Resultados para: "sarampo na sola do pe"

Você está a ver criança , grávida e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa sarampo na sola do pe. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Sarampo

É frequente a confusão de diagnóstico entre o sarampo e outras situações que dão febre e manchas na pele. Depois de um período em que praticamente todas as crianças tinham sarampo, com um grau de mortalidade grande e com surtos cada 4 anos, a vacinação elevada permitiu quase controlar esta doença. São assim muito raros os casos de sarampo verdadeiro. É uma doença muito contagiosa, que se transmite por via aérea, a partir das secreções das pessoas infetadas. Passadas uma ou duas semanas após o contágio, a criança começa com congestão nasal, conjuntivite, tosse seca e febre baixa. Passados 4 dias, surgem as manchas, começando por trás das orelhas e descendo em cerca de 3 dias até aos pés. São manchas avermelhadas, sem relevo, com alguma comichão. A febre desaparece ao 4.°dia, e até lá a criança sente-se muito mal. Depois, aparece descamação da pele, seguindo o mesmo trajeto. Além da temível encefalite, que pode surgir vários anos após o episódio de sarampo e que tem um péssimo prognóstico, o sarampo pode deixar surdez, ou ocasionar pneumonias. É por isso fundamental que as crianças continuem a ser vacinadas, aos 15 meses e 5 anos, contra esta doença. Ler Mais...

O exantema súbito ou a «sexta doença»

...ou três dias de febre, dois ou três dias de manchas e muitos dias de preocupação... A história conta-se em poucas palavras: febre durante três dias, manchas na pele durante outros dois ou três. Tão simples como isto... ou, se calhar, nem tanto assim. É o exantema súbito, roseola infantum ou «sexta doença», uma doença afinal com um nome complicado para uma situação que, felizmente, não tem, na maioria dos casos, qualquer gravidade. Apesar disso, o exantema súbito assusta os pais e, muitas vezes, os próprios médicos. Só por esse motivo vale a pena falar nele. Vejamos porquê: «Sarampo sarampelo, sete vezes vem ao pêlo», diz o ditado. Afinal sarampo só há um e felizmente só surge uma vez – ou nenhuma até, se as crianças estiverem devidamente vacinadas. A frase popular vem do tempo em que as doenças infecciosas se confundiam umas com as outras e para o cidadão comum todas eram «sarampos». Quando começou a identificação destas doenças - sarampo, escarlatina, rubéola, etc. - cujas característica comum principal é a existência de manchas na pele - designaram-se por primeira doença, segunda doença e por ai fora, até à sétima. A chamada «sexta doença» é, precisamente, o exantema súbito. Ler Mais...

Quinta doença

Costumava-se dizer que «sarampo, sarampelo, sete vezes vem ao pêlo». Esta frase ficou do tempo em que as pessoas pensavam que se podia ter sete vezes o sarampo. Depois, com a evolução dos conhecimentos, descobriu-se que sarampo só há um, e que as outras seis doenças que se assemelhavam não eram mais do que a escarlatina, a rubéola, a varicela, a varíola (já desaparecida, felizmente) e ainda duas outras doenças, que se designaram na altura por «quinta» e «sexta». Atualmente já se sabe o que as provoca e o que elas são, mas como foram as últimas a ser devidamente esclarecidas, o nome ficou. A 5 a doença é também chamada eritema infecioso, e é uma doença causada por um vírus - o chamado «parvovírus B19». O nome «parvovírus» quer dizer «pequeno vírus». Dentro dos parvovírus este pertence à classe B e é o número 19. O parvovírus humano B19 (porque também há parvovírus que afetam os animais, designadamente os cães), afeta os glóbulos vermelhos e causa uma erupção na pele (exantema) que, geralmente, não tem qualquer gravidade. Qualquer pessoa pode infetar-se com o parvovírus, mas a doença surge mais frequentemente nas crianças a partir dos 3 anos. O vírus passa das pessoas infetadas para as outras, através da saliva, das secreções nasais e dos «perdigotos», ou seja, tal e qual como uma banal constipação. Os sintomas aparecem cerca de uma a duas semanas depois do contágio e, essencialmente, são cansaço e febre ligeira que desaparece rapidamente. Depois destes sintomas (inespecíficos e que na maioria dos casos passam desapercebidos), aparecem as manchas (exantema), geralmente ao nível das bochechas, dando o aspeto tradicionalmente descrito como «cara em bofetada» (nesta altura já sem febre). O exantema pode estender-se ao resto do corpo e muitas vezes vai e vem. Às vezes as manchas ficam mais claras na parte central. Por vezes pode causar comichão. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito pelos sintomas e, sobretudo, pelo aspeto da cara. Existe a possibilidade de fazer a deteção do vírus no sangue, mas é dispensável porque na quase totalidade dos casos não iria adiantar nada em termos práticos. Não existe qualquer tratamento específico, ou seja, deve-se aguardar tranquilamente a evolução. Os raios solares (e a luz em geral), bem como o calor, o exercício, os banhos quentes ou o stresse emocional podem aumentar o exantema e a sua tendência de vaivém. A pessoa infetada é contagiosa desde a semana antes de aparecerem os sintomas até ao início do exantema, ou seja, é muito difícil isolar os infetados porque não aparentam qualquer doença. Portanto, na fase de «cara em bofetada» a criança já não é contagiosa, podendo frequentar a escola, se estiver bem. A infeção pelo parvovírus humano B19 parece dar imunidade vitalícia e cerca de 50% dos adultos têm anticorpos contra o vírus, o que significa que já tiveram a infeção (provavelmente em crianças). Ler Mais...

