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Plagicefalia

Este estranho termo designa a forma das cabeças de certos bebés, com zonas de grande achatamento, causadas por uma compressão durante a vida intrauterina (por exemplo, por um osso da mãe, ou em úteros muito pequenos). Trata-se de uma situação identificável, e geralmente corrige-se (embora nunca totalmente) por métodos posicionais, e só mais raramente com necessidade de cirurgia ou intervenção ortopédica. A plagicefalia tem vários graus, de leve a intenso. O que mais é evidente, para os pais, é o grande achatamento de uma parte, a cabeça ser grande mas estreita (escafocefalia), pode ser curta e larga com achatamento da parte de trás da cabeça (braquicefalia), ou então o que se nota ó o avançamento de parte da cara, com uma bochecha mais espalmada e avançada (quando se olha de cima), a orelha, o olho ou o nariz muito desviado, etc... Estas situações não causam dor ou incómodo, e na maioria dos casos em que se levanta a questão, ela é de natureza meramente estética. Em alguns casos extremos começa-se a fazer tratamentos com capacetes e moldes, mas são técnicas ainda em desenvolvimento e que só devem ficar para os casos efetivamente graves. Um «tratamento- caseiro, aplicável na maioria dos casos, é tentar que o bebé não esteja sempre deitado «sobre a mesma bochecha», e para tal pode ser suficiente rodar o berço 180°, de maneira a que a luz e outras referencias espaciais do quarto do bebé venham do lado oposto (mas sempre deitado de barriga para cima, caso o médico não sugira outra coisa). Ler Mais...

Unha encravada

As unhas encravadas são um acontecimento comum nas crianças, sobretudo quando as unhas são cortadas muito rentes (especialmente as dos pés) ou as crianças as roem. Quando se cortam as unhas dos pés elas retrocedem, podendo depois, ao crescerem, entrar pela pele, inflamando-a e causando um panarício. Mesmo sem infeção, a unha encravada do pé dói, sobretudo ao andar. É importante que as unhas sejam cortadas em linha reta, limando depois os cantos e os bordos. O médico avaliará a situação e receitará uma pomada, com ou sem antibiótico. Ler Mais...

Como ensinar o seu filho a lavar as mãos. Como incutir o hábito.

A lavagem das mãos é um comportamento aprendido. Para ser eletiva, uma conecta lavagem das mãos deve ser ensinada, com tempo e calma, tal como a escovagem dos dentes ou qualquer outro comportamento que necessite de aprendizagem de regras, passos, rigor e exercitação. É bom que, paralelamente a uma aprendizagem das regras de lavagem, por forma a que sejam instintivas, se faça também ver às crianças que não se trata de um «frete- a fazer aos pais, ou um bilhete para poder ir para a mesa, mas sim uma rotina diária que deverá perdurar ao longo da sua vida. Os padrões de comportamento de lavagem das mãos começam a ser interiorizados com a educação para a utilização da sanita e consolidam-se por volta dos 9-10 anos. O comportamento ritualizado de reação à sensação de repugnância gerada pela sujidade das mãos é interpretado como um mecanismo de auto- defesa contra a infeção. É. contudo, subjetivo e insuficiente para a manutenção de níveis ótimos de proteção contra os agentes microbianos. Desta forma, o comportamento de higiene das mãos revela-se em dois tipos: o inerente (em reação à sensação de sujidade) e o eletivo (não associado à sensação de sujidade). Este último, que pode ser exemplificado com a lavagem das mãos após o contacto com uma pessoa doente, encontra-se menos enraizado na população. Inicialmente, a aprendizagem deve ser feita pelos pais ou encarregados de educação. Numa fase posterior intervêm também os infantários e jardins-de-infância, os educadores e os colegas. Nos infantários, existe, por norma, um regulamento interno que orienta a atuação dos educadores e que prevê o ensino da rotina diária da criança, com a abordagem de vários temas da higiene básica, nomeadamente a higiene das mãos. Até aos 2 anos de idade ou enquanto a criança não for autónoma, a lavagem das mãos nos momentos apropriados está dependente dos educadores. Estes recebem formações educativas periódicas em diversas áreas, como técnica de lavagem das mãos e situações nas quais esta é desejável. As crianças mais velhas, com autonomia, recebem reforço diário sobre as situações em devem lavar mãos (antes e após as refeições, após a utilização da casa de banho e antes de entrarem na sala após os intervalos), mas executam o ato sozinhas, sendo controladas apenas em algumas situações. Ler Mais...

Estou grávida de trigémeos – os meus bebés irão precisar de nascer mais cedo?

