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Vómitos

Há muitas causas de vómitos, desde doenças gastroenterológicas até mecanismos como a tosse, passando por otites, febre, meningites e situações psicossomáticas. O estômago reage praticamente a todos os fenómenos patológicos, designadamente quando nele entram substâncias que considera indesejáveis. O grande problema dos vómitos, para além da eventual gravidade da causa, é a desidratação, por perda de líquidos e por cessação da via oral. Neste trecho vou referir apenas os cuidados a ter para tentar resolver a situação em casa, mas tendo presente que, se não for possível ou a criança apresentar sinais de desidratação, terá de provavelmente fazer líquidos por via endovenosa. Há que ter o cuidado de oferecer à criança soro de re-hidratação ou líquidos em quantidades pequenas (colher a colher), muito amiúde. Isto exige muita paciência, mas resulta, e rapidamente os pais verão os resultados da sua re-hidratação. A administração fracionada dos líquidos, sobretudo no caso de vómitos, contribui para o êxito. Outros medicamentos, como os medicamentos para os vómitos ou para as cólicas não têm geralmente qualquer indicação no tratamento da diarreia e da desidratação, embora os primeiros possam ser dados quando os vómitos são de outra origem que não a gastroenterológica, ou numa fase inicial do processo. Além do tratamento, é preciso dar apoio à criança, que se sente mal e assustada. Ler Mais...

Vantagens da febre

A febre foi associada a uma série de doenças graves, como convulsões, pneumonias septicemias ou meningites, como se fosse ela a causa dessas situações. Como é um dos primeiros sinais, e o que mais dá nas vistas (podendo inclusivamente ser medido), a febre é ainda vista como um mal e um inimigo a abater. Este conceito está errado, e pouco a pouco temos de o desfazer. A elevação da temperatura do corpo tem um papel muito importante na luta contra a infeção, diminuindo o crescimento dos micróbios, tornando-os menos agressivos e até matando-os, e por outro lado aumentando a eficácia dos mecanismos de defesa imunológica. Os próprios antibióticos são mais eficazes com febre. A temperatura do corpo depende de um equilíbrio entre a produção e a perda de calor, o que permite mantê-la dentro dos limites desejados, apesar das grandes variações térmicas a que o organismo está sujeito. Existe uma produção de calor obrigatória, atribuível ao metabolismo necessário à manutenção das funções essenciais à vida. A produção de calor involuntária está associada às atividades do dia-a-dia e depende da atividade metabólica, a qual tem lugar, principalmente, ao nível dos músculos. A febre é uma situação «regulada» e por isso a temperatura do corpo quase nunca atinge níveis perigosos. Assim, a elevação da temperatura é um mecanismo desejável, com um papel muito importante na luta contra a infeção; daí que haja que ponderar as situações em que deve ser «tratada». As crianças até aos 24 meses de idade, que tenham temperaturas superiores a 39,0°C (axilar ou o equivalente noutras medições), deverão ser sujeitas a observação médica. Se uma criança com idade inferior a 36 meses tiver febre superior a 40,5°C, se, após restabelecida a temperatura normal, estiver prostrada, não brincar, não se interessar pelo ambiente, não se consolar ao colo da mãe e não houver sinais de infeção evidente, há que procurar os cuidados de um médico. Ler Mais...

Ainda não tive nenhuns sintomas de gravidez – quando é previsto eles começarem?

Nem todas as mulheres sentem todos os sintomas da gravidez logo que ficam grávidas e é comum algumas mulheres não sentirem nenhuns. Há muitos factores que influenciam a extensão e a intensidade dos sintomas da gravidez, tais como a sua idade, o seu ambiente de trabalho, o seu estado de saúde, a dieta, gravidezes anteriores, fumar e a forma como o seu corpo reage as hormonas da gravidez. As náuseas e os vómitos estão entre os factores mais comuns referidos pelas mulheres, em geral nos primeiros três meses e começando por volta das seis semanas. Estes tendem a melhorar pelas 12 semanas, mas para algumas mulheres podem continuar durante toda a gravidez. Outro sintoma de início de gravidez é a sensibilidade dos seios causada pela alteração no nível de hormonas que ajudam a preparar os seus seios para amamentar. Os seios podem aumentar e tomar-se mais sensíveis e mais pesados. Estes sintomas iniciais podem acabar a meio da gravidez. A falta de sintomas não indica se a gravidez é mais ou menos saudável - você pode simplesmente ser uma das poucas mulheres de sorte que seguem em frente sem qualquer efeito lateral incomodativo! Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

