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Como se trata a depressão pós-parto?

Se pensar que está com depressão, fale com o seu médico ou com a sua parteira. Há várias formas de ajuda disponíveis, incluindo terapias de conversação, como aconselhamento, e medicamentos antidepressivos. O passo mais importante para tratar a depressão é aceitar o problema e dar os passos necessários para lidar com ela. O apoio e a compreensão do seu companheiro, da família e dos amigos também têm um papel importante na sua recuperação. O seu médico pode arranjar-lhe aconselhamento - algumas clínicas têm um conselheiro no local. Os tratamentos psicológicos incluem terapia do comportamento cognitivo (TCC), que tem como objetivo reduzir pensamentos e comportamentos inúteis, terapia cognitiva (TC), baseada na ideia de que certos pensamentos podem estimular problemas de saúde mental, e aconselhamento em privado, que se foca nas suas relações presentes e passadas. Muitas associações oferecem "visitas de atendimento" e em algumas áreas existem grupos terapêuticos. Os assistentes de saúde dão apoio prático, e partilhar experiências com outras mães também afetadas pela depressão pode ajudar. Pode procurar apoio social contactando o seu médico de família que a encaminhará e lhe dará conselhos. Pode também procurar na Internet inúmeros sites de conversação onde pode contactar outras mães recentes. Ás vezes é mais fácil expormo-nos a desconhecidos Alguns locais têm apoio específico para a depressão pós-parto. O tratamento com antidepressivos é outra opção. Alivia os sintomas, como um baixo estado de espírito, a irritabilidade, a falta de concentração e as insónias, permitindo-lhe que funcione normalmente e que resista melhor. Os antidepressivos podem levar duas semanas a fazer efeito e deverão ser tomados durante seis meses depois de começar a sua recuperação para evitar uma recaída. É possível continuar a amamentar com certos antidepressivos. Algumas preparações de ervas, como o hipericão, podem aliviar os sintomas e o remédio homeopático Pulsiúlla pode ser útil. Algumas pesquisas também concluíram que massajar o bebé pode ajudar as mulheres que sofrem de depressão a criar laços com os seus bebés. Medidas práticas, como ter ajuda para cuidar dos filhos e poder sair, podem ser úteis. E importante descansar e ter o maior apoio possível. Algumas mulheres melhoram com o tempo, sem tratamento. Contudo, isso pode significar sofrer por mais tempo, o que pode levar a uma grande probabilidade de a depressão poder estragar a sua experiência de maternidade e colocar em tensão as suas relações. É importante obter ajuda o mais rápido possível para aliviar a depressão, ajudar os seus relacionamentos e ajudar o desenvolvimento do seu bebé a longo prazo. Ler Mais...

Autocontrolo

O autocontrolo é a capacidade de resistir a comportamentos desadequados em prol de um valor: a responsabilidade. Quantas vezes dissemos «às vezes dá-me vontade...» ou «o que me apetecia era...». E não fazemos nenhuma destas ameaças. O autocontrolo é isso: moderar e modelar os nossos comportamentos, desenvolver a persistência e consequência, pensando no que as ações podem causar a médio e longo prazo, e controlar com eficácia as emoções mais prima rias, como a raiva, a cólera e a impaciência, pensando em nós e nos outros. Não quer isto dizer que devamos ensinar as crianças a serem passivas e a aceitarem tudo, resignadamente. Há situações de injustiça que devem fazer reagir, com firmeza, expressando indignação. Mas mesmo esta pode ser transmitida de forma adequada, sóbria e pensada, para que inclusivamente tenha um impacto maior, não deixando aos potenciais agressores campo para se vitimizarem. Ler Mais...

