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Reflexos dos recém-nascidos

Os bebés têm vários reflexos presentes no momento do parto e que lhes conferem capacidades de sobrevivência. Reflexo de Moro. Se deitar o bebé de costas e lhe elevar as pernas ele abre os braços em cruz e depois fecha-os num abraço. Reflexo busca. Se tocar na bochecha do bebé ele vira a cabeça à procura de alimento. Reflexo de agarrar. Se puser um dedo na palma da mão do bebé ele agarrá-lo-á fortemente com os seus dedos. Reflexo de caminhar. Se segurar o seu bebé de pé numa superfície, ele fará os movimentos de andar. Ler Mais...

Verrugas

Uma verruga é um pequeno alto, duro, na pele, com uma superfície rugosa (como uma couve-flor), de cor branca, rosada ou acastanhada. Dentro da verruga aparecem pequenos pontos que parecem pontos negros. As verrugas podem aparecer em qualquer parte do corpo, mas muito especialmente nos dedos, palma das mãos ou planta dos pés. São geralmente indolores, mas as que se situam nos pés podem causar desconforto ao andar. Mais raramente, uma verruga pode dar comichão, infecta ou sangrar. O vírus que causa as verrugas é da família dos papilomavírus (onde se insere o vírus que causa a infeção que degenera em cancro do colo do útero). O vírus pode ser transmitido de pessoa para pessoa, sobretudo se houver uma ferida ou arranhão. Há crianças que, no entanto, têm verrugas em dadas fases da vida, provavelmente associadas a stresse, baixas da imunidade temporárias ou após doenças debilitantes. Existem preparados para reduzir as verrugas e para matar o vírus. Se necessário, o dermatologista pode queimar as verrugas com laser ou através do frio (óxido nítrico). Ler Mais...

ando os brônquios ficam entupidos…

Como se podem limpar os brônquios, para que a criança possa ventilar melhor? Essa limpeza consegue-se mais facilmente se se ajudar a criança a: • ter as secreções mais fluidas, menos viscosas, mais mobilizáveis, ou seja, fazendo com que, com a mesma «tossidela», o volume de secreções que deita seja muito maior; • soltar essas secreções da parede dos brônquios, onde estão agarradas; • mobilizá-las e deitá-las cá para fora, de forma a que as possa engolir, vomitar, enfim, tirá-las da árvore respiratória. A primeira ajuda é dada pela hidratação das secreções, cujo método mais importante e a atmosfera húmida (veiculada de várias maneiras, desde a panela de água a ferver até aos aerossóis ultrassónicos, com ou sem medicamentos incluídos). Estes últimos permitem atingir os brônquios mais profundos e pequenos, que são nestes casos os que mais precisam. A segunda ajuda é dada pela vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax as tais «pancadinhas»», dadas por exemplo com a palma da mão em concha e com as pontas dos dedos. A terceira ajuda é a chamada drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários setores pulmonares (por acção da força da gravidade). A estimulação da tosse, por vários métodos, que vão desde pedir à criança para tossir até carregar em certos pontos abaixo do pescoço, é outro aspeto essencial. Ler Mais...

