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E as amas…

As amas são uma solução cada vez mais frequente. Existem vários tipos de amas e é difícil dizer se colocar uma criança numa ama é bom ou é mau. Tudo depende. E tudo depende de vários fatores: espaço da casa, limpeza, segurança, riscos, número de crianças e respectivas idades, pessoas que ajudam, características da ama e motivações (faz o que faz por dinheiro ou por gostar de crianças, tem ou não paciência para os aspectos mais maçadores de tomar conta de uma criança, etc). Existem amas que são verdadeiras mães, existem outras que são de fugir a sete pés. A colocação em amas deverá obedecer a várias regras, e será bom que a ama esteja registada na segurança social pois isso implica um número limitado de crianças e respeito pelas referidas regras, que vão da higiene aos espaços, presença de animais, etc. além de que algumas redes de amas fazem cursos e actualizações sobre puericultura que embora não sejam uma garantia em muito ajudam à credibilidade das amas. Um estudo efetuado em Portugal, no qual participei, mostrou que era indiferente a frequência de ama ou de infantário na socialização e bem-estar da criança, dependendo o sucesso ou insucesso da qualidade do serviço prestado. Se a ama é competente e afetuosa o bebé fica bem entregue. Cabe aos pais fazerem essa vigilância (aliás, como em relação às outras instituições e hipóteses) sem pensarem que têm o problema resolvido para sempre mal entregam a criança. Ler Mais...

Brincar é uma atividade complexa

Brincar não é uma atividade feita de gestos gratuitos e sem nexo, como muitas vezes a desconsideramos; porque o que a criança faz é supostamente «coisa de criança». Mas não. Brincar é uma das atividades mais elaboradas porque, para além de indispensável, desenvolve a criatividade, o imaginário, a imaginação, a alternância, o sentido figurativo e representativo, e a organização dos gestos, das falas e dos cenários. Não há outra atividade tão completa como o brincar. Dizia o Professor Robert Debré, um grande pediatra, companheiro de Jean Jaurés e fundador da Unicef, que até as amibas brincam: após uma fase em que agitam os seus prolongamentos em busca de comida, continuam a fazê-lo, nem que seja para tocar em outras amibas se não é para recolher alimentos, então fazem-no provavelmente para brincar. Jogar e brincar fazem, pois, parte da vida e não devem ser abandonados só porque se cresce. Os adultos às vezes têm vergonha de revelar esta faceta que classificam de Infantil, talvez porque, hoje, se exige produtividade e isso é, para a maioria, sinónimo de seriedade. Mas brincar é normal, desejável, pedagógico, terapêutico... é bom e dá prazer, com grandes vantagens biológicas, psicológicas e sociais. Não há nada mais instintivo do que brincar: vejam-se, por exemplo, os animais domésticos: um cão, um gato, como brincam. O ser humano sempre brincou e, se calhar, em vez de nos chamarmos homo sapiens, porque sabemos muito pouco, devíamos, talvez chamarmo-nos homo fudens porque brincamos realmente muito. Estamos talhados para isso, embora brincar também não seja sempre sinónimo de felicidade e de alegria. Brincar, como tudo na vida, pode significar frisfeza, sofrimento, mas é mesmo assim que as coisas são. O século xx ficará provavelmente para a História como o Século da Criança. Depois do reconhecimento gradual e sequencial dos Direitos Humanos, dos Trabalhadores, das Mulheres, registou-se neste século um movimento crescente a favor dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, tão bem resumidos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. E o direito a brincar está consagrado no artigo 31.°. Porventura o artigo 31 a, que não existe, deveria dizer que brincar é também um direito que não se extingue nem tem prazo é um direito do ser humano, seja como refúgio para a ferocidade do mundo, seja como estratégia para amansar esse mesmo mundo, em qualquer idade da sua vida. Brinquemos, com as pessoas, com as situações, com os objetos, com o dia-a-dia. Organizemos o nosso trabalho como se fosse um jogo, uma brincadeira. Vamos ter muito mais prazer em trabalhar. Em ser adultos. E em ser pais. Ler Mais...

