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Falar é parte de comunicar

A fala é parte da linguagem e a linguagem parte da comunicação. Comunicamos notícias boas e notícias menos boas. Trocamos ideias, apoiamos-nos nos outros para nos aperfeiçoarmos. É claro que as crianças, como as pessoas em geral, comunicam de muitas outras formas - a linguagem verbal é uma das muitas formas de entendimento e comunicação. É pois necessário os pais estarem disponíveis: para falarem com os filhos, para os escutarem, para apreenderem o que eles querem transmitir, para conhecerem a sua linguagem, mas também para «falarem» com os filhos através do tacto, das carícias, do mimo. Como são muitos os mecanismos envolvidos na fala: audição, processamento cerebral, funções neurológicas, funcionamento dos músculos, articulações, laringe e faringe, língua, dentes, etc., pode haver diversas razões para uma criança não falar. A estes factores acresce a necessidade de um ambiente afectivo. Ler Mais...

O toque do afeto…

Quantas vezes nos esquecemos deste sentido - o do tato. Sabe-se que o feto, ainda na vida intrauterina. é sensível aos estímulos táteis que lhe chegam a partir dos movimentos da mãe. A massagem suave do ventre materno provoca movimentos do feto. Por outro lado, movimentos «agressivos» da parede abdominal da mãe - como por exemplo espetar um dedo - levam o feto a adotar atitudes de defesa, como o sobressalto e a recua. E depois de nascer, muito gostam eles de ser acariciados ou simplesmente de se sentirem em contacto com o corpo e a pele dos pais. A pele é o órgão maior, e dos mais inervados. O toque e o contacto, quando meigos, afetivos e tranquilos, dão calma e prazer ao bebé, fazendo-o sentir-se amado e adorado. Pelo contrário, estímulos desagradáveis (calor, frio, toques «irritados», rápidos, bruscos) fazem-no infeliz e inseguro. A sociedade ocidental, por motivos vários que não importa discutir agora, tem remetido o estímulo tátil e o toque para as «coisas a abater». As pessoas distanciam-se, cumprimentam-se friamente e evitam tocar-se, não vão ser acusadas de assédio ou de intenções menos claras. Ora, é necessário o toque e a estimulação do tacto. Como fazem as crianças entre si, ou os adolescentes, ou até os idosos. É pena que muitos adultos não assumam essa relação com o bebé de uma forma inteiramente descomplexada e livre. O estímulo tátil é fundamental durante toda a vida. Está intimamente relacionado com o afecto e a segurança. É necessário porque a interacção entre as pessoas não pode ser apenas longínqua e quase virtual. Em pleno século xxi, é altura de deixarmos de ter medo de abraçarmos os nossos filhos e de lhes fazermos festas e mimos.* Ler Mais...

Algumas regras para o uso da chupeta

Caso os pais optem por dar uma chupeta: - Deverão colocá-la apenas quando o bebé vai dormir, e não depois de adormecer ou quando estiver acordado. - Se o bebé a recusar não deverá haver demasiadas insistências. Nos bebés amamentados ao peito, esta prática deverá iniciar-se apenas depois do primeiro mês de vida. - As chupetas devem ser limpas e substituídas regularmente. Para evitar desenvolvimento de fungos, recomenda-se que se ponha a chupeta numa solução que tenha metade de água, metade de vinagre, durante cerca de dez minutos, todos os dias, deixando depois secar bem ao ar antes de dar ao bebé. Uma coisa que não deverá ser feita (e que se vê com alguma frequência, por exemplo quando a chupeta cai ao chão) é «lavá-la» na boca da mãe - muitas mães fazem isso: primeiro passam-na na sua própria boca e depois introduzem na boca do bebé. Esta prática não tem qualquer vantagem e só serve para transmitir micróbios da mãe para o filho. - Nunca se deve, igualmente, colocar açúcar, mel ou outras substâncias doces na chupeta, porque causará, com elevada probabilidade, cárie dentária nos futuros dentes. - Há que estar atento a sinais de deterioração da chupeta, pois se se quebrar ou fragmentar pode causar asfixia. Há chupetas no mercado que têm menos probabilidade de ocorrer esta deterioração. Também há que escolher uma chupeta que tenha orifício para a entrada de ar, no caso (mesmo raro) de o bebé poder engolir a chupeta ou aspirá-la. - Algumas crianças gostam de várias chupetas e, identificando-se com ela através do tacto e do olfacto, rejeitam outras. Convém por isso ter duas ou três e ir alternando, para o caso de se perder uma. Por vezes afeiçoam-se tanto à sua chupeta que a querem, mesmo que gasta mas cuidado que pode ser perigoso, se houver o risco de se fragmentar. Ler Mais...