Tipos de medicinas alternativas

Há vários tipos de medicinas ou terapêuticas complementares: homeopatia, reflexologia, acupunctura, aromaterapia, osteopatia e reiki. Todas têm em comum restaurar um equilíbrio corporal, emocional e espiritual, ou seja, a chamada «abordagem holística». A fundamentação destas práticas está na ideia em que a doença e o mal-estar são causados por um desequilíbrio num destes três níveis do ser. Até um acidente, que é uma doença eminentemente física, será visto como causando uma perturbação do bem-estar global a todos os níveis - o stresse pós-traumático é um bom exemplo disso. Por outro lado, algo que cause mal-estar psico-emocional, como uma separação ou a morte de alguém querido, pode desencadear doença, designadamente infeciosa. A homeopatia e o reiki usam apenas a energia. A reflexologia e a acupunctura ou acupressão estimulam certas áreas do corpo com o objetivo de remover bloqueios energéticos que causariam a doença, por excesso ou por deficit de energia nos órgãos doentes. Claro que nem tudo são «rosas». É necessário os pais estarem alerta para a existência de muitos charlatães nesta área, e que o arrastar de alguns problemas pode trazer riscos para a saúde, não apenas pela acumulação de medicamentos dos dois tipos (com efeitos colaterais cumulativos), mas porque há diagnósticos que podem ser protelados, com prejuízo para a criança. A abertura de espírito e a análise científica das vantagens e desvantagens, eficácia e eficiência das várias práticas médicas poderá separar o trigo do joio e contribuir para o objetivo final de qualquer prática médica: ganhos em saúde e em bem-estar para os utentes. Acupunctura e acupressão A acupunctura é um sistema de cura que se baseia na energia do corpo, designada por «chi», e que corre segundo canais específicos chamados meridianos. Quando a energia fica bloqueada ou desequilibrada, surgem problemas de doenças. A introdução de agulhas de aço ultrafinas, em vários pontos do corpo onde se sabe a energia estagnar, ajuda a desbloquear a energia e a reequilibrar o sistema. Na acupressão, os pontos são pressionados pelos dedos, resolvendo a questão. A acupunctura está a ser validada em cada vez mais países como uma técnica eficaz. No entanto, para a fazer em crianças desta idade, é necessário ser um acupunctor com experiência pediátrica - a escola portuguesa de Medicina Tradicional Chinesa tem disciplinas de pediatria. Massagem A massagem relaxa e promove a circulação sanguínea e linfática, e o bem-estar, em parte resultante do contacto táctil com o massagista. As hormonas de stresse diminuem, o que promove o crescimento e estimula o sistema imunitário. Por outro lado, há equilíbrio da insulina e outras hormonas que intervêm na digestão e funcionamento intestinal. Quiroprática e osteopatia Consiste na manipulação óssea, que ajuda o corpo a relacionar, de uma forma saudável, o sistema ósseo, muscular e articular. O reajustamento ósseo vertebral poderá, por exemplo, ajudar à drenagem e arejamento do ouvido, com diminuição da otite serosa, tão própria desta idade. Homeopatia A homeopatia baseia-se na administração de substâncias naturais que causam a doença, mas em doses que a curam. Não se sabe como funciona, eventualmente por estimular no corpo as defesas necessárias: uma criança com uma constipação (febre e sinais inflamatórios) recebe um medicamento homeopático de uma planta que, precisamente, causa naturalmente febre e inflamação. Só que em doses infinitesimais. São estes alguns exemplos de técnicas terapêuticas que se estão a vulgarizar cada vez mais. Mas, como em tudo, há que pensar que crianças do 1 aos 5 anos não são adultos, e que entre os muito competentes profissionais de cada área também grassam alguns aldrabões. E que cada doença tem a sua indicação terapêutica, que pode passar mais ou menos por uma ou mais técnicas destas. Mas...milagres não há. Com nenhum tipo de medicina. Ler Mais...

