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Os ciclos do sono

A passagem do estádio de acordado para sono profundo, que nos adultos se faz rapidamente, não acontece na criança de 1-2 anos, salvo se estiver muito cansada. Assim, quando adormece fica um tempo em sono leve antes de aceder, depois, ao sono profundo. Este período vai diminuindo com a idade. Por volta dos 4-5 anos, já simplesmente «caem para o lado», quase como se se desligasse um interruptor. Só quando a criança começa a ficar mais mole e a respiração se torna regular, até pesada, se pode pensar que entrou em sono profundo - já podem deitá-lo e escapulir-se do quarto. Ler Mais...

Tenho um sono muito profundo e receio não ouvir o meu bebé chorar. Isso é possível?

Esta é uma preocupação comum para muitos novos pais, mas pode estar certa de que será muito pouco provável que durma com o seu bebé a chorar. Muitos novos pais descobrem que não dormem tão profundamente depois do parto, o que em parte pode ser uma preocupação subconsciente de poderem ter um sono muito profundo e não cuidarem das necessidades do bebé. Ter de início o bebé a dormir no seu quarto e, mais tarde, utilizar um monitor de bebés quando ele se mudar para o quarto dele ajudará a manter a sua confiança em como ouvirá o seu bebé durante a noite. Será boa ideia tentar dormir um pouco durante o dia e dormitar enquanto o seu bebé dorme, pois isso significará que não estará exausta quando for para a cama à noite. Também deverá aprender a acreditar na maior de todas as prontidões: o seu instinto materno natural. Ler Mais...

Hábitos e ritmos de sono…

Durante a noite o sono tem vários estádios e ciclos. Vejamos primeiro o que se passa com os adultos, para depois perceber o que vai na cabeça dos bebés. Quando uma pessoa desliza para o sono, os centros cerebrais mais importantes começam a entrar em descanso e, gradualmente, «desligam». Entra-se então no chamado estádio de sono profundo, tranquilo ou «não-REM» (de REM - rapid eye movements ou movimentos rápidos do olho, porque nesta fase não se observa este fenómeno). O corpo está parado, a respiração é curta e regular, os músculos estão relaxados e a pessoa está mesmo fora de ação. Passada cerca de hora e meia, recomeça a actividade cerebral com uma atividade mental crescente - entra-se na fase de sono leve, activo ou REM (porque aparecem os movimentos rápidos do olho). Nesta fase o cérebro tem uma atividade muito grande, de arquivo, comparação, análise, regulação dos estímulos, ideias, etc. É quando se tem sonhos, a pessoa volta-se na cama, ajusta os cobertores, e é quando nos levantamos e vamos à casa de banho, voltamos para a cama e regressamos ao sono profundo. Estes ciclos de sono pesado-sono leve continuam durante a noite: em média, um adulto acaba por estar seis horas em sono profundo e duas em sono leve, mas entremeado. Nos bebés as coisas são diferentes. A passagem do estádio de acordado para sono profundo, que nos adultos se faz rapidamente, não é possível nos bebés. Assim, quando adormece, o bebé fica um tempo em sono leve antes de cair, depois, em sono profundo. Imaginemos o vosso bebé, cheio de sono, com o «João Pestana» a baixar-lhe as pálpebras (como quem diz, chega de estímulos!, vamos dormir!). Às tantas deixa-se cair nos vossos braços mas as pálpebras ainda não estão quietas, a respiração ainda é irregular, as pernas e braços estão fletidos mas assusta-se com sons ou movimentos bruscos, e às vezes até sorri.

