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Perguntas e Respostas sobre Brincar

Quando é que um bebé começa a brincar? A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. Como posso brincar com o meu bebé? Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. Que brinquedos devo comprar? Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. Os brinquedos mais caros são os melhores? Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? O meu bebé deve ver televisão? A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

«És “muita” bom…»

Se no ano passado uma criança de 3 anos conseguia tocar no botão do elevador do 3.° andar e este ano já consegue chegar ao botão do 4.°, os pais aplaudem-no, mas para a criança representa mais do que uma boa exibição: representa o «Eu já consigo!», e também «Se é assim, onde é que isto vai acabar? Será que um dia vou tocar no botão do infinito? Será que, em breve, serei igual ao Super-homem ou ao Homem-aranha?» Transportando este pensamento para outras situações, o receio que à partida a limitaria e faria retroceder, é vencido pela necessidade e gozo de enfrentar o desafio. Está lá escrito, nas entrelinhas e no ar, «Mostra que és capaz. Vamos lá ver se tu és capaz!» As vezes são os outros que estimulam e provocam: «És um mariquinhas se não saltares ou se não fizeres. Tens miúfa.» Mas mais do que os outros, é o próprio corpo que pede. E se passamos a vida a elogiá-los porque estão «muita bons», como é que lhes podemos dizer que, afinal, estão na mesma? Complicado. Não é? Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

Televisão e violência ou violência e televisão

De quando em quando assiste-se a debates inflamados sobre este tema. E pessoas geralmente tidas como tolerantes surgem, neste particular aspecto, com uma intolerância quase fundamentalista. É inegável que a TV pode ser uma montra de violência, quer do ponto de vista ético, quer estético, sobretudo quando a utilização da violência é gratuita, auto justificada, ou quando serve como argumento de primeira-mão (utilizada pelos «bons» em vez do diálogo ou de vias pacíficas) e branqueada e legitimada. As investigações em «laboratório»» mostram que assistir a um filme violento na TV leva as crianças a serem mais agressivas com os bonecos e nas suas brincadeiras. Há que ressalvar, no entanto, que estes estudos não são extrapoláveis para as condições reais, ignorando-se também se esses efeitos se mantêm a longo prazo. Por outro lado, inúmeras situações do dia-a-dia não televisivo (em casa, na escola, na sociedade) têm igualmente uma carga violenta, se bem que por vezes não tão evidente como então separar o peso específico de cada uma destas causas? Será então a TV uma ameaça? Ou será apenas o bode expiatório de todos os males? Será a culpada ou a vítima? Provavelmente, o consumo de TV, quando manifestamente exagerado, será afinal e apenas o espelho trágico de algumas angústias e partes más da condição humana, que existe em toda a gente - crianças, adultos, famílias e toda a sociedade, e do isolamento em que vivem muitas pessoas de várias idades. A associação do fenómeno da «TV babysitter» com a «TV violência» é uma realidade: mais de 80% dos programas são vistos pelas crianças sem supervisão. Este facto é negativo, tanto mais que três quartos dos programas do prime-time têm violência, seja nos próprios programas, seja nos trailers e «promos» de outros programas. Mas, mesmo tendo presenciado numerosos actos violentos no ecrã, quantos terá a criança presenciado na vida real e qual a influência de cada um destes atos na formação da sua personalidade? Uma bofetada do pai, intempestiva, não justificada, vale quantos tiros numa série policial? Ouvir os pais discutirem e agredirem-se verbalmente equivale a quantos rebentamentos de carros armadilhados no Iraque? Ser injustamente castigado pelo educador será o mesmo, em termos de carga violenta, que assistir a um documentário realista sobre o holocausto? Por outro lado, quando falamos de violência na TV podemos estar a referir-nos a muita coisa, não apenas o que surge nas imagens, mas também a banda sonora, linguagem, ritmo, ambiente global, argumento, psicologia das personagens, cenas de brutalidade, crueldade ou medo, subversão, etc., ou seja, falamos de aspetos da forma e do conteúdo. E que dizer da violência real passada nos telejornais, ou da ficcional mais pura como a dos desenhos animados? As crianças gostam, de colher as suas ideias em alguns locais, temperando-as de- pois com as suas fantasias. Ao verem um enforcamento com todos os pormenores acessórios e no contexto que foi, a ideia de ver o que aconteceria, «Como é aquilo?», »Deve ser porreiro dar um salto assim, mas eu depois consigo agarrar-me à corda.», etc, e ainda por cima com material facilmente encontrável (uma corda), pode gerar acção. O hiato de segurança entre estes pensamentos e o comportamento deveriam estar almofadados pela personalidade, valores éticos, clara margem de segurança entre a fantasia e o ato, etc, etc, mas muitas crianças, por diversos fatores, têm essa margem muito ténue e facilmente passam para o «lado de lá» desde que a sugestão valha a pena, convencidos de que dominam tudo e que a qualquer altura mandarão «parar o filme». A imitação dos outros é um valor acrescentado para as crianças - e não será bom tentarem imitar um Fernando Pessoa, uma Maria João Pires, um Obikwelu ou um Simão Sabrosa, e também o senhor que vende os cromos do Noddy, a educadora, a personagem de um livro que se leu, a vizinha do 7° direito, o chefe do pai ou a miúda da turma que tem mais saída... o pai e a mãe? Os comportamentos de imitação podem, assim, ser sinal de que se ama aquela pessoa e que ela representa um modelo, ou uma exploração para descoberta da face oculta desse gesto. Ler Mais...

