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O exemplo do pequeno-almoço

Depois de uma noite sem comer nada, tendo sido a última refeição cerca das oito e meia da noite e dormindo mais de dez horas, é natural que os níveis de açúcar (glicose) no sangue vão baixando, devagarinho. Mesmo sem ter uma atividade física frenética, as crianças consomem muito açúcar durante a noite: o cérebro trabalha com intensidade e além disso ainda é precisa energia para viver e para crescer. É natural, pois, que mesmo com a ajuda do fígado que vai mobilizar as reservas de glicogénio para se transformarem em glicose, uma criança (aliás, qualquer pessoa) esteja em risco de baixar os níveis para além do ponto crítico que se traduz por sintomas, embora muitos deles não sejam típicos - falta de paciência, lentidão, estar alheio, irritação. No fundo, os sinais de «um automóvel a trabalhar com o motor engasgado por falta de gasolina». Começando a atividade física e cognitiva, ainda mais glicose vai ser necessária. Se não tomou pequeno-almoço, então as coisas podem tornar-se críticas, com episódios como os do João, refletindo-se nos comportamentos. É essencial tomar o pequeno-almoço - é um momento que tem de ser pensado pelas famílias para o integrarem na melhor forma organizativa, dentro do contexto de cada uma. Ler Mais...

Como mudar uma fralda

MATERIAL:

- Um colchão ou superfície de mudança, que fique à altura da sua cintura (atenção às suas costas) - Toalhetes ou algodão molhado em água morna - Creme protetor ou barreira - Fralda limpa • Coloque o bebé de costas, tente cantar-lhe ou distraí-lo, sobretudo se ele já tem mais de 3-4 meses (mexe-se bastante mais!). • Abra cuidadosamente a fralda suja, procurando que não verta o conteúdo,levante as pernas do bebé e limpe as fezes que possam estar entaladas no lado da fralda. Enrole-a da frente para trás e ponha-a de lado. • Levante cuidadosamente as pernas do bebé e limpe-o, com o toalhete ou algodão molhado. Se for rapariga, a limpeza deverá ser feita de frente para trás, não voltando a passar com a mesma parte do toalhete. Limpe bem o escroto aos rapazes, mas sem fazer fricção. • Seque a pele, se tiver utilizado água, coloque creme se o bebé estiver assado, se for uma das alturas do dia em que o faz ou se tiver feito cocó, e coloque a fralda. Não aperte demasiado. Com o tempo aprenderá a medida certa. • Elogie o seu bebé. Assim, ele achará que fez um grande feito, achar-se-á limpo e debater-se-á menos quando tiver que mudar as fraldas. Ler Mais...

Os «empresta-avós»

Com a reconstrução de famílias separadas, entraram em cena novos atores: os avós não de sangue, mas avós na mesma, muitas vezes mais dedicados e com responsabilidades acrescidas no dia-a-dia da criança, tios e primos, mulheres do pai e maridos da mãe. É claro que, tal como acontece nos empregos, nos clubes de futebol ou em qualquer outro «grupo de pertença», a chegada de «estranhos» com as mesmas competências que nós e, aparentemente, sem provas dadas, pode criar um clima de suspeita. Há que desdramatizar a situação. As crianças têm sentimentos de sobra para lidar com todos estes avós e para gerir o tempo e o espaço, afetivo e outro, que devem a cada um deles. Na melhor das hipóteses, em caso de divórcio dos pais, se ambos voltarem a casar, a criança poderá ter quatro avós naturais mais quatro «de empréstimo», oito bisavós naturais mais oito de empréstimo – só aqui já estão vinte e quatro - e se calhar ainda algum trisavô daqueles que resistem às «intempéries do tempo». Não vale a pena fazer uma tempestade num copo de água e o bom relacionamento é fundamental, a bem da criança. Não vale também a pena - pelo contrário, é contraproducente e quase sádico -, desfazer a imagem dos outros, criticando-os, humilhando-os, reduzindo a sua importância. O poder e o amor podem e devem ser partilhados, sobretudo no caso das crianças e jovens, que têm ainda uma enorme capacidade para receber e dar...e que não hesitarão em escolher segundo os seus próprios parâmetros, estando-se «nas tintas» (desculpem os puristas da língua) para as escolhas que os adultos pretendem fazer por eles. Dois quartos, duas famílias, irmãos daqui e dali, dois Natais, férias variadas, realidades diferentes, mimo em dobro...às vezes deveres redobrados e contratempos acrescidos, enfim, o resultado é na maior parte dos casos muito satisfatório, principalmente se não nos virmos todos como inimigos, adversários ou em concorrência permanente. Ler Mais...

Como escolher os meus cuidados pré-natais?

Isso pode ser, em parte, ditado pelo tipo de cuidados disponíveis na sua área. É importante falar com outras mães dessa área que tenham filhos pequenos, para ver se lhe podem dar algum conselho ou recomendação. O tipo de cuidados que irá receber também depende do local onde pretende dar à luz. Se tiver uma gravidez de baixo risco e decidir fazer o parto em casa ou numa maternidade, então provavelmente só irá ver as parteiras e o seu médico em casa ou no centro de saúde. Se houver complicações, os seus cuidados podem ter de passar a ser prestados pelas parteiras, o médico e um obstetra do hospital. Ler Mais...

Já tive três abortos e tenho medo de voltar a tentar engravidar – que posso fazer?

É compreensível, dada a suas experiências, que tentar engravidar de novo seja assustador. A seguir a um terceiro aborto é normal que o seu médico lhe faça uma série de exames para verificar se pode encontrar uma razão para os abortos. Em alguns casos, a causa é identificada e pode ser feito tratamento para ajudar a melhorar o resultado de uma gravidez seguinte. Possivelmente terá de fazer várias análises ao sangue. Estas serão para procurar anticorpos (proteínas no sangue que atacam qualquer substância que reconheçam como estranha ao organismo), anomalias cromossómicas, e infecções. Também lhe poderá ser feito um exame, um papanicolau e uma ecografia para examinar o seu útero e canais. Se se descobrir alguma anomalia cromossómica, deverão ser-lhe dados aconselhamentos genéticos para discutir as implicações em futuras gravidezes. Também deverão ser verificados os níveis das hormonas progesterona e prolactina pois podem ter influência num aborto. Por vezes, descobre-se que o colo do útero está enfraquecido e pode dilatar cedo de mais. Se for o caso, ser-lhe-á feita uma sutura cervical que actua como um elástico no colo do útero e felizmente evita futuros abortos ou partos prematuros. Se estes exames ainda não lhe foram feitos, fale sobre eles com o seu médico antes de tentar engravidar de novo para que possa começar qualquer tratamento recomendado o mais rápido possível. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...
Recenacido com mao enchada | Para Pais.