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Dormir com segurança no terceiro trimestre

Pode ser difícil encontrar posições que sejam confortáveis e seguras no terceiro trimestre. Nesta fase, deve evitar deitar-se de costas porque o peso do seu bebé pode pressionar os seus vasos sanguíneos, comprometendo o fornecimento de sangue ao bebé e fazendo-a sentir tonturas e fadiga. Muitas mulheres acham que a melhor posição é deitada de lado com a perna de cima dobrada e com almofadas a apoiar o joelho para arranjar espaço para o abdómen. Isto retira o peso das suas costas e não restringe a sua circulação. Também pode colocar uma almofada debaixo da sua barriga. Ler Mais...

A pilinha

Variações duvidosas do tamanho do pénis O tamanho do pénis não está relacionado com o desempenho sexual ou com a capacidade reprodutiva. Em cada mil rapazes, pode surgir uma situação designada por micropénis, ou seja, um pénis realmente pequeno em termos absolutos - em Portugal nascerão cerca de cem bebés por ano com esta situação. As causas podem ser muitas, passando até pela mais completa normalidade. Mais raramente, o micropénis pode estar associado a uma doença genética ou a deficiências endócrinas que afetam a testosterona (situações muito raras e com outros sintomas). No grupo etário que é o alvo deste livro, é bom evitar rotulações e criar questões onde não as deve haver. Ler Mais...

Dormir na cama dos pais?

Dormir na cama dos pais é um desejo da criança, sempre que se sente insegura e com medo, na sua cama, no seu quarto. Ela sabe que os pais a protegem, e estar junto a eles dá-lhe a confiança necessária para poder, sem receios, deslizar para o sono e para a vulnerabilidade inerente. Dormir na cama dos pais é uma das primeiras estratégias da criança, e às vezes, quando já consegue sair da cama, até vai sozinha (enfrentando a escuridão do corredor e do resto da casa) para bater à porta dos pais a pedir albergue. Não sou partidário de que se deixem as crianças chorar noites a fio na cama delas, quando o seu objectivo único é ir para a cama dos pais. Não é criando mais angústia que se resolve a já existente. Mas essa atitude liberal e compreensiva não exclui que os pais não tentem, por todos os meios, acalmar a criança (primeira fase, e indispensável), depois dar-lhe segurança e confiança (uma pequena luz de presença e a abordagem contida e repetitiva mencionada anteriormente) e, finalmente, tentar que ela readormeça na sua própria cama. Muitas vezes, contudo, esta estratégia falha e eles só sossegam na cama dos pais. Mas não deixa de ser um erro. Um erro que se paga caro, não apenas em desconforto paterno e incómodos, mas no processo de gestão e desenvolvimento da autonomia e da securização... O cansaço, o trabalho, o despertador, o complexo de culpa, o «vais lá tu ou vou lá eu», ou «vai tu agora que da última fui eu» levam a que os pais cedam e franqueiem a sua cama aos filhos. Mas é um erro pediatras e psicólogos conseguem, a este propósito, uma unanimidade sem precedentes, embora se reconheça que, se cientificamente a resposta é fácil, a prática não desliza sobre rodas. A criança precisa, desde que nasce, de aprender a gerir a sua autonomia. E essa gestão pressupõe adquirir níveis de segurança no seu berço, no seu quarto, na casa, que permitam adormecer sem pensar que algo vai acontecer ou que está só e perdido. Se se sentir insegura, vai ficar com níveis elevados de alerta, não conseguindo dormir, se não por exaustão. Dormir na cama dos pais é, evidentemente, um sossego para qualquer criança diria mesmo, para a cria de qualquer espécie animal. Só que representa, também, para os filhos e para os pais, a solução mais fácil. E enquanto o tempo passa e os outros setores da vida da criança crescem e evoluem, este permanece num estado regressivo, tornando-se cada vez mais difícil a adaptação ao seu próprio espaço. Melhor será nós ficarmos no quarto dela, sentados uns minutos, do que ceder, mas em última análise, é preciso é que o equilíbrio familiar não estoire. Não se devem brutalizar as crianças forçando-as a ficar sós, horas a fio. Se não se adquire facilmente a autonomia a dormir «debaixo da asa da galinha», também não é à bruta que isso se faz. Por outro lado, o invadir o espaço íntimo e sentimental dos pais é uma vitória para a criança, um reforço da sua omnipotência e, quantas vezes, um espaço para chantagens, prepotências e birras. A definição do lugar na hierarquia da família é essencial. Pior ainda quando um dos pais está ausente (e ainda mais se a criança é do mesmo sexo que esse pai): o processo de substituição fica garantido e a criança sente-se ao nível do pai que não está, medindo depois forças quando estiver na presença dele - é, no fim de contas, o que acontece com muitos pais que se separam, sendo as crianças promovidas ao estatuto de «iguais e confidentes» (das mães, geralmente). Cada «macaco no seu galho», e cada pessoa no seu espaço de dormir. Mais vale, para o equilíbrio do bebé, que os pais se levantem as vezes que for preciso para o acalmarem, do que estar a franquear a sua cama. Que ele adormece instantaneamente, é verdade. Que o erro se paga caro em termos de autonomia e equilíbrio da personalidade, também... Claro que isto não tem a ver com situações extremas, raras e excepcionais, como uma doença, ou com as saudáveis idas para a cama dos pais aos sábados e domingos de manhã estas são libertadoras e um bom momento para toda a família. A insegurança sentida durante a noite poderá refletir-se no comportamento à luz do dia a criança fica mais irrequieta e insegura, para lá da falta de dormir que lhe poderá dar irritabilidade e má disposição. Ler Mais...

