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Síndrome do cólon irritável

É uma doença relativamente frequente, que afeta o intestino grosso e manifesta-se por episódios repetidos de dores abdominais violentas, tipo cãibra, gases, e alternância de obstipação e diarreia. Está relacionado com situações de stresse e é mais frequente em crianças introvertidas e que não sabem gerir adequadamente os sentimentos. Não há tratamento específico, a não ser nas crises, procurando apaziguar os espasmos intestinais, através de medicamentos e de dieta (também dirigida à obstipação ou à diarreia). Em termos de prevenção, o ensino da gestão do stresse e da emotividade - designadamente com o recurso às medicinas complementares -, pode auxiliar a criança a ter menos crises. Ler Mais...

Causas orgânicas

Há doenças que podem causar retenção fecal - como os chamados «megacolons», em que, como o nome indica, o intestino grosso é muito grande, albergando uma grande quantidade de fezes que faz a criança defecar só muito de vez em quando. Outras situações podem ser as fístulas e fissuras anais, que sangram e doem com a passagem das fezes, mesmo não se tratando de conteúdo muito duro. Geralmente são visíveis pelo médico e podem passar com a aplicação de uma pomada apropriada. Qualquer outra situação que se prolongue, se acompanhe de outros sinais ou sintomas (dores abdominais, emagrecimento, perda de apetite, variações do humor) deverá sempre ser analisada pelo médico-assistente. Para melhorar esta situação recomendo uma dieta equilibrada, sem arroz, cenoura, banana ou leite. Ler Mais...

Apendicite aguda

A apendicite aguda afeta entre 5 e 10% da população, e é a causa mais frequente de intervenção cirúrgica de emergência na população infantil e juvenil. O apêndice é um pequeno órgão, com a forma de dedo, situado no tubo digestivo, mais concretamente no início do intestino grosso ou cólon, ao nível do lado direito do abdómen, um pouco acima dos ossos da bacia. O apêndice forma uma espécie de fundo-de-saco, e não se sabe muito bem para que serve. Ou dito de outra forma: provavelmente o apêndice já terá tido funções de relevo, no tempo dos nossos antepassados longínquos, quando o tipo de alimentação era outro - o tipo de tecido que forma o apêndice é semelhante ao que existe nos gânglios linfáticos, o que indica que as suas funções pudessem estar relacionadas com o sistema de defesa imunitária. A apendicite é uma inflamação (acompanhada frequentemente de infeção) do apêndice. Quando o interior do apêndice fica bloqueado - por fezes mais duras, por um corpo estranho ou inflamado - o apêndice incha e pode infetar-se por bactérias. Se este apêndice infetado não for removido, forma-se um abcesso (para o que contribui a sua configuração de fundo-de-saco) e eventualmente dá-se a perfuração ou o rebentamento. Esta série de eventos pode dar-se num espaço de tempo muito curto - em cerca de 48 a 72 horas após o início dos sintomas. Ler Mais...

Cinesiterapia

A nossa árvore respiratória é, como qualquer outra árvore, formada por uma sucessão de «ramos», começando pelo mais grosso, a traqueia, até aos mais fininhos, os bronquíolos, que por sua vez dão origem às «folhas», os alvéolos. Pelo meio ficam uma sucessão de «troncos» cada vez mais estreitos - os brônquios. Quando alguma coisa incomoda ou agride esta «árvore» - cujos troncos são ocos por dentro, autênticos tubos, tipo «canos» - a resposta deles é apertarem-se e produzirem uma mistura de muco, células e outros detritos - as chamadas «secreções brônquicas» (que designamos habitualmente por «expetoração»). Estas secreções são geralmente espessas e, por isso, vão facilmente entupir a «canalização», causando uma grande resistência à entrada do ar. Este entupimento provoca, por outro lado, anomalias na distribuição do ar, alterações da velocidade e da força da coluna aérea, mau arejamento de certos sectores dos pulmões e, não menos importante, leva a que certas zonas fiquem estagnadas com secreções formando autênticas «piscinas» de secreções quentes, cheias de células, que são, afinal, o «repasto» ideal para as bactérias. Assim, independentemente dos antibióticos e de outros medicamentos que o médico possa ou não receitar (conforme a situação), nada ficará resolvido se não encontrarmos uma forma de ajudar a criança a «limpar a canalização», dado que a força da tosse de uma criança pode não ser suficiente para conseguir mobilizar e deitar fora as secreções mais espessas e viscosas. O esforço de tossir repetidamente pode até aumentar bastante o cansaço da criança e levá-la à exaustão. Por outro lado, este esforço aumentado exige uma ação extra dos músculos que, para trabalharem mais, gastam também mais oxigénio...num corpo que está globalmente a respirar mal. A cinesiterapia é a maneira mais eficiente de limpar os brônquios, na qual se hidratam as secreções (com aerossóis), se aplica vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax, para soltar as secreções, e se faz a drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários sectores pulmonares (por ação da força da gravidade), estimulando ao mesmo tempo a tosse (carregando em certos pontos específicos). Se o vosso filho estiver com uma situação em que é recomendada cinesiterapia, perguntem ao médico-assistente onde a poderá fazer Se tal não for possível ou se nem sequer existir ninguém por perto para o fazer, peçam ao médico (ou a um enfermeiro do centro de saúde, por exemplo) que vos ensine alguns pormenores da técnica de cinesiterapia «caseira». Façam-na três ou quatro vezes por dia, em sessões de cerca de 30 minutos (cerca de 15 minutos de hidratação e mais 15 de «pancadinhas»). Ler Mais...
Ultero grosso | Para Pais.