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Bolas de esmegma

São as acumulações de secreções sebáceas que ficam retidas debaixo da pele da pilinha, formando umas tumefações esbranquiçadas (que geralmente não causam sintomas). Aparecem cerca dos 2-3 anos, nas crianças cuja pele da pilinha ainda não vem até atrás, e o médico-assistente orientará. Ler Mais...

A higiene dos olhos

É fácil um bebé desenvolver uma conjuntivite, dado que o canal lacrimal, que fica no canto nasal do olho e drena as lágrimas e as secreções até ao nariz, é pequeno e entope com frequência. A limpeza dos olhos deve ser feita com soro fisiológico, numa compressa (uma para cada olho) e no sentido nariz-orelha. Embora em muitas maternidades se aconselhe o contrário, os pais verão que não faz sentido estar a «pegar» nas secreções na ponta externa do olhos e empurrá-las, compactando-as, para o sítio onde, precisamente, não deve haver «engarrafamentos*. Talvez por isso tantos bebés tenham conjuntivite. Por outro lado, há bebés que nascem com um aperto fisiológico do canal Lacrimal (dacriostenose) e que, por causa disso, têm conjuntivites frequentes. Se estas forem constantes ou se não melhorarem até cerca dos 9 meses, provavelmente terão que levar o bebé a um oftalmologista, para fazer a dilatação do canal. Ler Mais...

Os ouvidos

Quando se fala de ouvidos, falamos da orelha e canal auditivo externo. Os ouvidos têm sistemas de limpeza e os pequenos pelos que agarram os elementos indesejáveis que entram com o ar, e a cera que não é sinal de sujidade, mas de que o canal auditivo externo está a funcionar, para que com ela saiam as substâncias indesejáveis, como os micróbios e a poluição. Por esta razão, não se deve limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servirá para empurrar as secreções para locais mais fundos do canal auditivo, fazendo com que fiquem uma argamassa mais dura, um autêntico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e a criança coçar, aumentando a ferida, e abrindo portas à invasão das bactérias. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. Os cotonetes com proteção redonda maior devem ser as preferidas para limpar a orelha. E não se incomodem se o vosso filho deitar cheiro das orelhas - cheiro a cera - não é sinal de «porcaria», embora não seja um cheiro agradável. Se sair um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico-assistente. Ler Mais...

Olhos

O que são as conjuntivites? As conjuntivites são inflamações ou infecções das conjuntivas oculares, ou seja, da mucosa dos olhos. Geralmente são benignas e manifestam-se por «ramelas», «olhos pegados» (especialmente de manhã) e por vezes vermelhidão, intolerância à luz e inchaço. As conjuntivites são muito comuns nos primeiros meses, porque o canal que drena as secreções e as lágrimas (canal lacrimal, que vai do canto do olho, junto ao nariz, para dentro do nariz) é muito pequeno e pode facilmente entupir (chama-se, a esta situação, «dacriostenose»), acumulando-se então as secreções, que são colonizadas por bactérias ou vírus. É importante a limpeza cios olhos ser feita regularmente, e procurando levar as secreções a não se acumularem no canal é melhor então limpar de dentro para fora (no sentido do nariz para a orelha), sem as pressionar. Quando existem «ramelas» é necessário aplicar um colírio que tenha antibiótico, geralmente duas gotas em cada olho, várias vezes ao dia (cinco ou seis, pelo menos). Outras vezes poderá ser uma pomada ou um gel, embora os bebés gostem menos porque ficam com a visão turva durante uns momentos. A pomada tem a vantagem de durar mais tempo e permitir não incomodar a criança (e os pais) durante a noite. O colírio é de mais fácil aplicação. Há pomadas em gel que só necessitam de duas aplicações diárias, mas o importante é colocar o medicamento mesmo dentro dos olhos, e não na pálpebra, dado que as secreções e a infecção estão lá dentro. Se não passar com estas medidas, ou se houver grande inchaço e vermelhidão, com o olho quase fechado, ou se existir dor ou perturbações da visão, é melhor consultar o médico porque o caso pode ser mais grave ou corresponder a uma situação chamada etmoidite, em que existe uma infecção óssea, ou uma celulite da órbita, em que se infectam a pele e os tecidos por baixo dela, e que têm que ser tratadas no hospital. Ler Mais...

ando os brônquios ficam entupidos…

Como se podem limpar os brônquios, para que a criança possa ventilar melhor? Essa limpeza consegue-se mais facilmente se se ajudar a criança a: • ter as secreções mais fluidas, menos viscosas, mais mobilizáveis, ou seja, fazendo com que, com a mesma «tossidela», o volume de secreções que deita seja muito maior; • soltar essas secreções da parede dos brônquios, onde estão agarradas; • mobilizá-las e deitá-las cá para fora, de forma a que as possa engolir, vomitar, enfim, tirá-las da árvore respiratória. A primeira ajuda é dada pela hidratação das secreções, cujo método mais importante e a atmosfera húmida (veiculada de várias maneiras, desde a panela de água a ferver até aos aerossóis ultrassónicos, com ou sem medicamentos incluídos). Estes últimos permitem atingir os brônquios mais profundos e pequenos, que são nestes casos os que mais precisam. A segunda ajuda é dada pela vibração da parede dos brônquios através da percussão do tórax as tais «pancadinhas»», dadas por exemplo com a palma da mão em concha e com as pontas dos dedos. A terceira ajuda é a chamada drenagem postural, que consiste em deitar a criança em várias posições que facilitam a saída das secreções dos vários setores pulmonares (por acção da força da gravidade). A estimulação da tosse, por vários métodos, que vão desde pedir à criança para tossir até carregar em certos pontos abaixo do pescoço, é outro aspeto essencial. Ler Mais...

Limpar os ouvidos

A cera que o canal auditivo externo produz é um excelente mecanismo de defesa, para que com eia saiam as substâncias indesejáveis, designadamente os micróbios, a poluição, etc. Ter cera não ó sinónimo de falta de higiene. Assim, não se devem limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servira para empurrar as secreções para locais mais tundos do canal auditivo, fazendo com que ela fique uma argamassa mais dura, um autentico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e o bebé coçar, aumentando a tenda, e abrindo portas à invasão das bactérias. Existem agora cotonetes com uma proteção mais redonda, e a utilizar algum cotonete deverá ser deste tipo. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido (a orelha, ou pavilhão auditivo), mas nada mais. E com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. E não se incomodem se o vosso bebé deitar cheiro das orelhas cheiro a cera como referi, não é sinal de «porcaria». Claro está que se o bebé deitar um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico assistente. Ler Mais...
Secrecoes atras da orelha | Para Pais.