Resultados para: "quantos agachamentos deve fazer por dia"

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Desenvolver o sentido da justiça e do pensamento ético

A ética é o sentido do bem e do mal, independentemente das leis e da polícia. As crianças começam cedo a desenvolver o sentido ético, pelo que vêm, vivenciam e pelo que lhes toca a elas próprias. Depois de ouvir uns quantos «nãos» e uns quantos «sins», uns cartões amarelos e vermelhos, semáforos verdes e de outras cores, começam a perceber que a sua ânsia de dominar o mundo e escravizar todos tem (imites, não apenas impostos pelo mundo físico, mas pelas próprias relações interpessoais, quer do lado dos outros, quer igualmente do seu próprio lado. Até sentir que «eu era incapaz de...».Daí a importância da coerência entre o que os pais dizem e fazem, e a transmissão de juízos éticos sobre os atos (mais do que sobre as pessoas). Ler Mais...

Como lidar com estes amigos?

O amigo imaginário é do foro íntimo da criança e deve ser gerido por ela. Por essa razão não deve ser trazido para a praça pública. Os pais não devem dar demasiada importância ao assunto, embora o equilíbrio entre não desfazer o mito e não alinhar na novela seja por vezes complicado, mas é a única atitude eficaz e benéfica. Um dia a criança «matará» o amigo, mas apenas no momento próprio e sem dor. A atitude dos pais deve basear-se em: • Ter a consciência de que é um fenómeno normal; • Não negar a existência, tipo «Tu estás parvinho?», «O "não sei quantos" não existe.» Deve responder-se com «Hum», «Sim», «Que bom», «Ainda bem» «Ai sim?» - frases curtas de aprovação, mas não demasiadamente intrusivas; • Não se deve, também, alimentar demasiado a ideia, procurando saber todos os pormenores do amigo; • É bom dizer «Um dia era engraçado escreveres isso ou fazeres um livro de desenhos com o teu amigo» - no fundo, uma maneira de aproximar a criança da realidade, mas de um modo soft e sem prazo marcado; • Os pais têm de sentir que este é um modo extremamente inteligente e criativo de a criança se defender e criar fatores protetores; • As crianças podem também usar os amigos como objetos de descarga de sentimentos menos bons, como a raiva ou a angústia; • As conversas tidas com os amigos imaginários, e toda a relação que têm com eles, deverão fazer com que os pais reflitam um pouco sobre o que os filhos expressam, os seus medos e o que eles, pais, poderão corrigir e apoiar; • Se os amigos se mantêm após os 6 anos, se a relação com eles se torna demasiado intensa fazendo esquecer a realidade, então a ajuda de um psicólogo será bem-vinda. Ler Mais...

A sesta

Quando estão muito tempo a utilizar o computador já devem ter reparado que, a da altura, ele parece que parou e por mais teclas em que carreguemos, nada acontece. Está a arrumar a informação e a reorganizar-se. E por isso fecha-se ao teclado e aos inputs externos. Determinar, porque nasceu até 31 de Dezembro ou depois dessa data, se deve ou não dormir a sesta é um péssimo serviço que se presta às crianças. Os cérebros funcionam de maneira diferente, e além disso o próprio cansaço, o número de estímulos e muitos outros condicionantes orgânicos e psíquicos entram neste balanço. O que nas escolas (ou em casa) se deve fazer é proporcionar ambientes onde a sesta possa ser feita (luz velada, uma caminha, silêncio), e deixar ao critério das crianças - estudando-as para ver se não é apenas uma birra, mas para isso é Que pais e educadores as devem observar e conhecer - se querem ou não dormir, arranjando alternativas para as que não querem, do modo a que, obrigadas a dormir, não desaustinem o resto da turma. Quem acorda cedo precisará mais de fazer a sesta, bem como nos dias em que as actividades foram muitas e, sobretudo, inovadoras. A sesta deve ser um passo da rotina, que a criança já antecipa quando está a fazer outras coisas anteriores, como lavar as mãos para ir comer. A hora de dormir a sesta deve ser falada como uma hora boa e desejada - e aqui para nós, quantos não desejaríamos poder ter essa oportunidade de descanso a meio do dia sem ser um elemento de ameaça, tipo «papão»: «Se te portas mal, vais dormir a sesta». Embora menos do que no sono da noite, aquilo que referi no princípio deste capítulo aplica-se à sesta - designadamente o receio da separação e do «estar com os adultos sem eles». Assim, o deitar e aconchegar, com mimo e um beijinho, deverão ser obrigatórios, e não o mandar para a cama como se tratasse de uma instituição militar. Ler Mais...

Avós bem estruturados: alegria, confidência e transgressão

Os avós - e consequentemente a casa dos avós - são, para a criança, um espaço de alegria, porque geralmente acontecem lá coisas boas e engraçadas, de liberdade (podem não comer a sopa toda), de transgressão (o chocolate que sai do bolso do avô, com um ar sorrateiro) e isso ajuda a criar um clima de confidência que, mais tarde, poderá ser muito útil. Quantos adolescentes não confiam preferencialmente aos avós problemas e questões que, com os pais, se sentem inibidos de verbalizar? Essa confiança, tão sublinhada para esse grupo etário, não aparece de repente, pelo contrário, tem de ser acarinhada desde sempre. Ler Mais...

A exploração dos limites físicos e relacionais

A exploração dos limites físicos e do corpo é uma vertente de toda a vida, não apenas do primeiro ano ou da adolescência. Quando subimos (ou não!) uma escada e reparamos que ficamos cansados ao fim de uns quantos lances estamos a experimentar os nossos limites, tanto quanto um bebé quando trepa para uma cadeira, mesmo com o risco de cair. Nas alturas em que o bebé sente uma maior variação do corpo, seja nas suas dimensões (períodos de maior crescimento), seja nas suas competências (períodos de exercitação e aprendizagem com possibilidade de «fazer»), terá tendência a testá-lo relativamente aos objetos, aos espaços e às pessoas. Daí um bebé mexer numa determinada coisa, ouvir dos pais que não o deve fazer, experimentar dezenas de vezes e receber sempre um «não» até deixar de o fazer. Voltará a experimentar quando se julgar mais «forte. Do mesmo modo, a exploração dos limites do «poder» relativamente aos que mais lhe são próximos pais, irmãos, avós, educadores -, será uma consequência direta da sua evolução e construção cognitiva, intelectual, emocional e psicológica. O bebé, de cada vez que evolui terá que experimentar novamente as suas relações interpessoais. E numa óptica de conquista de poder, nunca de subserviência. Desta autêntica «bebedeira de poder», que os bebés com frequência têm, mas que lhes causa algum receio, tal o impulso que sentem para a frente, ou tão amplo é o movimento pendular, decorre a necessidade de ter segurança em que se reveja e refugie, e de balizas que lhe marquem minimamente o percurso e os limites. Um bebé precisa de elementos securizantes seja a rotina do dia-a-dia, seja a visão (depois a presença mesmo que não visível) dos pais e das pessoas mais importantes da sua vida. Não é por acaso que é em plena «crise» de autonomia motora e de capacidade de deslocação (o gatinhar ou andar agarrado cerca dos 9 meses) que o bebé começa a ter medo dos estranhos e a ficar mais agarrado aos pais as oscilações do pêndulo são maiores: o mesmo bebé que sai sozinho da sala a gatinhar e que só se deixa agarrar muito longe é o que olha para o avô que não vê há duas semanas e chora, refugiando-se nos braços do pai. Ler Mais...
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