«És “muita” bom…»

Se no ano passado uma criança de 3 anos conseguia tocar no botão do elevador do 3.° andar e este ano já consegue chegar ao botão do 4.°, os pais aplaudem-no, mas para a criança representa mais do que uma boa exibição: representa o «Eu já consigo!», e também «Se é assim, onde é que isto vai acabar? Será que um dia vou tocar no botão do infinito? Será que, em breve, serei igual ao Super-homem ou ao Homem-aranha?» Transportando este pensamento para outras situações, o receio que à partida a limitaria e faria retroceder, é vencido pela necessidade e gozo de enfrentar o desafio. Está lá escrito, nas entrelinhas e no ar, «Mostra que és capaz. Vamos lá ver se tu és capaz!» As vezes são os outros que estimulam e provocam: «És um mariquinhas se não saltares ou se não fizeres. Tens miúfa.» Mas mais do que os outros, é o próprio corpo que pede. E se passamos a vida a elogiá-los porque estão «muita bons», como é que lhes podemos dizer que, afinal, estão na mesma? Complicado. Não é? Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

Televisão e violência ou violência e televisão

De quando em quando assiste-se a debates inflamados sobre este tema. E pessoas geralmente tidas como tolerantes surgem, neste particular aspecto, com uma intolerância quase fundamentalista. É inegável que a TV pode ser uma montra de violência, quer do ponto de vista ético, quer estético, sobretudo quando a utilização da violência é gratuita, auto justificada, ou quando serve como argumento de primeira-mão (utilizada pelos «bons» em vez do diálogo ou de vias pacíficas) e branqueada e legitimada. As investigações em «laboratório»» mostram que assistir a um filme violento na TV leva as crianças a serem mais agressivas com os bonecos e nas suas brincadeiras. Há que ressalvar, no entanto, que estes estudos não são extrapoláveis para as condições reais, ignorando-se também se esses efeitos se mantêm a longo prazo. Por outro lado, inúmeras situações do dia-a-dia não televisivo (em casa, na escola, na sociedade) têm igualmente uma carga violenta, se bem que por vezes não tão evidente como então separar o peso específico de cada uma destas causas? Será então a TV uma ameaça? Ou será apenas o bode expiatório de todos os males? Será a culpada ou a vítima? Provavelmente, o consumo de TV, quando manifestamente exagerado, será afinal e apenas o espelho trágico de algumas angústias e partes más da condição humana, que existe em toda a gente - crianças, adultos, famílias e toda a sociedade, e do isolamento em que vivem muitas pessoas de várias idades. A associação do fenómeno da «TV babysitter» com a «TV violência» é uma realidade: mais de 80% dos programas são vistos pelas crianças sem supervisão. Este facto é negativo, tanto mais que três quartos dos programas do prime-time têm violência, seja nos próprios programas, seja nos trailers e «promos» de outros programas. Mas, mesmo tendo presenciado numerosos actos violentos no ecrã, quantos terá a criança presenciado na vida real e qual a influência de cada um destes atos na formação da sua personalidade? Uma bofetada do pai, intempestiva, não justificada, vale quantos tiros numa série policial? Ouvir os pais discutirem e agredirem-se verbalmente equivale a quantos rebentamentos de carros armadilhados no Iraque? Ser injustamente castigado pelo educador será o mesmo, em termos de carga violenta, que assistir a um documentário realista sobre o holocausto? Por outro lado, quando falamos de violência na TV podemos estar a referir-nos a muita coisa, não apenas o que surge nas imagens, mas também a banda sonora, linguagem, ritmo, ambiente global, argumento, psicologia das personagens, cenas de brutalidade, crueldade ou medo, subversão, etc., ou seja, falamos de aspetos da forma e do conteúdo. E que dizer da violência real passada nos telejornais, ou da ficcional mais pura como a dos desenhos animados? As crianças gostam, de colher as suas ideias em alguns locais, temperando-as de- pois com as suas fantasias. Ao verem um enforcamento com todos os pormenores acessórios e no contexto que foi, a ideia de ver o que aconteceria, «Como é aquilo?», »Deve ser porreiro dar um salto assim, mas eu depois consigo agarrar-me à corda.», etc, e ainda por cima com material facilmente encontrável (uma corda), pode gerar acção. O hiato de segurança entre estes pensamentos e o comportamento deveriam estar almofadados pela personalidade, valores éticos, clara margem de segurança entre a fantasia e o ato, etc, etc, mas muitas crianças, por diversos fatores, têm essa margem muito ténue e facilmente passam para o «lado de lá» desde que a sugestão valha a pena, convencidos de que dominam tudo e que a qualquer altura mandarão «parar o filme». A imitação dos outros é um valor acrescentado para as crianças - e não será bom tentarem imitar um Fernando Pessoa, uma Maria João Pires, um Obikwelu ou um Simão Sabrosa, e também o senhor que vende os cromos do Noddy, a educadora, a personagem de um livro que se leu, a vizinha do 7° direito, o chefe do pai ou a miúda da turma que tem mais saída... o pai e a mãe? Os comportamentos de imitação podem, assim, ser sinal de que se ama aquela pessoa e que ela representa um modelo, ou uma exploração para descoberta da face oculta desse gesto. Ler Mais...

