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A creche e o infantário

A creche ou o infantário são, muito provavelmente, as soluções mais utilizadas. Às vezes é difícil escolher, dado que há muitos factores que contam: proximidade, preço, localização na «rota» diária dos pais, informações e referência de pessoas conhecidas, aspecto, simpatia, segurança. Trata-se de uma solução que não é barata e que, muitas vezes, só o dia-a-dia permitirá dizer da sua eficácia e do seu sucesso. Para tal, é necessário que os pais exerçam um certo controlo sobre os infantários, não fazendo cerimónias e dizendo o que acham que não está correto. Mesmo que corresponda a uma má avaliação da situação, é preferível que as dúvidas sejam de imediato veiculadas aos diretores do infantário. Há vários fatores a ter em linha de conta: espaço, atividades, hora de dormir, refeições, competência do pessoal, segurança, riscos, atitudes em caso de emergência, afetividade, etc. Como avaliar uma creche ou infantário Para além das referências que conseguirem, através de amigos ou de pais de outras crianças que lá tenham os bebés, há que visitar o local e observar as rotinas, como as coisas se processam, a relação das educadoras e auxiliares com as crianças que por ali andam, se estas estão acompanhadas ou «ao deus-dará», as condições de segurança, se há escadas, tomadas, vidros, portas de armários, etc, e se estão protegidas, enfim, um nunca acabar de aspectos que uma visita e um deambular pela creche podem ajudar a entender, de forma global, para além dos pormenores específicos. - Quantos bebés há da idade do vosso, e qual a rotina deles? - Quanto se paga, com ou sem prolongamentos e outras alcavalas? - E fácil estacionar, para poderem estar algum tempo, se desejarem, a conversar com as educadoras? - Podem visitar o vosso bebé quando querem? Ou sentem que estão a ser escorraçados? - Existe a higiene em todos os locais, e não apenas na sala onde o bebé fica? - Os outros meninos maiores têm acesso ao vosso bebé? Brincam juntos? Quando e como? Supervisionados por quem? - A iluminação, o ruído, a segurança dos espaços e dos objectos? - A higiene da comida? - O afecto, carinho, brincadeira? Como é que o pessoal reagiu à vossa visita com o bebé? Pararam para olhar para ele? Fizeram perguntas? Deram miminhos? Teceram elogios? - O limite de oito bebés entre 4 e 9 meses é respeitado? E a existência de uma educadora e duas auxiliares por sala? E a presença de uma enfermeira na creche? (tudo isto são dispositivos legais) - Há espaços ao ar livre? Se sim, quando e com quem o vosso bebé vai para lá? - O pessoal está sempre a rodar? - Existe um projecto educativo, mesmo que não seja para os bebés da vossa idade? - Os brinquedos e jogos? Que tal os acharam? - E as condições ecológicas e ambientais? Calor? Frio? O chão é de quê? - Deram-vos alguma cópia de regras, regulamentos ou leis (que existem!)? O que importa é que, a solução encontrada seja boa para a criança, para os pais e que as pessoas que vão tomar conta dela o façam não apenas por dinheiro mas também por gosto e por amor às crianças. Ler Mais...

Casa, ama, avós ou infantário?

Passados os pouco mais de cem dias de licença de maternidade, que muita gente, cinicamente, ainda designa por «férias de parto», e com a situação actual de a larguíssima maioria das mães trabalhar fora de casa, os pais têm que deixar o bebé com alguém ou em algum lado. Não podendo a criança ficar sozinha em casa levantam-se várias hipóteses, as quais deverão em boa verdade ser discutidas e analisadas bastante antes da hora. Até porque algumas das soluções, como infantários e creches, obrigam a inscrições precoces que chegam a ir até antes da criança ter nascido. Se bem que o ensino pré-escolar pareça estar a ganhar um incentivo razoável, subsiste o problema das crianças antes dessa fase, ou seja. com idade inferior a 3 anos completos. Existem, conforme os casos, diversas hipóteses: - ficar em casa com os pais (com a mãe, ou mais raramente com o pai); - ficar em casa com alguém (empregada, familiar); - ficar em casa de familiares (avós, tios, etc); - ir para uma ama; - ir para uma creche/infantário. Ler Mais...

Posso preparar biberões com antecedência?

O ideal será preparar cada biberão de fresco. As regras sobre a preparação de biberões chamam a atenção para o facto de os riscos associados à utilização de leite infantil em pó, são reduzidos se cada biberão for preparado de fresco, pois quanto mais tempo o leite já preparado estiver guardado, maior o risco de formação de bactérias. E claro que há ocasiões em que não é prático, por exemplo, se vai sair de casa por um longo espaço de tempo, ou se vai deixá-lo numa ama ou numa creche. Nesses casos, pode utilizar doseadores de leite em pó e um termos de água fervida ou levar o biberão já com a medida de água certa, bastando depois aquecer a água e juntar pó já na dose certa. Se estiver a dar leite extraído do peito, guarde o biberão no frio e aqueça só na hora de o dar ao bebé. Ler Mais...

