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Porque é que algumas pessoas usam leites à base de soja? É seguro?

O leite à base de soja é feito de rebentos de soja, que são modificados para utilizar no leite de farmácia com vitaminas, minerais e nutrientes. Alguns pais decidem dar leite à base de soja se os seus bebés têm intolerância ou sensibilidade ao leite de vaca. Os leites de soja infantis são nutricionalmente semelhantes às fórmulas à base de leite de vaca. A proteína utilizada nos leites de soja é um extrato dos rebentos de soja, que tem um elevado conteúdo de proteína. No entanto, recomenda-se sempre que se peça conselho a um profissional de saúde antes de dar leite de farmácia à base de soja ao bebé. O conselho atual é que o leite de soja não deverá ser dado automaticamente a bebés com sensibilidade ao leite de vaca, pois há outros tipos de leite de farmácia próprios para bebés com alergias ou intolerâncias que podem ser mais favoráveis do que a soja. Assim, se estiver a pensar no leite de soja, assegure-se de que pede primeiro aconselhamento médico. Os hidratos de carbono utilizados no leite de soja contêm xarope de glucose, o que, com o tempo, pode danificar os dentes do bebé. Assim, se estiver a dar leite de soja ao seu bebé, leve-o ao dentista logo que os seus dentes rompam e diga-lhe que o seu bebé está a tomar leite de farmácia de soja. Há informações de que o leite à base de soja pode afetar a saúde reprodutora. Isto porque a soja contém fito estrogénios, substâncias que se encontram naturalmente nas plantas, que podem diminuir ou bloquear a ação da hormona estrogénio. Como esta é uma fase muito sensível no desenvolvimento de um bebé, não está claro se um leite infantil à base de soja pode afetar o desenvolvimento reprodutor do bebé. Ler Mais...

Equivalência das carnes

O valor nutricional das diversas carnes é equivalente, pese embora o teor de gordura ser muito diferente - a carne de porco e de carneiro são as mais gordas, e a gordura animal deve ser tanto quanto possível limitada. Por exemplo, por cem gramas, a carne de porco tem 18,5 gramas de gordura, enquanto a de carneiro tem 12,6; frango 11,0; vaca e vitela 6,5; coelho 4,0 e cavalo 2,4. Os animais novos (vitela, frango) são de digestão mais fácil do que os mais velhos (vaca, galinha), pelo que são preferíveis em algumas crianças que se sentem enfartadas depois de comer. A carne que se vende no espaço europeu, em circuitos comerciais, é de boa qualidade, a qual é permanentemente vigiada. Foi assim que se puderam identificar as diversas doenças que por vezes surgem referidas na comunicação social, desde a BSE até à peste suína africana ou a gripe das aves. A congelação não altera significativamente a qualidade, pelo que não se justifica comprar carne fresca - o que importa é mantê-la bem refrigerada porque à temperatura ambiente pode deteriorar-se, dado que o sangue é bom meio de cultura para as bactérias. As carnes fumadas, enchidos, produtos de salsicharia e outros do tipo não são equilibrados, porque têm demasiado sal e gordura. Exceções são exceções, e o sabor é muito apelativo para a maioria das crianças, mas convém reservar estes alimentos para dias muito excecionais, sendo a sua digestão muito mais prolongada e podendo ocasionar vómitos, diarreia e alergias. Ler Mais...

O leite de farmácia é tão bom como o leite materno?

O leite materno é mundialmente reconhecido como a nutrição ideal para o bebé, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que se dê somente leite materno nos primeiros seis meses, pois fornece todos os nutrientes de que o bebé necessita. Contudo, há uma grande variedade de marcas de leite para bebé, nutritivas e de alta qualidade, que cientistas e médicos especializados passaram anos a desenvolver. A maior parte dos leites de farmácia são derivados do leite de vaca, mas são modificados para se assemelharem o mais possível ao leite materno Se estiver confusa, discuta as diferentes marcas com o pediatra ou com o médico de família. Ler Mais...

Qual é a razão para as cólicas?

Muito se tem debatido sobre a origem das chamadas «cólicas do latente». Há quem as atribua ao ar que o bebé engole, quem diga que a origem está numa certa reação de intolerância ao leite de vaca (visto serem mais frequentes nas crianças alimentadas com substitutos do leite materno), ou quem defenda tratar-se de uma reação natural ao stresse do parto e dos primeiras semanas de vida. E ainda temos que contar com a imaturidade intestinal que faz com que certos segmentos intestinais se «fechem», de vez em quando, provocando dilatação nos anteriores e causando dor. Provavelmente toda a gente tem a sua parte de razão, ou seja, haverá certamente vários mecanismos envolvidos, embora o motivo predominante varie de criança para criança. Ler Mais...