Coordenadas gerais do desenvolvimento

N'O Grande Livro do Bebé já abordei em profundidade o desenvolvimento infantil. Vale a pena, no entanto, recordar dois ou três pontos: •Há muitos fatores que intervêm no processo de desenvolvimento e, consequentemente, nos desempenhos da criança nos vários níveis; •Alguns destes factores são a inteligência racional, inteligência emocional, capacidade de resolver situações, argúcia, clarividência, fleuma, sangue-frio, discernimento, leitura dos sinais e dados do ambiente e das pessoas, entre outros; •Os fatores genéticos são muito importantes, como a existência de alguma lesão física ou neurológica (paralisia cerebral, cegueira, surdez, por exemplo), síndroma malformativa, etc. Algumas destas lesões podem ser adquiridas, como no caso de uma meningite ou traumatismo; •O equilíbrio endócrino, nutricional e orgânico em geral é mais um factor condicionante; •O sexo e a ordem de nascimento, bem como o lugar na fratria, são outros factores a ter em conta; •Os fatores familiares representam mais uma vertente: poderão explicar tendências, talentos, gostos e outras linhas gerais do desenvolvimento e das opções comportamentais - não apenas referentes aos pais, mas também à família alargada; •A personalidade que, como escrevi no primeiro capítulo, é composta por diversas vertentes que se entrecruzam, contribui também de forma decisiva para o desenvolvimento. As características não são boas nem são más, tudo depende do encaminhamento que for dado, no sentido de as transformar em virtudes ou defeitos; •O ambiente, entendido do ponto de vista físico, ecológico, microbiológico, psicológico e emocional, pode fazer desenvolver ou não os potenciais da criança. A estimulação ambiental é decisiva e, por vezes, não é devidamente valorizada, muito particularmente pelas entidades que planeiam e constroem os espaços onde as crianças vivem e brincam. Por outro lado. há que ter em conta que a criança, ao desenvolver-se, tem de gerir vários dossiês, uns muito «pesados», outros mais de rotina. É do 1 aos 5 que a criança sofre uma enorme evolução, designadamente na arquitectura estrutural. Há crianças que conseguem desenvolver-se em todas as áreas, de um modo uniforme, outras escolhem áreas específicas para avançar. Nos períodos mais acelerados, as rotinas - como a alimentação e o sono - podem sofrer instabilidade. Para compreender o desenvolvimento infantil e ter as expectativas adequadas, há que ter em conta o seguinte: • em qualquer área que se considere, o desenvolvimento faz-se num processo contínuo, desde a concepção à maturidade, e mesmo depois; • os indicadores de desenvolvimento (andar aos 12 meses, saber o nome aos 2 anos) são meramente indicativos, sendo a franja da «normalidade» muito larga; • não é possível a criança fazer determinada coisa se os desempenhos anteriores, dentro da linha de desenvolvimento, não estiverem já consolidados. Não trepará antes de andar. Não andará sozinha antes de andar apoiada; •A mielinização dos neurónios é essencial para poder ter um comportamento. A prática pode acelerar etapas, mas não pode dar esta base. E em algumas crianças o processo de maturação neurológica tem um ritmo diferente do do irmão, colega ou filho do vizinho; •A sequência do desenvolvimento é a mesma para todas as crianças, mas o ritmo e maneira como se faz é sempre diferente. Ler Mais...

Levar uma epidural atrasa o meu trabalho de parto?

As epidurais adormecem as sensações, o que pode tornar difícil saber quando fazer força. Como resultado, pode atrasar o trabalho de parto ou aumentar levemente o risco de parto com fórceps ou ventosas. Contudo, se isso ocorrer, o médico ou a parteira colocarão suavemente uma mão no seu abdómen e poderão sentir quando uma contração começa no seu útero. Isto será para eles um sinal para a encorajar a fazer força, mesmo que não tenha a sensação da contração devido à anestesia epidural. Seguir desta forma o conselho da parteira poderá reduzir a necessidade de um parto assistido, pois fazer força ao mesmo tempo que a contração é mais seguro e mais eficaz em termos de facilitar a passagem do seu bebé através do canal de parto. Ler Mais...

Se eu estiver a ter problemas, o hospital ajudar-me-á a cuidar do meu bebé?

Enquanto estiver no hospital terá parteiras e enfermeiros de apoio à unidade materna para a ajudar. Têm muitas informações e conselhos para dar, por isso não receie fazer perguntas sobre qualquer coisa que a esteja a preocupar, como perguntas específicas sobre o seu bebé, ou qualquer aspeto dos cuidados do bebé. Contudo, não se esqueça de que as unidades maternas são muito movimentadas e isso, aliado ao facto de que atualmente há pouco pessoal de enfermagem, significa de que terá de ser paciente e preparar-se para, por vezes, esperar um pouco antes de alguém estar livre para a ajudar. Antes de ir para casa, também lhe darão números de contactos, caso precise de ajuda ou conselhos entre os seus exames pós-natais. Logo que esteja em casa, a sua parteira e o pediatra estarão à disposição para a aconselhar e apoiar. Poderão ainda dar-lhe detalhes sobre grupos locais de mães e bebés e de clínicas onde possa ir sem marcação de consulta, oferecendo, todos eles, apoio e informações para as novas mães e as suas famílias, e dão-lhe a oportunidade de se encontrar com outras mães. Ler Mais...
Remedio para inflama cesaria | Para Pais.