Resultados para: "uma cegonha segurando um pinto"

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O meu bebé tem uma grande mancha de morango vermelha, na cabeça. Ficará lá para sempre?

As marcas de nascimento são bastante comuns e a maior parte desaparece durante os primeiros anos. As manchas de morango de nascença começam como uma pinta vermelha e têm tendência a crescer em tamanho durante um ano, mas em geral desaparecem por volta dos cinco anos. Outras marcas incluem manchas rosadas na pele, chamadas manchas de cegonha, e manchas mongólicas azuis, que são manchas na pele com um tom azulado que aparecem em bebés de descendência africana, das Caraíbas ou asiática. Em geral aparecem no fundo das costas mas podem-se estender às nádegas e devem-se à concentração de células de pigmentação na pele; muitas vezes desaparecem por volta dos três ou quatro anos. As manchas vinho do Porto são manchas vermelhas e maiores que em geral aparecem na face e no pescoço. Estas manchas de nascimento são permanentes, e assim poderá querer falar com um especialista de pele sobre se há tratamento para as reduzir. Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

Cortes com latas

Uma criança pode cortar-se com uma lata ao abri-la, a manipular uma lata já aberta, manipular a tampa da lata (por exemplo para a deitar para o lixo) ou mexer em sacos de lixo ou outros contentores onde está uma destas tampas cortantes. As tampas e as superfícies das latas funcionam como autênticos bisturis, fazendo cortes finos, profundos e geralmente longos, que sangram bastante e que necessitam frequentemente de serem suturados («levar pontos»). Há que ensinar as crianças a manipular corretamente as latas, e protegê-las dos perigos mais comuns:
  • escolher latas de «abertura fácil», com uma argola, tipo «borboleta», pela qual se puxa; abrir a lata devagar, segurando-a bem, e fazendo movimentos de «vai-vem», de forma a descolar lentamente a tampa da parte de baixo (além disso, ajuda a não entornar o conteúdo, o que poderá acontecer se fizermos movimentos rápidos);
  • nunca agarrar com os dedos na face lateral da tampa;
  • tirar todo o conteúdo da lata, mesmo que não se vá logo utilizar (e guardar numa caixa hermética ou noutro local), para evitar ter de a manipular mais. Não esquecer que os adultos abrem as latas mas que, se elas ficarem no frigorífico, muitas vezes são as crianças que depois as vão manipular para, por exemplo, preparar um lanche;
  • ao deitar uma lata e a respetiva tampa fora, há que ter o cuidado de não perfurar o saco do lixo de forma a poder cortar alguém que lhes mexa, e pode ser o nosso filho que, educadamente, foi deitar qualquer coisa no lixo. Melhor será deitar a lata nos contentores próprios para posterior reciclagem.
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«É assim fundamental que essas formas de expressão – corporal, táctil, olhares sejam estimuladas, a par do desenvolvimento da linguagem, e a par dos longos e vastos silêncios da contemplação.»

É pois necessário contemplação uma mistura, afinal, de tempo, disponibilidade, tranquilidade e pôr de parte outras prioridades e problemas. Quando se contempla, sabe-se quando se começa mas não se sabe quando se termina a contemplação exige um fluxo e refluxo de sensações, de momentos de atividade e outros de reflexão, de maturação, de «parada-res-posta». Quando se contempla não se pode estar a ser interrompido ou incomodado, seja por visitas, seja por telemóveis a tocar freneticamente. Mas só assim será possível os pais entenderem o seu bebé e vice-versa, numa intensa comunicação que se faz com os cinco sentidos, mas também e principalmente, com a alma e com os sentimentos e afetos. Por outro lado, é extremamente recompensador e divertido descobrir as capacidades dos bebés. Os pais não devem ter medo de brincar com eles, falar com eles, estimulá-los, demonstrar abertamente o seu amor. É fácil perceber os melhores momentos para desenvolver esta interação pais/filho: quando a criança está bem acordada, sem fome, sem a fralda molhada, sem cólicas, sem frio, sem sono, ou seja, quando nada ameaça a sua sobrevivência e ele pode estar tranquilo e disponível. É fácil perceber, também, quando o bebé está a ficar cansado ele defende-se, deixando-se adormecer ou ficando irritado, com movimentos corporais cada vez mais agitados e aleatórios. É também simples descobrir como o bebé se consola, quando irritado: falando com ele, pondo-lhe a mão na barriga, segurando-lhe as mãos e as pernas e impedindo os movimentos de agitação que o desorganizam, pegando lhe ao colo, embalando-o. Dando-lhe estímulos tranquilos e ritmados, que o farão regressar à barriga da mãe e aos ritmos lentos da Humanidade. Ler Mais...

