Resultados para: "traqueia e bronquios pervios"

Você está a ver criança , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa traqueia e bronquios pervios. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, gemeos escondidos barriga, cesaria inflamada, cesariana inflamada, colo do utero dilatado fotos, bucentinha infantil.

Porque é que aparece o crupe?

Independentemente da causa seja ela infecciosa, alérgica, ou outra , o mecanismo que está subjacente ao crupe é um aperto das vias aéreas ao nível da laringe, cordas vocais e traqueia, portanto a um nível mais acima do que na asma, em que o aperto é nos brônquios, ou da bronquiolite, em que o aperto é nos pequenos bronquíolos junto aos alvéolos pulmonares. Este aperto, causado por espasmo, por edema (acumulação de líquidos) ou por outros mecanismos, leva a que o ar tenha dificuldade a passar, sobretudo quando entra. Daí a falta de ar. Por outro lado, como há esse edema das cordas vocais (que se situam no fim da laringe), a criança fica rouca. A dificuldade respiratória leva a que espontaneamente prefira a posição sentada. Quanto a outros sintomas, designadamente a febre, podem ou não ocorrer. Quando a causa é virai, pode ocorrer febre baixa embora muitas vezes só depois do primeiro episódio. Quando a situação é alérgica a febre costuma estar ausente. Nas infecções por bactérias, como a referida epiglotite, a febre costuma ser pelo contrário muito elevada. Ler Mais...

ando os brônquios ficam entupidos…

Como se podem limpar os brônquios, para que a criança possa ventilar melhor? Essa limpeza consegue-se mais facilmente se se ajudar a criança a: • ter as secreções mais fluidas, menos viscosas, mais mobilizáveis, ou seja, fazendo com que, com a mesma «tossidela», o volume de secreções que deita seja muito maior; • soltar essas secreções da parede dos brônquios, onde estão agarradas; • mobilizá-las e deitá-las cá para fora, de forma a que as possa engolir, vomitar, enfim, tirá-las da árvore respiratória. A primeira ajuda é dada pela hidratação das secreções, cujo método mais importante e a atmosfera húmida (veiculada de várias maneiras, desde a panela de água a ferver até aos aerossóis ultrassónicos, com ou sem medicamentos incluídos). Estes últimos permitem atingir os brônquios mais profundos e pequenos, que são nestes casos os que mais precisam. A segunda ajuda é dada pela vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax as tais «pancadinhas»», dadas por exemplo com a palma da mão em concha e com as pontas dos dedos. A terceira ajuda é a chamada drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários setores pulmonares (por acção da força da gravidade). A estimulação da tosse, por vários métodos, que vão desde pedir à criança para tossir até carregar em certos pontos abaixo do pescoço, é outro aspeto essencial. Ler Mais...

Cinesiterapia

A nossa árvore respiratória é, como qualquer outra árvore, formada por uma sucessão de «ramos», começando pelo mais grosso, a traqueia, até aos mais fininhos, os bronquíolos, que por sua vez dão origem às «folhas», os alvéolos. Pelo meio ficam uma sucessão de «troncos» cada vez mais estreitos - os brônquios. Quando alguma coisa incomoda ou agride esta «árvore» - cujos troncos são ocos por dentro, autênticos tubos, tipo «canos» - a resposta deles é apertarem-se e produzirem uma mistura de muco, células e outros detritos - as chamadas «secreções brônquicas» (que designamos habitualmente por «expetoração»). Estas secreções são geralmente espessas e, por isso, vão facilmente entupir a «canalização», causando uma grande resistência à entrada do ar. Este entupimento provoca, por outro lado, anomalias na distribuição do ar, alterações da velocidade e da força da coluna aérea, mau arejamento de certos sectores dos pulmões e, não menos importante, leva a que certas zonas fiquem estagnadas com secreções formando autênticas «piscinas» de secreções quentes, cheias de células, que são, afinal, o «repasto» ideal para as bactérias. Assim, independentemente dos antibióticos e de outros medicamentos que o médico possa ou não receitar (conforme a situação), nada ficará resolvido se não encontrarmos uma forma de ajudar a criança a «limpar a canalização», dado que a força da tosse de uma criança pode não ser suficiente para conseguir mobilizar e deitar fora as secreções mais espessas e viscosas. O esforço de tossir repetidamente pode até aumentar bastante o cansaço da criança e levá-la à exaustão. Por outro lado, este esforço aumentado exige uma ação extra dos músculos que, para trabalharem mais, gastam também mais oxigénio...num corpo que está globalmente a respirar mal. A cinesiterapia é a maneira mais eficiente de limpar os brônquios, na qual se hidratam as secreções (com aerossóis), se aplica vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax, para soltar as secreções, e se faz a drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários sectores pulmonares (por ação da força da gravidade), estimulando ao mesmo tempo a tosse (carregando em certos pontos específicos). Se o vosso filho estiver com uma situação em que é recomendada cinesiterapia, perguntem ao médico-assistente onde a poderá fazer Se tal não for possível ou se nem sequer existir ninguém por perto para o fazer, peçam ao médico (ou a um enfermeiro do centro de saúde, por exemplo) que vos ensine alguns pormenores da técnica de cinesiterapia «caseira». Façam-na três ou quatro vezes por dia, em sessões de cerca de 30 minutos (cerca de 15 minutos de hidratação e mais 15 de «pancadinhas»). Ler Mais...