Sinais que podem levar a suspeitar

Seja durante um brincadeira, seja por que estão zangados, como no caso da Rosarinho, nunca se deve abanar uma criança (ou pegar nos ombros e sacudi-la), porque faz mover a cabeça para trás e para a frente, muito rapidamente e com uma força muito grande. Isso leva a que os vasos sanguíneos se possam romper e causar hemorragias intracranianas, podendo levar a cegueira, surdez, convulsões, futuras dificuldades de aprendizagem, outras lesões cerebrais e da espinal-medula (causa de paralisias) ou até à morte. Cuidar de uma criança nem sempre é fácil e um mar de rosas. E mesmo as melhores rosas têm espinhos, por vezes muito pontiagudos e que fazem sangrar. Evitarmos estas situações, que penalizam a criança e os pais para sempre é a melhor estratégia. Há uma certa confusão entre o que é bater e o que é admoestar através de uma palmadinha na mão ou um açoite na fralda. Há que diferenciar, no entanto, o que são castigos corporais do que é um gesto não humilhante, não violento, e que surge na sequência de um processo que começa com expressão facial, olhar, voz, ordens, e muitas vezes tem de seguir para uma comunicação corporal de imposição de autoridade que nada tem a ver com o bater, em termos de espancar, esbofetear, dar sovas ou outra coisa deste tipo. Por vezes, sobretudo no segundo e terceiro ano de vida, quando as crianças testam os pais à exaustão e não obedecem a nenhuma outra forma de controlo, é preciso os pais imporem-se, caso contrário perderão a autoridade, o que é também traumatizante para a criança, com sequelas a longo prazo. Caso os pais tenham de recorrer a esse método, o que nunca pode haver é desproporção, criar medo, humilhar, fazer doer, agredir (especialmente na face), ser injusto ou ameaçar com castigos de terror, e sobretudo mostrar que os laços de afeto foram cortados. Comportamentos destes são maltratantes. Mas dizer a uma mão de um menino de 18 meses, que insistentemente mexe em tudo e que não dá ouvidos a nada, que está a proceder mal - note-se, dizer à mão, não ao menino - pode ser necessário. Não se deve ser fundamentalista, e não acredito que aqueles que dizem que nunca se deve tocar numa criança tenham conseguido criar os filhos, especialmente até aos anos, apenas com palavras, bons conselhos e troca de olhares. Admitir isto é admitir mais facilmente os limites da intervenção e criar uma linha divisória entre o que é (atualmente, e segundo a nossa cultura) aceitável e inaceitável. Ler Mais...

