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Meningites «más» e outras «menos más»

É uma forma de colocar a questão. Com o evoluir da ciência entendeu-se que «há meningites e meningites». Tudo depende do micróbio causador, idade da criança, defesas imunitárias, gravidade da infeção, evolução clínica, resposta ao tratamento e (também) de fatores mais aleatórios como a sorte (ou o azar) de cada um. De qualquer modo, há diferenças fundamentais entre as meningites bacterianas e as meningites assépticas ou virais. A maioria das meningites são provocadas por vírus e aparecem por epidemias, no pico do Verão e do Inverno. Contudo, em muitos dos casos, nunca se chega a encontrar o micróbio causador - também não se procura até à exaustão, já que estas meningites são benignas, a criança melhora e não há necessidade de, para bem da criança, continuar a procurar o agente. As meningites bacterianas são causadas pelos seguintes micróbios: o meningococo e o pneumococo As meninges infetam-se, na maioria dos casos, através do sangue: os micróbios saem de um ponto de infeção inicial, onde muitas vezes estão durante algum tempo sem causar quaisquer sintomas - o nariz, a garganta, as vias respiratórias, os intestinos ou a pele - e, através do sangue, penetram no espaço meníngeo. Noutros casos, mais raros, a infeção faz-se diretamente, a partir de um foco infecioso que fica próximo: otite não tratada, infeção do globo ocular, ou quando um traumatismo craniano abre uma via de entrada. Ler Mais...

Aquecer demasiado os alimentos…

Quanto ao outro tipo de queimaduras, resultante do sobreaquecimento dos alimentos, tem aumentado paralelamente à crescente utilização dos fornos de micro-ondas. Há casos típicos que vale a pena referir:
  • o biberão: o vidro fica morno e a pessoa que administra o biberão pega-lhe, sente a temperatura exterior e esquece-se de verificar a temperatura do leite - a criança, geralmente esfomeada, abre a boca e mama com vontade: queima a língua e a mucosa oral e laríngea, por vezes de modo grave e extenso;
  • a papa ou o puré de legumes: o aquecimento não é homogéneo e alguns bocados ficam muito quentes, enquanto outros quase frios. Se não houver o cuidado de mexer muito bem a papa para misturar o seu conteúdo, a criança pode queimar-se;
  • alimentos que têm uma parte sólida e uma parte líquida. Exemplo típico: pastéis de nata e croissants com recheio. A massa fica morna, a boca abre-se para dar uma mordidela e o líquido fervente provoca queimaduras graves. Acresce que o líquido açucarado é mais difícil de retirar e o tempo de contacto com as mucosas (ou a pele) é superior, pelo que as queimaduras são mais graves;
  • recipiente tapado - quando se retira a tampa, o líquido fervente salta e queima a cara e as mãos.
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Quando se deve vacinar uma criança com a vacina anual para a gripe?

A gravidade da gripe vem principalmente das complicações - quebra do estado geral, pneumonias por agentes a quem o vírus abre caminho, falência de órgãos previamente comprometidos, etc. Assim, a vacina da gripe (a fazer preferencialmente em Outubro, mas ainda eficaz se feita em Novembro) deve ser reservada às crianças com mais de 6 meses que tenham doenças crónicas pulmonares, asma, doenças cardíacas, renais ou do fígado, ou diabetes, entre outras. A vacina é feita de vírus inativados. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Reflexos dos recém-nascidos

Os bebés têm vários reflexos presentes no momento do parto e que lhes conferem capacidades de sobrevivência. Reflexo de Moro. Se deitar o bebé de costas e lhe elevar as pernas ele abre os braços em cruz e depois fecha-os num abraço. Reflexo busca. Se tocar na bochecha do bebé ele vira a cabeça à procura de alimento. Reflexo de agarrar. Se puser um dedo na palma da mão do bebé ele agarrá-lo-á fortemente com os seus dedos. Reflexo de caminhar. Se segurar o seu bebé de pé numa superfície, ele fará os movimentos de andar. Ler Mais...

A reação ao leite de vaca

Tem-se verificado existir em algumas crianças. Este tipo de leite está na base dos leites comerciais substitutos do leite materno, ou seja, do leite «de lata» que se dá aos bebés no primeiro ano de vida e também na alimentação da maioria das mães. Estas reações, sem geralmente chegarem a ser verdadeiras alergias graves, podem manifestar-se por cólicas. O intestino funciona em segmentos que, quando tudo está bem, estão coordenados quando um aperta o seguinte abre e, assim, o conteúdo intestinal avança. São os chamados «movimentos peristálticos». Estes segmentos intestinais são comandados por nervos. Enquanto este sistema ainda não estiver maduro e convém não esquecer que o intestino é um dos poucos órgãos que praticamente não funciona durante a vida fetal pode acontecer um segmento contrair-se mas o seguinte não estar dilatado. Resultado: a meio dá-se uma dilatação súbita que causa dor. Esta imaturidade intestinal é também uma das causas de cólicas no bebé pequeno. Ler Mais...
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