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Os bebés ficam mimados se pegarmos muito neles?

Pelo contrário. Durante os primeiros meses do bebé, pegar nele fá-lo sentir-se amado e seguro. Enquanto muitos bebés parecem não precisar de muito contacto físico, outros querem estar ao colo o tempo todo. Se o seu bebé precisar que lhe pegue muito ao colo, pode experimentar um porta-bebés, o que lhe permitirá trazê-lo junto a si e manter as suas mãos livres para fazer outras coisas (mas tenha cuidado se pegar em água quente e evite subir a cadeiras). Mas quando o seu bebé estiver sossegado e calmo, deixe-o entreter-se e adormecer sozinho. Ler Mais...

Plagicefalia

Este estranho termo designa a forma das cabeças de certos bebés, com zonas de grande achatamento, causadas por uma compressão durante a vida intrauterina (por exemplo, por um osso da mãe, ou em úteros muito pequenos). Trata-se de uma situação identificável, e geralmente corrige-se (embora nunca totalmente) por métodos posicionais, e só mais raramente com necessidade de cirurgia ou intervenção ortopédica. A plagicefalia tem vários graus, de leve a intenso. O que mais é evidente, para os pais, é o grande achatamento de uma parte, a cabeça ser grande mas estreita (escafocefalia), pode ser curta e larga com achatamento da parte de trás da cabeça (braquicefalia), ou então o que se nota ó o avançamento de parte da cara, com uma bochecha mais espalmada e avançada (quando se olha de cima), a orelha, o olho ou o nariz muito desviado, etc... Estas situações não causam dor ou incómodo, e na maioria dos casos em que se levanta a questão, ela é de natureza meramente estética. Em alguns casos extremos começa-se a fazer tratamentos com capacetes e moldes, mas são técnicas ainda em desenvolvimento e quedevem ficar para os casos efetivamente graves. Um «tratamento- caseiro, aplicável na maioria dos casos, é tentar que o bebé não esteja sempre deitado «sobre a mesma bochecha», e para tal pode ser suficiente rodar o berço 180°, de maneira a que a luz e outras referencias espaciais do quarto do bebé venham do lado oposto (mas sempre deitado de barriga para cima, caso o médico não sugira outra coisa). Ler Mais...

Unha encravada

As unhas encravadas são um acontecimento comum nas crianças, sobretudo quando as unhas são cortadas muito rentes (especialmente as dos pés) ou as crianças as roem. Quando se cortam as unhas dos pés elas retrocedem, podendo depois, ao crescerem, entrar pela pele, inflamando-a e causando um panarício. Mesmo sem infeção, a unha encravada do pé dói, sobretudo ao andar. É importante que as unhas sejam cortadas em linha reta, limando depois os cantos e os bordos. O médico avaliará a situação e receitará uma pomada, com ou sem antibiótico. Ler Mais...

Pão

Vulgarizou-se a ideia que o pão engorda. Não é bem assim. Se servir de veículo para doces, queijos, enchidos ou molhos, claro que sim. O círculo vicioso de «pão chama molho e molho chama pão- é uma verdade. As crianças costumam gostar de pão. A partir do ano já têm geralmente uma boa capacidade de mastigação, mas deve-se sempre supervisionar porque se podem engasgar e esse engasgamento é frequentemente silencioso. Mais tarde - 3, 4 anos – já podem comer sem ninguém por perto. Ler Mais...

Como ensinar o seu filho a lavar as mãos. Como incutir o hábito.

A lavagem das mãos é um comportamento aprendido. Para ser eletiva, uma conecta lavagem das mãos deve ser ensinada, com tempo e calma, tal como a escovagem dos dentes ou qualquer outro comportamento que necessite de aprendizagem de regras, passos, rigor e exercitação. É bom que, paralelamente a uma aprendizagem das regras de lavagem, por forma a que sejam instintivas, se faça também ver às crianças que não se trata de um «frete- a fazer aos pais, ou um bilhete para poder ir para a mesa, mas sim uma rotina diária que deverá perdurar ao longo da sua vida. Os padrões de comportamento de lavagem das mãos começam a ser interiorizados com a educação para a utilização da sanita e consolidam-se por volta dos 9-10 anos. O comportamento ritualizado de reação à sensação de repugnância gerada pela sujidade das mãos é interpretado como um mecanismo de auto- defesa contra a infeção. É. contudo, subjetivo e insuficiente para a manutenção de níveis ótimos de proteção contra os agentes microbianos. Desta forma, o comportamento de higiene das mãos revela-se em dois tipos: o inerente (em reação à sensação de sujidade) e o eletivo (não associado à sensação de sujidade). Este último, que pode ser exemplificado com a lavagem das mãos após o contacto com uma pessoa doente, encontra-se menos enraizado na população. Inicialmente, a aprendizagem deve ser feita pelos pais ou encarregados de educação. Numa fase posterior intervêm também os infantários e jardins-de-infância, os educadores e os colegas. Nos infantários, existe, por norma, um regulamento interno que orienta a atuação dos educadores e que prevê o ensino da rotina diária da criança, com a abordagem de vários temas da higiene básica, nomeadamente a higiene das mãos. Até aos 2 anos de idade ou enquanto a criança não for autónoma, a lavagem das mãos nos momentos apropriados está dependente dos educadores. Estes recebem formações educativas periódicas em diversas áreas, como técnica de lavagem das mãos e situações nas quais esta é desejável. As crianças mais velhas, com autonomia, recebem reforço diário sobre as situações em devem lavar mãos (antes e após as refeições, após a utilização da casa de banho e antes de entrarem na sala após os intervalos), mas executam o ato sozinhas, sendo controladas apenas em algumas situações. Ler Mais...

Estou grávida de trigémeos – os meus bebés irão precisar de nascer mais cedo?

Uma gravidez múltipla tem mais probabilidades de resultar num parto pré-termo e quantos mais bebés tiver, maior o risco de isso acontecer. O parto de trigémeos com menor risco (embora haja sempre um risco com todos os procedimentos médicos) é uma cesariana facultativa e, se isso for acordado com a sua parteira e o seu médico, será decidida uma data de parto de acordo com o que for melhor para si e para os seus bebés. Os médicos tentarão encontrar um equilíbrio entre os riscos associados ao parto prematuro, como o desenvolvimento dos bebés não estar completo, e o aumento de possibilidades de entrar em trabalho de parto natural conforme se aproxima da sua data de parto prevista. O seu especialista deverá discutir a altura certa para isso consigo e você deverá estar envolvida em todas as decisões. Cada unidade materna tem as suas próprias diretrizes, mas a decisão final será baseada não só na sua saúde mas também na saúde dos seus bebés. Isto assegura o nascimento dos bebés na altura ideal e reduz a possibilidade de ocorrerem problemas associados aos partos pré-termo. Ler Mais...
Quato que ta omicro odas de priquetl | Para Pais.