Medidas preventivas

• rever a instalação elétrica da casa muitas famílias vivem em casas antigas (às vezes não tão antigas como isso mas sem respeito pelas regras de segurança). Será útil rever as instalações e substituir as tomadas e fichas que já se encontram deterioradas ou que oferecem perigo por si só. Uma medida fundamental é instalar disjuntores de segurança que permitam à eletricidade desviar-se para o quadro em vez de passar pela criança. É talvez a medida isolada mais importante; • instalar tomadas e fichas de «terra" nos eletrodomésticos e, idealmente, em todas as tomadas; • escolher tomadas que têm entradas de segurança, ou seja, que dificultam em muito o acesso e o contacto dos dedos da criança com os fios de passagem; • instalar as tomadas em locais «escondidos» e fora da vista da criança, embora essa não seja uma garantia de que a criança não lhe vai mexer; • utilizar «tapa-tomadas» nas que não estão a ser utilizadas escolher modelos que só possam ser retirados com a ajuda de uma ventosa ou chave, uma vez que os dedos do bebé poderão arranjar maneira de tirar os modelos «em barra». É bom tratar disso antes de a criança começar a gatinhar, ou seja, por volta dos 6 meses; • ter cuidado em não estragar tomadas, fichas e fios a massa de que são feitos é frágil e com meia dúzia de pancadas pode partir-se. Cuidado ao arrastar móveis, aspirar, etc.. • evitar a sobrecarga das tomadas com muitas fichas - às vezes vêem-se magotes de fichas todas elas ligadas à mesma tomada, o que leva, especialmente no caso de alguns eletrodomésticos, a um sobreaquecimento que distorce e estraga as fichas e tomadas, a que se soma a acção do peso das várias ligações o ideal é usar tomadas triplas ou quádruplas em barra; • ter cuidado com as extensões, porque acrescentam mais um elemento de ligação, o que constitui um fator de perigo. As extensões desdobráveis (redondas) deverão ser sempre totalmente desenroladas porque, a menos que tenham elas próprias mecanismos de segurança, podem aquecer muito se o fio fica enrolado, podendo provocar um incêndio; • electricidade e água não combinam ou seja, todos os eletrodomésticos e tomadas situados na casa de banho e na cozinha devem ser objecto de ainda mais cuidado. Por outro lado, mexer em aparelhos eléctricos com as mãos húmidas (mesmo em situações tão simples como acender uma luz num interruptor) pode causar a morte. E as crianças muitas vezes lavam as mãos e enxugam-nas a correr, ficando com elas molhadas... apagando de seguida a luz da casa de banho. • não lidar com a electricidade como se fosse uma brincadeira quanto mais pequena for a criança, maior a necessidade de protecção, mas esta mantém-se ao longo do crescimento; apesar da necessidade de um ensino progressivo, não cabe à criança assumir a responsabilidade pela sua própria proteção. Ao aprender a conviver com a eletricidade, é conveniente que se consciencializem desde pequenas que «com a eletricidade não se brinca». E quantas vezes são os adultos a dar o (mau) exemplo, trocando lâmpadas sem desligar o quadro ou pelo menos o interruptor, arranjando em casa eletrodomésticos à frente dos filhos pequenos, etc... são frequentes os casos de crianças que se eletrocutaram porque estavam a imitar os pais a arranjar fios, cortando-os com tesouras ou desaparafusando interruptores ou casquilhos com os candeeiros ligados; • ter especial cuidado, em relação a estes pontos todos, no que toca ao quarto da criança. E já agora também aos locais onde as crianças passam grande parte do tempo: creches, jardins de infância, escolas... e até as salas de espera dos consultórios e dos centros de saúde e hospitais... • não deixar o bebé manusear eletrodomésticos porque passará a ser, para ele, mais um brinquedo para mexer, analisar e «destruir» - e é natural que os eletrodomésticos fascinem a criança, porque mexem; • depois de utilizar os aparelhos, não os deixar ligados ou por arrumar com a pressa isto é muito vulgar. Acaba-se de fazer o que se está a fazer, ou interrompe-se para ir ao telefone ou à porta e é o tempo suficiente para a criança lhes mexer, accionar os botões e magoar-se ou eletrocutar-se; • é importante ter método e ver o mundo pelos olhos das crianças, adivinhando-Ihes a curiosidade (que é grande), a capacidade de se deslocarem (que aumenta enormemente mal começam a gatinhar) e a ausência de noção de perigo (não vale a pena dizer que «a electricidade mata» quando o bebé não sabe o que é morrer, nem sequer o que é a eletricidade...). Ler Mais...
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