A sexualidade na criança do 1 aos 5

Já passaram os tempos em que as crianças não tinham direito a uma coisa chamada sexualidade. Durante largos séculos a sexualidade «caía do céu», na adolescência, como se fosse um raio do divino, e só depois dessa idade se admitia que o ser humano fosse sexuado. Não é o que se pensa atualmente. Sabe-se que o ser humano tem um componente de sexualidade em todas as fases da sua vida: desde a relação com o peito da mãe e com a mãe, descrita como «erotizada», até aos jogos de sedução que faz com os progenitores do sexo oposto. Outra coisa não seria de esperar, aliás, porque a sobrevivência da espécie (a par da sobrevivência pessoal) é um dos elementos mais fortes do comportamento instintivo. A sexualidade caracteriza-se pelo cruzamento de vários parâmetros que evoluem em sinusoides, cruzando-se «em alta» ou «em baixa» conforme as idades. Todavia, desprover o ser humano, seja em que idade for, de sexualidade, porque se a reduziu às relações sexuais, é não entender o que são pessoas, e o resultado só pode ser trágico. A sexualidade, em qualquer idade, expressa-se por vários parâmetros, com intensidade e importância variável, e é representada, em cada pessoa e em cada momento, pela soma das partes: •Afeto •Ternura •Conhecimento do corpo •Exploração dos limites relacionais •Experimentação •Companhia •Comunicação •Sedução •Erotismo •Prazer pessoal •Prazer dado aos outros •Procriação A sexualidade é feita, portanto, de algo muito mais rico do que simples relações «carnais». As crianças têm algumas destas vertentes mais desenvolvidas, outras manifestamente menos. Mas pensar que não têm prazer quando, por exemplo, manipulam os seus órgãos genitais, ou que não comunicam quando tentam, dengosamente, «dar a volta» aos pais revela demasiada ingenuidade. E os adultos têm de ver as coisas como elas são, e é por isso que já não acreditam no Pai Natal. Aos 15 meses, o bebé começa a interessar-se pelo cocó e pelo xixi. Não é sinal de que é «porcalhão», mas que percebe que há algo que sai dele. Aos 2 e meio sabe claramente se é rapaz ou rapariga, e que os dois sexos têm anatomias diferentes. Por vezes tende a explorar o corpo do pai ou da mãe com interesse redobrado e, também aqui, não podemos colocar na cabeça da criança ideias e perversões que não tem. Não quer dizer isto, de modo nenhum, que os pais permitam que a criança manipule os órgãos deles. O conceito de intimidade e privacidade deve existir desde sempre. Fazer juízos de valor sobre episódios como o que foi acima apresentado é contraproducente. Os comentários e perguntas das crianças têm de ser respondidos com verdade e normalidade. Não se poderá desmentir o Carlos dizendo que as maminhas da senhora eram pequenas, ou que ele não deve falar sobre maminhas. Mas pode-se ensinar que não é bonito tecer comentários sobre o físico dos outros, sejam maminhas grandes ou cabelos cor-de-laranja. As brincadeiras que incluem um componente sexual são normais mais para o fim deste período, perto dos 5 anos. É a velha história de «brincar aos médicos». Depois de conhecer o seu próprio corpo e de se aperceber que há corpos diferentes, a criança quererá ver o outro, para conhecer e constatar a sua própria anatomia. Mais uma vez, qualquer visão menos própria do assunto existe apenas na mente dos adultos. É por isso que é importante frequentar estabelecimentos escolares mistos, mesmo que, em certos momentos, as crianças se organizem nas brincadeiras de acordo com o sexo. Quando as crianças fazem sorrisinhos quando vêm, por exemplo, alguém dar um beijo na boca, não significa que entendam tudo e até para além do tudo, como um adulto, dado não existir, nesta idade, fantasia sexual. Sorriem (e é saudável sorrirem), porque sabem já o que é íntimo e o que não é, sabem entender que há algo de transgressão, mas não assumem mais do que o que vêm. Por isso é que assistir a relações sexuais, como no caso que relato neste capítulo (e como pode acontecer se as crianças dormirem na cama dos pais), é muito traumático, porque é lido como luta, violência e subjugação. Os gritos de prazer são interpretados como gritos de dor, de aflição, de violação. Pior ainda se se trata de alguém que lhes é querido, como os pais. Ler Mais...

