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Pronação dolorosa do cotovelo

A pronação dolorosa do cotovelo é banal, e se acontece uma vez há que ter muito cuidado para não se repetir, para não forçar a articulação. Andar com as crianças à roda presas pelas mãos ou qualquer movimento que faça um esticão da articulação do cotovelo, é desaconselhável. Se as medidas caseiras não resultam, então terá de se levar a criança a um serviço de urgência. Ler Mais...

E se optar por chupeta? Qual escolher?

• escolha uma chupeta de peça única, para que não corra o risco de se partir e de o bebé aspirar uma parte; • assegure-se que a chupeta pode ser lavada na máquina de lavar e que se limpa facilmente; • veja se tem buracos de ventilação; • escolha o tamanho adequado à idade e ao bebé em causa; • evite que a parte circular (escudo) seja demasiadamente larga, pois pode obstruir as narinas do bebé quando este chucha com intensidade; • se está e quer continuar a amamentar, escolha de preferência uma chupeta das que são mais parecidas com a forma do mamilo; • as chupetas de látex são mais moles e mais flexíveis, o que parece melhor para um recém-nascido, mas as de silicone são mais duráveis e correm menos o risco de se degradar. Também são melhor laváveis; • cuidado com os cordões e correntes que prendem a chupeta podem envolver-se à volta do pescoço do bebé e magoá-lo à questão «mas ela está sempre a cair ao chão», responde-se: «porque se calhar os bebés deveriam ser mais vigiados, ou então deveríamos deixá-los utilizar "os dedos que Deus lhes deu"»; • não caia na tentação de fazer chupetas caseiras, com tetinas de biberão e algodão o bebé pode sufocar com o algodão. Ler Mais...

O que fazer?

Nos três primeiros dias, a criança poderá ser mantida em casa, aguardando-se a evolução dos acontecimentos, apenas com medicamentos para a febre, para a dor de cabeça e com alimentação líquida ou pastosa, fria ou morna e sem substâncias ácidas (gelados, por exemplo). Se os sintomas forem muito evidentes e as amígdalas tiverem pontos brancos, não vale a pena esperar e dever-se-á levar a criança ao médico. Passados esses dois, três dias, se a situação se mantiver, convém a criança ser observada por um médico. No entanto, se o estado geral estiver mau, a criança muito queixosa, a garganta estiver muito vermelha ou com pontos brancos, então é melhor ouvir logo a opinião de um médico porque poderá ser um dos casos que precisam de antibiótico. A penicilina é muito eficaz, mas é dolorosa porque tem de ser dada por via injetável. No entanto, se for esta a opção, bastará uma única injeção e não duas ou três, como algumas vezes ainda se vê prescrever. A amoxicilina, em esquemas de apenas seis dias, é extremamente eficaz para as amigdalites causadas pelo estreptococo, que são as que correm o risco de vir a gerar uma febre reumática ou uma glomerulonefrite, se não forem bem tratadas. As amigdalites com pus podem estar associadas a algumas outras doenças, como é o caso da escarlatina (também causada por um estreptococo) ou da mononucleose infeciosa (causada por um vírus) - mais uma razão para consultar o médico se a situação não se resolver totalmente em três dias com as medidas caseiras, para ver se não será uma destas situações. Uma medida simples e que tem bons resultados é (nas crianças de 5 anos) gargarejar três a quatro vezes ao dia com água morna com um pouco de sal (não muito para não enjoar). Claro que a proteção do frio, tomar anti- inflamatórios, dar medicamentos para a febre e para outros sintomas e fazer um repouso relativo também ajudam. Ler Mais...

