Resultados para: "quem leva ponto ten que tomar antibiotico"

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Panarício

Um panarício é uma infeção à volta da unha, que começa muitas vezes por pequenas feridas que ocorrem ao cortar as unhas, roê-las ou a realizar trabalhos com materiais que gretam a pele. Uma pequena porta de entrada é o suficiente para as bactérias avançarem. Na fase de inflamação e pus, a criança tem dor. Quando o pus começa a sair, deve-se desinfetar e aplicar 4 vezes ao dia uma pomada de antibiótico. Pode dar-se paracetamol para as dores. Raramente é necessário antibiótico geral. É preciso manter a pele à volta das unhas bem cuidada e hidratada, e evitar que a criança roa as unhas. Ler Mais...

Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

Tive três abortos – os meus cuidados pré-natais serão diferentes por causa disso?

Enquanto que um ou até dois abortos são relativamente normais, três não é tanto assim. Se teve abortos recorrentes, terá cuidados pré-natais especiais. Deverá ser aconselhada a tomar pequenas doses de aspirina se houver provas de que tem tendências para fazer um coágulo sanguíneo, chamado síndroma antifosfolipido (aPL). Também lhe será feita uma ecografia vaginal para verificar se tem o colo do útero fraco, quer dizer, se o colo do útero não consegue aguentar o bebé em crescimento. Se for diagnosticado um colo do útero fraco, dar lhe-ão um ponto durante a gravidez para o manter fechado. Há algumas provas de que, se tomar as hormonas progesterona ou gonadotrofina conónica no início da gravidez, pode reduzir o risco de aborto. Ler Mais...

Prevenção

As vacinas de que falámos são a única maneira eficiente de evitar as meningites, embora nem todas infelizmente possam ser prevenidas desta forma, como a provocada pelo meningococo B. Outra forma de evitar parcialmente as meningites reside na prevenção quando de surtos, por exemplo em jardins-de-infância. A doença pode prevenir-se administrando antibióticos que eliminam a bactéria da garganta das pessoas infetadas. Assim, os contactos íntimos de crianças com infeções causadas pelo meningococo deverão tomar esse antibiótico durante 3 dias. O tratamento correto e atempado das otites e de outras infeções da cabeça também permitem reduzir o número de potenciais focos de infeção das meninges, bem como a prevenção dos traumatismos cranianos. Ler Mais...

Atitude a tomar

A idade em que a enurese deverá ser considerada um «problema» é o objeto de polémica. Considera-se, no entanto, os 5, 6 anos de idade e/ou a entrada para a escola como um ponto médio de referência para intervir, mas tudo dependendo dos efeitos que se vão acumulando e da maneira como a criança encara o problema. É, portanto, uma questão que começa antes dessa idade. Se os pais e/ou a criança estão preocupados com a situação, recomenda-se que discutam com o médico- assistente da criança. Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnóstico não é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...
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