Conselho

Não basta apenas pôr o bebé a dormir. É preciso encaminhá-lo para o sono... E quando o vai deitar ele... acorda. Ainda estava na fase de sono leve... Outra vez. Embala-o, dá-lhe chupeta, dá-lhe até leite, continua com o ritual ao qual já se habituou. O bebé começa a ficar mais mole, a respiração torna-se muito regular. Entrou em sono profundo já pode deitá-lo e escapulir do quarto dele. A primeira fase de sono leve, nos bebés pequenos, dura cerca de vinte minutos. No final do primeiro ano de vida, para a maioria dos bebés, este período torna-se mais curto. Mas a regra subsiste: se tentarmos deitá-los na fase de sono leve, com a pressa de nos despacharmos, o mais provável é que ele acorde e o tempo que se gasta no adormecimento acaba por ser maior. Outro aspecto é o de os ciclos de sono serem mais curtos. A fase de sono pesado dura cerca de uma hora. Se o bebé já re-entrou em sono leve, então poderá acordar se houver estímulos desagradáveis ou intensos (frio, dores, fome, barulhos, vozes altas, etc). Quando isso acontece, são necessários mais dez minutos de conforto, embalar, etc, para o bebé voltar a cair no sono pesado. Mas ainda não é para o resto da noite. Pois... Mais uma hora e o sono leve aí está... Os bebés têm mais episódios de sono leve, em que podem acordar com estímulos e incómodos. A maioria das más noites tem a ver com a dificuldade em reentrar no sono depois de acordar durante os picos de sono leve. Para um bebé pequeno, o readormecimento só se faz se o bebé sentir e pressentir um estado ambiental de total segurança. E nem sempre a «leitura» do bebé corresponde à realidade... mas como quem vai adormecer, neste caso, é o vosso filho... Outro aspecto importante é que a qualidade do sono dos bebés é mais influenciado pelo temperamento e características do bebé do que com as capacidades e habilitações dos pais para adormecer o filho. Ler Mais...

O que fazer em caso de corte?

Em caso de acidente, desinfectar o corte e colocar um penso compressivo (fazer pressão durante alguns minutos, para parar a hemorragia, e depois colocar um penso rápido). Se o corte for muito profundo, grande ou continuar a sangrar, será então necessário ir a um serviço de urgência. Ficam aqui algumas sugestões para ajudar a diminuir o enorme número de ferimentos por cortes não esquecendo que os bebés aprendem sobretudo através do exemplo e da imitação, pelo que é importante observar sempre as regras de segurança na utilização de objetos cortantes. À medida que crescerem e tiverem que aprender a utilizar estes instrumentos, que o façam sob a supervisão e orientação do adulto, com calma, jeito e atenção. Ler Mais...

Qual é a melhor forma de aliviar a dor no trabalho de parto?

Como cada mulher e cada trabalho de parto são muito diferentes, é difícil dizer qual a «melhor» forma de aliviar a dor. Isso também dependerá dos mecanismos individuais de lidar com a dor e do limiar da dor. Há muitos tipos diferentes para o alívio da dor incluindo terapias alternativas como a aromaterapia, acupunctura, kits homeopáticos, reflexologia e hipnose de parto (utilização de auto-hipnose para alcançar um estado de profundo relaxamento), métodos naturais como a água, massagens, TENS e posições que pode adotar, e drogas, como gás e oxigénio, petidina e epidural. A sua parteira falará consigo sobre as diferentes opções disponíveis e as vantagens e desvantagens de cada uma. Ler Mais...

Sonambulismo

Define-se sonambulismo como o «semi-acordar e andar». Em certa medida, é semelhante ao terror nocturno, dado que se fica na tal zona cinzenta entre o acordar e não acordar, no final do ciclo não-REM equivale ao sono profundo. Pode corres der a fases de transição de ritmo de sono a sonhos, e ocorre cerca de duas horas deitar, embora seja variável de pessoa pessoa. Quando se sonha, o corpo imobilizacaso contrário viveríamos os sonhos uma forma activa. Em algumas pessoas (sobretudo crianças) os mecanismos «paralizaçâo» não estão completamente desenvolvidos, pelo que se vive o sonho a fase de transição de ciclo deambulando pela casa, com a percepção instintiva e o alerta necessários para não ir de encontro às coisas, mas podendo, por exemplo, distraídos com o sonho, fazer coisas que se podem tornar perigosas. O sonambulismo passa com a idade, mas se piorar ou estiver a causar grande stresse familiar, é importante falar com o médico-assistente hipótese de consultar um psicólogo. Ler Mais...
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