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O que são as amígdalas?

As amígdalas são umas formações do chamado tecido linfoide, especializado em defesa contra as diversas agressões, microbiológicas ou não, e que se situam em ambos os lados da garganta. A sua função é semelhante à dos adenoides: porteiro que evita a entrada de agentes nocivos. Quando as amígdalas se infetam, incham e causam os sintomas que mencionei. No fundo, o que a criança sente vem essencialmente de duas origens: os sinais de infeção (febre, mal-estar. falta de apetite) e os sinais locais que estão associados ao aumento dessas estruturas (dor a engolir, dificuldade em respirar e falar, tosse, vómitos). Os vómitos, por exemplo, são fáceis de explicar porque, além do quadro infecioso geral que os pode causar, o facto de as amígdalas estarem junto à faringe - e esta também estar inflamada, por continuidade - faz com que o aumento do seu tamanho induza o vómito, quase como se alguém estivesse a meter uma colher pela boca abaixo. O aumento dos gânglios debaixo da mandíbula representa a entrada destas estruturas (também elas formadas por tecido linfoide) na luta contra as bactérias. Os gânglios são como filtros que, do mesmo modo, têm por missão limitar a infeção e não a deixar progredir. Muita gente pensa, como a mãe do Rui, que ao palpar os gânglios da criança está a palpar as amígdalas. Não. Não é a mesma coisa e esses gânglios podem também estar volumosos no decurso de outras infeções - nasais, da pele, dos dentes -, e permanecem aumentados muito para lá do período agudo de infeção. Ler Mais...

Um ambiente positivo favorece o crescimento

É sabido que um ambiente positivo é altamente estimulante das potencialidades genéticas de cada um, enquanto um ambiente negativo e agressor acaba por ser limitativo, ou até desfavorecedor, para o desenvolvimento e para a felicidade humanas. É importante que os pais estejam conscientes disto e dêem a devida importância ao ambiente. Desde uma altura tão precoce como a pré-concepção, cada casal deve analisar os diversos ecossistemas que rodeiam a criança e não minimizar a sua influência. O segundo passo terá que ser promover a qualidade desses ecossistemas, de modo a que funcionem o melhor possível, quer isoladamente, quer em associação uns com os outros. Cuidar do ambiente universal começa por cuidar do ambiente próximo e caseiro. Os cidadãos, nomeadamente os pais, pela responsabilidade que têm relativamente a eles próprios e aos seus filhos, têm que ser mais activos e atuar como grupos de pressão para a resolução das questões ambientais. Defender a ecologia e as espécies em via de extinção não se refere apenas aos grandes símios de África ou ao lobo ibérico. O Homem, se ignorar este aspecto fundamental, tornar-se-á ele mesmo um animal em vias de extinção. E isso é altamente preocupante... tanto mais que serão raros os animais que descuram em tamanho grau a qualidade de vida das próprias crias... Ler Mais...

Plagicefalia

Este estranho termo designa a forma das cabeças de certos bebés, com zonas de grande achatamento, causadas por uma compressão durante a vida intrauterina (por exemplo, por um osso da mãe, ou em úteros muito pequenos). Trata-se de uma situação identificável, e geralmente corrige-se (embora nunca totalmente) por métodos posicionais, e só mais raramente com necessidade de cirurgia ou intervenção ortopédica. A plagicefalia tem vários graus, de leve a intenso. O que mais é evidente, para os pais, é o grande achatamento de uma parte, a cabeça ser grande mas estreita (escafocefalia), pode ser curta e larga com achatamento da parte de trás da cabeça (braquicefalia), ou então o que se nota ó o avançamento de parte da cara, com uma bochecha mais espalmada e avançada (quando se olha de cima), a orelha, o olho ou o nariz muito desviado, etc... Estas situações não causam dor ou incómodo, e na maioria dos casos em que se levanta a questão, ela é de natureza meramente estética. Em alguns casos extremos começa-se a fazer tratamentos com capacetes e moldes, mas são técnicas ainda em desenvolvimento e que só devem ficar para os casos efetivamente graves. Um «tratamento- caseiro, aplicável na maioria dos casos, é tentar que o bebé não esteja sempre deitado «sobre a mesma bochecha», e para tal pode ser suficiente rodar o berço 180°, de maneira a que a luz e outras referencias espaciais do quarto do bebé venham do lado oposto (mas sempre deitado de barriga para cima, caso o médico não sugira outra coisa). Ler Mais...

Qual a diferença entre uma maternidade e o serviço de obstetrícia de um grande hospital?

As maternidades são dirigidas apenas a servir grávidas e puérperas. Podem estar situadas junto a um grande hospital ou num local completamente separado. Alguns hospitais têm serviços de obstetrícia mais humanizados do que outros. Todos têm acompanhamento médico mas em alguns (ver à esquerda), as parteiras providenciam todos os cuidados numa área específica da unidade materna. Como a maioria das mulheres dá à luz sem necessidade de intervenção médica, essas unidades providenciam uma boa alternativa aos ambientes hospitalares mais especializados. O ambiente numa maternidade tem tendência a ser mais relaxado e flexível, o que pode atraí-la se quiser uma atmosfera de parto caseiro com apoio adicional. Também terá apoio contínuo das parteiras e até pode ser assistida pela mesma parteira durante todo o trabalho de parto e parto. Além disso, as parteiras das maternidades têm muita experiência em conduzir um parto sem intervenção médica. Assim, todos estes fatores aumentam as suas probabilidades de ter um parto sem problemas. Para ter o direito a ter um parto num destes serviços, terá de ter uma gravidez sem complicações e não querer cuidados médicos especializados ou o trabalho de parto e o parto monitorizados. Se ocorrerem complicações no trabalho de parto ou no parto, numa maternidade poderá ser transferida para o hospital mais próximo, embora isso seja uma ocorrência rara, pois a maioria das mulheres das maternidades são atendidas até ao fim na própria maternidade. Se tiver o trabalho de parto numa maternidade normal, pode ser sujeita a uma série de políticas e não ter o mesmo grau de flexibilidade. Contudo, terá acesso a uma epidural e, se for necessário uma intervenção de emergência, os médicos estarão à mão. Ler Mais...

