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O tamanho da cabeça…

O tamanho da cabeça depende, em parte, do crescimento do cérebro. Em parte, ou seja, há cabeças de tamanhos grandes e pequenos que têm a ver com uma herança familiar, há cabeças com formatos «esquisitos», algumas mais arredondadas, outras mais em forma de «bola de râguebi», mas dentro de parâmetros normais, o crescimento da cabeça é necessário para que o cérebro, que está dentro dela, bem como as demais estruturas, também aumentam regularmente. E, claro, o tamanho da cabeça deve ser sempre relativizado ao tamanho do corpo: um bebé grande terá maiores probabilidades de ter uma cabeça grande, enquanto num bebé pequeno será o contrário. Como o cérebro cresce e se desenvolve muito precocemente, a medição do perímetro cefálico (o maior diâmetro do crânio possível de obter numa determinada idade) é essencial para entender como este crescimento se está a fazer. A medição do perímetro cefálico no primeiro ano de vida é essencial para a vigilância do crescimento cerebral. As causas mais comuns de uma «cabeça pequena» sâo: - criança de tamanho pequeno - padrão normal familiar - atraso mental (incluindo doenças congénitas) - craniossinostose (encerramento precoce dos ossos do crânio com cérebro normal) As causas mais comuns de uma «cabeça grande» são: - criança grande - padrão normal familiar - cérebro grande (megalencefalia normal) - líquido dentro da cabeça (hidrocefalia ou derrame subdural) - sólidos dentro da cabeça (tumores) As causas patológicas são francamente minoritárias, e expressam-se geralmente por sinais e sintomas de doença. Quando a cabeça cresce, de forma patológica, abaixo do que devia, dizemos estar na presença de uma microcefalia. São muitas as causas que podem estar por detrás deste facto, umas correspondendo a situações mais graves, outras menos, mas geralmente situações em que, por alguma razão «doença genética, infecção, atuação de um tóxico, etc.» o cérebro não se está a desenvolver com a velocidade que deveria. Um aspecto importante do crescimento diz respeito às alterações das proporções dos diversos segmentos do corpo. A cabeça tem, na infância, uma dimensão proporcionalmente superior, comparativamente com a idade adulta. Isto deve-se ao facto de o cérebro ser um dos órgãos de crescimento mais rápido. Depois dos 4-5 anos, os membros crescem mais rapidamente que a cabeça e o tronco: se se proceder à medição dos segmentos superior e inferior do corpo, tendo como ponto médio a sínfise pública (o osso, ao meio, abaixo da barriga), a relação é de 1,7 ao nascer, 1,0 aos 10 anos, 0,9 nos adolescentes do sexo masculino e 0,8 nos adultos. Ler Mais...

Autoestime, autoconceito, autoimagem

Como é que uma criança combate o medo de ser descartável e por isso abandonada? É sentindo-se útil, realizada, necessária, única e insubstituível. É isso a autoestima. Como é que uma criança aprende a identificar-se como ser autónomo e não mesclado com os outros? Desenvolvendo os seus talentos e apreciando-os numa comparação com os outros, admirando-se a si própria. É o autoconceito. Como é que uma criança lida com o facto de os outros também serem, também terem uma cara (a sua identidade), um corpo, uma mente? Vendo-se a si própria, física e intelectualmente, e desenhando-se como se de uma representação se tratasse. É autoimagem. Se qualquer uma destas estiver «em baixa», a criança sofre, sente-se diminuída, inútil, desenquadrada, feia - angustia-se e deprime-se. Se estiver demasiado «em alta» sentir-se-á formidável, superior, omnipotente, a mais bela, a melhor - torna-se arrogante e narcísica. É por isso que a educação, o exemplo e todo o enquadramento familiar e ambiental podem ajudar a produzir pessoas equilibradas ou puxadas para algum destes extremos. Conhecemos exemplos de tudo, na «vida real». O desejo que muitos pais têm em criar filhos resilientes e que possam enfrentar os escolhos da vida, associado a desejarem ver confirmado «quão bons pais são em produzirem tais filhos», se não obedecer a uma estratégia equilibrada, leva a que algumas crianças cresçam distanciadas da realidade, havendo sempre atenuantes para as suas ações incorretas e um exagero no louvor em coisas banais. Poderá parecer contraditório com o que escrevo ao longo deste livro, mas fazer uma criança sentir-se única e insubstituível não é fazê-la sentir que é a melhor do mundo e que nada tem a corrigir. Se uma criança cresce com tais diretivas, prolonga a sua omnipotência natural para além dos 2 anos, não aprendendo a respeitar os outros («quais outros?» - quase que dirá) nem a pensar que, em tudo o que faça. Será necessário e gostoso um processo de aperfeiçoamento. Além disso, mesmo achando-se «o rei do mundo», a sua estrutura será de enorme fragilidade, podendo ruir à mínima contrariedade, o que a fará defender-se ignorando as suas fraquezas e achando que é tão boa que o mundo nem sequer a merece. Dirá que tudo o que tem. faz ou contacta é o melhor, fazendo dos outros «pobres de espírito» sem acesso ao que só ela consegue. Sem conhecer a frustração e o sentimento de falhar não se desenvolvem fatores protetores nem empatia. É difícil ser equilibrado e objetivo quando se trata dos nossos filhos - diria mesmo que somos juízes em causa própria. Mas teremos de nos esforçar para que saibamos avaliar corretamente os seus atos e dar a devida resposta. Eles agradecem. A autoestima não é um fio contínuo, mas o equilíbrio entre duas vertentes: a subvalorização e a supervalorização. O que é importante é que nenhuma destas componentes se desvie muito, para um lado e para o outro. E que nunca possamos pensar, quando olhamos para o espelho: «Sou o melhor!», nem «Sou o pior!» Para esta avaliação contam o sentimento de segurança e de confiança, o autoconhecimento, o sentimento de pertença a um grupo e o de competência. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

