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Gaguez

Há dois tipos de gaguez muito diferentes. Um é o gaguejar contínuo, nas várias palavras, com paragens e quebras na fluência que perturbam a fluidez normal da fala. Estas paragens levam à repetição de sons, sílabas ou palavras, ou prolongamento dos sons de modo a que as palavras parecem-esticadas». De quando em quando, um silêncio que também perturba, e a dificuldade de terminar uma frase que já todos entenderam leva à vontade de a acabar pelo outro - provavelmente uma em cada vinte crianças até aos 5 anos tem um problema de gaguez. Muitas vezes, como defesa, a criança que gagueja já sabe onde vai ter maiores dificuldades, e limita o seu vocabulário às palavras onde se defende melhor. Outra coisa é a criança que começa uma frase e, a meio. hesita, volta atrás e à frente gagueja e parece não saber onde está. A gaguez definida no primeiro paragrafa pode ter uma origem genética - fazendo ■ história familiar encontram-se, frequentemente, casos de pessoas que gaguejar na infância, ou até ainda na idade adulta. Dificuldade em gerir emoções pode ser outra causa, bem como traumas sentido como violentos. No segundo caso, a causa é diferente. O que acontece é a criança começar pensamento, querer expressá-lo, e que a fala (processo mecânico ainda em aprendizagem, nos primeiros anos de vida) e decorrer, já o pensamento (fenómeno elétrico, neuronal), saltou para outra ideia. E criança fica sem saber onde estava e onde vai. tendo a noção de que o assunto que estava a falar e o que lhe vai agora ideia são coisas completamente diferente. Daí a perplexidade. Ler Mais...

Eu sei que a minha mãe se preocupa, mas ela quer ir comigo para todo o lado – como lhe posso dizer para se afastar?

Aproveite o momento certo, talvez durante um café, e tente explicar à sua mãe, com sensibilidade, que quer e precisa de fazer algumas coisas sozinha. Faça-lhe saber que, embora aprecie o apoio dela, também precisa do seu espaço e de tempo para reflectir e para criar laços com o seu bebé, mesmo durante a gravidez. Se se afirmar agora sobre os seus sentimentos, isso também a ajudará a conseguir certos limites depois do parto. Embora a sua mãe possa primeiro ficar contrariada e possivelmente excluída, com o tempo, o mais provável é que venha a compreender o seu ponto de vista, pergunte-lhe como é que a própria mãe reagiu quando ela estava grávida de si. Pode muito bem descobrir que ela também foi demasiado protectora. Ler Mais...

Que probabilidades temos de os nossos gémeos serem idênticos?

Uma em oitenta gravidezes é de gémeos e um terço dos gémeos são idênticos. Embora haja factores que tornem mais provável ter gémeos não idênticos, tal como um historial de gémeos na família ou ter mais de 35 anos, ter gémeos idênticos não é hereditário e não há outros factores que o possam tornar provável. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

