Resultados para: "quantos tipo de cona existem"

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Desenvolver o sentido da justiça e do pensamento ético

A ética é o sentido do bem e do mal, independentemente das leis e da polícia. As crianças começam cedo a desenvolver o sentido ético, pelo que vêm, vivenciam e pelo que lhes toca a elas próprias. Depois de ouvir uns quantos «nãos» e uns quantos «sins», uns cartões amarelos e vermelhos, semáforos verdes e de outras cores, começam a perceber que a sua ânsia de dominar o mundo e escravizar todos tem (imites, não apenas impostos pelo mundo físico, mas pelas próprias relações interpessoais, quer do lado dos outros, quer igualmente do seu próprio lado. Até sentir que «eu era incapaz de...».Daí a importância da coerência entre o que os pais dizem e fazem, e a transmissão de juízos éticos sobre os atos (mais do que sobre as pessoas). Ler Mais...

Quero fazer o parto em casa. Isso fará diferença para as minhas consultas pré-natais?

Em geral, as mulheres que planeiam o parto em casa irão ter o mesmo tipo de cuidados pré-natais que qualquer outra mulher grávida saudável, no que se refere à frequência e local das consultas pré-natais. Em algumas zonas, as parteiras podem fazer uma visita domiciliária para o fim da gravidez, se uma mulher estiver a planear um parto em casa. Isto ajuda pois oferece uma oportunidade de discutir os preparativos do trabalho de parto e do parto, tais como qual o equipamento que deverá estar preparado e o lugar onde se espera fazer o parto. Embora ainda não seja muito comum, já existem muitas mulheres em Portugal a querer fazer partos em casa. Há parteiras especializadas neste tipo de partos. Ler Mais...

Os amigos imaginários

Muitos são os pais que se confrontam com este tipo de situações, que parecem surgir de repente, do meio do nada. A ideia inicial é que a criança esteja a gozar com eles, a provocá-los. Depois, que esteja a mentir ou a querer enganá-los. Ou a insinuar que eles, pais, o deveriam levar algures ou a casa de alguém. Finalmente o receio de que seja um sinal ou sintoma de doença, nomeadamente de alguma perturbação mental ou psicose. As reações instintivas a qualquer destas hipóteses, não podem ser muito razoáveis... Uma coisa é certa: eles existem. E existem mesmo, não é apenas na cabeça da criança ou antes, claro que é, mas a dimensão do fenómeno tem um alcance muito superior a isso. Antes dos 6 anos é difícil estabelecer uma fronteira clara entre a realidade e a fantasia. Quase que me atrevia a perguntar se isso chega realmente a acontecer e se nós, adultos, não nos comprazemos também com uma certa confusão, em dados momentos, entre estas duas evidências. A fantasia faz parte da vida. É assim que, a partir dos 18 meses, quando pegamos num boneco ou num urso de peluche e o vemos com carácter humano, começamos a fantasiar os nossos futuros filhos. Os amigos imaginários costumam «nascer» por volta dos 3 anos e podem manter-se até aos 6. Com largas variações. Mas sempre com uma constante: existem. E a negação da sua existência é um rude golpe para as crianças. Ler Mais...

O que são as parteiras particulares?

Fora do Serviço Nacional de Saúde, há também os hospitais onde também existem parteiras. Estas parteiras particulares prestam o mesmo tipo de cuidados mas os seus serviços de cuidados pré-natais, cuidados durante o trabalho de parto e o parto, e de cuidados pós-natais são pagos. Como só tratam de um pequeno número de mulheres, as parteiras particulares podem oferecer uma continuidade de cuidados que nem sempre é possível no Serviço Nacional de Saúde e também podem adaptar os cuidados às suas necessidades individuais, por exemplo, a hora das consultas pré-natais que mais lhe convier. Ler Mais...

Pilhas elétricas

Uma pilha eléctrica é um pequeno aparelho que armazena energia a partir de uma reação química e a restitui sob a forma de corrente elétrica. No que respeita às pilhas em forma de pequeno cilindro ou redondas, existem dois tipos: as pilhas salinas e as pilhas alcalinas. Para além da diferença na composição, existem diversas técnicas na sua elaboração, designadamente o posicionamento dos poios positivo e negativo. As pilhas salinas sofrem mais facilmente erosão, podendo o seu conteúdo líquido sair. Outro tipo de pilha é a de lítio, com um formato diferente (tipo botão), e essencialmente utilizada nos jogos eletrónicos, máquinas fotográficas, relógios e calculadoras, etc... Os riscos Praticamente toda a gente utiliza aparelhos a pilhas e troca de pilhas com relativa frequência. Contudo, não é pequeno o número de crianças que sofrem acidentes devido a estes pequenos objectos de uso comum. O estudo dos diferentes casos de acidentes com pilhas eléctricas revela essencialmente cinco grandes tipos: • fugas dos líquidos eletrólitos, tendo como consequência queimaduras na pele e mucosas (por vezes nos olhos); • intoxicação após ingestão, especialmente por crianças pequenas; • explosão da pilha, com as consequências imediatas de queimaduras e lesões oculares; • ingestão das pilhas em forma de botão, com perfuração química do aparelho digestivo ou bloqueio do tubo digestivo (ou respiratório se a pilha for aspirada); • introdução no nariz e no canal auditivo. Como é que isto pode acontecer? As principais causas de fuga dos eletrólitos podem ser: - o facto de as pilhas estarem velhas e no final da sua «vida»; - pilhas deixadas muito tempo num aparelho, sem utilização (especialmente aparelhos que só se usam em determinada estação do ano e depois ficam meses sem qualquer uso, em casas fechadas, etc); - mistura de vários tipos de pilhas (salinas, alcalinas) no mesmo aparelho; - mistura de pilhas novas com pilhas usadas; - pilhas submetidas a aquecimento forte (perto de um radiador, deixadas no automóvel no Verão, etc). As causas principais de explosão ou de ruptura podem ser: - aquecimento da pilha (por exemplo, pôr no forno julgando que se vai regenerar); - pilha largada no fogo; - ligação direta de uma pilha a uma tomada elétrica de 220 volts; - inversão do sentido de uma pilha numa série de pilhas este tipo de acidente tem vindo a aumentar porque cada vez há mais crianças a manusear e colocar as pilhas nos seus rádios, walkman e jogos eletrónicos; - utilização de um aparelho de recarga com pilhas que não são recarregáveis e, às vezes, a cor e o aspecto podem induzir em erro se não houver o cuidado de ler que tipo de pilha é. Ler Mais...

Avós bem estruturados: alegria, confidência e transgressão

Os avós - e consequentemente a casa dos avós - são, para a criança, um espaço de alegria, porque geralmente acontecem lá coisas boas e engraçadas, de liberdade (podem não comer a sopa toda), de transgressão (o chocolate que sai do bolso do avô, com um ar sorrateiro) e isso ajuda a criar um clima de confidência que, mais tarde, poderá ser muito útil. Quantos adolescentes não confiam preferencialmente aos avós problemas e questões que, com os pais, se sentem inibidos de verbalizar? Essa confiança, tão sublinhada para esse grupo etário, não aparece de repente, pelo contrário, tem de ser acarinhada desde sempre. Ler Mais...
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