Criar necessidades? Ou despertar as queexistem?

Os estudos observacionais mais credíveis revelam que: • as crianças deste grupo etário passam muitas horas a ver televisão, tacto previsível, dado que a televisão transmite uma variadíssima gama de programas, de vários formatos e tipos, e muito apelativos, designadamente quando as crianças, cansadas pela escola, trajectos rodoviários e um dia cheio de estímulos, só desejam uma atividade passiva que quase não exija «ligar» o cérebro. • a hora a que as crianças mais vêem televisão varia de país para país. A manhã, que nos EUA e noutros países é uma hora muito requisitada, em Portugal é pouco utilizada, excepto aos fins-de-semana. Por outro lado, e mais inquietante, é o facto de um grande número de crianças ver TV depois das 20h altura em que começam os telejornais (com imagens agressivas e até brutais, difíceis de interpretar por crianças desta idade) seguindo-se as telenovelas que contêm problemas e questões não adequadas a este grupo etário; • as crianças que vivem em meio urbano são as que mais vêem TV. e muitas vezes sozinhas, seja porque não está mais ninguém presente, seja porque os pais estão ocupados com outras tarefas ou resolveram, simplesmente, comprar uma televisão para o quarto dos filhos. Esta questão levanta outra, que é a das alternativas que têm de existir, suficientemente apelativas e respeitando as necessidades das crianças. Não é pondo-as em mais actividades que se resolve o problema, mas sim tentando arranjar mais tempo para estar com elas. O impacte da televisão nas crianças depende de muitas coisas. A infância é um tempo de grandes alterações físicas, sociais e emocionais - e as mudanças dão-se de forma por vezes abrupta e radical. Os estímulos, motivações, valores e convenções de bebé já não servem, e o desejo de autonomia e afirmação é uma constante, assim como o desejo de procurar um sentido para a vida e de interpretar o mundo exterior e os seus sinais, criando uma escala de valores própria. A infância é um tempo dinâmico - um tempo de grandes oportunidades - formulam-se atitudes, intenções e comportamentos; adquirem-se estilos de vida, amadurecem-se ideais, mas é, também, um tempo de grande vulnerabilidade às influências externas Poder-se-á levantar a questão: televisão - amiga ou inimiga? Um pouco de cada. Cabe-nos a nós, pais, educadores, cidadãos que se crêem responsáveis, fomentar os aspectos positivos e diminuir os efeitos negativos. Para isso, no entanto, temos de começar por pensar nos modelos que estamos a oferecer aos nossos filhos ou, pior, a deixar que outros o façam por nós. Mas não desperdicemos uma das maiores e melhores invenções do Homem, rotulando-a e classificando-a de «má»», sem perceber que, tal como todos os fenómenos grandiosos, pode ser bem ou mal gerida, e essa é que é a grande questão. Ler Mais...

Que tipo de música?