Uma gravidez múltipla tem mais probabilidades de resultar num parto pré-termo e quantos mais bebés tiver, maior o risco de isso acontecer. O parto de trigémeos com menor risco (embora haja sempre um risco com todos os procedimentos médicos) é uma cesariana facultativa e, se isso for acordado com a sua parteira e o seu médico, será decidida uma data de parto de acordo com o que for melhor para si e para os seus bebés. Os médicos tentarão encontrar um equilíbrio entre os riscos associados ao parto prematuro, como o desenvolvimento dos bebés não estar completo, e o aumento de possibilidades de entrar em trabalho de parto natural conforme se aproxima da sua data de parto prevista. O seu especialista deverá discutir a altura certa para isso consigo e você deverá estar envolvida em todas as decisões. Cada unidade materna tem as suas próprias diretrizes, mas a decisão final será baseada não só na sua saúde mas também na saúde dos seus bebés. Isto assegura o nascimento dos bebés na altura ideal e reduz a possibilidade de ocorrerem problemas associados aos partos pré-termo. Ler Mais...

Quero alimentar o meu bebé a pedido. A minha mãe diz que estou a tornar as coisas mais difíceis. Ela tem razão?

Alimentar a pedido é a forma recomendada de alimentar o seu bebé. Este método de alimentação significa simplesmente que você alimentará o seu bebé sempre que ele der sinal de que está com fome e quer alimento – em geral procurando o peito, chorando ou chuchando nas mãos, em vez de o fazer de acordo com um horário imposto por si. Com o tempo, os pais começam a reconhecer os sinais mais rapidamente e a saber quando o bebé quer comer. Nas primeiras semanas de amamentação, você poderá sentir que o seu bebé está sempre a mamar. Contudo, lembre-se de que os recém-nascidos têm estômagos pequeninos - cerca do tamanho do seu punho - e assim só conseguem aguentar uma certa quantidade de alimento. O leite materno digerido com facilidade enche rapidamente o estômago de um bebé e é absorvido com facilidade, e assim ele precisará de voltar a comer pouco tempo depois. Durante as primeiras seis semanas, a amamentação é regularizada e é importante alimentar completamente a pedido durante esse tempo Isso significa que o seu bebé regularizará a quantidade de leite que você produz mamando mais para produzir mais. Quando ele tiver informado o seu corpo da quantidade de leite de que necessita, dormirá melhor entre as mamadas e só pedirá mais quando precisar de mais. Se o seu bebé parecer ter fome pouco depois de ter mamado - por exemplo, pode estar irrequieto, a chuchar no punho ou à procura do peito - volte a dar-lhe de mamar e isso irá aumentar o seu fornecimento. Também não se esqueça de que há alguns dias em que os bebés estão mais esfomeados. É também importante assegurar-se de que o bebé esvazia cada seio, pois o leite do final da mamada contém mais gordura e nutrientes e, assim, os bebés sentem-se cheios e satisfeitos durante mais tempo. Se o alimentar a pedido, também começará a dormir mais à noite. Dessa forma, você não necessitará de um programa de alimentação; pode dar ao seu bebé o que ele pedir e continuar a fazer isso até ele iniciar o desmame. Ler Mais...

O nosso bebé só acalma se estiver deitado no colo do meu companheiro ou ao meu. Nós permitimos isso porque queremos descansar. É errado?

Embora isso não seja errado - descansar é importante; há que considerar o aspeto da segurança. Partilhar a cama, ou mesmo dormir juntos no sofá, não é aconselhável a não ser que o adulto esteja acordado, por isso nunca adormeça com o seu bebé num sofá ou num maple. Se tiver preenchido as suas necessidades básicas e se ele não estiver doente, pode tentar outros métodos para acalmar o seu bebé, como colocá-lo num porta-bebés, sair com ele de carro ou na cadeirinha, ou cantando para ele. Quando ele estiver a dormir profundamente tente removê-lo para o seu local de dormir. O nosso pode bebé partilhar a nossa cama? Estou confusa sobre o que é aconselhado. Partilhar a cama enquanto se amamenta ou relaxar quando o adulto está acordado é agradável e também é benéfico para a amamentação. Contudo, há perigos em partilhar a cama se você adormecer, incluindo acidentes que envolvam risco de sufoco e quedas. A mensagem clara dos profissionais de saúde é que o lugar mais seguro para o seu bebé dormir, de noite e de dia, é num berço ou cama de grades num quarto consigo durante os primeiros seis meses de vida. A Foundation for the Study of Infant Deaths (FSID) sublinha os passos para reduzir o risco de morte súbita, os quais incluem não partilhar a cama com o seu bebé sob certas circunstâncias. Se quiser manter o seu bebé perto, há camas de grades que se unem ao lado da sua cama. Ler Mais...
Recenacido com mao enchada | Para Pais.