Resultados para: "saindo pus da epistomia"

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Vomitar sangue

Alguns bebés vomitam e o conteúdo do vómito está raiado de sangue. Isto pode acontecer essencialmente por duas razões: nos bebés que estão ao peito, sobretudo nos primeiros dias, pode ser sangue do mamilo da mãe, que eles engolem e que causa irritação gástrica. Quando bolçam nota-se o sangue da mãe. Outras vezes, quando o vómito é repetido e intenso, o sangue vem da faringe e da garganta, e não do estômago, devido ao esforço. É possível, quando os vómitos são violentos (tal como certos acessos de tosse), a cara e o pescoço do bebé ficarem com pintinhas de sangue que não desaparecem à pressão do dedo. Chamam-se petéquias mas não têm a ver com as petéquias das septicemias, por exemplo, que são espalhadas pelo corpo todo. Neste caso, são muito «territoriais», exactamente na região que sofreu o aumento de pressão pelo esforço do vómito ou da tosse, saindo alguns glóbulos dos pequenos vasos que ficaram com alta pressão. Ler Mais...

A manobra de Heimlich

A chamada manobra de Heimlich pode salvar a vida, mas é preciso saber fazê-la. Esta manobra baseia se no facto de um golpe de ar forçado, de baixo para cima, através da traqueia, por contração do diafragma, deslocar o corpo estranho e enviá-lo-á para cima, eventualmente saindo até pela boca (cuspido). A manobra de Heimlich é muito simples, mas tem de ser efetuada com enorme cuidado em crianças deste grupo etário. Há que ter cuidado para fazer a manobra sem demasiada força e no local exato, para não lesar as costelas ou os órgãos internos.
  • quem faz a manobra (vamos chamar-lhe »adulto») coloca-se por detrás da criança;
  • a criança pode estar de pé ou sentada;
  • o adulto fecha a mão, tipo «murro», com o polegar dirigido para o abdómen da criança, entre a caixa torácica e acima da cintura;
  • a outra mão rodeia a cintura da criança;
  • inicia então uma série de 6 a 10 movimentos, bruscos (mas não violentos), no sentido para dentro e para cima, de forma a que o objeto saia; se necessário, repete, pois com a falta de oxigénio os músculos demoram mais a reagir;
  • se a criança estiver inconsciente, terá de ser deitada, o queixo posto para a frente e o punho colocado a nível do umbigo.
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Como se revela?

A sinusite pode aparecer em crianças de pouca idade. Os agentes que causam sinusite com sintomas são as bactérias, porque produzem pus, o qual enche a cavidade dos seios perinasais. São geralmente as mesmas bactérias que habitam ou infetam o nariz e a orofaringe. A sinusite dá dor, porque há um aumento da pressão resultante do enchimento demasia- do num espaço de dimensões não elásticas - a dor pode ser ao nível do próprio seio: na região à volta do nariz, na zona malar, à volta dos olhos, no alto da cabeça ou na testa, em um ou de ambos os lados, conforme estiverem mais ou menos afetados. O outro tipo de dor é mais uma sensação de «enchimento», de uma parte da cara que supostamente tem ar e que sentimos como -preenchida», embora possa não ser uma verdadeira dor. No entanto, a dor da sinusite pode ser tremenda - imaginem o que é a pressão sobre o osso, por dentro, quando o seio perinasal está cheio e não consegue drenar cá para fora. E o osso dói muito. Como algumas secreções sempre vão saindo, o nariz enche-se de corrimento amarelado ou esverdeado, espesso. Os seios etmoidais, quando se infetam numa criança pequena (primeiro, segundo ano de vida), podem dar uma inflamação à volta dos olhos, com inchaço e vermelhidão, e é uma situação que, se se acompanhar de dor e de febre, deverá ser vista pelo médico com alguma brevidade. Ler Mais...

