.° Mito Os bebés e as crianças muito pequenas nunca são vítimas... Facto São. Em qualquer idade. Até em recém-nascidos. 16.° Mito A criança está a mentir, a inventar... Facto Não. Embora as crianças fantasiem, contem histórias, gostem de ser o centro das atenções, na esmagadora maioria dos casos não inventam um assunto tão grave. E os psicólogos e outros profissionais conseguem saber, com um grande grau de certeza, se se trata de invenção ou de factos cruelmente verdadeiros. 17. ° Mito É melhor ignorar, porque rapidamente as coisas passam... Facto Não. Mesmo que pareça que as coisas «passaram», os fantasmas perduram, a sexualidade é dramaticamente perturbada, a inocência é perdida e a criança, mesmo criando mecanismos de adaptação, continua vulnerável e vítima. É sempre preciso um processo terapêutico. 18. ° Mito Não houve penetração vaginal ou anal... Facto Nem é preciso. A lei portuguesa estabelece muito claramente o que são os crimes contra a liberdade e a autodeterminação sexual. E não é preciso haver «violação» no velho sentido da palavra, para existir uma agressão cruel ao que há de mais íntimo e sagrado numa pessoa. 19.° Mito A criança vai ficar destruída para sempre... Facto Não se deve assumir isso à partida, porque é a melhor forma de cruzar os braços e não fazer nada. Se se parar o abuso, afastar o perigo, fizer justiça, houver solidariedade e não culpabilização da vítima, e se se desenhar um processo terapêutico correto e atempado, a criança pode ultrapassar, de modo sólido, este episódio dramático da sua vida. Não é fácil, mas é possível... Ler Mais...

Quero recordar-me de todo o meu parto – como posso conseguir isso?

Provavelmente a forma mais eficaz de recordar o mais possível o seu trabalho de parto e o nascimento do seu bebé é tentar manter-se o mais saudável e descansada possível antes do início do trabalho de parto, o que lhe dará a melhor possibilidade de se manter forte e lúcida durante o trabalho de parto Sentir-se forte e cheia de energia também pode ajudá-la a manter-se de pé e ativa durante o seu trabalho de parto, reduzindo a necessidade de opiáceos, como a petidina, que pode criar um leve estado de amnésia, significando que você pode ter alguma dificuldade em recordar-se de detalhes mais pequenos do parto. Também será útil ter um companheiro ou amiga íntima consigo durante todo o seu trabalho de parto para que eles também possam preencher algumas falhas mais tarde; as fotografias e os vídeos também são bons auxiliares. Se depois do parto descobrir que há partes de que não consegue lembrar-se, pode pedir à sua parteira para a deixar ver as suas notas de parto. Ou pode tentar escrever um diário de parto entre as contrações! Ler Mais...
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