Resultados para: "soro na veia da cabecinha do bebe"

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Que leite de farmácia devo comprar?

Há várias marcas que têm um conteúdo nutricional muito semelhante e poderá precisar de conversar com a sua parteira ou com o pediatra, ou mesmo familiares e amigos com crianças pequenas, quando quiser decidir qual utilizar. Por vezes, os bebés prematuros podem precisar de um leite especial ou podem reagir mal a uma marca em particular. Se o seu bebé for de termo e saudável, em geral a escolha é feita pelo pediatra ou médico de família. Os fabricantes modificam o leite de vaca para o adaptar para bebés humanos, ajustando os hidratos de carbono, as proteínas e os níveis de gordura, e adicionando vitaminas e minerais. Há dois tipos principais de leites de farmácia que têm proporções diferentes das duas proteínas do leite: soro e caseína. Os que são próprios para os bebés desde que nascem, são os que contêm mais soro do que caseína. A proporção de soro e caseína destes leites é semelhante à do leite materno, por isso julga-se que são de mais fácil digestão. Os leites do mercado para os bebés “mais crescidos" (conhecidos como leite de transição) contêm mais caseína e são de mais difícil digestão. Ler Mais...

Conselho sobre acidentes oculares

Incline a criança sobre o lavatório, com o olho virado para baixo, puxe com suavidade e sem pressas a pálpebra inferior, peça à criança para abrir o olho (para isso tem de a acalmar e dizer que vai tudo passar), e lave com água morna (quente, nunca! e fria faz retrair a criança) ou soro fisiológico, durante cerca de 15 minutos, interrompendo de 5 em 5 para ver se já está tudo bem. Se ao fim desse tempo a ir a um serviço de urgência. Ler Mais...

A higiene dos olhos

É fácil um bebé desenvolver uma conjuntivite, dado que o canal lacrimal, que fica no canto nasal do olho e drena as lágrimas e as secreções até ao nariz, é pequeno e entope com frequência. A limpeza dos olhos deve ser feita com soro fisiológico, numa compressa (uma para cada olho) e no sentido nariz-orelha. Embora em muitas maternidades se aconselhe o contrário, os pais verão que não faz sentido estar a «pegar» nas secreções na ponta externa do olhos e empurrá-las, compactando-as, para o sítio onde, precisamente, não deve haver «engarrafamentos*. Talvez por isso tantos bebés tenham conjuntivite. Por outro lado, há bebés que nascem com um aperto fisiológico do canal Lacrimal (dacriostenose) e que, por causa disso, têm conjuntivites frequentes. Se estas forem constantes ou se não melhorarem até cerca dos 9 meses, provavelmente terão que levar o bebé a um oftalmologista, para fazer a dilatação do canal. Ler Mais...

Desidratação

As crianças são formadas maioritariamente por água. Qualquer desequilíbrio na situação de ingestão/perda de água, seja porque está a beber menos, seja porque está com febre, diarreia, vómitos, excesso de urina, ou simplesmente porque está um dia quente, pode facilmente levar à desidratação de uma criança deste grupo etário. Os riscos da desidratação são grandes e as complicações podem ocorrer precocemente, designadamente lesões cerebrais e renais. É fundamental os pais conhecerem os sinais que podem indicar desidratação, como olhos encovados, ausência de lágrimas, secura da boca e das mucosas, fontanela («moleirinha») deprimida e metida para dentro (após o ano é raro poder palpar-se bem), pele da barriga engelhada ou que, se derem um «belisco», não volta imediatamente ao normal, perda rápida de peso ou, finalmente, sinais de colapso circulatório (pele fria e seca, extremidades frias, prostração, quase não dá acordo de si). Qualquer destes sinais obriga à ida a um serviço de urgência. Para re-hidratar uma criança podem utilizar-se as chamadas soluções de re-hidratação oral, de que há vários exemplos comercializados, disponíveis nas farmácias. A re-hidratação oral deve ser sempre feita com um destes soros. Se não há a hipótese de ir a uma farmácia, poder-se-á fazer o seguinte soro caseiro:
  • sal da cozinha - uma colher de chá;
  • açúcar - uma colher de sobremesa;
  • dissolver em um litro de água.
Caso estes não estejam disponíveis ou a criança não os aceite, devem ser administrados, como recurso, outros líquidos, nomeadamente água, chá, caldo de cenoura/arroz. As «colas», recomendadas por alguns médicos e que são bem aceites pela criança, quando utilizadas devem ser diluídas com outro tanto de água. Nunca deve ser recusada água, a qual deve ser oferecida, durante a re-hidratação, nos intervalos do soro. Para evitar os vómitos, há que ter o cuidado de oferecer à criança o soro ou os líquidos em quantidades pequenas (colher a colher), muito amiúde. Isto exige muita paciência, mas resulta e rapidamente verão os resultados da sua re-hidratação. A administração fracionada dos líquidos, sobretudo no caso de vómitos, contribui para o êxito da re-hidratação. Convém ter em linha de conta que a administração reforçada de líquidos pode levar a um aumento do volume das dejeções. Trata-se de uma consequência natural decorrente da re-hidratação oral, pelo que esse facto, se não estiver associado a quaisquer fatores de gravidade, não deverá justificar apreensão. Ler Mais...