Varicela – Como prevenir?

O facto de a varicela não ser tão «mansa» como se pensava e o crescente número de crianças com imunodeficiências ou em tratamento para cancro, levou ao empenhamento no desenvolvimento de uma vacina. Esta vacina está comercializada em Portugal e consiste numa vacina de vírus vivos atenuados (um processo semelhante aos das vacinas anti-sarampo. anti-rubéola, anti-papeira). A vacina, que parece conferir imunidade durante um período prolongado, pode causar febre, reacções no local da administração e um exantema (manchas na pele), mas tudo isto é semelhante ao que outras vacinas podem causar e não se trata de reacções graves. A vacina da varicela é administrada depois do ano de idade, e numa dose única até aos 12 anos. Pais: informem-se e debatam este assunto com o médico assistente do vosso filho. Ler Mais...

Tudo uma questão de pesar os riscos, mas também de assumir as responsabilidades

Aos pais e às crianças, colocam-se diariamente alguns problemas, como as chamadas falsas contraindicações:
  • situações em que a vacinação é rejeitada nos centros de saúde por razões que não são, no fim de contas, justificativas (do ponto de vista clínico e científico) para tal. Infelizmente, continuam a ser muito frequentes e as crianças e famílias andam de um lado para o outro, desnecessariamente, com grande prejuízo para a vida das pessoas e com comprometimento das taxas de imunização.
Pode-se, assim, afirmar que as vacinas são seguras, eficazes (em valores superiores a 95-97%), e os efeitos secundários que têm são menores e não causam grandes problemas. A ideia de que as vacinas «mexeriam» com a nossa imunidade e de que poderíamos estar a abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves - meningites, septicemias, sarampos, encefalites, pneumonias, varicelas complicadas, paralisia infantil, difteria, tosse convulsa, tuberculose, entre outras. Há uma corrente crescente, especialmente na Europa e nos EUA de grupos «contra as vacinas». Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será muito complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico. Ler Mais...

Sexta Doença – Segunda fase: dois ou três dias de manchas…

Os pais saem muitas vezes desconsolados do consultório do médico. A criança afinal sai como entrou: cheia de febre, irritada, prostrada, continua a não querer comer e não há nada a fazer a não ser tentar baixar a febre e esperar... e essa espera acompanha-se sempre de ansiedade: será que vão surgir as tão temidas convulsões ou qualquer sinal de maior gravidade? No entanto, passados três dias desde o seu início, a febre cai de repente, de um momento para o outro, e aparecem manchinhas na pele, rosadas, que rapidamente cobrem todo o corpo do bebé. Isto pode causar ainda mais ansiedade. Muitas vezes os pais não se apercebem que a febre desapareceu, ou pensam que isso ocorreu devido aos medicamentos, e julgam que a criança está por exemplo com sarampo. Outras vezes, nos tais casos em que foi receitado um antibiótico, os pais podem pensar que as manchas na pele são o resultado de uma alergia ao antibiótico. Doravante a criança ficará rotulada de «alérgica» a este ou àquele antibiótico e, assim, «queimam-se» antibióticos que seriam necessários em futuras doenças. As manchas duram de um a três dias. Passado este tempo a criança fica completamente bem, o apetite geralmente reaparece logo que a temperatura regressa ao normal e só nessa altura se pode fazer um diagnóstico seguro. Ler Mais...
Sarampo na sola do pe | Para Pais.