Resultados para: "quando da ponto qual antibiotico toma"

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Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

Escarlatina – Qual é o tratamento?

A escarlatina não é muito frequente nos bebés com menos de um ano, o que não quer dizer que não possa aparecer. Perante os sintomas, sinais e evolução, o diagnóstico não é difícil de se fazer. E o tratamento é com antibiótico. Há que ter algum cuidado porque os estreptococos tem mudado o seu perfil de resistência aos antibióticos, e há alguns que já têm 40% de insucessos, designadamente do grupo dos chamados macrólidos, alguns deles muito práticos porque se tomam apenas uma vez por dia durante três dias, ou outros que são de 12 em 12 horas. A penicilina ou um dos seus homólogos orais, como a amoxicilina, têm cem por cento de eficácia. Quarenta e oito horas após o início do tratamento o bebé deixa de ser infeccioso para outros. Para além do antibiótico, há que garantir todas as medidas de conforto do bebé, e o tratamento sintomático (baixar a febre, alimentar, com especial atenção ao estado do bebé). Ler Mais...

Sou a única mãe no meu grupo de amigos. Não consigo identificar-me com eles pois só quero falar sobre o bebé!

Quando se toma mãe, a sua vida tem um único ponto de interesse - o seu bebé. Tudo sobre ele a encanta e a preocupa, portanto espera-se que queira falar muito sobre ele. Infelizmente, descobrirá que, embora os seus amigos gostem de a ouvir falar do seu bebé, não partilharão o seu imenso interesse. Ser mãe é maravilhoso e ocupa o tempo todo, mas é importante ter tempo para se interessar por outros aspetos da sua vida, como sociabilizar com os seus amigos. Falar de outras coisas e de outros interesses também a ajudará a manter a sua própria identidade, assim como a de ser mãe. Ler Mais...

Panarício

Um panarício é uma infeção à volta da unha, que começa muitas vezes por pequenas feridas que ocorrem ao cortar as unhas, roê-las ou a realizar trabalhos com materiais que gretam a pele. Uma pequena porta de entrada é o suficiente para as bactérias avançarem. Na fase de inflamação e pus, a criança tem dor. Quando o pus começa a sair, deve-se desinfetar e aplicar 4 vezes ao dia uma pomada de antibiótico. Pode dar-se paracetamol para as dores. Raramente é necessário antibiótico geral. É preciso manter a pele à volta das unhas bem cuidada e hidratada, e evitar que a criança roa as unhas. Ler Mais...

Qual é a melhor altura para começar a utilizar gás e oxigénio?

O gás e oxigénio, ou entonox, é uma combinação 50 % de oxigénio e 50 % de óxido nitroso (o gás do riso). E bastante utilizado nos partos e pode ser utilizada nos partos em casa. Este método de aliviar a dor funciona reduzindo as mensagens de dor recebidas pelo cérebro. Começa a fazer efeito em 20 segundos, portanto é aconselhável acertar a inspiração do gás com as suas contrações, para que comece a tomá-lo mesmo antes ou no início de cada contração para obter o máximo de benefício em cerca de 45-50 segundos. O entonox pode ser utilizado desde o início do seu trabalho de parto. Contudo, algumas mulheres disseram sentirem-se um pouco sonolentas e tontas e portanto fora do controlo enquanto tomavam entonox e, assim, você pode querer parar de tomá-lo enquanto está a fazer força, se estiver a perturbá-la demasiado e a evitar que se concentre nas contrações. Algumas mulheres passam todo o seu trabalho de parto somente com entonox enquanto outras acham que precisam de outra forma de aliviar a dor nas fases mais adiantadas do trabalho de parto. Ler Mais...

Causa

A região uretral está, sobretudo nas raparigas, muito próximo da zona rectal, que se encontra infetada por muitas bactérias, sendo a mais comum o colibacilo (Escherichia coli). Quando a criança usa fraldas, essa contaminação é ainda mais frequente. Existem alguns fatores predisponentes:
  • diminuição dos fatores protetores locais e gerais (incluindo acidez da urina, frequência das micções, imunoincompetências, etc.); obstruções ao fluxo urinário e malformações;
  • refluxo vesicoureteral (quando a bexiga se contrai, parte da urina reflui para cima, para os ureteres, por incompetência das válvulas da bexiga);
  • algaliação (por exemplo, na sequência de uma operação);
  • parasitoses intestinais (os parasitas podem levar bactérias intestinais para o aparelho urinário);
  • fimose e balanites;
  • hábitos de higiene deficientes, nomeadamente uma incorreta limpeza anal após defecação (a limpeza dever ser feita no sentido da frente para trás).
A via de contágio é quase sempre a ascendente, ou seja, a partir da uretra. A via sanguínea é muito rara. A suspeita de uma infeção urinária é quase sempre clínica e baseia-se nos sintomas e sinais referidos. Se tal for o caso, há que:
  • confirmar a existência de infeção – através de uma análise de urina (urina II e urocultura) que permite encontrar dados diretos e indiretos de infeção urinária. É mandatário fazer esta análise antes de medicar com antibióticos, caso contrário pode estar a perder-se informação essencial para o seguimento do caso;
  • localizar a infeção - uma vez confirmada a infeção há que localizá-la no sentido de averiguar se a área envolvida é a bexiga, os ureteres ou o rim;
  • avaliar as consequências anatómicas e funcionais da infeção - através dos exames complementares de primeira linha (ecografia, cistografia) ou de segunda linha (renograma, cintigrafia, estudos urodinâmicos), os quais permitem essa averiguação, mas que têm indicações precisas. De igual modo, pode ser necessária a avaliação da função renal.
  • procurar fatores predisponentes – a infeção urinária pode ser uma consequência de uma situação subjacente, a qual deverá ser investigada minuciosamente, através da história clínica e da observação e, eventualmente, com o auxílio dos meios complementares referidos, a fim de a criança poder ser corretamente encaminhada, se for o caso;
  • avaliar se foi a primeira infeção ou se se trata de um novo episódio - para saber da avaliação das repercussões renais e fatores predisponentes. É importante os pais tentarem recordar-se de outros episódios anteriores não valorizados, atendendo à relativa escassez de sintomas que acompanham a infeção (pode, por exemplo, haver uma história de febre sem causa aparente, de um período de má progressão de peso, ou de diarreia arrastada sem causa aparente). É importante saber se há doenças renais na família.
Para avaliação do sucesso da terapêutica, além da evolução clínica, é importante repeti a urocultura ao 3.°- 4.° dia depois do início do antibiótico, e novamente cerca de uma semana depois do final deste, para ver se a urina se mantém «limpa». Se houver alguma indicação de que o antibiótico não está a ter sucesso, nomeadamente análises positivas ou evolução clínica desfavorável, dever-se-á rever o diagnóstico e considerar a hipótese de mudança de antibiótico. A pielonefrite pode necessitar de internamento, se houver perigo de desidratação ou vómitos que impeçam a administração de antibiótico por via oral. Cerca de um mês depois da resolução do episódio, há que realizar uma ecografia, e durante um ano realizar análises seriadas. Se tudo continuar bem, pode considerar-se que, até ver, a situação está ultrapassada. Em alguns casos, o médico pode propor aos pais um antibiótico diário, numa só toma e em dose reduzida, para garantir que a urina se mantém sem bactérias. Ler Mais...
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