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A baixa de audição

As otites de repetição e a má drenagem e deficiente respiração do ouvido, como consequência do entupimento da trompa de Eustáquio, levam a que possa haver uma baixa da audição, particularmente grave quando acontece em idades precoces, durante a aprendizagem da fala. Muitas vezes não se dá por ela, dado que antes da ida para a escola a maioria das crianças consegue fazer a vida normal ouvindo pouco. Vai lendo nos lábios, vai dizendo «O quê?», obrigando assim os adultos a falar mais alto, aumenta o volume da televisão e, quando não entende e ignora a conversa, os pais acham que ela está a ser «distraída» ou «só a ouvir o que lhe convém». Ler Mais...

Ouvidos

O que são as otites? Muita gente pensa que as otites se apanham de fora, ou seja, através da orelha, e daí o receio das correntes de ar e do vento. Mas o mecanismo das otites não é esse, pelo contrário, é bem diferente. Chama-se correntemente otite, ou mais corretamente otite média aguda, à inflamação da área do ouvido que fica para dentro do tímpano, na zona em forma de caixa à qual se chama o ouvido médio. São extremamente frequentes e causam apreensão, ansiedade e um elevado absentismo aos empregos. A maioria das otites são causadas por secreções que sobem pelo canal de arejamento do ouvido, entre o ouvido médio e a parte de trás do nariz (trompa de Eustáquio) e invadem o ouvido médio. A trompa de Eustáquio no primeiro ano de vida, é mais larga, mais pequena e mais deitada. É por isso que as secreções, o leite bolçado ou o vomitado, podem mais fácilmente chegar ao ouvido, infectando-se e dando uma otite. E como o orifício das trompas de Eustáquio, ao nível da parte de trás do nariz, fica mesmo ao pé dos adenóides, estes contribuem para as entupir e para serem um meio de expansão de infecções. No bebé pequeno, os sintomas de otite podem ser apenas febre, choro (equivale à dor), mal-estar, recusa de mamar, diarreia e outros sinais inespecíficos. Esta situação começa geralmente por uma constipação e obstrução nasal. Quando a infecção progride e a pressão aumenta, o tímpano «rebenta» («supura»), e a dor desaparece, assim como a febre. A princípio podem pôr-se gotas nos ouvidos, para diminuir a dor, e tratar a obstrução nasal (soro, nebulizadores de água-do-mar, vasoconstritores). Se a febre e as queixas persistem, então a criança deverá ser vista por um médico. As evidências científicas apontam cada vez mais para um tratamento conservador das otites, havendo alguns estudos que, inclusivamente, não propõem o uso de antibióticos. É portanto possível que o médico dos vossos filhos opte por um tratamento diferente dos de outros médicos. Contudo, nos casos banais, ao escolher um antibiótico cada vez mais se devem escolher os mais simples e não avançar logo para o último grito da moda, que correspondem geralmente a antibióticos mais caros, mais potentes e que induzem mais resistências por parte das bactérias. Também a amamentação é um fator protetor, bem como administrar o biberão, se for o caso, com o bebé em posição semivertical e não deitado. Por outro lado, os poluentes respiratórios, entre os quais o «fumo passivo»», funcionam como factores de risco e agravantes das otites. Ler Mais...