Questões práticas

Como segurar no bebé para colocar gotas? Parece difícil, mas não é. Uma pessoa pode «controlar» um bebé aos «pulos, e administrar os medicamentos. Basta firmeza e racionalização de meios (neste caso, os seus braços e dedos, com a «ajuda» dele...): • deite o bebé; • sente-se do lado direito dele; • encoste o seu corpo bem ao corpo dele; • coloque o seu cotovelo direito junto à barriga dele (do lado esquerdo dele), «trancando» assim a barriga do bebé imobilizando a parte das pernas; • com a sua mão direita, agarre nas duas mãos do bebé, aproximando-as; • passe os braços do bebé à volta da cabeça dele, e com a ajuda da sua mão direita firme-os contra a cabeça dele; • com o seu dedo polegar direito, que «sobrou» da manobra anterior (os outros quatro estão a agarrar as mãos dele comprimindo a cabeça), carregue na testa para a fixar; • vai reparar que, imagine, ficou com a sua mão esquerda completamente livre para pegar no soro ou no colírio, ou no que for, e colocar no nariz do bebé; • se for nos olhos, utilizará o seu polegar esquerdo para fixar a pálpebra e abrir os olhos do bebé; • esta manobra dura um minuto, ou nem isso, e depois poderá dar o mimo que desejar ao seu filho. Mas evita minutos e minutos de luta, que acaba sempre em berros e gritos e com os medicamentos a entornarem-se e a sujarem tudo, além de ficarem por administrar... Se colocarem gotas nos ouvidos, aqueçam o frasco em água quente ou com as próprias mãos. A reacção que os bebés têm às gotas auriculares são frequentemente da sensação de frio, que é muito desagradável, mais do que das gotas em si. Ler Mais...

Nariz

A obstrução nasal Como já se disse ao longo deste livro, estamos geneticamente preparados para alguns milhares de anos atrás. E se há coisa que mudou foi a qualidade do ar: passámos de um ar puro para, sobretudo em meio urbano ou periurbano, um ar poluído, com constantes variações de temperatura, humidificação, ares condicionados, etc. É natural que o nariz reaja, sobretudo sendo um órgão tão vascularizado e feito para ser um órgão de filtragem e defesa e assim se dá a inflamação das paredes, com obstrução, e a produção de secreções («ranho») com espirros à mistura. Até se dar a adaptação do nariz (que em algumas pessoas nunca se dá pelo que ficam a sofrer de rinites crónicas), será preciso colocar soro fisiológico em abundância duas gotas em cada narina antes de cada mamada , para que o bebé possa comer sem engolir demasiado ar, o qual irá gerar mais bolçar, mais soluços e mais cólicas... O entupimento nasal é, assim, uma situação muito comum, «cada vez mais frequente», mas que continua a causar muita ansiedade aos pais, sobretudo quando os bebés são pequeninos. Ler Mais...
Soro na veia da cabecinha do bebe | Para Pais.