Resultados para: "remedio caseiro para dilatacai"

Você está a ver bebé , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa remedio caseiro para dilatacai. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. cesaria inflamada por dentro, mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada, gemeos escondidos barriga, colo do utero dilatado fotos, pontos parto normal coçando, cesariana inflamada.

Um ambiente positivo favorece o crescimento

É sabido que um ambiente positivo é altamente estimulante das potencialidades genéticas de cada um, enquanto um ambiente negativo e agressor acaba por ser limitativo, ou até desfavorecedor, para o desenvolvimento e para a felicidade humanas. É importante que os pais estejam conscientes disto e dêem a devida importância ao ambiente. Desde uma altura tão precoce como a pré-concepção, cada casal deve analisar os diversos ecossistemas que rodeiam a criança e não minimizar a sua influência. O segundo passo terá que ser promover a qualidade desses ecossistemas, de modo a que funcionem o melhor possível, quer isoladamente, quer em associação uns com os outros. Cuidar do ambiente universal começa por cuidar do ambiente próximo e caseiro. Os cidadãos, nomeadamente os pais, pela responsabilidade que têm relativamente a eles próprios e aos seus filhos, têm que ser mais activos e atuar como grupos de pressão para a resolução das questões ambientais. Defender a ecologia e as espécies em via de extinção não se refere apenas aos grandes símios de África ou ao lobo ibérico. O Homem, se ignorar este aspecto fundamental, tornar-se-á ele mesmo um animal em vias de extinção. E isso é altamente preocupante... tanto mais que serão raros os animais que descuram em tamanho grau a qualidade de vida das próprias crias... Ler Mais...

Plagicefalia

Este estranho termo designa a forma das cabeças de certos bebés, com zonas de grande achatamento, causadas por uma compressão durante a vida intrauterina (por exemplo, por um osso da mãe, ou em úteros muito pequenos). Trata-se de uma situação identificável, e geralmente corrige-se (embora nunca totalmente) por métodos posicionais, e só mais raramente com necessidade de cirurgia ou intervenção ortopédica. A plagicefalia tem vários graus, de leve a intenso. O que mais é evidente, para os pais, é o grande achatamento de uma parte, a cabeça ser grande mas estreita (escafocefalia), pode ser curta e larga com achatamento da parte de trás da cabeça (braquicefalia), ou então o que se nota ó o avançamento de parte da cara, com uma bochecha mais espalmada e avançada (quando se olha de cima), a orelha, o olho ou o nariz muito desviado, etc... Estas situações não causam dor ou incómodo, e na maioria dos casos em que se levanta a questão, ela é de natureza meramente estética. Em alguns casos extremos começa-se a fazer tratamentos com capacetes e moldes, mas são técnicas ainda em desenvolvimento e que só devem ficar para os casos efetivamente graves. Um «tratamento- caseiro, aplicável na maioria dos casos, é tentar que o bebé não esteja sempre deitado «sobre a mesma bochecha», e para tal pode ser suficiente rodar o berço 180°, de maneira a que a luz e outras referencias espaciais do quarto do bebé venham do lado oposto (mas sempre deitado de barriga para cima, caso o médico não sugira outra coisa). Ler Mais...

Qual a diferença entre uma maternidade e o serviço de obstetrícia de um grande hospital?

As maternidades são dirigidas apenas a servir grávidas e puérperas. Podem estar situadas junto a um grande hospital ou num local completamente separado. Alguns hospitais têm serviços de obstetrícia mais humanizados do que outros. Todos têm acompanhamento médico mas em alguns (ver à esquerda), as parteiras providenciam todos os cuidados numa área específica da unidade materna. Como a maioria das mulheres dá à luz sem necessidade de intervenção médica, essas unidades providenciam uma boa alternativa aos ambientes hospitalares mais especializados. O ambiente numa maternidade tem tendência a ser mais relaxado e flexível, o que pode atraí-la se quiser uma atmosfera de parto caseiro com apoio adicional. Também terá apoio contínuo das parteiras e até pode ser assistida pela mesma parteira durante todo o trabalho de parto e parto. Além disso, as parteiras das maternidades têm muita experiência em conduzir um parto sem intervenção médica. Assim, todos estes fatores aumentam as suas probabilidades de ter um parto sem problemas. Para ter o direito a ter um parto num destes serviços, terá de ter uma gravidez sem complicações e não querer cuidados médicos especializados ou o trabalho de parto e o parto monitorizados. Se ocorrerem complicações no trabalho de parto ou no parto, numa maternidade poderá ser transferida para o hospital mais próximo, embora isso seja uma ocorrência rara, pois a maioria das mulheres das maternidades são atendidas até ao fim na própria maternidade. Se tiver o trabalho de parto numa maternidade normal, pode ser sujeita a uma série de políticas e não ter o mesmo grau de flexibilidade. Contudo, terá acesso a uma epidural e, se for necessário uma intervenção de emergência, os médicos estarão à mão. Ler Mais...

