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Sapinhos

Os «sapinhos» são uma infeção por fungos, designados por Cândida albicans. Embora sejam mais comuns em bebés, nos 3 primeiros meses de vida, podem aparecer sempre que o ambiente da boca fica mais propício à infeção, por diminuição da produção de saliva, chupetas há muito tempo não esterilizadas, etc. A boca parece polvilhada de branco, sobretudo na parte de dentro das bochechas, como se estivesse coberta por «açúcar pile». Como a infeção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada, de um tom intenso. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica na região genital, se estiver vermelho. A candidíase oral não tem qualquer perigo, mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

O que causa a fibrose quística?

A fibrose quística é, como foi referido, uma doença hereditária, como um modo de transmissão recessivo, ou seja, para que um indivíduo manifeste a doença é necessário herdar dois genes doentes, um do pai, outro da mãe. Todas as crianças, para as diversas características, recebem genes dos dois progenitores. Toda a gente, mesmo as pessoas aparentemente saudáveis, têm pelo menos seis genes doentes, só que eles não se manifestam porque são recessivos, ou seja, necessitam, para se expressar em doenças ou sintomas, de encontrar outro gene igualmente doente, para essa mesma doença. Se uma criança herdar um gene doente, não manifesta doença, apenas será um portador dela. Se, pelo contrário, ambos os pais tiverem o gene doente, as probabilidades de ter doença são de 1:4, e de ser portador de 1:2, em 1:4 dos casos, a criança não herdará nenhum gene e, portanto, não será nem portador nem doente. Em termos gerais, o defeito que existe na fibrose quística, e que justifica os diversos sintomas, é um mau funcionamento das células com funções de secreção, particularmente as de secreção externa - brônquios, pâncreas, mas também a pele e os aparelhos digestivo e reprodutivo. Existe um problema relativamente à passagem do cloro das células, parte dele na forma de cloreto de sódio, o que vai provocar um aumento da espessura das secreções, com entupimentos e disfunções a vários níveis:
  • ao nível do aparelho respiratório surgem os sintomas mais graves e mais frequentes. As secreções brônquicas ficam muito espessas e tornam-se difíceis de eliminar, enchendo os brônquios e condicionando o aparecimento de infeções respiratórias de repetição, por bactérias cada vez mais resistentes e agressivas. Por outro lado, o aparelho ciliar, que ajuda à limpeza dos brônquios, não funciona inteiramente e vai-se também degradando com a agressão constante pelos micróbios e pela própria situação. As próprias bactérias, apanhadas no muco, mas não expulsas, ganham espaço e alimentos para proliferarem, ao nível dos pulmões;
  • as secreções nasais são também elas espessas e podem surgir pólipos no nariz e nos seios perinasais, o que contribui para uma situação de sinusite crónica e para, nessas secreções estagnadas, que são um bom meio de cultura para as bactérias, crescerem micróbios agressivos;
  • ao nível do tubo digestivo, o pâncreas vê os seus canais entupidos, o que leva a que segregue enzimas em quantidade insuficiente, condicionando uma digestão insuficiente dos alimentos, principalmente das gorduras, que são as substâncias que mais precisam das enzimas pancreáticas - aparecem então fezes abundantes, gordurosas e de cheiro fétido. Esta má absorção dos alimentos explica porque é que, nestas crianças, embora se mantenha o apetite elas sejam habitualmente mal nutridas e tenham problemas em ganhar peso;
  • ao nível das glândulas sudoríparas (suor) há produção excessiva de cloro e de sódio. Em caso de aumento de sudação (por exemplo em dias de calor, com a febre, etc.) pode por vezes surgir desidratação;
  • todas as secreções acabam por ser atingidas, incluindo o esperma, o que pode contribuir para uma baixa de fertilidade.
Embora a maioria dos sintomas se vá instalando vagarosamente, e alguns deles sejam mesmo tardios, é possível fazer o diagnóstico com relativa precocidade, mas tudo depende do ritmo e tipo de aparecimento dos sintomas e de como são (ou não) contextualizados. Em regra, o diagnóstico faz-se por volta dos 3 anos de idade. O diagnóstico da fibrose quística tem evoluído ao longo dos anos. As formas de apresentação, a gravidade e a evolução clínica da doença são variáveis. Em cerca de 15% dos recém-nascidos afetados manifesta-se por oclusão intestinal ao nascer pois o mecónio (fezes negras, características dos bebés nos primeiros dias de vida) é de si já espesso - nestes casos o diagnóstico é feito muito cedo. As infeções respiratórias começam cedo, de forma repetida, associando-se frequentemente a um número elevado de dejeções diárias, com cheiro fétido, e a um certo atraso no crescimento, com cruzamento constante das curvas de percentagem do peso e da altura, apesar do apetite conservado. Obviamente que se as infeções respiratórias forem graves e frequentes, o crescimento é afetado sem serem necessárias mais razões. Conforme se referiu, a quantidade de cloreto de sódio no suor está alterada - a pele dos bebés fica por vezes «salgada». E neste facto que se baseia o diagnóstico através da chamada «prova do suor». Contudo, como esta prova pode ter um grau de erro, é sempre conveniente confirmar o diagnóstico por métodos de análise do ADN, o que veio permitir também identificar a doença no feto e identificar os portadores saudáveis do gene doente. Cerca de uma em cada 30 pessoas tem esse gene doente, sem o saber, e quando tem um filho de outra pessoa com o gene doente, a probabilidade de esse filho ter a doença é de um para quatro. Ler Mais...

