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Riscos e perigos… e fatores protetores

As diversas actividades de uma criança no infantário ou jardim-de-infância envolvem, todas elas, um grau de risco. O risco, aliás, desde que em doses moderadas, estimula o desenvolvimento do corpo e da autonomia. Algo de completamente diferente é o perigo, o qual representa a má gestão de situações de risco, com aumento da probabilidade de ocorrerem acidentes, ou de as suas consequências serem mais graves. Acresce que as crianças e os adolescentes, perante o «menu» que lhes é oferecido no infantário ou jardim-de-infância, optam frequentemente por comportamentos exploratórios, experimentais ou também designados por condutas de ensaio, os quais são normais e até desejáveis, mas que assumem um risco acrescido de ferimento, doença e até morte, sobretudo se o espaço não for seguro. Neste contexto, é necessário desenvolver fatores protectores, e utilizar formas de comunicar que ajudem à interiorização progressiva das regras, sem culpabilizar nem esperar efeitos imediatos e fiáveis, mas, através de negociação, explicação e exercitação, desenvolvidas progressivamente com os alunos e os restantes elementos da Comunidade Educativa, consciencializar as crianças, os adolescentes e os adultos que a segurança é um bem precioso a defender, transformando-a num «estado de espírito» e numa atitude cultural. Ler Mais...

Sangue

Anemia Uma anemia é uma situação em que o valor absoluto da hemoglobina está baixo. Como a hemoglobina é que transporta o oxigénio para as células, a consequência é uma redução da oxigenação dos tecidos. A anemia nem sempre se acompanha de uma baixa do número de glóbulos vermelhos. As crianças que têm motivos para sofrerem mais de anemia: - esgotam os depósitos de ferro e de outros elementos que receberam durante a gestação, especialmente se forem prematuros ou se a mãe tiver, ela própria, anemia durante a gravidez. O ferro passa, sobretudo, nos três últimos meses; - maior velocidade de crescimento, justificando necessidades de ingestão acres- cidas; - maior incidência de infecções e parasitoses; - reduzida capacidade da medula óssea em produzir glóbulos vermelhos imediatamente; - revelação de uma anemia familiar, hereditária; - erros dietéticos. A maior causa de anemia, no primeiro ano de vida, é a carência de ferro, embora outras situações de carência alimentar (hoje já muito raras no nosso país) possam também ocasionar uma anemia. Além desta situação mais banal, que pode também ser provocada por parasitas intestinais, há doenças que se acompanham de anemia, como algumas leucemias, mau funcionamento da medula óssea, etc. Mas são casos muito raros. Uma hemorragia grande, por exemplo na sequência de um ferimento, pode também causar anemia. As crianças com anemia apresentam-se pálidas, com sinais funcionais (falta de forças, cansaço, desinteresse afetivo e pelos brinquedos, tristeza, alterações do humor, falta de apetite, taquicardia. Depois, conforme a causa, podem surgir sintomas específicos associados a ela. Ler Mais...

Que probabilidades temos de os nossos gémeos serem idênticos?

Uma em oitenta gravidezes é de gémeos e um terço dos gémeos são idênticos. Embora haja factores que tornem mais provável ter gémeos não idênticos, tal como um historial de gémeos na família ou ter mais de 35 anos, ter gémeos idênticos não é hereditário e não há outros factores que o possam tornar provável. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

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O que acontece se eu não entrar em trabalho de parto depois da indução?

Muito raramente as mulheres têm uma indução sem sucesso, em especial se o colo do útero for desfavorável, o que significa que não apagou nem dilatou. Isto pode resultar numa cesariana. Como sempre, discuta as opções com a sua parteira ou o seu médico para que possa estar bem informada sobre os processos disponíveis. Ler Mais...

De onde vem a agressividade

Somos animais. E somos herdeiros dos sobreviventes. Por isso reagimos ao perigo - ou ao que sentimos como perigo - com libertação de catecolaminas (adrenalina) e cortisol que são hormonas das glândulas suprarrenais, num processo que é independente da vontade (ou pelo menos esta tem um controlo muito reduzido neste sistema). Estas hormonas proporcionam uma série de fenómenos biológicos: aumento da força muscular cardíaca, aumento da tensão arterial com desvio do sangue da periferia para órgãos centrais (pele branca, fria), dilatação dos bronquíolos com melhor ventilação pulmonar, aumento da produção de energia a partir dos tecidos gordos, aumento da frequência cardíaca e respiratória, e dilatação das pupilas, para melhor visão. As sobrancelhas contraem-se, as mãos ficam frias e suadas, e a boca fica seca e a saber a amargo. A face empalidece. O intestino aumenta os seus movimentos. Por outro lado, há uma diminuição dos estímulos que causam dor, a fim de facilitar a fuga. A agressividade também tem estados de alma que incluem irritação, frustração, pena de si próprio e raiva. Pelo contrário, quando o animal se sente tranquilo, o que predomina é o sistema endorfínico, com sensação de bem-estar, calma, relaxamento, prazer e plenitude. As endorfinas também são responsáveis pelo estado de humor positivo, memória mais aguda, alívio da dor e melhor resposta imunológica. A resposta agressiva à sensação de perigo ou ameaça pode surgir por causas diretas, definidas - ser insultado, traído, agredido- mas, na maioria dos casos, ou a bomba explode por a situação que a desencadeia ser a gota de água que faz transbordar o copo, ou porque é o gatilho para situações anteriores em que não foi possível dar seguimento à agressividade. Os pais, por vezes, sentem-se frustrados, por só verem a parte negativa do comportamento. Reparem no caso abaixo descrito: não foi bonita a atitude do César, de atirar com os brinquedos para o chão e sair da sala. Mas, ao mesmo tempo, ele soube já controlar-se e não transformar a sua agressividade em violência contra os outros, nomeadamente o pai que, na sua opinião, era a pessoa que o tinha defraudado. Se o César estivesse numa fase anterior e mais instintiva do comportamento, com o emocional dominando completamente o racional, provavelmente teria agredido o pai com os carrinhos, mordido-lhe ou algo semelhante. Aliás, quando se lida com uma situação deste tipo, há que fazer notar à criança o que tem de modificar, mas também a evolução que já fez. É muito tentador, para uma criança com menos de 3 anos, usar todas as armas que sabe já ter - dentes, unhas, mãos e pés e desencadear comportamentos como morder, arranhar, cuspir, dar pontapés. No início, estas reações são instantâneas e primárias, obedecendo ao que o sistema hormonal pede e ao que o sentimento de vingança exige. No capítulo referente ao Desenvolvimento e Comportamento desenvolvo mais pormenorizadamente alguns destes comportamentos, bem como a questão da disciplina. Conseguir desenvolver o autocontrolo para se dominar, vencer o imediatismo, e deixar a pessoa vencer o animal não é fácil, requerendo compreensão, reflexão, exercitação e, quando conseguido, deve ser devidamente apreciado e entusiasmado. Ler Mais...
Rifocina doi em ferimento | Para Pais.