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Há gémeos na nossa família. Quando é que poderão verificar se vou ter gémeos?

A maior parte das mulheres descobre que vai ter gémeos na ecografia de data entre as 10 e as 14 semanas. Muito raramente, um dos gémeos está escondido na primeira ecografia e é visto na segunda, mas hoje em dia isso é menos provável devido aos avanços nas ecografias. O historial de família também dá uma ideia da possibilidade de gémeos mas só se forem não idênticos ou dizigóticos. Ler Mais...

A mudança corporal até aos 3-4 anos

Um dos fenómenos que inquieta os pais e põe à beira de um ataque de pânico é a mudança no feitio do corpo, que ocorre até aos 3-4 anos, e que transforma o bebé rechonchudo numa criança esguia. A criança estiliza o corpo e perde os refegos da barriga, coxas e queixo. Cresce «para cima-. Surge o pescoço, escondido pelos duplos e triplos queixos Os braços tornam-se mais finos. As curvaturas da barriga desaparecem. A tudo isso se junta a perda do «ar de bebé» para, juntamente com a autonomia e poder de decisão, passar a ter um aspeto de «mais velho». O não entendimento deste fenómeno leva a que pais e avós pensem que está a emagrecer, mesmo que continue a pular e a saltar, cheia de energia. Há que entender este percurso - que não se reflete na evolução do peso e da estatura como um fenómeno normal e desejável, porque corresponde a um alongar do corpo e à perda de massa adiposa que não interessa mais ao corpo manter. Ler Mais...

Quando as coisas não correm como queremos…

A maturação dos esfíncteres anais precede a maturação da bexiga, o que tem a ver com a complexidade do processo neurológico subjacente. Um presente. Mas, poderíamos perguntar «mas que raio de presente» seria este. O que é certo é que o dizemos. E se isso acontece - com o cocó e não com o xixi - é porque há um significado escondido nestas palavras. A alimentação é, como referi já várias vezes, um momento solene e um ato vital. O que comemos torna-se parte de nós - «somos o que comemos», dizem os nutricionistas. Ao expulsarmos algo de nós próprios não o poderemos fazer - e isso só nos fica bem e mostra quanta auto-estima temos -, para o vácuo, para o desconhecido e, principalmente, para nada. Muitas crianças sentem-se mal ao fazer cocó sem qualquer «sentido lógico». No fundo, é dar o presente, sem sequer ser embrulhado, a ninguém. A fralda representa um embrulho - qualquer dos Leitores, quando vai dar uma prenda a alguém, embrulha-a sempre. E dar aos pais, que são as pessoas mais queridas, tem um significado ainda maior. O que há que fazer é convencer a criança que o seu cocó, feito no bacio ou na retrete não se vai perder, como descrevo no caso acima. Ler Mais...

«Mas ele não dorme nada!»

Pois é... e os pais também não, não é? É isso que fundamentalmente os preocupa. Pode ser que eu esteja a ser injusto, mas o problema das crianças que dormem mal é sobretudo um problema dos pais... Uma coisa que todos os pais têm que prever é que os seus hábitos de sono sofrerão alterações. Não é obrigatório que o bebé durma mal, entenda-se, mas porque os seus sistemas de alerta vão estar ativados, e as fases de sono dos pais mudarão em relação ao padrão normal de um adulto. E às vezes ELES dormem mesmo «mal». Há um tempo em que o bebé julga que o objeto que foi escondido desapareceu, mas, mais tarde, ele saberá que não desapareceu e irá procurá-lo. Ou seja, sabe que embora não veja o objeto ele continua a existir, e sabe onde o encontrar. E isto é válido tanto para os brinquedos como para as pessoas que têm significado na vida dos bebés. Adormecer sozinho exige essa gigantesca capacidade de sentir que os outros estão lá, mesmo não estando fisicamente. E mais, exige uma capacidade incomensurável para «estar só» e saber «estar só». Parece quase incrível como se pode exigir tanta maturidade a criaturas tão pequenas...

«O tempo de dormir é o tempo de separação, e como qualquer separação ela só é possível de ser vivida de forma saudável quando co-existe o sentimento de segurança.»

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Os pais estão aqui, mas não estão – uma fantasia muito grande para uma criança…