Negligência

Negligência Define-se «negligência» como a falha em prover às necessidades da criança, em qualquer dos campos - saúde, educação, requisitos para o crescimento e para o desenvolvimento humano e das competências, talentos e criatividade pessoal, habitação e abrigo, segurança ambiental, conforto, etc. - que, em situação normal, devem ser asseguradas pelos cuidadores. Podem ser muitas as situações de negligência, e a sua definição é diferente de época para época e de cultura para cultura. Não podemos exagerar e pensar que qualquer falha dos pais é um mau-trato por negligência. O que deve definir, quanto a mim, os erros e falhas que entram neste capítulo são os que:
  • falham no provimento das necessidades básicas (falta de agasalhos, constante comida «de plástico» por falta de paciência para cozinhar, não se preocupar com questões como obesidade infantil, não velar pela segurança);
  • correspondem a falhas graves que podem colocarem risco a vida das crianças (deixar uma criança sozinha em casa para ir jantar fora);
  • resultam do incumprimento, por parte dos adultos, de regras que conhecem e das quais sabem a importância (como não colocar a criança numa cadeira de transporte adequada);
  • resultam de um facilitismo por interesse único e exclusivo dos pais (não colocar a cadeira no carro porque se está com pressa);
  • resultam da menorização do interesse da criança, com consequente falha na proteção, porque os adultos colocam os seus interesses à frente dos da criança (por estar numa conversa ao telemóvel, deixar de vigiar uma criança que entretanto foge e cai pelas escadas abaixo);
  • menosprezam os sentimentos e as características de desenvolvimento das crianças (pensar que se pode dizer tudo o que se quer «que eles não sentem», ou ignorar que estão com sono e continuar numa festa até às tantas da madrugada).
Do contacto com a violência resulta a perda da inocência. Mas pode também resultar o stress pós-traumático, que perturba de modo incisivo e por vezes indelével a vida da criança. Vale a pena refletir um pouco sobre o stress pós-traumático, que muitas vezes é ignorado depois de resolvida a parte mais imediata de um evento particularmente desagradável. Para além do apoio às vítimas de agressões ou de outras formas de violência, há que pensar no «depois» porque, passada a refrega, pode subsistir o receio de sair de casa, a desconfiança de ver em cada passante um bandido, o medo dos ambientes estranhos ou a suspeição perante o que não nos é completamente conhecido. O abandono é, como é referido nos artigos al longo deste site, o grande receio das crianças desta idade. E sentir ausência ou passividade das pessoas de referência, mãe e pai, numa altura em que se sente agredida e violentada, é especialmente traumático. Não estou a dizer que a mãe do Manei (caso a seguir apresentado) tenha sido ausente ou passiva, note-se, estou a sublinhar que alguns profissionais não pensam que as crianças, para além das gastroenterites, septicemias, infeções urinárias ou pneumonias, são crianças que, até por se sentirem mal e, enquanto animais, sentirem-se mais perto da morte (com saúde nenhum animal morre), necessitam mais de securização. E numa altura dessas, só os pais podem dar o conforto e o apoio necessários. Além do mais, com a mãe presente, o Manel, ter-se-ia portado melhor e permitido que lhe canalizassem a veia mais depressa. Nas alturas críticas, as crianças deixam-se confortar. Confundir um momento destes com uma birra é não perceber nada de nada. As crianças, em muitos locais, são «toleradas», mas vistas como excrescências que só vêm estragar a festa. É aí que os pais têm de mostrar as suas garras e, com bom senso e lucidez, defenderem os filhos sem medo e sem complexos. Para isso é bom saber a que é que eles têm direito, e depois de dar o desconto de fatores circunstanciais, organizativos e outros, num país que está longe de ser perfeito, não admitir que se passem certos limites, sobretudo se não houver uma razão lógica, científica ou séria. Ler Mais...

Os Reflexos

Assim que nasce, o bebé está equipado com um certo número de reflexos, habitualmente pesquisados nos exames de saúde. A importância que se dá a esses reflexos já não é tão grande como anteriormente, embora ainda desempenhem um papel de relevo na avaliação da saúde de uma criança. Um dos reflexos mais evidentes, iniciado muito precocemente na vida intrauterina, é o reflexo da sucção, indispensável para a sobrevivência da criança. Por outro lado, ao acariciar-se a face de um bebé, ele volta a cabeça para a mão que o tocou, procurando sugar - é o chamado reflexo dos pontos cardeais. É por isso que, às vezes, quando as mães acariciam a face dos bebés durante a mamada, eles parecem «afastar-se» do peito; não se trata de nenhuma rejeição do peito mas apenas a resposta normal à estimulação da face. A sucção consiste em três movimentos diferentes da boca e da língua, os quais provocam uma aspiração potente. Outro reflexo é a procura do seio materno: o bebé mexe a cabeça de um lado para o outro, abrindo a boca, numa tentativa de encontrar o mamilo. dasdfas.jpg">Índiceas<span class=dasdfas" src="http://parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/Índiceasdasdfas.jpg" width="274" height="184" /> Um reflexo que entusiasma as mães e pais (e os irmãos...) na primeira consulta médica é o reflexo da marcha automática. Posta de pé a criança esboça passadas, do mesmo modo que, mantido à superfície da água, agita os braços e as pernas, simulando nadar. Na posição de sentado, o recém-nascido é também capaz de ensaiar tentativas de segurar a cabeça em posição vertical. É indiscutível que os bebés estão, ao nascer, «programados» para saberem sentar-se, andar, ver e até nadar. Outro reflexo muito conhecido é o da preensão. Basta tocar na planta do pé ou na palma da mão de um bebé para ele fechar automaticamente os dedos com força. Acariciando o lado contrário o dorso do pé ou da mão - a criança abre os dedos. O reflexo do abraço, ou de «Moro», é um reflexo de defesa, que por vezes assusta os pais. Deixando cair a cabeça para trás, o recém-nascido estende o pescoço, abre e fecha os braços e as pernas e agita-se.