Como se trata a depressão pós-parto?

Se pensar que está com depressão, fale com o seu médico ou com a sua parteira. Há várias formas de ajuda disponíveis, incluindo terapias de conversação, como aconselhamento, e medicamentos antidepressivos. O passo mais importante para tratar a depressão é aceitar o problema e dar os passos necessários para lidar com ela. O apoio e a compreensão do seu companheiro, da família e dos amigos também têm um papel importante na sua recuperação. O seu médico pode arranjar-lhe aconselhamento - algumas clínicas têm um conselheiro no local. Os tratamentos psicológicos incluem terapia do comportamento cognitivo (TCC), que tem como objetivo reduzir pensamentos e comportamentos inúteis, terapia cognitiva (TC), baseada na ideia de que certos pensamentos podem estimular problemas de saúde mental, e aconselhamento em privado, que se foca nas suas relações presentes e passadas. Muitas associações oferecem "visitas de atendimento" e em algumas áreas existem grupos terapêuticos. Os assistentes de saúde dão apoio prático, e partilhar experiências com outras mães também afetadas pela depressão pode ajudar. Pode procurar apoio social contactando o seu médico de família que a encaminhará e lhe dará conselhos. Pode também procurar na Internet inúmeros sites de conversação onde pode contactar outras mães recentes. Ás vezes é mais fácil expormo-nos a desconhecidos Alguns locais têm apoio específico para a depressão pós-parto. O tratamento com antidepressivos é outra opção. Alivia os sintomas, como um baixo estado de espírito, a irritabilidade, a falta de concentração e as insónias, permitindo-lhe que funcione normalmente e que resista melhor. Os antidepressivos podem levar duas semanas a fazer efeito e deverão ser tomados durante seis meses depois de começar a sua recuperação para evitar uma recaída. É possível continuar a amamentar com certos antidepressivos. Algumas preparações de ervas, como o hipericão, podem aliviar os sintomas e o remédio homeopático Pulsiúlla pode ser útil. Algumas pesquisas também concluíram que massajar o bebé pode ajudar as mulheres que sofrem de depressão a criar laços com os seus bebés. Medidas práticas, como ter ajuda para cuidar dos filhos e poder sair, podem ser úteis. E importante descansar e ter o maior apoio possível. Algumas mulheres melhoram com o tempo, sem tratamento. Contudo, isso pode significar sofrer por mais tempo, o que pode levar a uma grande probabilidade de a depressão poder estragar a sua experiência de maternidade e colocar em tensão as suas relações. É importante obter ajuda o mais rápido possível para aliviar a depressão, ajudar os seus relacionamentos e ajudar o desenvolvimento do seu bebé a longo prazo. Ler Mais...

Desidratação

As crianças são formadas maioritariamente por água. Qualquer desequilíbrio na situação de ingestão/perda de água, seja porque está a beber menos, seja porque está com febre, diarreia, vómitos, excesso de urina, ou simplesmente porque está um dia quente, pode facilmente levar à desidratação de uma criança deste grupo etário. Os riscos da desidratação são grandes e as complicações podem ocorrer precocemente, designadamente lesões cerebrais e renais. É fundamental os pais conhecerem os sinais que podem indicar desidratação, como olhos encovados, ausência de lágrimas, secura da boca e das mucosas, fontanela («moleirinha») deprimida e metida para dentro (após o ano é raro poder palpar-se bem), pele da barriga engelhada ou que, se derem um «belisco», não volta imediatamente ao normal, perda rápida de peso ou, finalmente, sinais de colapso circulatório (pele fria e seca, extremidades frias, prostração, quase não dá acordo de si). Qualquer destes sinais obriga à ida a um serviço de urgência. Para re-hidratar uma criança podem utilizar-se as chamadas soluções de re-hidratação oral, de que há vários exemplos comercializados, disponíveis nas farmácias. A re-hidratação oral deve ser sempre feita com um destes soros. Se não há a hipótese de ir a uma farmácia, poder-se-á fazer o seguinte soro caseiro:
  • sal da cozinha - uma colher de chá;
  • açúcar - uma colher de sobremesa;
  • dissolver em um litro de água.
Caso estes não estejam disponíveis ou a criança não os aceite, devem ser administrados, como recurso, outros líquidos, nomeadamente água, chá, caldo de cenoura/arroz. As «colas», recomendadas por alguns médicos e que são bem aceites pela criança, quando utilizadas devem ser diluídas com outro tanto de água. Nunca deve ser recusada água, a qual deve ser oferecida, durante a re-hidratação, nos intervalos do soro. Para evitar os vómitos, há que ter o cuidado de oferecer à criança o soro ou os líquidos em quantidades pequenas (colher a colher), muito amiúde. Isto exige muita paciência, mas resulta e rapidamente verão os resultados da sua re-hidratação. A administração fracionada dos líquidos, sobretudo no caso de vómitos, contribui para o êxito da re-hidratação. Convém ter em linha de conta que a administração reforçada de líquidos pode levar a um aumento do volume das dejeções. Trata-se de uma consequência natural decorrente da re-hidratação oral, pelo que esse facto, se não estiver associado a quaisquer fatores de gravidade, não deverá justificar apreensão. Ler Mais...

