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Ai! Os meus pontos são mesmo desconfortáveis. Qual a melhor forma de abrandar a dor?

Os pontos causam desconforto durante alguns dias depois de dar à luz, portanto mantenha a zona o mais limpa possível, pois isso ajudará a evitar infeções e a diminuir o seu desconforto. Deverá lavar a zona com água quente, várias vezes ao dia, e assegurar-se de que muda o penso com frequência. Muitas mulheres dizem que as seguintes técnicas ajudam a diminuir o desconforto: Utilizar um penso frio. Pode usar um penso de gel frio que foi especialmente criado com o fim de aliviar o desconforto causado pelos pontos na zona do períneo. Estes têm demonstrado reduzir o inchaço, as pisaduras e a dor com eficácia. Ou faça o seu próprio penso frio colocando gelo esmagado num saco plástico e embrulhando numa toalha seca. Tomar o remédio homeopático arnica, o qual se pensa que ajuda a reduzir as pisaduras. Tomar um banho quente com algumas gotas de óleo de essência de lavanda ou camomila. Tomar analgésicos como paracetamol ou ibuprofeno. Peça conselho ao seu médico ou parteira. Ler Mais...

Como se trata a depressão pós-parto?

Se pensar que está com depressão, fale com o seu médico ou com a sua parteira. Há várias formas de ajuda disponíveis, incluindo terapias de conversação, como aconselhamento, e medicamentos antidepressivos. O passo mais importante para tratar a depressão é aceitar o problema e dar os passos necessários para lidar com ela. O apoio e a compreensão do seu companheiro, da família e dos amigos também têm um papel importante na sua recuperação. O seu médico pode arranjar-lhe aconselhamento - algumas clínicas têm um conselheiro no local. Os tratamentos psicológicos incluem terapia do comportamento cognitivo (TCC), que tem como objetivo reduzir pensamentos e comportamentos inúteis, terapia cognitiva (TC), baseada na ideia de que certos pensamentos podem estimular problemas de saúde mental, e aconselhamento em privado, que se foca nas suas relações presentes e passadas. Muitas associações oferecem "visitas de atendimento" e em algumas áreas existem grupos terapêuticos. Os assistentes de saúde dão apoio prático, e partilhar experiências com outras mães também afetadas pela depressão pode ajudar. Pode procurar apoio social contactando o seu médico de família que a encaminhará e lhe dará conselhos. Pode também procurar na Internet inúmeros sites de conversação onde pode contactar outras mães recentes. Ás vezes é mais fácil expormo-nos a desconhecidos Alguns locais têm apoio específico para a depressão pós-parto. O tratamento com antidepressivos é outra opção. Alivia os sintomas, como um baixo estado de espírito, a irritabilidade, a falta de concentração e as insónias, permitindo-lhe que funcione normalmente e que resista melhor. Os antidepressivos podem levar duas semanas a fazer efeito e deverão ser tomados durante seis meses depois de começar a sua recuperação para evitar uma recaída. É possível continuar a amamentar com certos antidepressivos. Algumas preparações de ervas, como o hipericão, podem aliviar os sintomas e o remédio homeopático Pulsiúlla pode ser útil. Algumas pesquisas também concluíram que massajar o bebé pode ajudar as mulheres que sofrem de depressão a criar laços com os seus bebés. Medidas práticas, como ter ajuda para cuidar dos filhos e poder sair, podem ser úteis. E importante descansar e ter o maior apoio possível. Algumas mulheres melhoram com o tempo, sem tratamento. Contudo, isso pode significar sofrer por mais tempo, o que pode levar a uma grande probabilidade de a depressão poder estragar a sua experiência de maternidade e colocar em tensão as suas relações. É importante obter ajuda o mais rápido possível para aliviar a depressão, ajudar os seus relacionamentos e ajudar o desenvolvimento do seu bebé a longo prazo. Ler Mais...

