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O que é o Pilates?

O método Pilates de exercício foi desenvolvido na Alemanha por um homem chamado Pilates. Este tipo de exercício é um trabalho da parte interior do músculo que o fortalece sem o engrossar e ensina a equilibrar força com flexibilidade. A ideia é conseguir harmonia entre a mente e o músculo e ensina-se utilizando oito princípios básicos: relaxamento, concentração, coordenação, centrar, alinhamento, respiração, resistência e leveza de movimentos. Pilates é um bom exercício para se fazer na gravidez pois intensifica a consciência do seu corpo e é útil para o controlo e a confiança no trabalho de parto e no período pós-natal. Também incorpora exercícios para que são especialmente úteis. É melhor evitar estender-se de costas no segundo e terceiro trimestres pois isso pode reduzir o fornecimento de sangue ao seu bebé. Nas aulas, fale com o seu instrutor sobre usar uma cunha, uma almofada ou um chumaço para manter a sua cabeça mais alta do que a sua barriga, enquanto faz os exercícios. Ler Mais...

Que acontece nos dois primeiros trimestres?

Nas primeiras 12 semanas de vida, o primeiro trimestre, o seu bebé muda rapidamente de um indistinto grupo de células para um ser humano. Durante esse tempo, o corpo começa a formar-se e todos os órgãos principais estão em desenvolvimento. Pelas oito semanas, as quatro cavidades do coração estão formadas e podem ver-se batimentos numa ecografia. O seu bebé, agora chamado feto, perde a cauda e os membros começam a formar-se. Pelo fim do primeiro trimestre, o bebé está completamente formado; estão a desenvolver-se as feições e os órgãos principais começam a funcionar. O segundo trimestre, da semana 13 à 27, é um período de crescimento rápido pois o bebé cresce cerca de 6 cm por mês. O bebé começa a movimentar-se e pode engolir e ouvir sons fora do útero. Pela semana 24, a maior parte dos sistemas está formada e, fora os pulmões, os órgãos principais estão a funcionar. Ler Mais...

Marquei férias para esquiar antes de saber que estou grávida. Devo cancelar?

Esquiar realmente não é recomendado durante a gravidez, em particular se esquiar a descer uma serra (mas se estiver habituada a este desporto, um esquiar moderado através do campo não tem problema). Isto é devido ao alto risco de uma queda e subsequente trauma para o seu abdómen e para o bebé. O mesmo risco está associado à patinagem no gelo. Durante o primeiro trimestre de gravidez, os órgãos vitais do bebé estão a desenvolver-se e assim é importante que o processo não seja interrompido por nenhum trauma para o abdómen, tal como uma queda. No segundo e terceiro trimestres, o seu bebé está a crescer e o seu útero subiu, já não tendo a protecção da pélvis, por isso um trauma abdominal poderia ter efeitos sérios no bebé e na placenta, também na gravidez avançada, cair sobre o abdómen pode causar trabalho de parto pré-termo ou o descolamento da placenta da parede do útero, o que seria uma emergência a exigir o parto imediato do bebé. Ler Mais...

A partir dos 6 meses – «a fase das grandes descobertas»