O que se pode esperar de um bebé nas várias idades

Estas indicações correspondem à média que, como já se afirmou, não representa obrigatoriamente a normalidade. No entanto, estas linhas servem como referencial: se o bebé se afastar muito, em vários parâmetros, pode haver sempre uma razão fisiológica (ser prematuro, por exemplo, ter estado doente ou ter uma doença crónica), mas de qualquer modo, só nesses casos os pais deverão levar o filho ao médico assistente. É por isso muito importante que os pais levem o bebé às consultas de rotina, conforme consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil. São idades-chave em que o desenvolvimento, a par do crescimento e de outras áreas, são avaliadas no momento e também numa perspectiva dinâmica. A avaliação do desenvolvimento psicomotor de um bebé tem a ver com as competências que distinguem o Homem de outros animais: •a postura e a motilidade grossa, a marcha (e o caminho até chegar a ela) •motricidade fina, ao nível da mão, que permite controlar e fabricar objetos •visão e audição, coordenadas e finas, o gosto, o olfacto, o tacto e o sentido propriocetivo (noção do próprio corpo) e cinestético (percepção das posturas e dos movimentos) •linguagem (designadamente a linguagem verbal) •competências cognitivas •competências e relacionamento social •e, claro, a mistura de todas estas vertentes, que revela a competência e capacidade global da criança, em termos de resposta às situações, adaptação ao mundo e às pessoas, e capacidade de vencer.

Por volta das seis semanas

•começa a sorrir •responde à face humana, expressando agrado •tem uma visão nítida, já focalizada, que permite por exemplo olhar com alguma atenção para os mobiles colocados sobre o berço •reconhece a voz e o cheiro dos pais •deita a língua de fora depois de ver os pais fazerem o mesmo •além do choro, emite uma série de sons que equivalem a expressões emocionais, para além de «rosnar», suspirar, etc. •consegue levantar a cabeça alinhada com o corpo, quando antes a tinha em baixo • quando puxado a sentar, o pescoço faz esforço para manter a cabeça direita e consegue, por momentos • quando se deita de costas flecte as pernas e os braços • se se segurar pelo ventre, de barriga para baixo, faz um grande esforço para se endireitar • ainda não tem a motricidade fina desenvolvida - não procura segurar em objetos • fica quieto se os pais produzirem um som prolongado

