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O meu bebé prematuro tem icterícia- o que será feito para o ajudar?

A icterícia é um dos problemas mais comuns em todos os bebés recém-nascidos e os bebés prematuros correm um risco ainda maior pois têm um fígado imaturo, que ainda não extrai normalmente a bilirrubina do sangue, a substância que causa a pigmentação amarela comum à icterícia. A bilirrubina é produzida quando o corpo tem uma quebra de glóbulos vermelhos. E um pigmento amarelo que, se não for extraído do sangue pelos rins e fígado, se desenvolve e se deposita na pele. Aos bebés que têm icterícia fazem-se análises ao sangue para medir o nível de bilirrubina e o resultado da análise determinará se precisarão de algum tratamento especializado. O tratamento é feito por fototerapia, o qual utiliza raios ultravioleta para eliminar a bilirrubina sob a pele para que os rins do bebé possam expelir em segurança os pigmentos da bílis. Ler Mais...

Há alguma coisa em que deva reparar quando mudar a fralda?

A urina do bebé é pálida ao nascer e escurece passados uns dias. Poderá haver uma mancha rosa-alaranjada na fralda do seu bebé, que é urina concentrada de quando ele estava no útero, e é muito normal. Desde que o seu bebé urine pelo menos quatro vezes por dia e desde que não apresente sangue, não há nada com que se preocupar. O mecónio preto-esverdeado que faz depois do parto vai mudando para uma cor amarela quando se inicia uma digestão normal. Os bebés amamentados costumam fazer uma fezes mais moles e amarelo-mostarda, que podem parecer diarreia, enquanto que as fezes dos bebés alimentados a biberão são mais duras e de um amarelo-pálido. Os intestinos de alguns bebés funcionam a cada mamada, pois o mamar estimula a peristalse, ou contrações musculares, no intestino; outros, em particular os alimentados a biberão, podem defecar só uma vez por semana. Se as fezes do seu bebé forem duras e secas, ou se tiverem mucosidades ou sangue, fale com o seu médico. Ler Mais...

Algumas questões práticas

- Não é preciso colocar sempre creme quando muda a fralda. Tal como foi referido, só é necessário se o bebé estiver assado, se for uma das alturas do dia em que o faz ou se tiver feito cocó. O pó de talco, tão utilizado antigamente, não é conveniente. O pó, com o xixi e a ação da fralda, pode fazer uma mistura que assa a pele do bebé. - Um bebé saudável faz o xixi que deve, mas deverá desconfiar se passarem mais de 3 mudas de fraldas (3 refeições) e não tiver molhado nenhuma. - Quando detetar manchas avermelhadas na fralda do bebé, deve ter antes de mais, calma. Na larga maioria dos casos trata-se de uma de duas coisas: uns cristais de urato que existem na urina do bebé e que dão um tom avermelhado, ou uma reação de certas polpas de fraldas com algumas urinas. Fica uma mancha vermelha-alaranjada na fralda, diferente do vermelho-vivo do sangue. No entanto, se desconfiar que algo está mal, contacte o médico assistente. - Se passar muito tempo entre duas mudas, ou se estiver calor, forma-se mais amoníaco e o cheiro das fraldes de xixi do bebé pode ser mesmo mau... Como sempre, veja se o bebé tem algum sintoma, ou se é apenas essa a questão. - O ambiente dentro da fralda - quente, escuro e húmido - ó muito propício ao desenvolvimento de fungos e de outros microrganismos, tanto mais se o bebé tiver feito coco. Se deixar muito tempo a fralda por mudar, o mais provável é que o bebé venha a desenvolver uma assadura. peg">peg" alt="DSC_0154" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-110" /> - Não há grandes diferenças entre as fraldas para rapaz e para menina. As «fraldas para rapariga» têm mais polpa absorvente entre as pernas, enquanto «para rapazes» têm mais à frente, pensando no local onde o jato urinário se dirige. Mas na prática, a polpa é tão absorvente que apanha todo o xixi. - Acontece frequentemente nas primeiras semanas de vida, as fezes terem diferentes cores e texturas. Depois do mecónio, que é espesso e negro, o que é normal é tornarem-se mais amarelas e, quando um bebé é amamentado, por exemplo, as fezes -molham- a fralda e deixam no meio umas tampas ou grânulos amarelados; a cor amarela ou verde tem a ver corri o tempo de permanência das fezes dentro do intestino e na transformação de um produto, que ô a bilirrubina (amarelo, que dá a cor à icterícia) noutro pro duto chamado biliverdina (que evidentemente, é de cor verde); os bebés que fazem muitas vezes ao dia têm as fezes mais amareladas, os que fazem uma vez têm geralmente as fezes esverdeadas; passado algum tempo, sobre tudo quando o bebé começa a comer legumes e frutos, as fezes ficam mais acastanhadas; por vezes pode haver muco ou bolhas nas fezes, sem que isso signifique algo de especial; as fezes dos bebés amamentados são tendencialmente mais líquidas do que as dos bebés alimentados a biberão, mas cada caso é um caso. Ler Mais...