Exame imediato nas maternidades

Como, em Portugal, os partos têm lugar em meio hospitalar, seja público ou privado, os recém-nascidos são observados logo na saia de partos, mal nascem, diariamente durante o internamento, e antes da alta da maternidade. Assim, na primeira consulta com o médico assistente, muitas das anomalias e problemas graves, se não mesmo a maioria, terão já sido identificados. De qualquer forma, o exame do recém-nascido deverá ser completo, para não deixar escapar nada de anómalo. Os objetivos da observação de um bebé acabado de nascer são vários: ver o estado gerai do bebé, a sua vitalidade e força muscular, avaliar os estádios de desenvolvimento, realizar o exame neuro comportamental, detetar alguma anomalia congénita, avaliar as funções dos diversos aparelhos (respiratório, gastrointestinal, etc.), além do crescimento físico. O ong>teste de Apgarong> é um método simples de avaliar como o bebé está, em termos de saúde. Por ser tão simples não se pode exigir dele o que não dá, ou seja, que constitua um facto predicativo e absoluto. Foi uma pediatra americana, Virgínia Apgar, quem esquematizou esta classificação, fácil de realizar por qualquer profissional, e que ainda serve para ter uma ideia se mais previsíveis eventuais problemas de movimento e se o bebé precisará de ser seguido em consulta especializada. O mais importante é o Apgar aos cinco minutos porque até aí o bebé tem reservas de oxigénio e, em caso de asfixia ou de problemas, é verdadeiramente aos cinco minutos que o índice se toma representativo. Por isso, é frequente um Apgar inferior a 10 ao primeiro minuto (por exemplo, em bebés semiadormecidos pela anestesia materna, em cesarianas) e aos cinco minutos já de 10, como no caso descrito na próxima página. Os parâmetros avaliados na classificação de Apgar são cinco, cada um pontuando de 0 (pior) a 2 (máximo): • Frequência cardíaca (O = o coraçãoo bate, 1 = bate, mas devagar, 2 = bate normal) • Respiração (0 = o bebé não respira, 1 = respira mal, 2 = respira normalmente) • Tônus muscular (0 = o bebé está «boneco de trapos». 1 = tem um certo tónus mas está mole, 2 = está bem) • Reflexos {0 = não reage, 1 = reage, mas devagar, 2 = reage bem) • Cor (0 = está azul. 1 = está azul. mas apenas nas extremidades, 2 = está rosado) Portanto, o índice de Apgar, geralmente medido ao fim do primeiro minuto e aos 5 minutos (poderá prolongar-se aos 10 minutos nos casos de reanimações), pode variar entre 0 e 10. Considera-se normal Apgar superior a 7 aos cinco minutos, sobretudo se aos dez minutos já foi de 10. Ler Mais...

Sinais de cancro na criança

É sempre muito difícil (e arriscado) elencar sinais e sintomas que podem corresponder a tantas outras situações. Não é por se ter falta de apetite que se tem um cancro, ou por doerem os ossos à noite, quando se tem 3 anos de idade. No entanto - e repetindo que são apenas sinais indicativos que não valem isoladamente -, aqui ficam alguns:
  • sintomas gerais prolongados - falta de apetite, falta de forças, emagrecimento, febre prolongada e indefinida;
  • dores ósseas localizadas e articulares prolongadas;
  • massas volumosas no abdómen ou comprimindo os brônquios, por exemplo (no chamado «mediastino», que é a zona onde se situam o coração e os pulmões);
  • sinais neurológicos (paralisias, vómitos repetidos, confusão, alterações da personalidade, perturbações da marcha, convulsões sem febre);
  • gânglios volumosos no pescoço ou disseminados, sobretudo com aumento do volume do baço e do fígado;
  • hemorragias «fáceis».
De qualquer forma, em face de sinais ou sintomas inexplicados, prolongados e suspeitos, a criança deverá sempre ser observada pelo médico-assistente que, se considerar a hipótese, pedirá os exames necessários a um cabal esclarecimento. Ler Mais...
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