A criança «mimada»

Que fique já claro que o mimo não faz mal a ninguém. E que quando se diz que uma criança está mimada não é isso que realmente a expressão significa (daí estar entre aspas) porque o mimo nunca é moeda de troca, de chantagem, nunca proporciona falta de regras ou comportamentos de exigência. O que se designa muitas vezes por «criança mimada» é outra coisa: é a criança que cresce impondo a sua vontade, pelo medo e pressão (birras, por exemplo), e que não converte a omnipotência natural dos 9-18 meses em respeito, solidariedade e capacidade de enfrentar a frustração. A culpabilização dos pais, por exigirem de si próprios um desempenho que não conseguem, ou por terem expectativas muito diferentes da realidade que a vida do dia-a-dia proporciona (cansaço, falta de tempo), leva a que tentem de alguma forma compensar oque sentem não estar a dar aos filhos. Em primeiro lugar, é preciso pensar se isto é verdade ou se, afinal, não estão mesmo a dar-lhes aquilo de que eles necessitam. E eles não precisam de presença tísica dos pais 24 horas por dia. Precisam, sim, de disponibilidade e entrega no tempo que existe, seja ele qual for, e de carinho, estímulos positivos e regras, mais do que brinquedos, chocolates ou qualquer outra coisa material. Depois, há que rentabilizar o tempo que se está com as crianças Muitos pais são incapazes de mudar de «fuso horário», quando chegam do emprego ou da rua. As crianças desta idade fazem muito bem essa separação - por isso é que comem tudo na escola, sozinhos, e em casa querem tudo passado e dado pelos pais. A escola é o espaço de crescimento, a casa de regres- são. Com os adultos deve ser o mesmo: por isso é que não andamos de pantufas no trabalho ou de gravata num domingo em que ficamos em casa. Se fizermos um esforço para definir claramente esses compartimentos, a casa e os filhos terão mais hipóteses de ser vistos como espaço de colo e de libertação, e não como mais um espaço de guerrilha e de exigência. Não é fácil este percurso, porque não temos um botão no qual se carregue e as coisas mudem, mas nunca é tarde para pensar sobre o assunto e promover um ambiente caseiro que seja pacificador e relaxante. O terceiro conceito que é preciso desmistificar é a ideia que mimo e ternura se opõem a regras e educação. Ou que é por tudo ser permitido que as crianças gostam mais dos pais ou se sentem mais seguras. Claro que a imposição de limites vai criar, especialmente nos 1 -2 anos, frustração e reações de negação Um ser que se julga omnipotente e o umbigo do mundo não aceitará facilmente ser contrariado. Mas ao fazer esse «número» estará a aprender as regras de convivência e a entender que os limites são necessários aos caminhos, e estes à definição e segurança do percurso de vida. Se estivermos no deserto sem qualquer indicação de rumo, será angustiante e ineficaz. Por isso é que vivemos em casas com paredes, e em espaços com ruas. E exigimos letreiros, tabuletas e sinais de trânsito. As crianças -mimadas- são uma raridade. Isto porque a maioria que se rotula de «mimadas» não o é verdadeiramente. A língua inglesa usa outra expressão, muito mais certeira: spoiled (estragada). O «estragar» pode vir de muitas atitudes, desde hiperproteger e não dar um mínimo de autonomia, até ceder perante as birras ou até antecipar o desagrado, oferecendo logo doces e presentes. A frustração, com a consequente resposta positiva, é necessária ao desenvolvimento de uma personalidade equilibrada. A criança também precisa de espaços próprios, de tempo para estar consigo mesma, de exercitar a autonomia, mesmo que revele algum receio. Muitos pais não conseguem dar essa liberdade aos filhos, tornando-se hiperprotetores, o que conduz a criança a uma grande insegurança e dualidade, entre querer ser ela própria a ter certos desempenhos e a sentir que é mais fácil, cómodo e prático serem os pais a cuidar de tudo. Este comportamento reforça também a omnipotência e aumenta a dificuldade em socializar. Muitas mães sentem o crescimento dos filhos com alguma dor. Mais do que os pais. O papel destes é de desafio e exteriorização, o delas essencialmente de proteção. Na falta de bebés pequenos para dar seguimento cabal a esse instinto, há por vezes o sentimento de que «os filhos já não vão precisar da mãe». O reflexo natural será blindar a relação com os filhos (defendendo-o às vezes até do próprio pai) e evitar que evoluam na sua responsabilidade e autonomia. Ler Mais...
Remedio caseiro para dilatacai | Para Pais.