Alguns problemas a ter em conta

Pés para dentro Durante a gravidez, o bebé está «enrolado» sobre si próprio, com as pernas cruzadas, para conseguir até ao fim caber nesse TO que é o útero materno. Embora de vez em quando se descontraia e dê um pontapé» à mãe, a posição fetal é a que conhecemos. Se, por acaso, as pernas ficam encostadas a um osso materno, esta posição de flexão pode ser mais insistente e o bebé mantê-la durante a sua vida extra-uterina. Os -pós para dentro» são um problema que afecta uma em cada sete crianças. Na esmagadora maioria dos casos não há nada de especial a fazer, a não ser promover um bom andar descalço (excelente na areia) com meias antiderrapantes em casa, usar calçado formativo (não é ortopédico!), não usar ténis e procurar que a criança, preferencialmente, se sente à chinês», ou seja. com as pernas cruzadas, e não «à japonês», ou seja, com as pernas para trás. Pé «chato» O pé «chato» ou pé plano, só é diagnosticado após os 3 anos de idade. No primeiro ano de vida ainda ó muito precoce estar a avaliar a «chateza» do pé... De qualquer forma, convém relembrar que os pés têm uma dupla função: suportar o peso da criança e dar o impulso ao andar. No final do primeiro ano de vida, é bom o bebé andar sobre superfícies rugosas. como a areia da praia, para «sentir o terreno». Claro que todos os bebés têm o pé plano, dado que ainda não tiveram oportunidade de «estrear» o chão e as suas rugosidades. Algumas famílias têm tendência a ter um arco plantar mais curvado, outras mais plano. Quando se inicia a marcha começa a utilização dos músculos e ligamentos que vão estimular o aparecimento do arco plantar. De qualquer forma, só aos 3-4 anos se pode dizer se uma criança tem, realmente, o pé «chato». Boas práticas... É sempre bom que os bebés tenham boas posturas. Como já foi referido, o «sentar à chinês» é uma medida boa. em termos posturais, ao contrário do «sentar à japonês» (com as pernas para trás). Os problemas posturais são. na idade adulta, uma das maiores causas de dor, consumo de medicamentos, faltas ao trabalho e sofrimento. É bom as crianças terem posturas adequadas, e embora seja assunto de anos posteriores ao primeiro, é sempre bom fomentar bons hábitos desde o início. O médico assistente verá se há algum problema ortopédico, como a doença luxante da anca, por exemplo. Os primeiros sapatos Muitos pais, na ansiedade de ver os bebés a andar, começam a pôr-lhes sapatos cedo demais. Antes dos 12-18 meses não há necessidade de sapatos, a não ser em ocasiões especiais festas, saídas, etc. Preferencialmente o bebé deve andar descalço, com meias antiderrapantes se o solo estiver frio. É necessário o bebé sentir o chão e as suas irregularidades, para poder adaptar o pé e equilibrarse. A comprar alguns sapatos, é recomendável serem sapatos formativos. Os sapatos foram concebidos para proteger o pé de objetos que encontre no chão e que lhe possam fazer mal. De qualquer forma, os sapatos não evitam as deformações do pé nem contribuem, de nenhuma forma, para o desenvolvimento psicomotor. Alguns Conselhos: uma vez que a criança caminhe, pode adquirir sapatos suficientemente amplos para acomodar os pés, sem os pressionar; as solas devem ser antiderrapantes (o mesmo se usar meias); os contrafortes laterais devem ser suficientemente apoiantes para evitar que o pé resvale para o lado, e para manter o pé direito; a sola interna deve ter o relevo necessário para estimular o desenvolvimento do arco plantar; não é necessário gastar «fortunas» em sapatos... dado que os pés das crianças crescem rapidamente, há que ter em atenção este aspecto e ter sapatos que não estejam, nem largos demais, nem apertados; as crianças devem andar descalças em casa, com meias antiderrapantes; os sinais de alarme são: alterações como coxear, diferenças de tamanho ou de forma entre os membros inferiores, dores nas pernas, deformações. Ler Mais...

