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Tipos de vírus e vacina de gripe

Há três tipos de vírus da gripe: A, B e C. Este último dá uma doença muito leve e nem sequer se fabrica vacina para ele, tal a sua inocuidade. Os vírus A são os responsáveis pelas epidemias e surtos que todos os anos se estendem a nível mundial. Os vírus A dividem-se em vários subtipos, de acordo com duas das suas proteínas, designadas por hemaglutinina (H) e neuraminidade (N). Daí os vírus A serem distinguidos pela conjugação destas duas. Há 16 variantes N e 9 variantes H, o que dá múltiplas combinações possíveis. Os que habitualmente surgem nos seres humanos são os H1N1, H1N2 e H3N2. Como estas proteínas mudam facilmente, o vírus da gripe muda também praticamente todos os anos, embora algumas estirpes se mantenham em atividade durante vários anos seguidos. Estas mutações anuais do vírus explicam porque é que em alguns anos a gripe é mais agressiva e mais expansiva. Todos os anos é fabricada uma vacina (diferente da do ano anterior) que permite aos vacinados fabricarem anticorpos «atualizados» contra o vírus da gripe desse ano. As mudanças mais radicais são abruptas e geram vírus mais agressivos - a possibilidade de pandemia é muito maior. Ler Mais...

Tipos de jogos

Há jogos de sorte e de azar, há jogos de faz de conta, há jogos de oposição, há jogos de vertigem. Toda a atividade humana tem um bocadinho destas componentes, em maior ou menor grau. E se as crianças não se interessam muito pela componente de sorte/azar, já acham graça ao faz-de-conta, à oposição e, em certos momentos do seu desenvolvimento, à vertigem. Ler Mais...

A música como parte indispensável do ambiente

As crianças só serão estimuladas para ouvir música se os pais, a escola e os diversos grupos onde se inserem as estimularem para isso. E, verdade também indiscutível e óbvia, só poderão optar por este ou aquele tipo de música se tiverem a oportunidade de conhecer os diversos género - desde a música «pimba» a Mozart. Uma casa onde se ouve música é uma casa onde o tempo tem geralmente uma gestão diferente, onde há mais hipóteses de tranquilidade e de escala humana. Onde a televisão está fechada por períodos longos. Onde as crianças se habituam a conviver com a arte mais espantosa e natural. E mais universal. Claro que as crianças não aprendem apenas por si - é necessário chamar-lhes a atenção para o que estão a ouvir, dar as noções básicas dos vários tipos de música - e para isso não é preciso ser-se um erudito em termos musicais, basta percorrer as várias estações da rádio e fazer um jogo, de modo a distinguir e classificar os vários tipos de música, das canções tradicionais à música clássica. Basta um pequeno rádio de pilhas. Outro aspecto importante é frequentar ambientes onde se toca música - também para isto não é necessário muito dinheiro e, convenhamos, uma ida a um concerto custa tanto como um almoço ou jantar num restaurante. Claro que, para muitas pessoas, representará  uma opção entre uma coisa e outra, mas a escolha da música como objectivo prioritário é exactamente isso - uma opção. É preferível comprar menos brinquedos, os quais provavelmente nunca serão utilizados, e cultivar o gosto pela música. Oferecer um pequeno rádio ou um pequeno leitor de CD's é um começo ao alcance «de todas as bolsas». Acresce que há inúmeros espectáculos nas diversas vilas e cidades (e até aldeias) gratuitos ou a preços extremamente módicos. Habituar o ouvido a escutar música, mesmo se for apenas música ambiente, é fácil, e sem isso a educação das crianças ficará incompleta. Ao habituarem-se a ouvir música, de preferência de vários tipos, as crianças desenvolverão os seus próprios gostos e preferências, evoluindo em conhecimentos, e sentindo-se atraídas a tentar, experimentar, investigar e descobrir novos estilos, novos sons e novos ritmos. Ler Mais...