Por volta dos três meses

• começa a reparar nas mãos • abre e fecha as mãos, coordenadamente • agarra objetos que se colocam nas mãos •estica-se para agarrar um briquedo que esteja próximo •reconhece bem pessoas e objetos •ri, como expressão de felicidade •fica excitado com o biberão ou com o banho •deitado de bruços levanta a cabeça e ombros. Apoiado nos antebraços, aguenta-se •já aguenta relativamente bem a cabeça, quando sentado •interessa-se pelas mãos e rapidamente vai controlá-la, podendo começar a agarrar ou tocar objetos próximos, como as grades do berço •demonstra que gosta de ouvir música •acalma-se ou fica excitado com a voz dos pais, mesmo quando estes não estão presentes à vista se alguém vier de lado e chamá-lo, vira a cabeça para esse lado •vocaliza Por volta dos seis meses • rola sobre si próprio • começa a sentar-se sem apoio • segura um copo ou um biberão com as mãos • colocado de bruços, consegue levantar-se e, apoiado nos braços, rola sobre si próprio • deitado de costas, consegue levantar a cabeça e apoiar-se no calcanhar • puxado a sentar, fica muito bem ereto • já consegue ficar encostado a um muro sem apoio lateral • pondo-o de pé, já se apoia firmemente nas pernas • já agarra em pequenos objectos e leva-os à boca • com uma roca, já sente graça em fazer barulho • brinca com os pés e leva-os à boca • dá gargalhadas •usa vários tons de voz para se expres- sar, conforme está contente ou zangado •produz sons batendo nas coisas, para chamar a atenção •já gosta muito de brincar, quer com brinquedos, quer com as pessoas •já volta quase instantaneamente a cabeça quando ouve alguém chegar, e está atento a pequenos sons, voltando a cabeça para o lado deles Quando os bebés, pelos 7-8 meses, começam a achar graça às coisas que desaparecem, demonstrando pois que sabem da sua existência mesmo sem as verem, têm o que se chama o «conceito de permanência». São os ursos que atiram para o chão (e que os pais têm que apanhar), os objetos que escondem numa mão ou atrás de uma almofada. Esta fase é muito importante, e deve ser estimulada com os jogos de esconde-esconde («não está cá!» «está, está!»),com uma fralda que tapa o bebé ou com o desaparecimento de objectos nas mãos dos pais ou noutro local. Este ponto de partida dará ao bebé um nível superior de segurança os pais, mesmo quando desaparecem da visão, poderão estar presentes e à distância de um gritinho. Trata-se de uma fase muito importante do desenvolvimento, e sinal de que o bebé quer «sair de si» e descobrir o mundo. Noutras palavras, a «tempestade tropical» vai tornar-se num «furacão de grau 5»...

por volta dos nove meses

•senta-se sem ajuda durante 10 a 15 minutos •mantém o equilíbrio, sentado, enquanto faz outras atividades (tentar agarrar um boneco, por exemplo) •já se pode aguentar de pé, apoiado •pode já dar uns passinhos, agarrado •pode gatinhar, embora não seja uma etapa obrigatória •agarra bem nas coisas, com a pinça que forma com o polegar e o indicador •procura brinquedos que deixou cair •experimenta os brinquedos, puxando, agitando, batendo no chão ou segurando •pode já segurar numa colher •responde pelo nome •diz adeus e faz «gracinhas» •começa a reagir às pessoas e ambientes diferentes •começa com ansiedade de separação dos pais • já percebe que as coisas quando desaparecem da visão não deixam de existir gosta de brincar às escondidas, quer com objetos, quer com as pessoas e consigo próprio • começa a pairar, a emitir sons e a gostar de se ouvir; começa a gostar de entender os diversos sons

Por volta dos doze meses

• pode já andar • pode dizer palavras com significado • pode segurar um lápis na mão Ler Mais...

