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Ir ao teatro

A frequência do teatro, como espetador, deve começar cedo (3 anos, em média), porque tem numerosas vantagens: • apreciação do teatro como experiência estética; • progressiva consciencialização dos valores culturais e sociais; • desenvolvimento da ideia de que é possível contar histórias aliciantes com cenários pequenos; • tirar a ideia do «pronto a comer» dos efeitos especiais que abundam nos filmes, mostrando que uma pessoa, sem mais nada, tem tudo o que precisa para encantar os outros durante largo tempo; • aprendizagem de que a mesma pessoa pode desempenhar várias tarefas e ser várias personagens, bastando para isso encarnar quem está, no momento, a representar; • partilha de uma forma de arte comunitária, das mais antigas; • aprendizagem do exercício de rigor que é decorar um texto, seguir o enredo, não atropelar as falas dos outros e entender o seu lugar no puzzle; • aumento dos conhecimentos sobre a história e as suas personagens. Existem inúmeras companhias de teatro portuguesas que, com frequência, levam à cena peças para crianças, designadamente em meio rural. Existem milhares de pequenos clubes e agremiações que podem, se algum adulto avançar, levar à cena peças em que as crianças participam de fio a pavio. Que tal vencer a preguiça e levar as crianças a essas peças? Para além de ser, quanto a mim, uma obrigação dos pais( tenho a certeza de que os próprios adultos acabam por gostar e por reviver muitas coisas da sua infância. Para isso, também, é preciso que a criança se habitue, desde muito cedo, a ouvir histórias, a dramatizá-las, a contá-las pelas suas próprias palavras, mesmo que inventando passagens e traindo a fidelidade da versão original. E também importante que a criança se habitue a analisar os acontecimentos da vida real e a imaginá-los com todos os ingredientes da representação teatral - que tal aproveitar os longos caminhos de e para casa, fechados no automóvel, para ir treinando essa arte? E melhor do que estar a vociferar constantemente porque o trânsito está caótico. Para além da casa e da escola, é necessário que toda a comunidade se entusiasme com o teatro - que as autarquias facilitem espaços para se levarem à cena peças teatrais, que as entidades públicas e privadas fomentem o teatro de e para crianças e as idas ao teatro. Numa palavra, que se reavive o teatro como força motriz da sociedade. Será pena esquecer e diminuir uma arte tão antiga e que tantos serviços pode prestar às pessoas e à comunidade. A racionalidade e a emoção precisam de andar, novamente, de mãos dadas.   Ler Mais...

As crianças gostam do teatro – e o teatro gosta das crianças

Não deverá existir nenhuma criança que não goste de fingir, de imaginar, de entrar no  mundo do irreal, da fantasia. Algumas passam lá bastante tempo e criam (e recriam) ambientes e pessoas, como os amigos imaginários, que menciono no capítulo do Desenvolvimento e Comportamento. Mesmo sem chegar a esse ponto, é vulgar as crianças brincarem com bonecos ou umas com as outras, simulando autênticas peças de teatro, muitas vezes com argumentos decalcados da vida real, nos quais espelham o que lhes agrada e desagrada, e através dos quais sublimam algumas das suas frustrações. O teatro (muitas vezes designado, nestas situações, como role play ou dramatização) é muito importante para ajudar as crianças desta idade a ultrapassar situações em que os seus naturais mecanismos de defesa levam a atitudes tímidas e, até, demasiado prudentes. E ajuda-as também, através do desempenho de vários papéis que, na vida real, lhes estão vedados, a entender o porquê dos adultos, e a perceberem melhor porque é que os pais e educadores tomam certas atitudes ou exigem determinados comportamentos.                                                                                                                                   Ler Mais...

O teatro «a sério»

À medida que a idade aumenta, a capacidade das crianças para decorar papéis e representar peças escritas por outros também é maior. Assumir a pele de outros (no desempenho e na representação dos sentimentos) é indispensável para compreender o mundo e as pessoas. O teatro é a alma desta aprendizagem, envolvendo a mente, o corpo e a criatividade e imaginação. A pouco e pouco vai aumentando a estruturação das peças, criando situações originais a partir das vivências diárias e, ao mesmo tempo, imaginando-se num mundo fantástico e mágico onde tudo é possível. É assim essencial que, em casa e nos jardins-de-infância, se estimule este tipo de atividade e se invista na elaboração e desempenho de peças de teatro, atribuindo às crianças um papel fundamental em todo o processo. Porque não aproveitar ocasiões como as reuniões familiares ou os fins de trimestre e festas na escola? Sempre é melhor do que estar toda a família a olhar para a televisão ou a passear rotineiramente por centros comerciais. As crianças de 3-5 anos gostam particularmente de representar para um público de adultos, e estes têm de lhes dar a oportunidade, sem interferir demasiado. Nos jardins-de-infância pode desenvolver-se o teatro, o que estimula vários tipos de atividades: desempenho nas peças, direção, palco, cenografia, guarda-roupa, elaboração dos scripts, ensaios. Para além do desenvolvimento pessoal, cresce o trabalho de equipa, e de uma equipa concertada e articulada. Convém também não esquecer pormenores necessários para abrilhantar a festa:  as luzes, os decors, etc., e isso ser feito com a colaboração das famílias. Ler Mais...