Onde obter conselhos-Para quem se voltar para obter informações e apoio

O nascimento de um bebé é um acontecimento importante e você poderá ter de reconsiderar a maior parte da sua vida, como onde vive e como organizar o seu trabalho ou estudos para conciliar com o seu bebé. Seja qual for a sua situação, é provável que venha a precisar de conselhos e informações para a ajudar a tomar decisões ou obter apoio. Muitas vezes o seu médico de família é a primeira pessoa a quem recorrer - ele será capaz de lhe dar conselhos sobre vários assuntos desde os cuidados da criança aos subsídios do governo. A sua junta de freguesia fornece informações sobre estágios e educação incluindo serviços como creches. O Portal do Cidadão oferece informações e conselhos sobre uma série de assuntos incluindo benefícios e habitação. Ler Mais...

E ouve muito bem

A audição da criança recém-nascida tem também sido alvo de intensa investigação. Sabe-se agora que o bebé é capaz de, a partir da 26.a semana de gestação, reconhecer e diferenciar sons de diversas frequências e manifestar o seu contentamento ou o seu desagrado relativamente a um som, o que é avaliável pela observação das alterações do ritmo cardíaco e dos movimentos fetais em resposta a estímulos auditivos. Sabe-se que um bebé que tenha ouvido certas melodias durante a gestação pode, depois de nascer, reconhecê-las e acalmar-se ao ouvi-las, demonstrando afinal a «nostalgia» do conforto uterino. Do mesmo modo, um bebé acalma-se, geralmente, ao ouvir sons ritmados... provavelmente por evocar o barulho dos batimentos cardíacos da mãe. aos quais se habituou durante nove meses consecutivos e que lhe relembram o ambiente calmo e agradável em que viveu durante esse tempo. E pode também reconhecer facilmente a voz do pai. se teve a oportunidade de a ouvir durante a gravidez - é importante, por isso, que os pais falem com o feto, quando ate ainda está na barriga da mãe. Logo depois de nascer pode avaliar-se a audição do bebé, provando que volta nitidamente os olhos ou a cabeça na direção do som. Por outro lado. ruídos inesperados (como o estrondo de uma porta a fechar-se) provocam uma reação de agitação ou «sustos» (reflexos de Moro) enquanto barulhos rotineiros e mantidos (como o som de um aspirador) não lhes provocam qualquer reação. A criança é especialmente sensível à voz humana. Falar com o bebé e um momento essencial na relação pais filho. Ouvir a voz dos progenitores, especialmente a voz aguda que tendem a adotar quando falam com os bebés ou, pelo contrário, sons de tonalidade grave, tem um efeito pacificador e tranquilizante sobre a criança. Deve falar-se com os bebés, especialmente quando eles estão acordados e não têm fome ou não se sentem desconfortáveis. Com calma, sem stresse (caso contrário, ele detectará logo os «trémulos» da voz e perceberá que os pais estão inquietos ou angustiados, interpretando depois esses sinais como ele próprio podendo estar em perigo), com um tom de voz lúdico e com graça, brincando com o bebé (não é por acaso que os pais inventam «mil e um» nomes através dos quais apelidam o seu filho), desdramatizando a tendência natural para o seu bebé dramatizar as coisas, no fundo correspondendo à desconfiança natural que o seu instinto de sobrevivência exige. Ler Mais...
Recenacido com mao enchada | Para Pais.