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Um momento solene

Dito isto, e embora possa parecer paradoxal, é bom que as crianças sintam que esta entrada lhes vai trazer maiores responsabilidades - e a preparação deve ser feita antes, com tempo, e não apenas quando se regressa de férias de Verão. É bom que aprendam e saibam que a vida é uma relação de cooperação, o que implica trocas de serviços e um negócio bom para todos. É preciso também que se habituem a que os seus actos têm consequências e que terão de fazer as coisas, mesmo as menos agradáveis, por si e pelo seu presente e futuro, e não apenas porque têm de obedecer aos pais e professores ou para lhes agradar. Estudar, por exemplo, deve ser visto pela criança como uma forma de conseguir mais oportunidades e maiores opções quando chegar a altura de fazer escolhas profissionais e de estilos de vida. Gostar da escola, no que ela tem de óptimo e de menos bom (na perspectiva da criança) é essencial para se aprender a lutar pelo que se quer. O brio e a vontade de vencer (num espírito de competição saudável) sedimentam-se nesta idade. Ler Mais...

Açucar e Mel

O açúcar só serve para fornecer calorias. Em boa regra, os produtos com sacarose só deveriam ser comidos quando fosse preciso uma reposição energética rápida, o que não acontece nas crianças desta idade, pois não têm aulas de desporto intenso nem fazem exercícios intelectuais pesados O significado dos doces ultrapassa os aspetos meramente alimentares - recompensa, festa, apreciação positiva. Contudo, temos de fazer todos - pais, educadores, família, sociedade em geral - um grande esforço para diminuir o consumo de doces e de açúcar. Não há qualquer razão para adicionar açúcar aos alimentos. As crianças habituam-se ao sabor do que comem e não têm «fome» de doces, a menos que estejam numa situação de hipoglicemia. Seexagerado dizer que o açúcar é um veneno, mas se pusermos aspas na palavra já estamos a dizer uma verdade. É neste grupo etário que se estabelecem hábitos e se faz a prevenção. Mesmo que se arranjem alguns conflitos, vale a pena, se pensarmos no futuro dos nossos filhos. E nunca se deve fazer uma restrição total, evidentemente, apenas uma racionalização do consumo. Não levar doces para a escola, por exemplo quando há aniversários, poderá ser um bom exercício. Ler Mais...

Banho de digestão

A questão do banho e da digestão é antiga. Mas sem qualquer dúvida, o que pode fazer mal é a mudança súbita e excessiva de temperatura - (no ou quente - e não a água. Se a casa estiver com uma temperatura normal e se a água estiver tépida, não há qualquer motivo para não dar banho a seguir às refeições Uma criança nunca come quantidades suficientes para um banho morno poder perturbar a digestão. Pode, assim, tomar banho a qualquer hora, e é preciso que este se adapte á logística da família, até porque é importante ambos os pais estarem presentes, se quiserem, e nem sempre é possível manter o mesmo horário todos os dias. De qualquer forma, se os pais entenderem que não querem, não devem ir contra a sua vontade, para não se culpabilizarem se a criança manifestar algum sintoma, mesmo que este não tenha nada a ver com o banho. Há, portanto, várias estratégias para quo o banho possa decorrer pacificamente, sobre- tudo quando se chega cansado e qualquer motivo de conflito abre logo uma guerra. Temos de compreender que uma criança possa ter medo do banho e que a higiene não seja para ela, nada de interessante. Não é preciso dar banho sempre à mesma hora e com os mesmos rituais - torna-se maçador, e numa fase da vida em que querem experimentar, variar e inventar, uma tarefa sempre igual perde a piada toda. Algumas crianças, por exemplo, sentem uma enorme curiosidade em ver a água a sair pelo ralo, outras têm medo de que com a água comecem a ir elas também - só os pais saberão do que os filhos têm medo, mas convém admitir as duas hipóteses Tomar banho com a criança pode ser bom, no sentido de a fazer perder o medo, embora também não se deva criar uma dependência e no banho, como os outros cuidados de higiene, o caminho deve ser para a autonomia. Ler Mais...

Par-ti-lhar

Par-ti-lhar. Que difícil palavra. Até para pronunciar. Dar aos outros em vez de ficar com tudo é mesmo muito complicado. E, no entanto, os sentimentos que estão (deveriam estar) por detrás do gesto de oferecer, no Natal, nos aniversários, são justamente sentimentos de partilha, de dádiva e de agradar aos outros. Quando se compra um presente, pensamos no outro e no que o outro desejaria, mas também no que nós gostaríamos de dar àquela pessoa. É esse sentimento, extremamente positivo, que deve ser a base da oferta. É claro que não é por ser Natal, por exemplo, que o espírito muda, se não for esse o ambiente no qual se vive o dia-a-dia. E quantas vezes não somos nós a dar o exemplo de atitudes de ganância, desejo irreal, inveja ou cobiça? Entusiasmar atos e comportamentos de dádiva, pelo simples prazer de agradar aos outros e sentirmo-nos bem, é muito importante - telefonar a alguém, sem outro propósito que não seja dizer que se gosta dele (aos avós e tios, por exemplo), fazer desenhos e embrulhar, para oferecer a alguém (um vizinho, o empregado da pastelaria onde habitualmente se vai, a senhora do quiosque onde se compram cromos). Há que elogiar a criança quando tem esses gestos e concluir, quando os outros agradecem: «Viste como deixaste as pessoas felizes? É tão bom fazer os outros felizes. Não te sentes tão contente? Também gostas quando te oferecem coisas!» Claro que para isso é preciso que os pais estejam verdadeiramente convencidos que isto é mesmo verdade e que são estes os valores que querem para os filhos... Ler Mais...

É preciso levar brinquedos para a rua?

Os bebés pequenos, quando passeiam, dormem ou brincam com as mãos e com brinquedos pequenos que possam estar no berço. Quando se trata de crianças mais velhas, no final do segundo semestre, é sempre bom levar duas ou três coisas, para o caso de se sentarem numa esplanada, embora o bebé vá rapidamente explorar os seus brinquedos e avançar, lesto, para o que está em cima da mesa e que se torna muito mais interessante, na sua perspectiva: guardanapos, colheres e copos, pacotinhos de açúcar... Ler Mais...

Relações interpessoais – o maior estímulo

Não podemos ignorar que as relações entre as pessoas, designadamente as que pais e filhos cultivam ou espontaneamente demonstram, são os maiores estímulos ao desenvolvimento. Vários estudos mostraram que o fator que provoca maior retardamento e inversão do desenvolvimento cognitivo e psicomotor é o abandono e a carência afetiva. Quando se fala de estimulação, por vezes pensa-se que tem de ser uma estimulação «ativa», no sentido de pararmos tudo o que estamos a fazer para nos dedicarmos exclusivamente à criança. Estes momentos são necessários, mas há todo um outro leque de estimulação que passa por coisas tão simples como o exemplo, conversar, chamar a atenção para eventos e fenómenos pontuais, estar presente. Não é preciso (nem é bom) que a estimulação seja algo desfasado do dia-a-dia, mas sim que se a integre nas atividades que, pais e crianças, desenvolvem em casa, na rua ou nos espaços de transporte e de lazer. Ler Mais...
Quando e preciso fazer perine | Para Pais.