A partir dos 6 meses – «a fase das grandes descobertas»

E a partir desta idade que aumenta a fase da grande curiosidade, de descoberta do mundo. A criança já é capaz de observar em todas as direções, já vê com pormenor objetos distantes (que vão, assim, prender a sua atenção e incitá-lo a descobri-los o que, se já gatinhar, lhe permitirá começar a fazer «asneiras» pois é, pais, atenção aos acidentes!), distingue facilmente os pais, irmãos e pessoas estranhas (começando, a partir dos 9 meses, a evidenciar uma certa aversão a estas últimas) e, dizem os especialistas, prefere as cores encarnada e amarela. Paralelamente ao desenvolvimento visual, as mãos já se articulam nos seus movimentos finos, podendo pegar nos objetos, transferi-los de uma mão para a outra, apontar com o indicador (e fazer exigências começa o período reivindicativo...) e procurar objetos que, por exemplo, caem ou desaparecem repentinamente do campo visual. O interesse que as coisas despertam é tão grande, a partir de cerca dos 6 meses, que o bebé modifica espontaneamente a posição do seu corpo para ver melhor inclina-se para trás, volta a cabeça, torce-se. O pior é quando os objetos passam com uma certa velocidade aí já as coisas se tornam mais difíceis e só por volta do ano é que começa a haver um certo controlo destes acontecimentos... Após o ano já há percepção dos objetos em duas dimensões e, mais tarde, a noção da profundidade. Um aspecto importante é que a visão não funciona isolada, pelo contrário, é um sentido intimamente ligado aos restantes, muito especialmente à audição e aos movimentos finos. A conjugação destas extraordinárias capacidades, tantas vezes subestimadas, permite praticar o que é, talvez, uma das maiores capacidades do ser humano comunicar. A comunicação com o mundo, processo no qual a visão desempenha um papel fundamental, começa no bebé mesmo antes de nascer e prolonga-se até à morte. Os êxitos e insucessos, vitórias e derrotas, satisfação e frustração dependem muito da qualidade da nossa comunicação com o mundo, não só o animal «entre o qual em grande destaque o mundo humano», mas também o vegetal e mineral. A descoberta do mundo, feita «de dentro para fora», ou seja, do corpo do próprio bebé para o mundo próximo e depois para o mais distante, corresponde a algo de fascinante e a que nós, pais, deveríamos porventura dar mais importância e seguir mais atentamente. A falta de tempo crónica que a sociedade atual nos impõe não pode ser desculpa - há que seguir as descobertas dos nossos filhos e ver a sua evolução, desde que descobrem as mãos e os pés, até à preocupação que têm com as pessoas e objetos, muito especialmente os que lhes satisfazem as necessidades fundamentais (entre as quais a alimentação) e lhes dão carinho e proteção. Reafirmada que está a importância fundamental da visão no processo interactivo e de comunicação com o mundo, há que velar por essa visão de modo a que: 1.° sejam evitadas as agressões sobre o aparelho visual, nomeadamente as que provêm de estimulação excessiva, em quantidade e qualidade, com destaque para a falta de condições ambientais que se proporcionam ao bebé e à criança para ver este aspeto levantaria a questão da iluminação geral, da televisão, das fotografias com flash, o uso de óculos escuros no Verão, etc; 2. ° sejam detectadas e diagnosticadas precocemente as perturbações da visão que, muitas vezes, podem ser corrigidas, para além de se poder também retardar a sua evolução; 3. ° nas