Diferenciar entre casos ligeiros e casos graves

Assim, um dos maiores problemas que see, quer à família, quer mesmo ao médico, é diferenciar uma infecção respiratória aguda grave de uma ligeira, e pressentir a provável evolução do caso. Recomendamos pois que os pais, na avaliação da situação, valorizem o seguinte: - a idade da criança, sendo que quanto menor a idade, mais alerta é preciso estar e maiores probabilidades a situação tem de se deteriorar; - se a criança tem tosse e desde quando; - se a criança deixou de mamar/beber líquidos/alimentar-se bem, especialmente se tem menos de um ano de idade; - se a criança tem lebre e desde quando; - se a criança teve convulsões. - se há uma situação agravante, como paralisia cerebral ou doenças neurológicas, doenças do coração ou dos rins, magreza extrema, etc. Ao observar a criança, os pais poderão tomar em consideração o seguinte: - determinar a frequência respiratória (contar o número de respirações em cada minuto); - avaliar o grau de dificuldade respiratória (ver se o bebé tem tiragem, se as asas do nanz abrem muito ao respirar); - ver se a criança faz barulho a respirar (pieira, sibilância, guincho ao inspirar); - avaliar o grau de prostração, se existir; - quantificar a temperatura (febre ou, pelo contrário, baixa da temperatura). Os pais poderão mterrogar-se quanto ao seguinte: -o nosso filho tem sinais de gravidade?». São sinais de gravidade, exigindo IMEDIATA observação: Idade inferior a 3 meses - deixar de se alimentar bem - dificuldade respiratória acentuada - convulsões - prostração - frequência respiratória superior a 60 respirações por minuto - febre alta ou temperatura demasiado baixa - Idade entre 3 e 12 meses - incapacidade de beber líquidos - dificuldade respiratória eventualmente com sibilos - convulsões - prostração - cianose (bebé fica azulado) Estes sinais significam doença grave, e a criança deverá ser URGENTEMENTE levada para um hospital. Se não houver dificuldade respiratória mas a frequência respiratória for superior a 40/minuto, a criança deverá ser observada nesse dia. Par último, se a criança está SEM dificuldade respiratória e com uma frequência respiratória abaixo de 40/minuto, então a situação não parece grave. A maior parte das situações são benignas o que há a fazer é combater a obstrução. Em condições normais, as defesas da criança sáo suficientes para a manter saudável. No entanto, uma ruptura no equilíbrio entre ela e os micróbios provocada quer pelo aumento do número ou agressividade dos agentes infecciosos, quer por diminuição dos sistemas defensivos da criança , pode ocasionar uma situação de doença. A obstrução das vias aéreas é, sem qualquer dúvida, o factor mais importante na origem de uma infecção respiratória, e o responsável pelos seus sinais e sintomas, devendo por isso ser o principal alvo do tratamento. Os pais, independentemente de levarem a criança ao médico e do que o médico receitar, deverão tomar algumas medidas para que essa obstrução possa ser melhorada digamos que, sendo as vias respiratórias um sistema de «tubos» e estando esses «tubos- entupidos, os pais terão que desempenhar a função de «canalizadores»... Qualquer agressão das vias respiratórias seja uma infecção, sejam fumos, frio, poluição ou qualquer outro agente agressivo leva a que essas vias (brônquios, traqueia, etc.) produzam secreções (muco) e que esse muco se acumule, o que, por seu lado, conduz à proliferação dos microorganismos. É um círculo vicioso. Por outro lado, os micróbios induzem um conjunto de fenómenos associados à lesão dos brônquios, os quais, por sua vez, dificultam ainda mais os mecanismos de limpeza e agravam a obstrução. As situações de «broncospasmo», que ocorrem em crianças com alergias ou asma, pioram ainda mais a situação, ao «apertar» os brônquios. Por sua vez, a infecção vai determinar, como vimos, quebra do estado geral, febre, vómitos e dificuldade na alimentação. Todos estes factores contribuem para um maior ou menor grau de desidratação, o qual por sua vez conduz ao espessamento das secreções das vias aéreas e a maior dificuldade de drenagem das secreções. O aumento da frequência respiratória, como mecanismo compensador da falta de ar provocada pela obstrução dos brônquios, faz perder água pela respiração e agrava o espessamento das secreções e a obstrução. Ler Mais...