Outras razões para consumir peixe

Há mais razões para as crianças comerem peixe: é uma excelente fonte de proteínas, com menos colesterol, e também uma fonte de minerais, como o zinco, um nutriente indispensável ao crescimento das crianças, e de selénio, outro mineral que promove a imunidade e combate o envelhecimento. Os pais devem dar o exemplo, comendo peixe. Aliás, por muito que o peixe faça as crianças «torcerem o nariz», o que é facto é que quanto mais se come, mais se aprecia. As preferências alimentares desenvolvem-se nos primeiros anos de vida e, às vezes, a rejeição deste ou daquele alimento tem a ver também com a consistência - e se o peixe não for firme (pelo menos tanto como a carne), as crianças podem rejeitá-lo. O consumo de peixe (em detrimento da carne) é importante, se queremos gerações cada vez mais saudáveis, vivendo cada vez mais e com melhor qualidade de vida durante mais tempo... e junta-se um alimento dos mais saudáveis a um elemento gastronómico que permite pratos saborosos e requintados. 0 peixe congelado em alto mar, que constitui praticamente todos os produtos à venda no comércio, é de excelente qualidade porque a congelação rápida evita a deterioração, que pode levar a infeção, e a libertação de histamina dos tecidos do peixe, que pode aumentar as alergias. Os peixes que «dão luta» (espadarte, peixe espada) libertam muita histamina e são mais alergizantes para crianças desta idade. De qualquer modo, é bom saber que o peixe ainda se deteriora mais rapidamente do que a carne - se preferirem peixe fresco (o que apetece quando se está em férias ou vive num local à beira-mar), há que ter em conta o estado dos olhos (brilhantes e salientes nas órbitas), guelras (vermelhas, não desbotadas ou acinzentadas), pele (brilhante com as escamas aderentes), carne (firme e colada à espinha dorsal) e cheiro (fresco, não amoniacal). Ensinem os garotos de 4, 5 anos a reconhecer os peixes, num mercado ou supermercado, expliquem porque é que estão no gelo e mostrem a riqueza de cores e formatos - claro que se vão assustar com as moreias ou pegar num peixe-espada para brincar à guerra das estrelas, mas é um bom momento de fantasia... Convém saber que o mercúrio é um metal pesado que se encontra naturalmente no ambiente. Muitas atividades humanas aumentam o teor de mercúrio no ar, na água e no solo. Em contacto com a água, o mercúrio muda de forma e é criado o metil-mercúrio, que é absorvido pelos peixes. Se comermos peixes que comeram, por sua vez, mercúrio, acabamos nós por o absorver também. E se os níveis forem elevados, pode ser perigoso para a saúde. Com o tempo, se a ingestão não continuar, o mercúrio vai saindo através da urina, das fezes e do leite materno. O peixe é um alimento extraordinariamente saudável. E no espaço da União Europeia o controlo pelas autoridades de saúde é grande. Todos os peixes e mariscos têm quantidades muito pequenas de mercúrio. Se o seu valor aumentar e se a pessoa comer grandes quantidades, eventualmente os níveis podem subir até níveis de risco. E o mercúrio pode, em altas quantidades, causar lesões no cérebro da criança. As mulheres grávidas de regiões onde os peixes tenham níveis altos de mercúrio – se as autoridades de Saúde Pública o confirma- rem - devem evitar comer grandes quantidades de peixe (sobretudo espada, tubarão, cavala real e outros peixes oceânicos de profundidade), e o mesmo se aplica a mães que estejam a dar peito. Se há ou não mercúrio no peixe que esta mãe consumia, não sei - o melhor será sempre perguntar às autoridades de Saúde Pública da região. Ler Mais...

Os valores

Os valores Quem são as pessoas que nós desejaríamos encontrar por esse país fora, fosse onde fosse, nos serviços ou nos espaços de lazer, como amigos ou representantes políticos? Essas mesmas, essas pessoas simpáticas, afáveis, competentes, tranquilas, solidárias, inteligentes, diversificadas, criativas, pacíficas... e tantas outras coisas bonitas. São essas pessoas que nós gostaríamos de encontrar. São essas pessoas que nós podemos tentar «criar», sempre com respeito pelas suas opções finais, mas opções essas que dependerão, em grande parte, dos caminhos e limites que formos ensinando e mostrando. As crianças aprendem como esponjas. Não apenas sob o ponto de vista cognitivo e académico, mas na área emocional e ética. O que fazemos, mostramos e dizemos é sentido pelos nossos filhos como padrões dourados. Principalmente as duas primeiras vias, que correspondem ao modelo e ao exemplo. Não queria terminar esta introdução a «Quem é o vosso filho», que terá continuidade ao longo do Livro, sem rever as dezanove «máximas» de Dorothy Law Noite, expressas de forma sublime em 1954, e que bem nos revelam as estratégias que deveremos ensaiar para que os nossos filhos tenham mais hipóteses de ser pessoas felizes, amadas e realizadas: Se as crianças vivem com críticas, aprendem a condenar. Se as crianças vivem com hostilidade, aprendem a ser agressivas. Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser apreensivas. Se as crianças vivem com pena, aprendem a sentir pena de si próprias. Se as crianças vivem com o ridículo, aprendem a ser tímidas. Se as crianças vivem com inveja, aprendem a ser invejosas. Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir-se culpadas. Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes. Se as crianças vivem com tolerância, aprendem a ser pacientes. Se as crianças vivem com elogios, aprendem a apreciar. Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar Se as crianças vivem com aprovação, aprendem a gostar de si próprias. Se as crianças vivem com reconhecimento, aprendem que é bom ter objetivos. Se as crianças vivem com partilha, aprendem a ser generosas. Se as crianças vivem com honestidade, aprendem a ser verdadeiras. Se as crianças vivem com justiça, aprendem a ser justas. Se as crianças vivem com amabilidade e consideração, aprendem o que é o respeito. Se as crianças vivem com segurança, aprendem a confiar em si próprias e naqueles que as rodeiam. Se as crianças vivem com amizade, aprendem que o mundo é um lugar bom para se viver. Posto isto, avancemos para aspetos práticos, mas mais adiante, neste Livro, voltaremos a abordar os aspetos comportamentais da criança do 1 aos 5, através de situações mais objetivas e concretas, como os amigos imaginários ou a timidez, o mentir, furtar e morder, o partilhar, o autocontrolo ou as visitas da «Dona Birra», entre muitas outras.   Ler Mais...

A escolha de uma casa

A questão da habitação é das mais importantes. A relação quase perversa entre o poder de compra e a qualidade habitacional é um dos espelhos mais gritantes das desigualdades, traduzidas quase automaticamente no estado de saúde das crianças. Mesmo sem falar nos bairros de barracas. A qualidade da habitação e dos espaços circundantes é um fator a que os pais têm de estar particularmente atentos. Uma casa deve, oferecer condições, inerentes à qualidade mínima habitacional, não apenas em termos de conforto, mas de manutenção da saúde física e mental, e promotor de saudáveis relações interpessoais. Ler Mais...
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