Adormecer é aceitar o tempo de separação, e qualquer separação só é vivida de forma saudável quando coexiste o sentimento de segurança. Foi logo a partir do 6.°-9.° mês - lembram-se? - que o vosso filho começou a saber que o objeto que foi escondido não tinha desaparecido e ia procurá-lo. Ou seja, sabia, como sabe agora, que embora não visse o objecto, ele continuava a existir, e sabia onde o encontrar E isto era válido tanto para os brinquedos como para as pessoas que têm significado na sua vida. Era e continua a ser, mesmo já estando mais crescido. E para uma criança haverá alguém mais significativo do que os pais? Adormecer sozinho exige a gigantesca capacidade de sentir que os outros estão lá, mesmo não estando fisicamente. E mais, exige também uma capacidade incomensurável para -estar só» e saber -estar só». Este é um aspecto que, a par do que referi sobre a necessidade de segurança, constitui uma pedra basilar para entender as questões relacionadas com o (mau) sono dos nossos filhos. Há pois que programar, preparar e exercitar essas capacidade, para a criança sentir que os pais estão, mas não estão, para que mesmo nos maiores momentos de vulnerabilidade, como a noite, a criança esteja estruturada. Sem ansiedade e com a presença dos pais no coração, na cabeça e nas representações de segurança. Os objectos transicionais são importantes. É por isso que os mantemos, porventura, toda a vida Seja a almofada a que nos agarramos, mais do que um simples apoio para o pescoço, seja a outra pessoa que partilha a nossa cama, seja até, como acontece com alguns adultos, o urso de peluche da infância (que muitas vezes dizemos ser um simples adorno sobre as colchas ou na mesa-de-cabeceira). O significado destes objectos reside na segurança que transmitem, como se fossem um daqueles arautos do rei que, durante a noite e a madrugada, anunciavam nas ruas medievais: «São duas da manhã, bom povo,e tudo vai bem.» O objecto deve ser escolhido pela criança e ter tudo o que precisa para fazer as funções que queremos dele. Se for fofinho, com pêlo (se não houver alergias...), macio, com expressão tranquila e feliz, se albergar bem um nome - como o coelho Alberto -, tem mais hipóteses de representar essa segurança. Uma fralda pode, muitas vezes, fazer a função - é importante, nos primeiros tempos em que ela vai desempenhar essa função, que não se lave demasiado a fralda e que, se a criança gosta de uma particularmente - porque tem cores, bonecos, folhos ou qualquer outro símbolo não se pense, na nossa visão de adultos, que «uma fralda é uma fralda e portanto tanto faz». Não faz. E se aquela de que o nosso filho gosta foi para lavar ou se  estragou de tanto usada, há que explicar que lhe vamos dar uma nova, mas que é uma sucessora da outra. O uso de perfumes pode ajudar. O perfume da mãe, no boneco ou na fralda, ajuda a entendê-la como presente, dado que o olfacto é dos sentidos mais poderosos e também um dos mais representativos na memória viva. Ler Mais...

Como pode a comunicação correr melhor?

Se levarmos em conta alguns itens, a comunicação com as crianças de 1 -5 anos será mais fluida e mais eficaz: • Estar disponível - que passa por mudarmos o nosso humor ou disposição para escutarmos (e não apenas ouvirmos) o que os nossos filhos têm para dizer. Mesmo que sejam banalidades e coisas óbvias, para crianças que estão a começar a raciocinar e a concluir coisas, o que estão a dizer é de uma importância enorme. Além disso, mesmo que tenham acabado de o dizer há 5 minutos, a importância é tal que repetem, para ter a certeza de que os pais ouviram a sua mensagem. É um desrespeito ouvir e nem as olhar nos olhos, ou ouvir e dizer «sim-sim» de uma maneira distante e como quem diz «meiga, desampara a loja»-. As crianças não são parvas e gostam de ser respeitadas, quanto mais não seja para respeitarem os outros e darem ouvidos aos pais quando os mandam para o banho; • Ser um bom ouvinte - não basta ouvir, é preciso escutar, e não basta escutar, é preciso conversar, mas sem interromper. Uma criança desta idade precisa de tempo para dizer o que tem a dizer, mesmo que o adulto já tenha percebido o final da frase ou o resto do pensamento. Interrompê-la é humilhá-la, não promovendo o poder de síntese e de expressão. Ser um bom ouvinte não é concordar com tudo o que a criança diz, mas é escutá-la como se fosse, para nós, pelo menos tão interessante como para ela - se menorizamos o que a criança transmite, também ela usará o mesmo modelo e não ligará nada ao que lhe dizemos, porque não lhe interessa; • Mostrar empatia - a conversa tem de ter toques emocionais: «Foi? A sério? Mas o Artur fez-te isso na escola? E tu ficaste muito triste? Tens razão para isso...». A empatia não é, contudo, apenas quando se concorda. «Foi? O Artur fez-te isso na escola? E tu ficaste muito triste? Mas olha que ele é capaz de ter tido razão...». E mostrar que se entenderam os sentimentos: «E tu ficaste triste, não foi?»; • Desenvolver o poder de passar mensagens - uma criança desta idade, se sente que foi escutada estará disponível depois para ouvir. E para integrar o que lhe dissermos: «Ouve, se calhar tu não devias ter tirado os carrinhos ao Artur, porque depois ele também ficou triste e foi por isso que te bateu O que dizemos tem de ser acompanhado de sintonia com as expressões corporais Dizer «não- e rir às gargalhadas, ou dizer sim com cara feia (a menos que se esteja a brincar e a criança entenderá) pode criar alguma ambiguidade na mensagem. É necessário falar uma linguagem que a criança entenda E no final perguntar (com voz afetiva): «Percebeste o que eu queria dizer ou queres que explique de outra maneira-, mais do que um tronituante «Ouviste?- Porque, porventura, ouviu, mas não percebeu. Da mesma forma, há que sublinhar o desagrado com um tom de voz adequado: -Rui, estava a chamar-te há horas e tu escondido. Não vês que o pai ficou aflito por não saberes onde é que tu estavas? Tens de pensar que o pai gosta muito de ti e se preocupa contigo.» • Ser um bom modelo - as crianças aprendem, especialmente depois do primeiro ano de vida, a copiar o modelo comunicacional dos pais. Até as expressões coloquiais copiam, o que faz as outras pessoas comentarem: «É igual ao pai», «Parece a mãe a falar». Se a partir do ano usarmos palavras que expressam sentimentos, mais do que transparecer cólera ou agressividade, as crianças aprenderão que não é preciso gritar para dizer da sua cólera, ou rir alarvemente para expressar o seu contentamento. Trata-se, ademais, de um excelente exercício de autocontrolo; • Recusar autoritarismo (com o consequente hipercontrolo e rigidez) ou permissividade (com a consequente «balda» e caos). Ler Mais...
Utero escondido | Para Pais.