“Pequenos nadas» na diversificação alimentar, conforme a Sociedade Europeia de Gastroenterologia e Nutrição Pediátricas (ESPGAN)

A introdução de alimentos não lácteos na nutrição do bebé deve ter lugar entre os 4 meses completos e os 6 meses de vida. Esta introdução deve ser mais tardia se o bebé tem alergias ou se na família direta há história acentuada de alergia. Há que ter em atenção que a sociedade ocidental exagera no consumo de proteínas, bem como de sal. Assim, e porque o consumo destes elementos é muito fruto dos hábitos que se adquirem, ó recomendável que, desde o início, se evite a ingestão de excessos de proteínas e de sódio (sal). A cárie, a diabetes, a obesidade... razões não faltam para recomendar uma restrição dos açúcares na alimentação das crianças. Deve-se habituar o bebé a comer pelo menos 5 refeições por dia. E irrelevante qual o tipo de alimento sólido que se introduz primeiro (papa ou puré). Seja o que for que se introduza primeiro, é necessário garantir as reservas de cálcio e de ferro que o bebé, nesta idade, começa a perder. Assim, o bebé tem que continuar a beber leite e laticínios e, por outro lado, deve não tardar demasiado a comer carne, que é a principal fonte de ferro. A realidade cultural e socioeconômica deve ser levada em conta: a carne a introduzir, por exemplo, pode variar conforme as regiões; vaca, vitela, borrego, pombo, frango, peru, etc... A introdução de novos alimentos deve ser gradual, começando com pequenas quantidades que, com o tempo, serão aumentadas em volume e variedade. Os alimentos com maior probabilidade de causarem alergias «como o ovo, o peixe, a laranja, etc.» não devem ser introduzidos antes dos 6 meses; se a ança for alérgica ou tiver familiares diretos com alergias provadas, estes alimentos devem ser dados apenas depois do ano de vida. O leite de vaca «em natureza» deverá ser introduzido apenas por volta dos 12 meses. Para além destas pequenas (mas importantes) regras pouco mais há a acrescentar. As crianças normais e saudáveis que não querem comer quando têm alimentos à sua frente fazem-no por sua conta e risco, ou seja, os pais não devem partir para a hora da refeição carregados de stresse, não devem ficar preocupados se a criança começar a «fazer teatro», muito menos embarcar nesse jogo e fazerem-se de capachos, ou de palhaços! Se uma criança não tem outros sinais de doença e tem comida à frente, comerá se tiver fome, não comerá se mesmo com fome quiser fazer birra, mas os pais não deverão ceder nem mostrar medo. Como dizia a minha bisavó: «fome é de três dias!» Segue-se um resumo de alguns dos erros alimentares principais no primeiro ano de vida. Evitem que isso aconteça ao vosso filho. Está inteiramente nas vossas mãos!

Principais erros alimentares no primeiro ano de vida

• Abandono do aleitamento materno e introdução de substitutos comerciais sem razões que justifiquem. • Introdução muito precoce de leite de vaca «em natureza» (ou seja, leite de vaca dos pacotes ou da vaca) - a maioria dos autores recomenda que essa introdução se faça apenas depois do ano de vida, ao contrário do que se fazia há alguns anos. • Administração de chás, sumos de frutos e refrigerantes nos primeiros meses, nomeadamente no primeiro trimestre - há muitos à venda mas não são recomendados. A água é o líquido por excelência para matar a sede... se assim não fosse a natureza teria evoluído para fontes ou rios de colas ou de refrigerantes! • Diluição errada do leite comercial (que, salvo exceções indicadas pelo médico assistente, deve ser de uma medida para 30 ml de água). •Diversificação alimentar antes dos 4 meses de vida. •Baixa ingestão de leite ou derivados (que deve ser de, pelo menos, o equivalente a 500 ml) após a diversificação. •Falta de flexibilidade nos horários das refeições, quer quanto à quantidade de alimentos em cada refeição, quer quanto à ordem de introdução dos alimentos. •Refeições demasiado prolongadas, com rituais excessivos e excesso de atenção em coisas secundárias. Ler Mais...
So bucetta de vaca | Para Pais.