Quantos tipos de tosse há?

Fundamentalmente, há quatro tipos de tosse: 1. a tosse produtiva, com expectoração (embora a criança não a deite fora, mas engula), com origem baixa (brônquios); 2. a tosse irritativa, que é provocada por agressões à árvore respiratória, e que é uma tosse seca, repetida, muitas vezes quase «ladrada» (tosse de «cão»); 3. a tosse de origem alérgica, semelhante à anterior, mas acompanhada de olhos a lacrimejar, sensação de vontade de coçar a garganta, espirros, pieira, etc. 4. a tosse sobretudo noturna, por acessos, que corresponde ao deslizar das secreções dos adenóides para os brônquios. Estas tosses têm origens e razões diferentes. Como tal, exigem também atitudes e soluções diferentes. A tosse irritativa tem muitas vezes que ser suprimida, porque incomoda a criança e pode mesmo desgastá-la. A que resulta de mecanismos alérgicos melhora geralmente com as medidas habituais de combate aos alergéneos. A tosse produtiva, por outro lado, é benéfica «um autêntico «braço armado» dos brônquios , e deve ser ajudada, através da fluidificação das secreções e da drenagem postural e cinesiterapia («pancadinhas»). Nos bebés pequenos, a tosse pode cansar porque para se tossir é preciso mobilizar os músculos, o que consume muito oxigénio e energia. Esta tosse, no entanto, é fundamental para a limpeza dos brônquios. O último tipo de tosse é muito comum, aparece um tempo depois de a criança se deitar e é por ataques, havendo outras características de aumento dos adenóides. A tosse pode indicar situações graves, por exemplo quando surge com sangue, se se acompanha de dificuldade respiratória ou aceleração da respiração, ou quando é crónica e com outros sintomas, como a perda de peso. Finalmente, o stresse também pode induzir tosse (todos já passámos por situações dessas...) e por vezes, quando se ignoram as causas do mal estar psicológico, pode-se avançar com outras investigações que, obviamente, não vão conduzir a nada. Devo utilizar xaropes para a tosse? «O melhor xarope é a água!»... porque o que importa é liquefazer ou fluidificar as secreções, para melhor saírem e, nesse caso, a atmosfera húmida e beber líquidos são as medidas mais importantes. Obviamente que alguns xaropes, através dos seus mecanismos de ação, podem ajudar a refazer a integridade dos brônquios, liquefazer as secreções, etc, mas independei Hei i it;i ite doa xaropoc que possam ser receitados, não serão eles a fazer o trabalho todo. Quando a tosse é irritativa, o médico poderá ter que receitar um xarope para sedar a tosse - mas deverá ser ele a fazê-lo. Ir à farmácia e comprar o primeiro antitússico que aparece pode ser um erro e agravar a situação. Ler Mais...
Traqueia e bronquios pervios | Para Pais.