E a partir desta idade que aumenta a fase da grande curiosidade, de descoberta do mundo. A criança já é capaz de observar em todas as direções, já vê com pormenor objetos distantes (que vão, assim, prender a sua atenção e incitá-lo a descobri-los o que, se já gatinhar, lhe permitirá começar a fazer «asneiras» pois é, pais, atenção aos acidentes!), distingue facilmente os pais, irmãos e pessoas estranhas (começando, a partir dos 9 meses, a evidenciar uma certa aversão a estas últimas) e, dizem os especialistas, prefere as cores encarnada e amarela. Paralelamente ao desenvolvimento visual, as mãos já se articulam nos seus movimentos finos, podendo pegar nos objetos, transferi-los de uma mão para a outra, apontar com o indicador (e fazer exigências começa o período reivindicativo...) e procurar objetos que, por exemplo, caem ou desaparecem repentinamente do campo visual. O interesse que as coisas despertam é tão grande, a partir de cerca dos 6 meses, que o bebé modifica espontaneamente a posição do seu corpo para ver melhor inclina-se para trás, volta a cabeça, torce-se. O pior é quando os objetos passam com uma certa velocidade aí já as coisas se tornam mais difíceis e só por volta do ano é que começa a haver um certo controlo destes acontecimentos... Após o ano já há percepção dos objetos em duas dimensões e, mais tarde, a noção da profundidade. Um aspecto importante é que a visão não funciona isolada, pelo contrário, é um sentido intimamente ligado aos restantes, muito especialmente à audição e aos movimentos finos. A conjugação destas extraordinárias capacidades, tantas vezes subestimadas, permite praticar o que é, talvez, uma das maiores capacidades do ser humano comunicar. A comunicação com o mundo, processo no qual a visão desempenha um papel fundamental, começa no bebé mesmo antes de nascer e prolonga-se até à morte. Os êxitos e insucessos, vitórias e derrotas, satisfação e frustração dependem muito da qualidade da nossa comunicação com o mundo, não só o animal «entre o qual em grande destaque o mundo humano», mas também o vegetal e mineral. A descoberta do mundo, feita «de dentro para fora», ou seja, do corpo do próprio bebé para o mundo próximo e depois para o mais distante, corresponde a algo de fascinante e a que nós, pais, deveríamos porventura dar mais importância e seguir mais atentamente. A falta de tempo crónica que a sociedade atual nos impõe não pode ser desculpa - há que seguir as descobertas dos nossos filhos e ver a sua evolução, desde que descobrem as mãos e os pés, até à preocupação que têm com as pessoas e objetos, muito especialmente os que lhes satisfazem as necessidades fundamentais (entre as quais a alimentação) e lhes dão carinho e proteção. Reafirmada que está a importância fundamental da visão no processo interactivo e de comunicação com o mundo, há que velar por essa visão de modo a que: 1.° sejam evitadas as agressões sobre o aparelho visual, nomeadamente as que provêm de estimulação excessiva, em quantidade e qualidade, com destaque para a falta de condições ambientais que se proporcionam ao bebé e à criança para ver este aspeto levantaria a questão da iluminação geral, da televisão, das fotografias com flash, o uso de óculos escuros no Verão, etc; 2. ° sejam detectadas e diagnosticadas precocemente as perturbações da visão que, muitas vezes, podem ser corrigidas, para além de se poder também retardar a sua evolução; 3. ° nas crianças que têm problemas visuais, em menor ou maior grau, há que compensar essa perda com a estimulação dos outros sentidos, e compreender que a sua interação com o mundo terá que ser feita, provavelmente, quando as lesões são muito comprometedoras, de maneira diferente das crianças com visão normal. A estimulação precoce é essencial e pode fazer com que uma criança com níveis muito baixos de acuidade visual possa utilizar todos os estímulos que lhe chegam, usando-os para uma vida praticamente normal. Quem vê bem desperdiça muitos estímulos luminosos. Conselho Posso tirar fotografias ao meu bebé? Esta pergunta surge com enorme frequência. Outras vezes nem chega a ser feita, o que não quer dizer que o bebé, desde que nasce, às vezes mesmo na sala de partos, não seja «atacado» por vários paparazzis, seja o pai, sejam outros familiares e amigos. Mas... já repararam que, quando se tira uma fotografia a uma criança, os olhos ficam sempre encarnados? Essa tonalidade encarnada/alaranjada corresponde, nem mais nem menos, à imagem dos vasos sanguíneos da retina. Entre o disparar a máquina e o impressionar da película ou do chip, a luz tem tempo de ir, bater na retina e voltar. Só depois os olhos se fecham. É, no fundo, como se estivéssemos a fazer um exame ao fundo do olho, como os oftalmologistas fazem. Isto quer dizer que, cada vez que tiramos uma fotografia a uma criança, estamos a sujeitar a retina a uma estimulação luminosa fortíssima, intensiva e brusca. Que não é nada recomendável, se pensarmos que os vasos da retina e a própria retina estão em formação. Portanto: fotografias, sim, mas apenas com luz natural. Sem flash. Obrigado! O que é o estrabismo? Nem em todos os estrabismos o «enviesamento» dos olhos é bem visível, pelo que é necessário levar a criança ao médico assistente para realizar testes de visão em certas idades-chave (2, 4, 6, 9 e 12 meses). Por outro lado, há muitos casos em que os olhos parecem tortos mas não o estão: são os chamados «falsos» estrabismos ou «pseudo estrabismos», em que o que está «torto» é a pele que rodeia o globo ocular e não o globo ocular propriamente dito. O estrabismo é uma situação que deve ser detectada no primeiro ano de vida e não deve ser subestimada, pelo menos até se ter a certeza de que se trata de um «falso» estrabismo. Ler Mais...

Convidar os amigos para casa

Por volta dos 5 anos (antes disso é mais complicado) já poderá ser bom convidar um amigo para passar a tarde e eventualmente dormir para o dia seguinte. Esta prática, que deverá depois ser ampliada durante o 1 0 ciclo, não deve ser recusada, porque representa mais um espaço de partilha, e também de orgulho da criança que convida. Claro que o convidado tem de estar habituado a sair e sentir-se confiante para não chorar de noite (embora se tenha de encarar a hipótese de, à última hora, querer ir dormir a casa, e portanto ter um plano para o levar, se for mesmo necessário), dar-se bem com o vosso filho (para não passarem o dia em competição e quezília) e não ter comportamentos regressivos na alimentação, ou risco de alguma crise de asma ou outra doença. As crianças desta idade vibram com os «acampamentos», pelo que fazer a cama de um deles num colchão, no chão, é prático e dá a ideia de aventura. Dar-lhes uma lanterna e deixá-los rir e conversar é boa ideia. Já que é um sábado ou véspera de feriado, e tratando-se de um caso excepcional, sejam tolerantes. Com o tempo, o vosso filho também será convidado. É bom. E estimulem-no a ir, mesmo que se sintam «sós e abandonados». Se ele quiser, deixem-no exercitar a autonomia, mesmo que tenham de gizar um plano B, para o caso de as coisas darem para o torto. Ler Mais...

Posso escolher o hospital em que vou dar à luz ou terá de ser o mais perto de mim?

Tecnicamente, tem de escolher o hospital da sua área para dar à luz. Deve ter em conta a distância para ir às consultas pré-natais e para as ecografias no hospital. Além disso não terá de viajar muito quando entrar em trabalho de parto. Os serviços locais são assim, provavelmente, a escolha mais sensata. Pode ter uma variedade de serviços perto de si, incluindo hospitais, ou maternidades. Discuta todas as suas opções com a sua parteira e o seu médico. Se o seu parto for considerado de risco será encaminhada para o hospital central. Ler Mais...
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