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Princípios educativos

Para uma criança de 3 anos, como o André, há muita coisa que não tem lógica, mesmo que para os adultos faça todo o sentido, pois ainda não tem uma visão sistémica e organizada do mundo, além de estar numa fase de só olhar para os seus interesses. As explicações dos adultos carecem de sentido. E daí os apelos do André: «Mas porquê?» Se os pais perdessem menos tempo a vociferar e tentassem - de preferência fora da crise -, explicar-lhe porque é que se devem arrumar os brinquedos e outras coisas, talvez o André começasse a entender que a sua visão das coisas não é a única, e que há coisas que para nós podem não fazer muito sentido, mas que para o ecossistema onde vivemos, trabalhamos ou brincamos têm lógica e são necessárias. Reparem; para o André, arrumar os brinquedos é uma mera perda de tempo, e dupla, já que no dia seguinte terá o trabalho de os tirar novamente do saco ou da gaveta onde estão. O facto de ficarem espalhados no chão, encherem-se de pó e «darem um ar desarrumado», não é uma preocupação para ele. Portanto, ou se arranjam argumentos compreensíveis, como os brinquedos poderem-se partir se alguém entrar no quarto, ou não se misturarem jogos que depois não dá para fazer nenhum e outras razões parecidas (até pode ser um novo jogo, o jogo do «arruma»), ou terão sempre birras e berros, que especialmente ao fim da tarde não contribuem muito para a paz e sossego que se deseja. Há muitas técnicas que os pais usam: vejam, destas, quais as que acham que usam mais na gestão dos conflitos com os vossos filhos: • Repreender • Castigar • Fazer longos sermões • Ameaçar • Chantagear • Prometer • Suplicar • Culpabilizar • Ridicularizar • Chamar nomes • Gritar e berrar • Ordenar • Exigir • Comparar com os outros e dizer que os outros é que são bons Espero que nenhuma, porque devo dizer que nenhuma destas estratégias resulta a longo prazo. O que importa é desenvolver o sentido ético e o conceito de «moralmente errado» e de que atacar alguém também é atacar-me a mim. E isto a empatia, a solidariedade e o sentimento de destino comum. Há que criar nos filhos esses sentimentos, mas não é numa fase de extremo «umbiguismo» - como a que ocorre entre o 1 e os 3-4 anos - que as coisas acontecem de um dia para o outro. Nem eles são tão altruístas que façam tudo pelos outros sem pensarem que podem (e devem!) ter algumas vantagens também para eles. A vivência comum baseia-se na negociação e no rearranjo dos vários interesses. É isso que há que explicar, exercitar e treinar, bem como a ideia de que os pais, por estarem cá há mais tempo e por serem adultos e pais, têm uma visão de mais ângulos, o que lhes permite ver outras coisas. Tal e qual a existência de várias câmaras de TV num campo de futebol, que permite ver se o penalti foi ou não foi penalti, ou se a bola saiu ou se não saiu. E essa linguagem já lhes é acessível. Ler Mais...

