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O que é uma massagem do períneo?

Uma massagem do períneo é a prática de massajar o períneo, a pele entre a vagina e o ânus, para a tornar mais flexível em preparação para o parto. A intenção é evitar o rasgar do períneo durante o parto e a necessidade de uma episiotomia ou um parto assistido (fórceps ou extracção por ventosa) pois a pele nesta zona pode tomar-se mais flexível devido à massagem. Experiências clínicas indicam que a massagem do períneo e a massagem vaginal podem reduzir a gravidade de rasgar e que portanto alguns consideram-nas benéficas. Use um gel lubrificante com manteiga de cacau, azeite, óleo de vitamina E ou óleo vegetal puro nos seus polegares e massaje à volta do períneo. Coloque os seus polegares cerca de 3-4 cm dentro da sua vagina e pressione para baixo e para os lados ao mesmo tempo. Gentil e firmemente continue a esticar até sentir uma leve sensação de ardência ou formigueiro. Com os polegares mantenha a pressão durante cerca de dois minutos ou até essa zona se tornar um pouco dormente e não sentir tanto o formigueiro. Enquanto faz pressão com os seus polegares massaje lenta e suavemente a parte de baixo da sua vagina, evitando a abertura urinária, e ao longo do períneo introduzindo o lubrificante no tecido durante 3-4 minutos, Isto ajuda a esticar a pele da mesma forma que a cabeça do bebé a irá esticar durante o parto. Faça esta massagem uma ou duas vezes por dia começando por volta das 34 semanas de gravidez. Depois de cerca de uma semana deverá notar um aumento de flexibilidade. Ler Mais...

Pensar em levar um corte é aterrador. O que posso fazer para evitar isso?

Alguns estudos têm demonstrado que massajar o períneo com regularidade durante a gravidez, utilizando um óleo sem perfume, pode reduzir o risco de rasgar pois isso ajuda a tomar essa zona mais flexível e por conseguinte pode ajudar a alongar a zona quando a cabeça do bebé estiver a passar. Antes de massajar o períneo lave as mãos com cuidado. Embora uma episiotomia possa ser uma perspetiva preocupante, se for aconselhada a fazer uma, isso pode evitar um rasgar descontrolado. Ler Mais...

O que é uma episiotomia e porque deve ser feita?

Uma episiotomia é um corte ao longo do músculo entre a vagina e o ânus, conhecido por períneo, para alargar a zona por onde o bebé será expulso (ver acima). Isso só é feito quando absolutamente necessário e não será efetuado sem o seu consentimento. Há várias razões para uma episiotomia ser recomendada: se o bebé estiver em sofrimento, para apressar o sair da cabeça, em casos de partos com fórceps ou ventosas, se a cabeça do bebé for demasiado grande para passar na vagina, se o períneoo alongou o suficiente até ao fim da segunda fase do trabalho de parto para permitir uma passagem suave da cabeça do bebé através da vagina, se houver complicações, num parto vaginal, de um bebé em posição pélvica, ou se a mãe estiver com dificuldade em controlar as contrações enquanto a cabeça do bebé está a surgir, o que significa que irá rasgar bastante durante o parto. Em geral, é primeiro injetada no músculo uma anestesia local e o processo é efetuado durante a fase mais forte de uma contração, pois isso distrai-a do que está a ser feito e ajuda a um parto mais rápido. Ler Mais...

Tratamento

O tratamento da tuberculose faz-se com a administração de vários antibióticos e agentes, durante vários meses (existem diversos esquemas, mas com tendência a serem mais curtos do que anteriormente). Como escrevemos, o número de bactérias resistentes aos antibióticos (designados por tuberculostáticos) tem aumentado e isso constitui um problema grave. Por outro lado, alguns destes fármacos têm efeitos secundários sobre o fígado, os olhos, etc. - há que seguir os doentes com atenção para ver se não há lesões noutros órgãos motivadas pelo tratamento. A vantagem de se poder tomar os medicamentos apenas uma vez por dia contribuiu para que o tratamento fosse mais cumprido pelos doentes. Paralelamente aos agentes farmacológicos, o bom ambiente, o ar puro e o descansoo essenciais para uma boa recuperação. Ler Mais...

Plagicefalia

Este estranho termo designa a forma das cabeças de certos bebés, com zonas de grande achatamento, causadas por uma compressão durante a vida intrauterina (por exemplo, por um osso da mãe, ou em úteros muito pequenos). Trata-se de uma situação identificável, e geralmente corrige-se (embora nunca totalmente) por métodos posicionais, e só mais raramente com necessidade de cirurgia ou intervenção ortopédica. A plagicefalia tem vários graus, de leve a intenso. O que mais é evidente, para os pais, é o grande achatamento de uma parte, a cabeça ser grande mas estreita (escafocefalia), pode ser curta e larga com achatamento da parte de trás da cabeça (braquicefalia), ou então o que se nota ó o avançamento de parte da cara, com uma bochecha mais espalmada e avançada (quando se olha de cima), a orelha, o olho ou o nariz muito desviado, etc... Estas situações não causam dor ou incómodo, e na maioria dos casos em que se levanta a questão, ela é de natureza meramente estética. Em alguns casos extremos começa-se a fazer tratamentos com capacetes e moldes, mas são técnicas ainda em desenvolvimento e que só devem ficar para os casos efetivamente graves. Um «tratamento- caseiro, aplicável na maioria dos casos, é tentar que o bebé não esteja sempre deitado «sobre a mesma bochecha», e para tal pode ser suficiente rodar o berço 180°, de maneira a que a luz e outras referencias espaciais do quarto do bebé venham do lado oposto (mas sempre deitado de barriga para cima, caso o médicoo sugira outra coisa). Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnósticoo é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...
Tratamento caseiro para o perineo | Para Pais.