Alguns problemas com os primeiros alimentos

O reflexo de extrusão Chama-se assim ao ato reflexo do bebé que consiste em expulsar para fora da boca os alimentos que sejam colocados na parte anterior da língua. O bebé tem que aprender a «enrolar» a comida para trás e muitas vezes os pais esquecem-se deste pormenor e interpretam o reflexo como a criança nào querendo comer (cuspir). Este reflexo mantém-se até aos 4-6 meses, o que explica porque é que algumas crianças têm mais dificuldade em começar a comer à colher. Este reflexo é muito importante na prevenção de acidentes - o bebé pequeno rejeita os pequenos objetos que a sua própria mão possa pegar e colocar na boca. Engasgamento Embora o bebé consiga engolir líquidos desde o nascimento, a maioria das vezes, antes dos 4 meses, engasga-se com alimentos mais consistentes. Digestão Antes dos 4-6 meses há alguma dificuldade do estômago e do intestino em digerir muitos dos alimentos sólidos. Quando se introduzem cedo demais (e essa precocidade tem a ver com cada bebé) podem aparecer vómitos ou diarreia, sinais de que o aparelho digestivo está a renegar o que foi introduzido. Controlo da cabeça Para um bebé começar a comer à colher tem que ter um bom controlo dos músculos da cabeça, o que geralmente surge cerca dos 3-4 meses de idade. Não tem sentido começar a alimentar um bebé que não segura bem a cabeça e que, portanto, não consegue estabelecer um bom plano visual com a colher e os alimentos. Alergias - a permeabilidade do intestino O intestino dos bebés é, nos primeiros meses de vida, altamente permeável às chamadas macromoléculas, responsáveis pelo desencadear de alergias. É como se houvesse uns «buracos» que ainda não estivessem tapados, por onde estas «grandes moléculas» entrariam no intestino, e daí para a circulação, ativando o sistema imunitário. O colostro, de que já falámos, atua como «penso» sobre estes «buracos», mas é a partir dos 4-6 meses que o intestino já tem a sua parede bem formada e a tolerância aos novos alimentos e a impermeabilização às macromoléculas começa a existir. Mastigar A mastigação só começa a ser controlada por volta dos 6-8 meses, e a coordenação mão-boca-mastigar só a partir dos 9 meses. A tentativa de comer sozinho, com todos os atos já coordenados aparece, em média, por volta do ano de idade. Ler Mais...

Tipos de medicinas alternativas

Há vários tipos de medicinas ou terapêuticas complementares: homeopatia, reflexologia, acupunctura, aromaterapia, osteopatia e reiki. Todas têm em comum restaurar um equilíbrio corporal, emocional e espiritual, ou seja, a chamada «abordagem holística». A fundamentação destas práticas está na ideia em que a doença e o mal-estar são causados por um desequilíbrio num destes três níveis do ser. Até um acidente, que é uma doença eminentemente física, será visto como causando uma perturbação do bem-estar global a todos os níveis - o stresse pós-traumático é um bom exemplo disso. Por outro lado, algo que cause mal-estar psico-emocional, como uma separação ou a morte de alguém querido, pode desencadear doença, designadamente infeciosa. A homeopatia e o reiki usam apenas a energia. A reflexologia e a acupunctura ou acupressão estimulam certas áreas do corpo com o objetivo de remover bloqueios energéticos que causariam a doença, por excesso ou por deficit de energia nos órgãos doentes. Claro que nem tudo são «rosas». É necessário os pais estarem alerta para a existência de muitos charlatães nesta área, e que o arrastar de alguns problemas pode trazer riscos para a saúde, não apenas pela acumulação de medicamentos dos dois tipos (com efeitos colaterais cumulativos), mas porque há diagnósticos que podem ser protelados, com prejuízo para a criança. A abertura de espírito e a análise científica das vantagens e desvantagens, eficácia e eficiência das várias práticas médicas poderá separar o trigo do joio e contribuir para o objetivo final de qualquer prática médica: ganhos em saúde e em bem-estar para os utentes. Acupunctura e acupressão A acupunctura é um sistema de cura que se baseia na energia do corpo, designada por «chi», e que corre segundo canais específicos chamados meridianos. Quando a energia fica bloqueada ou desequilibrada, surgem problemas de doenças. A introdução de agulhas de aço ultrafinas, em vários pontos do corpo onde se sabe a energia estagnar, ajuda a desbloquear a energia e a reequilibrar o sistema. Na acupressão, os pontos são pressionados pelos dedos, resolvendo a questão. A acupunctura está a ser validada em cada vez mais países como uma técnica eficaz. No entanto, para a fazer em crianças desta idade, é necessário ser um acupunctor com experiência pediátrica - a escola portuguesa de Medicina Tradicional Chinesa tem disciplinas de pediatria. Massagem A massagem relaxa e promove a circulação sanguínea e linfática, e o bem-estar, em parte resultante do contacto táctil com o massagista. As hormonas de stresse diminuem, o que promove o crescimento e estimula o sistema imunitário. Por outro lado, há equilíbrio da insulina e outras hormonas que intervêm na digestão e funcionamento intestinal. Quiroprática e osteopatia Consiste na manipulação óssea, que ajuda o corpo a relacionar, de uma forma saudável, o sistema ósseo, muscular e articular. O reajustamento ósseo vertebral poderá, por exemplo, ajudar à drenagem e arejamento do ouvido, com diminuição da otite serosa, tão própria desta idade. Homeopatia A homeopatia baseia-se na administração de substâncias naturais que causam a doença, mas em doses que a curam. Não se sabe como funciona, eventualmente por estimular no corpo as defesas necessárias: uma criança com uma constipação (febre e sinais inflamatórios) recebe um medicamento homeopático de uma planta que, precisamente, causa naturalmente febre e inflamação. Só que em doses infinitesimais. São estes alguns exemplos de técnicas terapêuticas que se estão a vulgarizar cada vez mais. Mas, como em tudo, há que pensar que crianças do 1 aos 5 anos não são adultos, e que entre os muito competentes profissionais de cada área também grassam alguns aldrabões. E que cada doença tem a sua indicação terapêutica, que pode passar mais ou menos por uma ou mais técnicas destas. Mas...milagres não há. Com nenhum tipo de medicina. Ler Mais...