Pilhas elétricas

Uma pilha eléctrica é um pequeno aparelho que armazena energia a partir de uma reação química e a restitui sob a forma de corrente elétrica. No que respeita às pilhas em forma de pequeno cilindro ou redondas, existem dois tipos: as pilhas salinas e as pilhas alcalinas. Para além da diferença na composição, existem diversas técnicas na sua elaboração, designadamente o posicionamento dos poios positivo e negativo. As pilhas salinas sofrem mais facilmente erosão, podendo o seu conteúdo líquido sair. Outro tipo de pilha é a de lítio, com um formato diferente (tipo botão), e essencialmente utilizada nos jogos eletrónicos, máquinas fotográficas, relógios e calculadoras, etc... Os riscos Praticamente toda a gente utiliza aparelhos a pilhas e troca de pilhas com relativa frequência. Contudo, não é pequeno o número de crianças que sofrem acidentes devido a estes pequenos objectos de uso comum. O estudo dos diferentes casos de acidentes com pilhas eléctricas revela essencialmente cinco grandes tipos: • fugas dos líquidos eletrólitos, tendo como consequência queimaduras na pele e mucosas (por vezes nos olhos); • intoxicação após ingestão, especialmente por crianças pequenas; • explosão da pilha, com as consequências imediatas de queimaduras e lesões oculares; • ingestão das pilhas em forma de botão, com perfuração química do aparelho digestivo ou bloqueio do tubo digestivo (ou respiratório se a pilha for aspirada); • introdução no nariz e no canal auditivo. Como é que isto pode acontecer? As principais causas de fuga dos eletrólitos podem ser: - o facto de as pilhas estarem velhas e no final da sua «vida»; - pilhas deixadas muito tempo num aparelho, sem utilização (especialmente aparelhos que só se usam em determinada estação do ano e depois ficam meses sem qualquer uso, em casas fechadas, etc); - mistura de vários tipos de pilhas (salinas, alcalinas) no mesmo aparelho; - mistura de pilhas novas com pilhas usadas; - pilhas submetidas a aquecimento forte (perto de um radiador, deixadas no automóvel no Verão, etc). As causas principais de explosão ou de ruptura podem ser: - aquecimento da pilha (por exemplo, pôr no forno julgando que se vai regenerar); - pilha largada no fogo; - ligação direta de uma pilha a uma tomada elétrica de 220 volts; - inversão do sentido de uma pilha numa série de pilhas este tipo de acidente tem vindo a aumentar porque cada vez há mais crianças a manusear e colocar as pilhas nos seus rádios, walkman e jogos eletrónicos; - utilização de um aparelho de recarga com pilhas que não são recarregáveis e, às vezes, a cor e o aspecto podem induzir em erro se não houver o cuidado de ler que tipo de pilha é. Ler Mais...

Tenho lido sobre infeções como a SARM e agora estou preocupada em ter o meu bebé no hospital.

Embora haja uma grande cobertura dos média sobre infeções como a SARM, a maior parte das pessoas não tem qualquer problema com infeções nos hospitais. As infeções são causadas por germes, dos quais há quatro tipos principais: bactérias; vírus; fungos, bolores e mofos; e protozoários. As infeções dos hospitais são bacterianas. Há milhares de tipos diferentes de bactérias. Algumas bactérias, conhecidas por auxiliares de germes, são bactérias amigas ou boas, as quais ajudam a digestão e a absorção dos alimentos no intestino. Outras podem causar infeções e doenças, como a staphylococcus aureus resistente à meticilina e a Clostridium diãcile (C.difficile), que são duas das que causam mais problemas nos hospitais. A SARM é uma bactéria que pode viver na pele das pessoas saudáveis sem causar qualquer dano, mas pode conduzir a infeções sérias em indivíduos vulneráveis. Uma boa higiene, em particular na forma de precauções simples, como lavar as mãos, é um método eficaz para a prevenção da infeção SARM e as hipóteses de a adquirir no hospital são baixas. Até os parentes e amigos de pacientes com SARM não correm risco. Se os talheres e os pratos forem lavados com água (de preferência quente) e sabão, isso remove a SARM, e o risco de a contrair através do contacto com cortinas, lençóis e almofadas é muito baixo. Os trabalhadores de cuidados de saúde utilizam soluções antissépticas, como álcool, para lavar as mãos, e mais recentemente muitos hospitais têm gel à base de álcool, perto de cada cama, para limpar as mãos. A C. difficile é outro tipo de bactéria mencionada com frequência pelos media. Os hospitais previnem e controlam a propagação da C. diffcile com antibióticos, medidas gerais de higiene, como lavar as mãos, e detetando casos no início para que possam isolar os pacientes afetados e evitar que a infeção se propague mais. Ler Mais...
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