Otites

O ouvido e o seu sistema de tubos e caixas é revestido, em grande parte, de epitélio respiratório e contribui também para o processo. Aliás, toda a patologia do ouvido está muito relacionada com a respiração em geral. Muita gente pensa que as otites «se apanham» por fora, ou seja, através da orelha e do canal auditivo externo, donde o receio das correntes de ar e do vento. Mas o mecanismo das otites não é esse, pelo contrário, é bem diferente. Chama-se correntemente «otite», ou mais corretamente «otite média aguda», à inflamação da área do ouvido que fica além do tímpano, na tal zona em forma de caixa à qual se chama o «ouvido médio». São extremamente frequentes - calcula-se que pelo menos duas em cada três crianças tenham um ou mais episódios até aos 3 anos de idade, e até esta mesma idade, calcula-se que, em Portugal, haverá cerca de 300.000 casos de otite por ano, os quais, só para os leitores terem uma ideia do impacto, causam perto de um milhão de dias de absentismo. A maioria das otites são causadas por secreções que sobem pela trompa de Eustáquio (canal de arejamento do ouvido, entre o ouvido médio e a parte de trás do nariz) e invadem o ouvido médio. A trompa de Eustáquio nas crianças pequenas é mais larga, mais pequena e mais deitada do que nas crianças maiores. É por isso que as secreções, o leite bolçado ou vomitado, etc., podem mais facilmente chegar ao ouvido, infetando-se e dando uma otite. E como os orifícios das trompas de Eustáquio, ao nível da parte de trás do nariz, ficam mesmo ao pé dos adenoides, estes contribuem para as entupir, por um lado, e para serem um meio de expansão de infeções, pelo outro. Quando a criança sente o «ranho lá atrás» e funga, está a auto-injectar-se de secreções enviando-as para o ouvido médio. Os micróbios causadores de otite são geralmente bactérias, entre as quais os pneumococos, o Haemophilus influenzae e a moraxella catarhalis. Note-se que apesar de existir vacinas para os dois primeiros, é mais para a chamada «doença invasiva» e não as otites que, geralmente, como dissemos, acontecera por migração dos micróbios pela trompa de Eustáquio. Os vírus causam apenas 15% dos casos, ao contrário das outras situações respiratórias, em que predominam. Os sintomas de otite variam muito conforme a idade da criança. Nos bebés podem ser apenas febre, choro (equivale à dor), mal-estar, recusa de mamar, diarreia e outros sinais inespecíficos. A criança maior, que já sei queixa, refere dor e também tem febre. Esta situação enxerta-se geralmente numa constipação e obstrução nasal que começou noa dias anteriores. Aliás, a otite média aguda, antes de «rebentar» (tecnicamente diz-se supurar), funciona como um qualquer abcesso, ou seja, determina febre e dor. Quando abre, a dor desaparece, assim como a febre. A princípio pode pôr-se gotas nos ouvidos para diminuir a dor, e tratar da obstrução nasal (soro, nebulizadores de água-do-mar, vasoconstritores, etc.). Se a febre e as queixas persistem, então a criança deverá ser vista por um médico. A otoscopia confirmará o diagnóstico e o médico instituirá a terapêutica. Diga-se de passagem que as evidências científicas apontam cada vez mais para um tratamento conservador das otites, havendo alguns estudos que, inclusivamente, não pro- põem o uso de antibióticos. É portanto possível que o médico dos vossos filhos opte por um tratamento diferente do de outros médicos. Contudo, nos casos banais, ao escolher um antibiótico cada vez mais se devem escolher os mais simples e não avançar logo para o «último grito da moda», que correspondem geralmente a antibióticos mais caros, mais potentes e que induzem mais resistências por parte das bactérias. Convém no entanto realçar que há um tipo de otite que pode passar desapercebida: é a chamada otite supurada, em que a tensão dentro do ouvido médio é tal que faz um pequeno buraquinho no tímpano, permitindo a saída do pus. Se o pus for em pouca quantidade pode não se dar por isso ou ser confundido com cera. Por outro lado, ao rebentar o tímpano, deixa de haver pressão dentro do ouvido e desaparecem a febre e a dor, afinal os sintomas principais. Assim, pode parecer que tudo melhorou quando afinal a otite se mantém, só que drenando exteriormente o pus. Se esta situação não for tratada podedeixar sequelas a nível da audição, dado que o tímpano fica esburacado e pode não voltar à sua integridade, se não for convenientemente tratado. Atenção, pois a esta forma sub-reptícia de otite. Ler Mais...