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Princípios educativos

Para uma criança de 3 anos, como o André, há muita coisa que não tem lógica, mesmo que para os adultos faça todo o sentido, pois ainda não tem uma visão sistémica e organizada do mundo, além de estar numa fase de só olhar para os seus interesses. As explicações dos adultos carecem de sentido. E daí os apelos do André: «Mas porquê?» Se os pais perdessem menos tempo a vociferar e tentassem - de preferência fora da crise -, explicar-lhe porque é que se devem arrumar os brinquedos e outras coisas, talvez o André começasse a entender que a sua visão das coisas não é a única, e que há coisas que para nós podem não fazer muito sentido, mas que para o ecossistema onde vivemos, trabalhamos ou brincamos têm lógica e são necessárias. Reparem; para o André, arrumar os brinquedos é uma mera perda de tempo, e dupla, já que no dia seguinte terá o trabalho de os tirar novamente do saco ou da gaveta onde estão. O facto de ficarem espalhados no chão, encherem-se de pó e «darem um ar desarrumado», não é uma preocupação para ele. Portanto, ou se arranjam argumentos compreensíveis, como os brinquedos poderem-se partir se alguém entrar no quarto, ou não se misturarem jogos que depois não dá para fazer nenhum e outras razões parecidas (até pode ser um novo jogo, o jogo do «arruma»), ou terão sempre birras e berros, que especialmente ao fim da tarde não contribuem muito para a paz e sossego que se deseja. Há muitas técnicas que os pais usam: vejam, destas, quais as que acham que usam mais na gestão dos conflitos com os vossos filhos: • Repreender • Castigar • Fazer longos sermões • Ameaçar • Chantagear • Prometer • Suplicar • Culpabilizar • Ridicularizar • Chamar nomes • Gritar e berrar • Ordenar • Exigir • Comparar com os outros e dizer que os outros é que são bons Espero que nenhuma, porque devo dizer que nenhuma destas estratégias resulta a longo prazo. O que importa é desenvolver o sentido ético e o conceito de «moralmente errado» e de que atacar alguém também é atacar-me a mim. E isto a empatia, a solidariedade e o sentimento de destino comum. Há que criar nos filhos esses sentimentos, mas não é numa fase de extremo «umbiguismo» - como a que ocorre entre o 1 e os 3-4 anos - que as coisas acontecem de um dia para o outro. Nem eles são tão altruístas que façam tudo pelos outros sem pensarem que podem (e devem!) ter algumas vantagens também para eles. A vivência comum baseia-se na negociação e no rearranjo dos vários interesses. É isso queque explicar, exercitar e treinar, bem como a ideia de que os pais, por estarem cá há mais tempo e por serem adultos e pais, têm uma visão de mais ângulos, o que lhes permite ver outras coisas. Tal e qual a existência de várias câmaras de TV num campo de futebol, que permite ver se o penalti foi ou não foi penalti, ou se a bola saiu ou se não saiu. E essa linguagem já lhes é acessível. Ler Mais...

Quantos tipos de tosse há?

Fundamentalmente, há quatro tipos de tosse: 1. a tosse produtiva, com expectoração (embora a criança não a deite fora, mas engula), com origem baixa (brônquios); 2. a tosse irritativa, que é provocada por agressões à árvore respiratória, e que é uma tosse seca, repetida, muitas vezes quase «ladrada» (tosse de «cão»); 3. a tosse de origem alérgica, semelhante à anterior, mas acompanhada de olhos a lacrimejar, sensação de vontade de coçar a garganta, espirros, pieira, etc. 4. a tosse sobretudo noturna, por acessos, que corresponde ao deslizar das secreções dos adenóides para os brônquios. Estas tosses têm origens e razões diferentes. Como tal, exigem também atitudes e soluções diferentes. A tosse irritativa tem muitas vezes que ser suprimida, porque incomoda a criança e pode mesmo desgastá-la. A que resulta de mecanismos alérgicos melhora geralmente com as medidas habituais de combate aos alergéneos. A tosse produtiva, por outro lado, é benéfica «um autêntico «braço armado» dos brônquios , e deve ser ajudada, através da fluidificação das secreções e da drenagem postural e cinesiterapia («pancadinhas»). Nos bebés pequenos, a tosse pode cansar porque para se tossir é preciso mobilizar os músculos, o que consume muito oxigénio e energia. Esta tosse, no entanto, é fundamental para a limpeza dos brônquios. O último tipo de tosse é muito comum, aparece um tempo depois de a criança se deitar e é por ataques, havendo outras características de aumento dos adenóides. A tosse pode indicar situações graves, por exemplo quando surge com sangue, se se acompanha de dificuldade respiratória ou aceleração da respiração, ou quando é crónica e com outros sintomas, como a perda de peso. Finalmente, o stresse também pode induzir tosse (todos já passámos por situações dessas...) e por vezes, quando se ignoram as causas do mal estar psicológico, pode-se avançar com outras investigações que, obviamente, não vão conduzir a nada. Devo utilizar xaropes para a tosse? «O melhor xarope é a água!»... porque o que importa é liquefazer ou fluidificar as secreções, para melhor saírem e, nesse caso, a atmosfera húmida e beber líquidos são as medidas mais importantes. Obviamente que alguns xaropes, através dos seus mecanismos de ação, podem ajudar a refazer a integridade dos brônquios, liquefazer as secreções, etc, mas independei Hei i it;i ite doa xaropoc que possam ser receitados, não serão eles a fazer o trabalho todo. Quando a tosse é irritativa, o médico poderá ter que receitar um xarope para sedar a tosse - mas deverá ser ele a fazê-lo. Ir à farmácia e comprar o primeiro antitússico que aparece pode ser um erro e agravar a situação. Ler Mais...
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