O que é a Icterícia?

A icterícia 6 a coloração amarelada da pele e das conjuntivas que tom a ver com dois factos: por um lado a imaturidade do fígado do bebé, por outro a grande destruição fisiológica dos glóbulos vermelhos por o bebé passar de um ambiente pouco oxigenado (como o útero) para um ambiente cheio de oxigénio. Precisará, pois, de menos glóbulos e os produtos de destruição desses glóbulos, se o fígado ainda não estiver bem preparado, dão origem a um produto amarelo, a bilirrubina, que vai colorir a pele e os tegumentos. As "Ciências fisiológicas (normais) começam aos dois dias de vida, e o bebé está bem, com as fezes bem coradas e o xixi normal. As patológicas, como as que estão ligadas a incompatibilidade dos grupos sanguíneos, começam logo a seguir ao parto e dão sintomas. De qualquer forma, uma coisa que nunca se deve usar é a água das pedras, como era costume em algumas regiões dos pais. Só irá servir para o bebé se encher de ar e ficar com gases e cólicas Na maternidade fazem imediatamente a distinção entre o tipo de icterícia. E se for fisiológica (por vezes prolongada mais peto facto de o bebé estar a mamar ao peito, mas sem que isso traga qualquer problema) o que se deve fazer é esperar... Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Desenvolvimento