crianças que têm problemas visuais, em menor ou maior grau, há que compensar essa perda com a estimulação dos outros sentidos, e compreender que a sua interação com o mundo terá que ser feita, provavelmente, quando as lesões são muito comprometedoras, de maneira diferente das crianças com visão normal. A estimulação precoce é essencial e pode fazer com que uma criança com níveis muito baixos de acuidade visual possa utilizar todos os estímulos que lhe chegam, usando-os para uma vida praticamente normal. Quem vê bem desperdiça muitos estímulos luminosos. Conselho Posso tirar fotografias ao meu bebé? Esta pergunta surge com enorme frequência. Outras vezes nem chega a ser feita, o que não quer dizer que o bebé, desde que nasce, às vezes mesmo na sala de partos, não seja «atacado» por vários paparazzis, seja o pai, sejam outros familiares e amigos. Mas... já repararam que, quando se tira uma fotografia a uma criança, os olhos ficam sempre encarnados? Essa tonalidade encarnada/alaranjada corresponde, nem mais nem menos, à imagem dos vasos sanguíneos da retina. Entre o disparar a máquina e o impressionar da película ou do chip, a luz tem tempo de ir, bater na retina e voltar. Só depois os olhos se fecham. É, no fundo, como se estivéssemos a fazer um exame ao fundo do olho, como os oftalmologistas fazem. Isto quer dizer que, cada vez que tiramos uma fotografia a uma criança, estamos a sujeitar a retina a uma estimulação luminosa fortíssima, intensiva e brusca. Que não é nada recomendável, se pensarmos que os vasos da retina e a própria retina estão em formação. Portanto: fotografias, sim, mas apenas com luz natural. Sem flash. Obrigado! O que é o estrabismo? Nem em todos os estrabismos o «enviesamento» dos olhos é bem visível, pelo que é necessário levar a criança ao médico assistente para realizar testes de visão em certas idades-chave (2, 4, 6, 9 e 12 meses). Por outro lado, há muitos casos em que os olhos parecem tortos mas não o estão: são os chamados «falsos» estrabismos ou «pseudo estrabismos», em que o que está «torto» é a pele que rodeia o globo ocular e não o globo ocular propriamente dito. O estrabismo é uma situação que deve ser detectada no primeiro ano de vida e não deve ser subestimada, pelo menos até se ter a certeza de que se trata de um «falso» estrabismo. Ler Mais...

Ir (e vir) da praia

O ir e o vir da praia podem transformar-se numa tortura se feitos em más condições: horas de fila, automóvel hiperaquecido, ambiente de irritabilidade, ou com as crianças cansadas. Para as crianças pequenas, o excesso de calor pode levar à desidratação. Às vezes mais vale mudar os planos e se for dia de grande trânsito, passear na cidade ou no campo são opções porventura mais sensatas. Pensem também que, sobretudo quando se volta da praia, as crianças estão física e emocionalmente cansadas, provavelmente não dormiram a sesta, estão moídas do sol e dos banhos, e o percurso da areia até ao carro pode ser doloroso. Fazem birras, sentam-se, não querem acompanhar o passo dos adultos, choram se têm de ir ao vosso lado, choram se os pais as deixam para trás. Não vociferem e acompanhem o seu ritmo - de nada adianta estar a tentar que se despachem. A luz é intensa, o calor também e estão esbodegadas. E ao chegar ao carro não vão provavelmente cumprir todas as regras de tirarem a areia dos pés ou colocarem uma toalha por baixo do rabo se estiverem molhadas. São muito pequeninas... Ler Mais...
Sola do pe amarela | Para Pais.