É bom um bebé ouvir música desde sempre. Habituar-se à música como elemento do seu ambiente. Sem ser uma preocupação obsessiva, qualquer música serve, desde que ritmada, calma e sem «berros». Inclusivamente, programar uma estação de rádio que tenha música calma, os outros. Ao contrário da leitura-informação, o objectivo principal não é acrescentar novos dados para a resolução de problemas, mas sim situações e histórias que permitam rever, confirmar, debater, mudar e discutir valores, ideias e conceitos, para além do espaço de lazer, divertimento, reflexão e prazer que deve igualmente proporcionar. É fundamental que os bebés se encontrem, desde muito cedo, com os livros. Que aprendam que deles saem histórias e curiosidades, que deles sai informação, que deles sai o que mais nobre existe na humanidade. É também importante que os bebés ouçam histórias e vão vendo que o que a mãe, o pai ou outros familiares dizem está consubstanciado naqueles caracteres que não entendem, mas de que lhes adivinham a musicalidade e a intenção. E o valor. Além da linguagem dos livros ser diferente da do dia-a-dia, o contacto táctil do bebé com o papel, o cheiro das folhas e a riqueza das imagens são fatores enriquecedores. Existem livros para bebés pequenos, alguns de plástico (para ler no banho), outros de cartão, com imagens simples e histórias acessíveis às diversas idades. Claro que, a princípio, o bebé poderá cansar-se, mas cabe ao leitor ir vendo qual a capacidade do bebé, designadamente quando está cansado ou com sono. Asso- ciar a leitura do livro à ida para a cama é bom, porque ajuda o bebé a «embarcar» num ritmo mais tranquilo. As imagens dos livros para o primeiro ano de vida devem ser: - claras; - grandes; - nítidas, sem demasiados pormenores; - preferencialmente de coisas reconhecíveis pelo bebé: bebés, animais, padrões, prato e copo, brinquedos; - deve-se ler o livro ao bebé, ou seja, discorrer sobre as imagens, apontando para elas, tal e qual se contasse uma história. É importante ir ficando, na mente do bebé, a cadência da história, diferente da fala espontânea; - podem ensaiar-se rimas e pequenas histórias a propósito das imagens; - também em relação à vivência de cada bebé, mas sempre com elementos que o bebé compreenda e reconheça - «aqui é a vaca, dá leitinho, e viste a vaquinha em casa do avô?»; - os livros devem ser duros, com páginas resistentes; - deve deixar-se o bebé tocar nas imagens e demorar o tempo que necessitar existem actualmente muitos livros com texturas várias e, inclusivamente, com cheiros diferentes em algumas imagens - é bom fazer do livro algo que não seja exclusivamente «audiovisual», mas que inclua o tacto, o olfacto e até o paladar... Não subestimemos os bebés. Eles Não subestimemos os bebés. Eles entendem muito mais do que pensamos. E logo de pequeninos, nas primeiras semanas de vida, podem ler para eles. Aliás, a maioria dos livros para bebés são bem feitos, relatando pequenas histórias que eles compreendem e com palavras que são do dia-a-dia do bebé. À medida que os meses passam, o bebé começará a interessar-se mais, a querer voltar as folhas, a demorar-se noutras, a olhar para os desenhos e tentar enquadra-los na história, reconhecendo, ao fim de umas tantas repetições, os elementos e personagens da história. Deixem o beexplorar o livro e mexer nele, mas sempre com o cuidado de não o deixar destruir ou vandalizar. A atitude dos pais perante uma criança que rasga um livro deve ser de intolerância porque não se deve permitir atitude de rasgar um objeto tão precioso. O livro deve ser um elemento constante no imaginário e na vida da criança desde os livros de pano com que brinca ou que leva para o banho, até aos que vê nas estantes de casa. Fica esta reflexão. A próxima vez que saírem, comprem um livro e ofereçam-no ao vosso bebé. Ler Mais...

O que se pode esperar de um bebé nas várias idades

Estas indicações correspondem à média que, como já se afirmou, não representa obrigatoriamente a normalidade. No entanto, estas linhas servem como referencial: se o bebé se afastar muito, em vários parâmetros, pode haver sempre uma razão fisiológica (ser prematuro, por exemplo, ter estado doente ou ter uma doença crónica), mas de qualquer modo, só nesses casos os pais deverão levar o filho ao médico assistente. É por isso muito importante que os pais levem o bebé às consultas de rotina, conforme consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil. São idades-chave em que o desenvolvimento, a par do crescimento e de outras áreas, são avaliadas no momento e também numa perspectiva dinâmica. A avaliação do desenvolvimento psicomotor de um bebé tem a ver com as competências que distinguem o Homem de outros animais: •a postura e a motilidade grossa, a marcha (e o caminho até chegar a ela) •motricidade fina, ao nível da mão, que permite controlar e fabricar objetos •visão e audição, coordenadas e finas, o gosto, o olfacto, o tacto e o sentido propriocetivo (noção do próprio corpo) e cinestético (percepção das posturas e dos movimentos) •linguagem (designadamente a linguagem verbal) •competências cognitivas •competências e relacionamento social •e, claro, a mistura de todas estas vertentes, que revela a competência e capacidade global da criança, em termos de resposta às situações, adaptação ao mundo e às pessoas, e capacidade de vencer.