Com que reflexos nasce o meu bebé? Nasce com o reflexo de sucção que consiste em três movimentos diferentes da boca e da língua, os quais provocam uma aspiração potente. Outro reflexo é a procura do seio materno: o bebé mexe a cabeça de um lado para o outro, abrindo a boca, numa tentativa de encontrar o mamilo. Um reflexo que entusiasma os pais é o da marcha automática. Posta de pé a criança esboça passadas, do mesmo modo que, mantido à superfície da água, agita os braços e as pernas, simulando nadar. Na posição de sentado, o recém-nascido é também capaz de ensaiar tentativas de segurar a cabeça em posição vertical. Outro reflexo muito conhecido é o da preensão. Basta tocar na planta do pé ou na palma da mão de um bebé para ele fechar automaticamente os dedos com força. Acariciando o lado contrário - o dorso do pé ou da mão - a criança abre os dedos. O reflexo do abraço, ou de «Moro» (em homenagem ao pediatra que o descreveu), é um reflexo de defesa, que por vezes assusta os pais. Deixando cair a cabeça para trás, o recém-nascido estende o pescoço, abre e fecha os braços e as pernas e agita-se. O meu bebé vê quando nasce? Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objecto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objecto. Esta atividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. A visão a cores só se estabelece cerca dos 4 meses de vida. Posso tirar fotografias ao meu bebé? Já repararam que, quando se tira uma fotografia a uma criança, os olhos ficam sempre encarnados? Essa tonalidade encarnada/alaranjada corresponde, nem mais nem menos, à imagem dos vasos sanguíneos da retina. Entre o disparar a máquina e o impressionar da película ou do chip, a luz tem tempo de ir, bater na retina e voltar. Só depois os olhos se fecham. É, no fundo, como se estivéssemos a fazer um exame ao fundo do olho, como os oftalmologistas fazem. Isto quer dizer que, cada vez que tiramos uma fotografia a uma criança, estamos a sujeitar a retina a uma estimulação luminosa fortíssima, intensiva e brusca. Que não é nada recomendável, se pensarmos que os vasos da retina e a própria retina estão em formação. O meu bebé deve usar óculos escuros no Verão? Os olhos das crianças não conseguem filtrar este tipo de radiação, pelo que ela entra mesmo até à retina, sobretudo quanto mais novo for o bebé, e a repetição desta exposição, ao longo dos dias, pode causar queimaduras irreversíveis que, anos mais tarde,ocasionarão problemas complicados de visão. É por isso altamente recomendável que as crianças, desde bebés, usem óculos escuros na praia e sempre que os dias estejam luminosos, mesmo no dia-a-dia. O bebé sente o cheiro da mãe? A criança possui, desde os primeiros dias, um olfacto suficientemente apurado para reconhecer o cheiro da mãe. Alguns autores pensam, inclusivamente, que o olfato pode estar mais desenvolvido nos recém-nascidos do que nas crianças de mais idade. Quando é que o bebé começa a sorrir? O primeiro sorriso aparece cerca das seis semanas. O sorriso intencional, porque antes há sorrisos esporádicos que se crê serem mais aleatórios do que expressos. É fácil perceber que o sorriso é intencional, porque não é apenas a boca que se abre os olhos brilham, o corpo agita-se e o bebé irradia felicidade. Como posso ver se o meu filho ouve bem? Logo depois de nascer pode avaliar-se a audição do bebé, provando que volta nitidamente os olhos ou a cabeça na direcção do som. Por outro lado, ruídos inesperados (como o estrondo de uma porta a fechar-se) provocam uma reacção de agitação ou «sustos» (reflexos de Moro) enquanto barulhos rotineiros e mantidos (como o som de um aspirador) não lhes provocam qualquer reacção. Quando começam a dar os primeiros passos? Como tudo no desenvolvimento, pode variar, mas normalmente e fugindo sempre à palavra normalidade, por volta dos 12 meses. E se ele tiver 18 meses e não andar? Pode-se afirmar que a maioria das crianças que não andam até aos 18 meses são perfeitamente saudáveis e isso não corresponde a nenhum problema. Os sinais de alarme relativamente ao desenvolvimento infantil deverão ser vistos numa perspectiva global: se a criança não anda, não fala, já teve atrasos noutros parâmetros, enfim, se o seu desenvolvimento global está perturbado, então já é mais provável repito, provável, que exista um problema. Quando deve usar sapatos? Muitos pais, na ansiedade de ver os bebés a andar, começam a pôr-lhes sapatos cedo demais. Antes dos 12-18 meses não há necessidade de sapatos, a não ser em ocasiões especiais - festas, saídas, etc. Preferencialmente o bebé deve andar descalço, com meias antiderrapantes se o solo estiver frio Quando começam a dizer as primeiras palavras? As primeiras palavras, com sentido, são geralmente ditas com cerca de um ano de idade. É fundamental estabelecer a comunicação com o vosso filho, quer verbal, quer não verbal. No que toca à fala aconselho a que falem com ele, cantem, contem histórias, expliquem o que estão a fazer... Há diferença entre o desenvolvimento de uma rapariga e de um rapaz? Existem algumas diferenças marcadas entre os sexos, em algumas áreas do desenvolvimento, como é o caso da destreza física, da linguagem verbal, da percepção cognitiva, e também em áreas do temperamento, como o sentido da responsabilização, a maturidade psicológica e afetiva, o adiamento da recompensa. Sabe-se também que as raparigas são mais precoces no gatinhar e no andar. E dizem geralmente primeiro algumas palavras e pronunciam-nas melhor. Como posso ver se o meu filho está a desenvolver-se corretamente? Cada bebé tem o seu ritmo. Uns ocupam-se de uma área do desenvolvimento de cada vez. Outros evoluem gradualmente em várias. Mas não se preocupem, pais, no final, todos chegarão onde devem chegar. Não devem entrar em comparações porque, e mais uma vez, cada bebé é um bebé único e incomparável. Quando é que o meu bebé começa a rodar sobre si próprio e a sentar-se sozinho? Por volta dos seis meses de idade. Aos nove meses, já se sentam sem ajuda durante 10 a 15 minutos, mantendo o equilíbrio, sentado, enquanto faz outras atividades (tentar agarrar um boneco, por exemplo). O que é o teste do pezinho? Trata-se de um rastreio de doenças que estão numa fase latente e que, se forem diagnosticadas precocemente, têm soluções que permitem ao bebé não vir a sofrer as consequências (geralmente muito graves) da doença deixada «à solta». Deve ser feito entre o 4.° e o 7.° dia. Ler Mais...
Veia na palma da mao doendo | Para Pais.