O teatro

É bom ser-se inteligente, seja lá o que isso significa... mas ser-se inteligente «racional», apenas, é de uma grande pobreza e não leva a altos voos. Durante muito tempo, as crianças (e os adultos) eram avaliados pelos seus Ql's, com tudo o que isso tinha de falível, errado e até de perverso. Os estudos mais recentes sobre a inteligência mostraram que tão ou mais importante que «saber» é «saber lidar», é «saber relacionar», é «saber sentir». Foi esse um dos pontapés de saída para  valorização da inteligência «emocional», uma das grandes armas de que o ser humano dispõe e que lhe permite sofrer, mas ser feliz, hesitar, mas decidir, raciocinar, mas optar. Muitas crianças têm dificuldade em lidar com os sentimentos, angústias e medos, são tímidas e desenvolvem pouco a sua inteligência emocional, carecendo assim de factores fundamentais para a «luta do dia-a-dia». que a inteligência racional, só por si, não fornece. Aceitar que uma criança tem de «sentir» é essencial, e por isso não basta «abrir a cabeça aos meninos e enchê-la de informação ou mesmo de conhecimentos». Os saberes adquirem-se através de um perspicaz equilíbrio entre as duas formas de inteligência - a racional e a emocional.   É por isso que o teatro, espaço aberto para a exposição segura do «eu», espaço de criatividade fundamentado na realidade, espaço de lazer e de diversão onde se fala de coisas muito sérias, é um excelente veículo para poder exercitar o relacionamento destas duas vertentes da inteligência, tantas vezes separadas e vistas como antagónicas. Ler Mais...

Prós e contras de aprender línguas

Nada é perfeito, e portanto pode haver vantagens e inconvenientes - o mais importante é conhecê-los para os evitar. Mesmo sem ser por necessidade, como é o caso de ter pais de nacionalidades e línguas diferentes, há enormíssimas vantagens em, de forma tranquila progressiva, aprender línguas estrangeiras. Existem, aliás, diversos DVD's de personages que os miúdos adoram (Noddy, Muzzy) que procuram explorar essa enorme capacidade das crianças. Quanto mais cedo, melhor - um bebé aprende duas línguas com uma facilidade notável, não as confundindo. Com os atuais movimentos migratórios, globalização, deslocamento das pessoas, a probabilidade de passar algum tempo num país diferente i maior - saber inglês, por exemplo, torna-se fundamental. O multilinguismo está associado a um desempenho globalmente melhor na leitura e na de cabeça ou dacriostenose em vez de aperto do canal lacrimal. Ler Mais...

Vantagens do aleitamento materno

As vantagens do late humano sobre o leite de outros animais, designadamente o leite de vaca dos substitutos do leite materno e apesar de todas as modificações e melhoramentos Que este sofreu através do tempo e graças à tecnologia, são tunda mentalmente três: 1. As proteínas são humanas, portanto adequadas â espécie humana, o que tem grandes Implicações a nível do muito menor desenvolvimento de doenças alérgicas. 2. O leite humano tem anticorpos, enzimas, e muitos outros elementos- «vivos», que não existem no leite comercial, e que aludam a melhorar a imunidade do bebé, numa altura em que ele está especialmente carente e vulnerável, bem como auxiliam a digestão do próprio mito De qualquer modo não esqueçamos que esses elementos passam durante os nove meses de gravidez e que, portanto, o bebé não está «a zero» em termos de defesas. 3. A experimentação olfativa e de pala dar que a criança alimentada ao perto tem, 6 incrivelmente mais vasta do que a monotonia da alimentação com substitutos do leite materno. Há cada vez mais factos científicos, fundamentados por estudos, onde se relaciona o desenvolvimento da memória com as experiências olfativas. Não insistirei noutras vantagens, muitas vezes referidas, como a relação de afeto entre a mãe e o filho porque, com toda sinceridade, creio que se pode estabelecer essa mesmíssima relação através de um biberão, desde que dado com amor. No entanto, tem-se demonstrado cientificamente que os bebés alimentados com leite humano têm menores probabilidades de ter gastroenterites, infeções respiratórias e alergias, comparativamente com os bebés alimentados a biberão. Claro que falamos de probabilidades e não de certezas, pelo que não devemos considerar à partida o leite humano como um «passaporte para a felicidade» ou os seus substitutos como «uma certeza de doença». Ler Mais...
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