Como prevenir

Em primeiro lugar é essencial não ter medo de falar do assunto nem considerar que ter piolhos é sinal de «porcaria». O maior amigo dos piolhos é o silêncio que se faz à sua roda. A melhor maneira de dar cabo deles, é falar neles, saber que existem e que infestam as crianças portuguesas de todas as classes sociais. Em segundo lugar, a higiene (lavar a cabeça), mas sobretudo o pentear. O uso regular do pente, sobretudo se o intervalo entre os dentes do pente for apertado (como os pentes de metal que existe, alguns dos quais dão choques eléctricos aos piolhos), permite «partir» as pernas dos insectos, fazendo com que estes percam o equilíbrio e caiam do cabelo, impedindo-os de se multiplicarem. Assim, mesmo que a criança apanhe dois ou três piolhos eles não durarão os tais sete dias de que precisam até se poderem reproduzir. Pais: penteiem os vossos filhos todos os dias. Em terceiro lugar, quando se confirma a infestação, deve-se lavar a cabeça com uma das muitas loções que existem e que não só matam os piolhos já existentes como previnem um pouco em relação a novas infestações. De qualquer modo. não convém abusar destes produtos porque a maioria deles é irritante para a pele que, de si, já está inflamada em resultado das mordeduras dos piolhos e da ação da sua saliva e fezes nas feridas. Convém também chamar a atenção para o perigo de usar certos produtos tóxicos - como pesticidas e produtos para insectos - na cabeça das crianças. Não é o primeiro nem o segundo caso de crianças com intoxicações graves em consequência do uso desses produtos, especialmente em meio rural. Muito cuidado com isso. Os piolhos «desmoralizam» mas não matam. Um «tratamento» errado pode matar! Finalmente, a questão de proibir ou não a entrada na escola. Cada estabelecimento de sino terá as suas regras, mas convém lembrar novamente que quando se descobre a infestação já a criança tem piolhos há muitas semanas. Mais importante do que ser rigoroso nesse aspecto é ensinar às crianças hábitos higiene e de pentear-se todos os dias, é verificar as cabeças das crianças regularmente e falar no assunto para que os pais aceitem a situação e façam o tratamento corretamente. Muitos pais escondem o assunto por vergonha, mas também porque têm medo das evições escolares. Ler Mais...

Como se trata a depressão pós-parto?

Se pensar que está com depressão, fale com o seu médico ou com a sua parteira. Há várias formas de ajuda disponíveis, incluindo terapias de conversação, como aconselhamento, e medicamentos antidepressivos. O passo mais importante para tratar a depressão é aceitar o problema e dar os passos necessários para lidar com ela. O apoio e a compreensão do seu companheiro, da família e dos amigos também têm um papel importante na sua recuperação. O seu médico pode arranjar-lhe aconselhamento - algumas clínicas têm um conselheiro no local. Os tratamentos psicológicos incluem terapia do comportamento cognitivo (TCC), que tem como objetivo reduzir pensamentos e comportamentos inúteis, terapia cognitiva (TC), baseada na ideia de que certos pensamentos podem estimular problemas de saúde mental, e aconselhamento em privado, que se foca nas suas relações presentes e passadas. Muitas associações oferecem "visitas de atendimento" e em algumas áreas existem grupos terapêuticos. Os assistentes de saúde dão apoio prático, e partilhar experiências com outras mães também afetadas pela depressão pode ajudar. Pode procurar apoio social contactando o seu médico de família que a encaminhará e lhe dará conselhos. Pode também procurar na Internet inúmeros sites de conversação onde pode contactar outras mães recentes. Ás vezes é mais fácil expormo-nos a desconhecidos Alguns locais têm apoio específico para a depressão pós-parto. O tratamento com antidepressivos é outra opção. Alivia os sintomas, como um baixo estado de espírito, a irritabilidade, a falta de concentração e as insónias, permitindo-lhe que funcione normalmente e que resista melhor. Os antidepressivos podem levar duas semanas a fazer efeito e deverão ser tomados durante seis meses depois de começar a sua recuperação para evitar uma recaída. É possível continuar a amamentar com certos antidepressivos. Algumas preparações de ervas, como o hipericão, podem aliviar os sintomas e o remédio homeopático Pulsiúlla pode ser útil. Algumas pesquisas também concluíram que massajar o bebé pode ajudar as mulheres que sofrem de depressão a criar laços com os seus bebés. Medidas práticas, como ter ajuda para cuidar dos filhos e poder sair, podem ser úteis. E importante descansar e ter o maior apoio possível. Algumas mulheres melhoram com o tempo, sem tratamento. Contudo, isso pode significar sofrer por mais tempo, o que pode levar a uma grande probabilidade de a depressão poder estragar a sua experiência de maternidade e colocar em tensão as suas relações. É importante obter ajuda o mais rápido possível para aliviar a depressão, ajudar os seus relacionamentos e ajudar o desenvolvimento do seu bebé a longo prazo. Ler Mais...
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