O ar circula mal…

A existência de grandes estruturas maciças na faringe perturba a circulação do ar inspirado pelo nariz. Resultado: a criança tem de começar a respirar pela boca porque tem o nariz «tapado», e daí acontecerem duas coisas:
  • por um lado o ar não é aquecido como devia e chega mais frio à laringe e aos brônquios;
  • por outro, há deformação da cavidade bucal, por desempenhar uma função que não é a sua: a abóbada palatina sofre transformações (fica mais cavada), o que leva a perturbações da fala (voz «nasalada», incapacidade de pronunciar certas sílabas, um som de «rh,rh,rh» ao pronunciar as palavras) .
Paralelamente, os adenoides passam a ser uma fonte de secreções, muitas vezes infetadas, que vão para vários lados:
  • escorrem para a frente e enchem o nariz – a criança anda ranhosa;
  • vão para cima, sobretudo quando a criança não se assoa e funga, e atingem o ouvido médio - a criança tem otite serosa e episódios de otite média infeciosa;
  • escorrem para baixo e enchem os brônquios – a criança tem tosse.
O ranho é geralmente amarelo-esverdeado e como é muito posterior, a tendência da criança é fungar e não se assoar, o que é muito prejudicial para os ouvidos. Estes sofrem, assim, autênticas injeções desse material infetado, agravadas pelo facto de a sua respiração e drenagem estarem comprometidas porque os adenoides entopem a trompa de Eustáquio, que fica na faringe, junto do nariz, e é o «tubo de escape» dos ouvidos. Finalmente a tosse: durante o dia, menos mal, a criança está quase sempre na posição vertical e acordada, de maneira que as secreções escorrem para o esófago e ela engole-as, causando contudo irritação gástrica, vómitos e falta de apetite. Durante a noite, pelo contrário, como a criança está em posição horizontal e a dormir, as secreções escorrem diretamente para a árvore respiratória, causando tosse. É uma tosse que não começa logo que a criança se deita - só uma ou duas horas depois (tempo necessário para os brônquios se encherem) e é por acessos. A criança tosse várias vezes com violência, parece «afogar-se» em secreções, e depois engole-as e acalma, até daí a pouco começar tudo outra vez. É uma tosse que faz os pais levantarem-se várias vezes durante a noite. Uma criança com uma situação destas está praticamente sempre adoentada, as adenoidites sucedem-se umas às outras, anda sempre ranhosa e com tosse, tem otites frequentes - enfim, vai ao infantário dois dias, adoece, fica em casa, toma antibiótico, melhora, volta ao infantário mais três dias, volta a infetar-se, fica novamente em casa...e não sai disto... Por outro lado, as infeções repetidas, sobretudo quando se acompanham de falta de apetite, quebra do estado geral, etc., podem debilitar a criança, perturbando o seu crescimento. Felizmente isto só acontece raramente, mas é uma realidade a não subestimar. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Receita…mas não médica

Imaginem um caldeirão, daqueles grandes, pretos, com três pernas, que vão diretamente ao fogo. Atirem-lhe lá para dentro um quilo de ansiedade, dois de isolamento, cem gramas de maior longevidade, três quartos de gerações cada vez mais próximas em idades e estilos de vida, mas também dois pés de gerações mais longínquas em distâncias reais.

Um telefone, quatro telemóveis e uma pitada de e-mail.  E ainda todas as revistas sobre pais e bebés, desde o número um.

Seguidamente, deixem ferver e juntem cento e cinquenta gramas de falta de tempo com duas réstias de complexos de culpa e a mesma quantidade de tentativas de compensação. Quatro dúzias de inexperiência com outras tantas de tentativa de meter o bedelho, cinco pitadas de instabilidade do poder parental duas mãos-cheias de dúvidas e uma equipa inteira de profissionais de saúde que nunca estão onde ou quando são necessários, e que falam sempre de coisas que não são prioritárias.

Tempere-se com a imposição social de ser pais perfeitos, e adicione-se, q.b., a obrigação de ser cidadão perfeito, conjugue perfeito, amante perfeito, tísica e psicologicamente perfeito, intelectualmente perfeito e ainda pagador de impostos a horas, honesto e bem-educado.

Termine-se juntando o isolamento dos mais velhos, a falta de projeto de vida da terceira idade, ponham-se todos os filhos que as avós não tiveram, mas que gostariam de ter tido, decore-se com telenovelas a granel, concursos onde se engolem sapos, futebol e reality shows, apresentadoras bacocas e locutores que se esganiçam (mesmo para nos dizer que «hoje não aconteceu nada!»).

Mexa-se tudo com uma enorme colher de pau - aprovada pela União Europeia – e sirva-se de preferência num apartamento onde o espaço vital não dá para viver, numa definição perfeita do que são «conceitos de vida letais».

A prestações e com juros, tal como o carro, as férias, os fatos, e se calhar o amor, entre filas de automóveis e de hipermercados, variando criativamente entre 40 horas de trabalho semanais, monotonamente iguais, uma reforma que tem tanto de inativa como de retribuição económica miserável, e a consideração nostálgica e fisiologicamente difícil de engolir, que os nossos filhos já têm filhos...

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Trompa de eusta | Para Pais.