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Desenvolver o sentido da justiça e do pensamento ético

A ética é o sentido do bem e do mal, independentemente das leis e da polícia. As crianças começam cedo a desenvolver o sentido ético, pelo que vêm, vivenciam e pelo que lhes toca a elas próprias. Depois de ouvir uns quantos «nãos» e uns quantos «sins», uns cartões amarelos e vermelhos, semáforos verdes e de outras cores, começam a perceber que a sua ânsia de dominar o mundo e escravizar todos tem (imites, não apenas impostos pelo mundo físico, mas pelas próprias relações interpessoais, quer do lado dos outros, quer igualmente do seu próprio lado. Até sentir que «eu era incapaz de...».Daí a importância da coerência entre o que os pais dizem e fazem, e a transmissão de juízos éticos sobre os atos (mais do que sobre as pessoas). Ler Mais...

Quinta doença – Qual é o diagnóstico e o tratamento?

Na maioria dos casos, o diagnostico é feito pelos sintomas e, sobretudo, pelo aspecto da cara. Existe a possibilidade de fazer a detecção do vírus no sangue mas é dispensável porque na quase totalidade dos casos não iria adiantar nada em termos práticos. Não existe qualquer tratamento específico, ou seja, deve-se aguardar tranquilamente a evolução. Os raios solares (e a luz em geral), bem como o calor, o exercício, os banhos quentes ou o stresse emocional podem aumentar o exantema e a sua tendência de vai-vem. Ler Mais...

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

Quantos tipos de tosse há?

Fundamentalmente, há quatro tipos de tosse: 1. a tosse produtiva, com expectoração (embora a criança não a deite fora, mas engula), com origem baixa (brônquios); 2. a tosse irritativa, que é provocada por agressões à árvore respiratória, e que é uma tosse seca, repetida, muitas vezes quase «ladrada» (tosse de «cão»); 3. a tosse de origem alérgica, semelhante à anterior, mas acompanhada de olhos a lacrimejar, sensação de vontade de coçar a garganta, espirros, pieira, etc. 4. a tosse sobretudo noturna, por acessos, que corresponde ao deslizar das secreções dos adenóides para os brônquios. Estas tosses têm origens e razões diferentes. Como tal, exigem também atitudes e soluções diferentes. A tosse irritativa tem muitas vezes que ser suprimida, porque incomoda a criança e pode mesmo desgastá-la. A que resulta de mecanismos alérgicos melhora geralmente com as medidas habituais de combate aos alergéneos. A tosse produtiva, por outro lado, é benéfica «um autêntico «braço armado» dos brônquios , e deve ser ajudada, através da fluidificação das secreções e da drenagem postural e cinesiterapia («pancadinhas»). Nos bebés pequenos, a tosse pode cansar porque para se tossir é preciso mobilizar os músculos, o que consume muito oxigénio e energia. Esta tosse, no entanto, é fundamental para a limpeza dos brônquios. O último tipo de tosse é muito comum, aparece um tempo depois de a criança se deitar e é por ataques, havendo outras características de aumento dos adenóides. A tosse pode indicar situações graves, por exemplo quando surge com sangue, se se acompanha de dificuldade respiratória ou aceleração da respiração, ou quando é crónica e com outros sintomas, como a perda de peso. Finalmente, o stresse também pode induzir tosse (todos já passámos por situações dessas...) e por vezes, quando se ignoram as causas do mal estar psicológico, pode-se avançar com outras investigações que, obviamente, não vão conduzir a nada. Devo utilizar xaropes para a tosse? «O melhor xarope é a água!»... porque o que importa é liquefazer ou fluidificar as secreções, para melhor saírem e, nesse caso, a atmosfera húmida e beber líquidos são as medidas mais importantes. Obviamente que alguns xaropes, através dos seus mecanismos de ação, podem ajudar a refazer a integridade dos brônquios, liquefazer as secreções, etc, mas independei Hei i it;i ite doa xaropoc que possam ser receitados, não serão eles a fazer o trabalho todo. Quando a tosse é irritativa, o médico poderá ter que receitar um xarope para sedar a tosse - mas deverá ser ele a fazê-lo. Ir à farmácia e comprar o primeiro antitússico que aparece pode ser um erro e agravar a situação. Ler Mais...

Como lidar com estes amigos?

O amigo imaginário é do foro íntimo da criança e deve ser gerido por ela. Por essa razão não deve ser trazido para a praça pública. Os pais não devem dar demasiada importância ao assunto, embora o equilíbrio entre não desfazer o mito e não alinhar na novela seja por vezes complicado, mas é a única atitude eficaz e benéfica. Um dia a criança «matará» o amigo, mas apenas no momento próprio e sem dor. A atitude dos pais deve basear-se em: • Ter a consciência de que é um fenómeno normal; • Não negar a existência, tipo «Tu estás parvinho?», «O "não sei quantos" não existe.» Deve responder-se com «Hum», «Sim», «Que bom», «Ainda bem» «Ai sim?» - frases curtas de aprovação, mas não demasiadamente intrusivas; • Não se deve, também, alimentar demasiado a ideia, procurando saber todos os pormenores do amigo; • É bom dizer «Um dia era engraçado escreveres isso ou fazeres um livro de desenhos com o teu amigo» - no fundo, uma maneira de aproximar a criança da realidade, mas de um modo soft e sem prazo marcado; • Os pais têm de sentir que este é um modo extremamente inteligente e criativo de a criança se defender e criar fatores protetores; • As crianças podem também usar os amigos como objetos de descarga de sentimentos menos bons, como a raiva ou a angústia; • As conversas tidas com os amigos imaginários, e toda a relação que têm com eles, deverão fazer com que os pais reflitam um pouco sobre o que os filhos expressam, os seus medos e o que eles, pais, poderão corrigir e apoiar; • Se os amigos se mantêm após os 6 anos, se a relação com eles se torna demasiado intensa fazendo esquecer a realidade, então a ajuda de um psicólogo será bem-vinda. Ler Mais...
Quantos tipos cona existe | Para Pais.