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Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

O alarmismo é mau conselheiro

As doenças dos nossos filhos, mesmoo sendo clinicamente graves, assumem por vezes para nós proporções de tragédia e levam-nos a correr para as urgências hospitalares. E depois dizem-nos, na maioria dos casos, que não passam de simples viroses. Não se sintam «maus pais» ou «pais falhados». A vossa leitura, perante uma das vossas crias com sinais ou sintomas de doença, é a leitura que qualquer animal faz, de si próprio, quandoo se sente bem, ou dos seus descendentes, quando toca a eles. Nas alturas críticas da nossa vida, é o instinto e o «animal que mora dentro de nós» que atua. Ou pelo menos que pretende atuar. Se o «racional» não consegue medir forças com o «emocional», então ficamos prisioneiros dos nossos receios, mais do que do que constatamos. A nossa cria está doente. E as doenças podem ser graves. E as doenças graves matam. Não se morre de saúde, morre-se de doença. É por isso que ficamos assim. Podemos melhorar e começar a ter maior distanciamento e poder de análise, separando bem o que são sinais de gravidade do que é normal e, por outro, do que são sinais de saúde e de que a situaçãoo está a afetar muito a criança. Mas somos pais, e não temos de pedir desculpa a ninguém por isso. No caso do António, acima descrito, estava tudo conservado: brincava, mesmo que com momentos mais calmos; comia, mesmo que menos; dormia, mesmo que com tosse; ria, bocejava e espreguiçava-se, mesmo que exigindo mais colo. Olhar a criança como um todo é fundamental, perante qualquer sintoma ou sinal. O António é o António, não é um mero somatório de pulmões, fígado ou baço. E aquela correria inadequada e impensada para a urgência do hospital, além de cara e desnecessária, acabou por se transformar daí a uns dias, para o António, numa gastroenterite contraída na sala de espera... Ler Mais...

Como se manifesta

Os sintomas de uma pneumonia bacteriana aparecem subitamente e podem incluir dor torácica, febre, arrepios, dificuldade respiratória e aumento da frequência cardíaca. Quando surgem estes sintomas, há que suspeitar de uma pneumonia. São sinais de gravidade, mesmo de emergência médica, incluem febre muito alta, cor da pele arroxeada, prostração, confusão mental. Se com a tosse vier pus ou sangue, deve levar-se a criança imediatamente à urgência. Quando a pneumonia é nos lobos inferiores, um dos sintomas dominantes pode ser a dor na barriga que, juntamente com a febre, os vómitos e a prostração simulam frequentemente apendicite aguda. As pneumonias causadas pelo Mycoplasma são um pouco diferentes, mais parecidas com a gripe, com cansaço, febre não muito alta, dores de garganta e diarreia. A tosse é seca e repetida, e prolonga-se durante semanas. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

Dores de barriga

Dói-me a barriga» é uma queixa muito frequente, nas crianças entre o 2 e os 5 anos. E como a dor é algo de subjetivo, é sempre difícil aos pais conseguirem ter uma dimensão real da situação. É sempre importante pensar nas questões que levantei acima, e que dizem respeito a qualquer dor. No entanto, a ausência de outros sintomas ou sinais, por exemplo, não significa que a dor seja leve ou irrelevante, ou de origem psicológica e emocional. Na maioria dos casos, as dores de barrigao traduzem nenhuma doença grave. Algumas dores são mesmo fisiológicas, correspondendo a movimentos mais intensos do intestino, que funciona por contrações (designadas por movimentos peristálticos) que fazem com que o conteúdo fecal avance de uns segmentos para os outros. O estômago também é um músculo e ao contrair-se pode provocar dor. Outro aspeto a ter em conta é se as dores de barrigao comuns ou não. Algumas crianças têm movimentos peristálticos fortes, que têm exclusivamente a ver com a maneira de funcionar do tubo digestivo (assim como algumas são mais obstipadas e outras menos). Uma dor de barriga numa criança que nunca se queixa pode ter um significado diferente de uma dor numa que é «presa» e que todos os dias se queixa antes de ir à casa de banho. Se a dor for forte, violenta, em jejum, se aparece em «ondade agravamento e relativa acalmia, com diarreia ou vómitos contínuos, febre alta, sangue nas fezes ou desidratação, quebra do estado geral e progressivo agravamento, há que levar a criança ao médico imediatamente (ver Apendicite, Gastroenterite, Helicobacter, Invaginação intestinal, Obstipação). Enquanto se espera pela evolução, quandoosintomas ou sinais de gravidade, pode dar-se paracetamol ou antiespasmódico. No entanto, há que ter cuidado para não se mascarar o quadro, quer dando antibióticos (se for uma apendicite, por exemplo, adia-se o diagnóstico, com efeitos nocivos), quer anulando a dor que é, afinal, um sinal importante para avaliar o quadro. Ler Mais...

Sinais e sintomas

Os sintomas típicos de amigdalite são:
  • febre (pode ser baixa, mais característica das amigdalites virais, ou alta, mais frequente nas bacterianas);
  • dor de garganta, especialmente a engolir e com alimentos ácidos, quentes ou duros, podendo ser uma dor de tal modo intensa que a criança não come praticamente nada;
  • tosse seca, vómitos, dores de barriga, inchaço dos gânglios debaixo da mandíbula;
  • dores de cabeça e sensação geral de mal-estar.
Se se pedir à criança para abrir a boca e se ao apontar uma luz, virem as amígdalas, elas estarão aumentadas de volume, vermelhas e, às vezes, com pontos brancos (mesmo nos casos em que sim, é geralmente apenas depois de dois dias de doença). Ler Mais...
Sintomas de quando o bb morre dentro da barriga | Para Pais.