Coordenadas gerais do desenvolvimento

N'O Grande Livro do Bebé já abordei em profundidade o desenvolvimento infantil. Vale a pena, no entanto, recordar dois ou três pontos: •Há muitos fatores que intervêm no processo de desenvolvimento e, consequentemente, nos desempenhos da criança nos vários níveis; •Alguns destes factores são a inteligência racional, inteligência emocional, capacidade de resolver situações, argúcia, clarividência, fleuma, sangue-frio, discernimento, leitura dos sinais e dados do ambiente e das pessoas, entre outros; •Os fatores genéticos são muito importantes, como a existência de alguma lesão física ou neurológica (paralisia cerebral, cegueira, surdez, por exemplo), síndroma malformativa, etc. Algumas destas lesões podem ser adquiridas, como no caso de uma meningite ou traumatismo; •O equilíbrio endócrino, nutricional e orgânico em geral é mais um factor condicionante; •O sexo e a ordem de nascimento, bem como o lugar na fratria, são outros factores a ter em conta; •Os fatores familiares representam mais uma vertente: poderão explicar tendências, talentos, gostos e outras linhas gerais do desenvolvimento e das opções comportamentais - não apenas referentes aos pais, mas também à família alargada; •A personalidade que, como escrevi no primeiro capítulo, é composta por diversas vertentes que se entrecruzam, contribui também de forma decisiva para o desenvolvimento. As características não são boas nem são más, tudo depende do encaminhamento que for dado, no sentido de as transformar em virtudes ou defeitos; •O ambiente, entendido do ponto de vista físico, ecológico, microbiológico, psicológico e emocional, pode fazer desenvolver ou não os potenciais da criança. A estimulação ambiental é decisiva e, por vezes, não é devidamente valorizada, muito particularmente pelas entidades que planeiam e constroem os espaços onde as crianças vivem e brincam. Por outro lado. há que ter em conta que a criança, ao desenvolver-se, tem de gerir vários dossiês, uns muito «pesados», outros mais de rotina. É do 1 aos 5 que a criança sofre uma enorme evolução, designadamente na arquitectura estrutural. Há crianças que conseguem desenvolver-se em todas as áreas, de um modo uniforme, outras escolhem áreas específicas para avançar. Nos períodos mais acelerados, as rotinas - como a alimentação e o sono - podem sofrer instabilidade. Para compreender o desenvolvimento infantil e ter as expectativas adequadas, há que ter em conta o seguinte: • em qualquer área que se considere, o desenvolvimento faz-se num processo contínuo, desde a concepção à maturidade, e mesmo depois; • os indicadores de desenvolvimento (andar aos 12 meses, saber o nome aos 2 anos) são meramente indicativos, sendo a franja da «normalidade» muito larga; • não é possível a criança fazer determinada coisa se os desempenhos anteriores, dentro da linha de desenvolvimento, não estiverem já consolidados. Não trepará antes de andar. Não andará sozinha antes de andar apoiada; •A mielinização dos neurónios é essencial para poder ter um comportamento. A prática pode acelerar etapas, mas não pode dar esta base. E em algumas crianças o processo de maturação neurológica tem um ritmo diferente do do irmão, colega ou filho do vizinho; •A sequência do desenvolvimento é a mesma para todas as crianças, mas o ritmo e maneira como se faz é sempre diferente. Ler Mais...
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