A prevenção pode ser dividida em várias fases

- evitar que a criança contacte com tóxico; - saber reconhecer precocemente que criança se intoxicou; - saber atuar imediatamente no local, incluindo o contacto com o Centro de Intoxicações (Centro de Informação Anti-Venenos - ver lista de contatos úteis no final do livro); - saber encaminhar a criança atempada e adequadamente para um Serviço de Saúde. Proibir o uso de tóxicos? Era ideal mas impraticável. Há tóxicos e medicamentos que terão sempre de ser usados. O que deve haver, no entanto, é preocupação em aplicar integralmente a legislação sobre regras de fabrico, comercialização, conservação, apresentação e utilização dos tóxicos que, a serem cumpridas, possibilitam uma redução enorme do risco de intoxicação. O que é preciso é recordar que há leis e estas devem ser cumpridas a bem das pessoas! As embalagens e os produtos podem ser mais seguros e menos atractivos para as crianças, enfim, há várias medidas de «afastamento» que podem ser muito eficazes. Indispensável, contudo, é ver as coisas sempre do ponto de vista da criança. Uma «caveira com tíbias», por exemplo, que para nós significa inequivocamente um veneno, para uma criança pequena é entendido como um convite para «brincar aos piratas»... Há também regras a cumprir, por cada um de nós: - manter tóxicos e medicamentos fora do alcance das crianças; - não misturar medicamentos diferentes no mesmo frasco; - não guardar medicamentos em frascos que não sejam os do próprio medicamento; - não deixar embalagens semiabertas ou em locais acessíveis, nem que seja só «por cinco minutos»; - destruir os restos de medicamentos ou de produtos adequadamente, deitando-os na sanita e não em lixeiras ou noutros locais onde as crianças possam ter acesso; - não guardar produtos químicos em garrafas de refrigerantes ou em recipientes de uso corrente que possam enganar a criança; - ter especial cuidado quando a criança vai visitar outras pessoas que possam não ter crianças em casa; - ter em especial atenção as situações em que há mudança das rotinas caseiras mudança de casa, férias, etc.; - conhecer a perigosidade dos fármacos e seguir à risca as instruções acerca do seu manuseamento e da sua armazenagem. É claro que a actuação imediata após a intoxicação, é muito importante, e a pessoa que manuseia o tóxico deverá saber o que fazer em caso de intoxicação. Uma medida a não esquecer é contactar o Centro de Intoxicações. Podemos aprender a viver com os tóxicos: • tornando-os menos tóxicos e menos atrativos; • tornando as suas embalagens mais seguras, a sua utilização menos perigosa, a sua conservação mais adequada; • tentando compreender o desenvolvimento da criança, as motivações da criança, as suas possibilidades de chegar onde menos se pensa, e ir combinando a sua protecção com a progressiva educação para que seja ela própria a educar outros, quer enquanto ainda é criança, quer quando daqui a uns anos for ela o adulto responsável pela educação de outras crianças; • sabendo reconhecer os sinais de intoxicação e saber actuar no local nomeadamente através do contacto com o Centro de Informação Anti-Venenos («Centro de Intoxicações») e encaminhar a criança para os Serviços de Saúde adequados. Não esquecer neste caso de levar todas as informações possíveis qual o tóxico, a que horas, que quantidade, etc...e levar o frasco do produto ou o produto tóxico para o hospital a fim de não se perder tempo e iniciar o tratamento correto. Ler Mais...

Batatas fritas e bolas de berlim?

Ainda há disso? Digo, ainda há senhoras vestidas de branco que andam a vendar batatas fritas e bolas-de-berlim pela praia? Provavelmente não. Como o lince da Malcata, são «espécies em vias de extinção». Actualmente estes produtos são mais estandardizados e vendem-se nas lojas e cafés. Embora façam parte do imaginário da praia, não esqueçamos que as batatas fritas, os donuts e produtos similares são fonte de hidratos de carbono, gorduras e calorias... e pouco mais. Os cremes dos bolos, por seu lado, podem estar na origem de diarreias e gastroenterites. De qualquer maneira, não é razão para os fazer desaparecer, mas apenas para tomar cuidado. Se as crianças comerem muitas coisas dessas, os pais não se podem queixar de que não comem nada às refeições. Ler Mais...

Devo esperar até à minha consulta pós-parto para voltar a fazer amor?

Isso depende inteiramente de si e do seu companheiro! É normal querer voltar a ter uma vida amorosa ativa depois do parto mas também é normal não lhe apetecer durante meses! Algumas mulheres preferem voltar à sua vida amorosa só depois da consulta pós-parto por volta das seis semanas. O seu médico poderá confirmar que a ferida de uma episiotomia ou de um rasgão que tenha tido no parto cicatrizou e que o seu corpo está a voltar ao normal. Se tudo estiver bem, é provável que o sexo não seja desconfortável, mesmo de início. Outras mulheres sentem-se prontas para fazer amor antes da consulta pós-natal. Desde que tenha parado de sangrar e que leve as coisas calma e suavemente, não fará mal. Se tiver qualquer problema, poderá discuti-lo com o seu médico na altura da consulta. Ler Mais...
So as caseiras | Para Pais.