A creche e o infantário

A creche ou o infantário são, muito provavelmente, as soluções mais utilizadas. Às vezes é difícil escolher, dado que há muitos factores que contam: proximidade, preço, localização na «rota» diária dos pais, informações e referência de pessoas conhecidas, aspecto, simpatia, segurança. Trata-se de uma solução que não é barata e que, muitas vezes, só o dia-a-dia permitirá dizer da sua eficácia e do seu sucesso. Para tal, é necessário que os pais exerçam um certo controlo sobre os infantários, não fazendo cerimónias e dizendo o que acham que não está correto. Mesmo que corresponda a uma má avaliação da situação, é preferível que as dúvidas sejam de imediato veiculadas aos diretores do infantário. Há vários fatores a ter em linha de conta: espaço, atividades, hora de dormir, refeições, competência do pessoal, segurança, riscos, atitudes em caso de emergência, afetividade, etc. Como avaliar uma creche ou infantário Para além das referências que conseguirem, através de amigos ou de pais de outras crianças que lá tenham os bebés, há que visitar o local e observar as rotinas, como as coisas se processam, a relação das educadoras e auxiliares com as crianças que por ali andam, se estas estão acompanhadas ou «ao deus-dará», as condições de segurança, se há escadas, tomadas, vidros, portas de armários, etc, e se estão protegidas, enfim, um nunca acabar de aspectos que uma visita e um deambular pela creche podem ajudar a entender, de forma global, para além dos pormenores específicos. - Quantos bebés há da idade do vosso, e qual a rotina deles? - Quanto se paga, com ou sem prolongamentos e outras alcavalas? - E fácil estacionar, para poderem estar algum tempo, se desejarem, a conversar com as educadoras? - Podem visitar o vosso bebé quando querem? Ou sentem que estão a ser escorraçados? - Existe a higiene em todos os locais, e não apenas na sala onde o bebé fica? - Os outros meninos maiores têm acesso ao vosso bebé? Brincam juntos? Quando e como? Supervisionados por quem? - A iluminação, o ruído, a segurança dos espaços e dos objectos? - A higiene da comida? - O afecto, carinho, brincadeira? Como é que o pessoal reagiu à vossa visita com o bebé? Pararam para olhar para ele? Fizeram perguntas? Deram miminhos? Teceram elogios? - O limite de oito bebés entre 4 e 9 meses é respeitado? E a existência de uma educadora e duas auxiliares por sala? E a presença de uma enfermeira na creche? (tudo isto são dispositivos legais) - Há espaços ao ar livre? Se sim, quando e com quem o vosso bebé vai para lá? - O pessoal está sempre a rodar? - Existe um projecto educativo, mesmo que não seja para os bebés da vossa idade? - Os brinquedos e jogos? Que tal os acharam? - E as condições ecológicas e ambientais? Calor? Frio? O chão é de quê? - Deram-vos alguma cópia de regras, regulamentos ou leis (que existem!)? O que importa é que, a solução encontrada seja boa para a criança, para os pais e que as pessoas que vão tomar conta dela o façam não apenas por dinheiro mas também por gosto e por amor às crianças. Ler Mais...
Rifocina na cesarea | Para Pais.