Medidas preventivas

• rever a instalação elétrica da casa muitas famílias vivem em casas antigas (às vezes não tão antigas como isso mas sem respeito pelas regras de segurança). Será útil rever as instalações e substituir as tomadas e fichas que já se encontram deterioradas ou que oferecem perigo por si só. Uma medida fundamental é instalar disjuntores de segurança que permitam à eletricidade desviar-se para o quadro em vez de passar pela criança. É talvez a medida isolada mais importante; • instalar tomadas e fichas de «terra" nos eletrodomésticos e, idealmente, em todas as tomadas; • escolher tomadas que têm entradas de segurança, ou seja, que dificultam em muito o acesso e o contacto dos dedos da criança com os fios de passagem; • instalar as tomadas em locais «escondidos» e fora da vista da criança, embora essa não seja uma garantia de que a criança não lhe vai mexer; • utilizar «tapa-tomadas» nas que não estão a ser utilizadas escolher modelos que só possam ser retirados com a ajuda de uma ventosa ou chave, uma vez que os dedos do bebé poderão arranjar maneira de tirar os modelos «em barra». É bom tratar disso antes de a criança começar a gatinhar, ou seja, por volta dos 6 meses; • ter cuidado em não estragar tomadas, fichas e fios a massa de que são feitos é frágil e com meia dúzia de pancadas pode partir-se. Cuidado ao arrastar móveis, aspirar, etc.. • evitar a sobrecarga das tomadas com muitas fichas - às vezes vêem-se magotes de fichas todas elas ligadas à mesma tomada, o que leva, especialmente no caso de alguns eletrodomésticos, a um sobreaquecimento que distorce e estraga as fichas e tomadas, a que se soma a acção do peso das várias ligações o ideal é usar tomadas triplas ou quádruplas em barra; • ter cuidado com as extensões, porque acrescentam mais um elemento de ligação, o que constitui um fator de perigo. As extensões desdobráveis (redondas) deverão ser sempre totalmente desenroladas porque, a menos que tenham elas próprias mecanismos de segurança, podem aquecer muito se o fio fica enrolado, podendo provocar um incêndio; • electricidade e água não combinam ou seja, todos os eletrodomésticos e tomadas situados na casa de banho e na cozinha devem ser objecto de ainda mais cuidado. Por outro lado, mexer em aparelhos eléctricos com as mãos húmidas (mesmo em situações tão simples como acender uma luz num interruptor) pode causar a morte. E as crianças muitas vezes lavam as mãos e enxugam-nas a correr, ficando com elas molhadas... apagando de seguida a luz da casa de banho. • não lidar com a electricidade como se fosse uma brincadeira quanto mais pequena for a criança, maior a necessidade de protecção, mas esta mantém-se ao longo do crescimento; apesar da necessidade de um ensino progressivo, não cabe à criança assumir a responsabilidade pela sua própria proteção. Ao aprender a conviver com a eletricidade, é conveniente que se consciencializem desde pequenas que «com a eletricidade não se brinca». E quantas vezes são os adultos a dar o (mau) exemplo, trocando lâmpadas sem desligar o quadro ou pelo menos o interruptor, arranjando em casa eletrodomésticos à frente dos filhos pequenos, etc... são frequentes os casos de crianças que se eletrocutaram porque estavam a imitar os pais a arranjar fios, cortando-os com tesouras ou desaparafusando interruptores ou casquilhos com os candeeiros ligados; • ter especial cuidado, em relação a estes pontos todos, no que toca ao quarto da criança. E já agora também aos locais onde as crianças passam grande parte do tempo: creches, jardins de infância, escolas... e até as salas de espera dos consultórios e dos centros de saúde e hospitais... • não deixar o bebé manusear eletrodomésticos porque passará a ser, para ele, mais um brinquedo para mexer, analisar e «destruir» - e é natural que os eletrodomésticos fascinem a criança, porque mexem; • depois de utilizar os aparelhos, não os deixar ligados ou por arrumar com a pressa isto é muito vulgar. Acaba-se de fazer o que se está a fazer, ou interrompe-se para ir ao telefone ou à porta e é o tempo suficiente para a criança lhes mexer, accionar os botões e magoar-se ou eletrocutar-se; • é importante ter método e ver o mundo pelos olhos das crianças, adivinhando-Ihes a curiosidade (que é grande), a capacidade de se deslocarem (que aumenta enormemente mal começam a gatinhar) e a ausência de noção de perigo (não vale a pena dizer que «a electricidade mata» quando o bebé não sabe o que é morrer, nem sequer o que é a eletricidade...). Ler Mais...
Uma cegonha segurando um pinto | Para Pais.