e="text-align: center;">Por volta das seis semanas

•começa a sorrir •responde à face humana, expressando agrado •tem uma visão nítida, já focalizada, que permite por exemplo olhar com alguma atenção para os mobiles colocados sobre o berço •reconhece a voz e o cheiro dos pais •deita a língua de fora depois de ver os pais fazerem o mesmo •além do choro, emite uma série de sons que equivalem a expressões emocionais, para além de «rosnar», suspirar, etc. •consegue levantar a cabeça alinhada com o corpo, quando antes a tinha em baixo • quando puxado a sentar, o pescoço faz esforço para manter a cabeça direita e consegue, por momentos • quando se deita de costas flecte as pernas e os braços • se se segurar pelo ventre, de barriga para baixo, faz um grande esforço para se endireitar • ainda não tem a motricidade fina desenvolvida - não procura segurar em objetos • fica quieto se os pais produzirem um som prolongado

e="text-align: center;">Por volta dos três meses

• começa a reparar nas mãos • abre e fecha as mãos, coordenadamente • agarra objetos que se colocam nas mãos •estica-se para agarrar um briquedo que esteja próximo •reconhece bem pessoas e objetos •ri, como expressão de felicidade •fica excitado com o biberão ou com o banho •deitado de bruços levanta a cabeça e ombros. Apoiado nos antebraços, aguenta-se •já aguenta relativamente bem a cabeça, quando sentado •interessa-se pelas mãos e rapidamente vai controlá-la, podendo começar a agarrar ou tocar objetos próximos, como as grades do berço •demonstra que gosta de ouvir música •acalma-se ou fica excitado com a voz dos pais, mesmo quando estes não estão presentes à vista se alguém vier de lado e chamá-lo, vira a cabeça para esse lado •vocaliza Por volta dos seis meses • rola sobre si próprio • começa a sentar-se sem apoio • segura um copo ou um biberão com as mãos • colocado de bruços, consegue levantar-se e, apoiado nos braços, rola sobre si próprio • deitado de costas, consegue levantar a cabeça e apoiar-se no calcanhar • puxado a sentar, fica muito bem ereto • já consegue ficar encostado a um muro sem apoio lateral • pondo-o de pé, já se apoia firmemente nas pernas • já agarra em pequenos objectos e leva-os à boca • com uma roca, já sente graça em fazer barulho • brinca com os pés e leva-os à boca • dá gargalhadas •usa vários tons de voz para se expres- sar, conforme está contente ou zangado •produz sons batendo nas coisas, para chamar a atenção •já gosta muito de brincar, quer com brinquedos, quer com as pessoas •já volta quase instantaneamente a cabeça quando ouve alguém chegar, e está atento a pequenos sons, voltando a cabeça para o lado deles Quando os bebés, pelos 7-8 meses, começam a achar graça às coisas que desaparecem, demonstrando pois que sabem da sua existência mesmo sem as verem, têm o que se chama o «conceito de permanência». São os ursos que atiram para o chão (e que os pais têm que apanhar), os objetos que escondem numa mão ou atrás de uma almofada. Esta fase é muito importante, e deve ser estimulada com os jogos de esconde-esconde («não está cá!» «está, está!»),com uma fralda que tapa o bebé ou com o desaparecimento de objectos nas mãos dos pais ou noutro local. Este ponto de partida dará ao bebé um nível superior de segurança os pais, mesmo quando desaparecem da visão, poderão estar presentes e à distância de um gritinho. Trata-se de uma fase muito importante do desenvolvimento, e sinal de que o bebé quer «sair de si» e descobrir o mundo. Noutras palavras, a «tempestade tropical» vai tornar-se num «furacão de grau 5»...

e="text-align: center;">por volta dos nove meses

•senta-se sem ajuda durante 10 a 15 minutos •mantém o equilíbrio, sentado, enquanto faz outras atividades (tentar agarrar um boneco, por exemplo) •já se pode aguentar de pé, apoiado •pode já dar uns passinhos, agarrado •pode gatinhar, embora não seja uma etapa obrigatória •agarra bem nas coisas, com a pinça que forma com o polegar e o indicador •procura brinquedos que deixou cair •experimenta os brinquedos, puxando, agitando, batendo no chão ou segurando •pode já segurar numa colher •responde pelo nome •diz adeus e faz «gracinhas» •começa a reagir às pessoas e ambientes diferentes •começa com ansiedade de separação dos pais • já percebe que as coisas quando desaparecem da visão não deixam de existir gosta de brincar às escondidas, quer com objetos, quer com as pessoas e consigo próprio • começa a pairar, a emitir sons e a gostar de se ouvir; começa a gostar de entender os diversos sons

e="text-align: center;">Por volta dos doze meses

• pode já andar • pode dizer palavras com significado • pode segurar um lápis na mão Ler Mais...
Uque e tacto | Para Pais.