Airbags e Crianças Não Combinam…

O número de carros equipado de série com airbags é cada vez maior. Quando utilizados em passageiros adultos, com uma distância razoável entre o banco e o tablier e associado ao cinto do carro, o airbag funciona bem. Porém, estes, que pareciam ser a tábua de salvação dos acidentes de automóvel, apesar de importantes e de poderem prevenir muitas mortes e ferimentos, não devem ser considerados como a solução mágica. De facto, no que toca às crianças, são inúmeros os registos de acidentes graves que têm chegado de vários países, e as instituições e organismos internacionais estabeleceram já algumas regras que convém seguir. Quando o airbag explode (com uma velocidade de abertura entre 250 e 300 km/h!), a força com que o faz é enorme e pode provocar a morte de uma criança, sobretudo se estiver numa cadeira invertida, se a distância ao tablier for curta ou se viajar sem cinto. Note-se, aliás, que o que se diz para as crianças também é aplicável às mulheres no final da gravidez e pessoas de estatura baixa, sobretudo algumas mulheres condutoras que ficam muito próximo do volante. Assim, para os carros equipados com airbag, no lugar do passageiro, recomendamos o seguinte: as crianças devem ser transportadas no banco de trás, mesmo nos chamados assentos invertidos; se o automóvel transporta, para além do condutor, quatro crianças e/ou adolescentes, o mais alto irá à frente (se tiver menos de 12 anos ou menos de 1,5m com um dispositivo em que o cinto do carro lhe passe pela frente), com o banco recuado ao máximo; se uma criança tiver que viajar num lugar equipado com airbag, deverá fazê-lo num dispositivo em que seja o próprio cinto do carro a segurar-lhe o corpo e com o banco recuado ao máximo (note-se que a Lei portuguesa só permite o transporte de menores de 12 anos no banco da frente se este for feito numa cadeira ou banco de segurança homologados); as grávidas e os adultos de baixa estatura deverão utilizar sempre o cinto e afastar o banco o mais possível para trás; não esquecer que o uso do cinto é obrigatório também no banco de trás para todos os passageiros; em caso algum deverá ser colocada uma cadeira de assento invertido num lugar equipado com airbag visto existir um perigo real de morte. Ler Mais...

Poderão a carne e o peixe ser dispensáveis?

Se a composição alimentar for equilibrada, garantindo à criança todos os requisitos para a sua saúde, o peixe e a carne não são de forma alguma obrigatórios. Pelo contrário, o maior risco para os nossos filhos, especialmente considerando a sua saúde em adultos, reside no excesso de ingestão de proteínas, com as consequências deletérias sobre a função renal, para além de eventuais infeções e outras doenças que possam transmitir (já conhecemos as vacas loucas, as aves engripadas, a peste suína, mas além disso há os parasitas transmitidos pelo porco e as salmonelas dos frangos, para dar apenas dois exemplos). Mesmo sem entrar em qualquer radicalismo, é verdade que as crianças comem demasiada carne e peixe relativamente às suas necessidades. Ler Mais...

Higiene do bebe

O banho O banho é, talvez, dos momentos mais apreciados pelo bebé. O regresso ao ambiente intrauterino, hídrico e quente, sossegado e calmo, dá ao bebé a plenitude de que precisa, depois de um dia cheio de estímulos de todo o tipo e de um trabalho mental intenso e complexo. Claro está que o banho só será sentido como um bom momento se o bebé não estiver pressionado por uma necessidade maior fome, dores, frio ou calor, sensação de solidão, stresse. O banho tem várias características que são do especial agrado do bebé: o envolvimento aquoso, a temperatura morna, o poder fazer livremente gestos largos e relaxantes, o contacto pele com pele, nomeadamente depois do banho, nas massagens que os pais lhe fazem com o leite corporal. Os bebés adoram o banho, e mesmo que mais tarde, no final do primeiro ano de vida, possam fazer algumas negas, por exemplo quando se usa o chuveiro, se houver tranquilidade por parte dos pais ou de quem dá o banho, o momento é geralmente de paz, e a gosto do bebé. Logo não há qualquer problema de começar a dar banho desde o primeiro dia e pelo menos uma vez por dia.   Ler Mais...

Algo sobre o processo, para ensinar ás crianças

Os nossos filhos são extremamente curiosos e gostam de saber, numa demonstração de inteligência, o que fazem e porque o fazem. E adoram ouvir uma história com princípio, meio e fim. Depois de os ensinarmos a separar os diversos materiais, fazendo concursos e mostrando que porventura, nós também nos enganamos, expliquemos o que vai acontecer: • uma vez separado o lixo, em casa, e depositados os vários produtos nos locais corretos o processo de reciclagem vai ainda no princípio. Mas nós e os nossos filhos já demos um passo extremamente importante; • a recolha dos ecopontos é efectuada pelas autarquias, com camiões especiais - por isso, mesmo quando parece que vai tudo afinal ser misturado no mesmo camião (como nos do lixo normais) tal não acontece porque estes camiões têm dentro deles ambientes separados; • o lixo é então levado para centros de triagem onde se procede a uma selecção mais criteriosa das embalagens, até porque é natural que possa haver erros na colocação; • há um passo muito importante que passa pela lavagem e limpeza, por exemplo para retirar o rótulo (papel) de uma garrafa de vidro; • uma vez esta triagem feita, cada material será encaminhado para as fábricas que, depois, o utilizará na produção de novos produtos, tendo aproveitado os antigos - seja uma garrafa, papel para a impressora ou uma lata de sardinhas. Pode-se dizer que, em termos de regra, tudo pode ser reciclado... e o que não pode é que constitui a excepção.   Ler Mais...
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