Refeições prolongadas e «lá fora»

Qualquer refeição prolongada torna-se um martírio para uma criança, especialmente quando os adultos estão entretidos em conversas e as coisas demoram eternidades. As crianças não conseguem estar tanto tempo paradas, e com muita gente à mesa as possibilidades de se agitarem são maiores. Por outro lado, enquanto os mais crescidos comem e bebem, as crianças têm pouca fome, até porque, no caso de festas ou de idas a restaurantes, já se entretiveram a comer aperitivos, pão com manteiga, queijo ou patê, ou a empanturrar-se de batatas fritas. É normal ficarem fartas e quererem brincar. Os adultos, na maioria dos casos, nem estão com grande disponibilidade para falar com elas, dado que encontram amigos ou família, e estão a comemorar as suas próprias coisas. Se a refeição se passa fora de casa, é natural que crianças desta idade se sintam mais à vontade para berrar e espernear, dado que os pais têm «as mãos e os pés amarrados» por estarem em público. Não esqueçamos que o espaço exterior, com gente estranha, é também o ideal para as provocações e desafios à autoridade. Assim, no melhor interesse das crianças, mas também no vosso: • Não esqueçam que os filhos não têm o mesmo timing que os pais. A hora da sesta, por exemplo, é uma péssima hora para estar a sair, embora possa ser a hora do almoço dos adultos; • Não levem os vossos filhos a restaurantes ou espaços parecidos se eles estiverem muito cansados. Obviamente que as crianças têm de se habituar a partilhar a vida dos pais, mas há que ter bom senso e sabe( sacrificar alguns momentos em prol deles; • Evitem restaurantes em que o tempo espera é grande; • Expliquem a criança o que se vai passar, as contrariedades que podem surgir (limitação de espaço e de comportamentos, espera), mas que é o preço que se paga por com os grandes almoçar fora»; • Evitem restaurantes em que se possa fumar. Por vezes entra-se «à hora das crianças- e o ar está bom - passado um tempo, já as pessoas começaram a fumar, designadamente ao café, e sem se dar por isso fico uma atmosfera poluída; • Há restaurantes em que os empregados são naturalmente «amigos das crianças» e a sua intervenção é importante para acalmar as coisas, quando o destempero aumenta. Ameaçar com o gerente, o polícia de serviço ou o patrão geralmente resulta pouco, porque elas sabem de antemão que essas armas não vão ser utilizadas; • Se houver olhares de reprovação dados outros clientes, não se incomodem, apesar de fazer ver às crianças que o nosso comportamento comportamento deve ter limites sociais; • Tentem que o prato da criança venha sem grande perda de tempo, e se ela comeu muitos aperitivos esperem que coma muito do que foi escolhido; • Nas crianças mais pequenas, é bom levar o prato, talheres e copos favoritos, para que a refeição se faça mais calmamente; • Limitem o tempo de refeição das crianças ao mínimo possível, entendendo sinais de estarem fartos agitação física progressiva, perguntar «quando é que vamos embora», transformação dos modos à mesa para malcriações avulsas; • Levem livros, lápis e papel, e outras coisas para os entreter, quando as coisas começarem a «aquecer» - arranjem algumas coisas de surpresa, levadas nos bolsos, que naquele momento vão ser, para os vossos filhos, mais importantes do que jogos muito organizados. Essa atitude vai permitir-lhes perceber que são importantes para os pais; • Não ignorem os vossos filhos nem lhes dêm a ideia de que os levaram por frete. De vez em quando, um dos adultos pode parar de comer para brincar um bocadinho com as crianças, dar um passeio, arejar; • Se for preciso admoestá-los, façam-no com elegância. Não se coíbam de mostrar que são os pais e que os princípios educativos contam, mas para isso não e preciso escarcéu ou humilhações. Se as crianças não devem aproveitar a presença de estranhos para se «esticarem», também os pais, na refrega, não deverão fazer o mesmo; • Não liguem a alguns olhares «raivosos» que possam vir de outras mesas. As crianças fazem parte do mundo, e assim como temos de aturar alguns adultos, também toda a gente terá de aturar crianças, desde que nos seus comportamentos esperados e normais, e desde que não haja nesses locais qualquer limitação à entrada de crianças. Ler Mais...
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