Quando se dorme mal

Dormir mal, em quantidade ou qualidade, transtorna a família toda. Não dormem as crianças e não dormem os pais. mas a recuperação para estes é pior porque não podem, como os filhos, aproveitar os minutos passados no carro ou na creche, não têm sestas nem intervalos para fechar os olhos e repousar. Se conseguirem arranjar alguém que fique um fim-de-semana com o vosso filho, nestas alturas de crise, há que ter alguns cuidados, para atingirem o objectivo que é dormirem e estarem os dois bem-dispostos, além de incentivarem a vossa relação. É recomendável que tenham total confiança na pessoa que fica com o filho, de modo a não estarem constantemente a pensar o que é que lhe está a acontecer e o que está a fazer. A ideia é «esquecê-lo» durante esse tempo. Por outro lado. não deve haver lugar para culpabilizações, estilo «estamos nós aqui a descansar e ele com os avós». Não só é injustificado como, para ser assim, mais vale esquecerem a ideia. Finalmente, o ideal é ficarem na vossa casa. Ir para outro lado, como um hotel ou turismo de habitação, é não deixar que o «vosso animal» descanse, dado que num ambiente estranho estarão sempre com níveis de alerta elevados. Fiquem em casa, mas sem estar permanentemente a olhar para o quarto do filho... Ler Mais...

Hora de deitar

A vida faz-se de regras - para que as excepções e as respectivas transgressões à regra sejam mais apetecidas e gostosas. E bom que as crianças destas idades tenham uma hora mais ou menos constante de ir para a cama - e é a partir da regra que se estabelecerão depois as excepções. E se contarmos os rituais todos - desde fazer xixi e lavar os dentes às histórias e cantigas -, o tempo tem de ser programado também em função do muito que se gasta com tudo isto. Os horários da família são um factor a levar em linha de conta, pelo que é difícil estabelecer uma hora «para ir para a cama». Depende também da hora de acordar, que é extraordinariamente variável. Há famílias que levam a criança para a creche ou jardim-de-infância às oito da manhã, outras entram às dez e moram perto. Outras ficam em casa e podem dormir. Por outro lado, se a alternativa é ir para a cama às nove sem ver o pai ou ir mais tarde e estar com ele, para mim não há grandes dúvidas: o sono recupera-se, a relação paternal não. Portanto, se o pai chega mais tarde, há que rearranjar os horários para poder estar com o pai na brincadeira, no mimo, e até ser ele a adormecê-lo, embora se devam evitar actividades muito excitantes, correrias e grita- ria, mesmo que de júbilo. No momento em que ele saiba que o pai e a mãe estão em casa, sentir-se-á mais calmo e dormirá melhor. E, dentro dos limites do bom senso, o que conta é a qualidade do sono e não a sua duração. Ler Mais...

Comecei a universidade e agora estou grávida – os meus vão ficar furiosas. O que posso fazer?

A maior parte das mulheres Jovens sente uma grande mistura de emoções quando descobrem que estão grávidas, e muitas ficam aterrorizadas ao pensar que têm de cortar aos pais preocupadas que de qualquer forma eles as abandonem. Quando se achar capaz, sente-se e explique-lhes a situação. Pode ajudar ter mais alguém consigo quando der a notícia. Embora a reacção inicial dos seus pais possa ser de desilusão e choque, também se irão sentir culpados, pensando que falharam em alguma coisa em relação a si. Por fim tente lembrar-se de que os seus pais a amam e que sem dúvida a irão apoiar, embora possa precisar de lhes dar algum tempo para se adaptarem à gravidez. Se realmente pensa que não consegue falar com os seus pais e discutir as suas opções tente arranjar um amigo adulto para conversar, em quem confie e que a apoie. Em alternativa fale com uma parteira ou com um médico, ou um orientador da universidade em quem confie. Qualquer destas pessoas já terá tido experiências de situações como a sua e poderá oferecer conselhos imparciais. Poderá continuar com os seus estudos e muitas instituições educacionais oferecem facilidades para cuidar de crianças, como infantário ou creche - a gravidez não significa um fim nos seus planos de estudo. Ser capaz de sossegar os seus pais neste ponto ajudá-los-á a aceitar a sua gravidez. Ler Mais...
Riam da calvicie creche criancas | Para Pais.