Resultados para: "quem esta operada com ponto de cesaria pode dar risada"

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A função dos amigos imaginários

Não é por acaso que o António, do caso em seguida descrito,se retira para a quinta dos primos cada vez que o pai está ausente. É uma defesa. Se o pai parte, ele também. Como quem diz: «Não vou sofrer, não vou sentir a ausência, não vou chorar, porque também eu vou partir - a angústia é mais para quem fica do que para quem parte.» O amigo imaginário é, pois, um escape normal e saudável para o stresse. E quando tem o seu lugar próprio, mas não interfere com os amigos reais - ou seja, quando a criança faz facilmente a clarificação das águas -, não há qualquer motivo para ter receios de que algo de «extraterrestre» se possa estar a passar. Ler Mais...

Conselho sobre “Preocupar-me?”

Não tenham vergonha de veicular ao médico-assistente tudo o que sentem. Qualquer questão que preocupe os pais é importante, mesmo que do ponto de vista clínico o possa não ser. E as consultas e contactos existem para isso mesmo, não apenas para meter uma espátula pela boca dentro ou um otoscópio nos ouvidos. Aliás, a descodificação dos sintomas e sinais, antevendo quando é que eles se podem tornar graves, é uma ajuda preciosa aos pais e contribui para que aumentem a sua sabedoria. E quantas vezes (muitas, mesmo!) os pais não têm razão, porque o seu sexto sentido os avisou de que «algo não estava bem»? São os pais quem melhor conhece a criança, e que com ela «fala», através da «comunicação invisível». Ler Mais...

Qual é a razão para as cólicas?

Muito se tem debatido sobre a origem das chamadas «cólicas do latente». Há quem as atribua ao ar que o bebé engole, quem diga que a origem está numa certa reação de intolerância ao leite de vaca (visto serem mais frequentes nas crianças alimentadas com substitutos do leite materno), ou quem defenda tratar-se de uma reação natural ao stresse do parto e dos primeiras semanas de vida. E ainda temos que contar com a imaturidade intestinal que faz com que certos segmentos intestinais se «fechem», de vez em quando, provocando dilatação nos anteriores e causando dor. Provavelmente toda a gente tem a sua parte de razão, ou seja, haverá certamente vários mecanismos envolvidos, embora o motivo predominante varie de criança para criança. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Comecei a universidade e agora estou grávida – os meus vão ficar furiosas. O que posso fazer?

A maior parte das mulheres Jovens sente uma grande mistura de emoções quando descobrem que estão grávidas, e muitas ficam aterrorizadas ao pensar que têm de cortar aos pais preocupadas que de qualquer forma eles as abandonem. Quando se achar capaz, sente-se e explique-lhes a situação. Pode ajudar ter mais alguém consigo quando der a notícia. Embora a reacção inicial dos seus pais possa ser de desilusão e choque, também se irão sentir culpados, pensando que falharam em alguma coisa em relação a si. Por fim tente lembrar-se de que os seus pais a amam e que sem dúvida a irão apoiar, embora possa precisar de lhes dar algum tempo para se adaptarem à gravidez. Se realmente pensa que não consegue falar com os seus pais e discutir as suas opções tente arranjar um amigo adulto para conversar, em quem confie e que a apoie. Em alternativa fale com uma parteira ou com um médico, ou um orientador da universidade em quem confie. Qualquer destas pessoas já terá tido experiências de situações como a sua e poderá oferecer conselhos imparciais. Poderá continuar com os seus estudos e muitas instituições educacionais oferecem facilidades para cuidar de crianças, como infantário ou creche - a gravidez não significa um fim nos seus planos de estudo. Ser capaz de sossegar os seus pais neste ponto ajudá-los-á a aceitar a sua gravidez. Ler Mais...

Quando estarei completamente dilatada?

"Completamente dilatada" significa que o seu colo do útero está completamente aberto para que o bebé possa descer a vagina e nascer. Quando o trabalho de parto começa, o colo do útero ou está fechado ou está um ou dois centímetros aberto. As contrações do útero vão-no abrindo gradualmente até estar completamente aberto. Logo que isso acontece, você entra na segunda fase do trabalho de parto, que dura até ao parto. O ponto em que o seu colo do útero fica completamente dilatado pode ocorrer rapidamente depois do início de contrações fortes e regulares, ou pode levar muitas horas. Ler Mais...
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